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Sexta-feira, 22 de Setembro de 2017






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Camex altera alíquotas de importação de alumínio não ligado

A Câmara de Comércio Exterior (Camex) criou o ex-tarifário ‘alumínio não ligado, na forma de lingotes padrão, sow ou T-bar’, cujo Imposto de Importação terá alíquota zero. A decisão altera resolução de 2014 que incluiu ‘alumínio não ligado’ na Lista Brasileira de Exceções à Tarifa Externa Comum do Mercosul, à época com tarifa zero de importação. Agora, com a determinação desta sexta, 19, o Imposto de Importação desse item será de 6%. As mudanças estão publicadas no Diário Oficial da União (DOU). (Estadão Conteúdo)

Fonte: Diário do Grande ABC

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Camex reduz tarifa de importação para bens de informática e de capital

BRASÍLIA  –  A Câmara de Comércio Exterior (Camex) reduziu para 2% as alíquotas do Imposto de Importação incidentes sobre 32 bens de informática e telecomunicação, na condição de ex-tarifários.

A decisão consta de duas resoluções publicadas no “Diário Oficial da União” desta sexta-feira. A vigência do benefício vai até 31 de dezembro de 2017.

A Camex também alterou para 2% as alíquotas do Imposto de Importação sobre três bens de capital e para 0% a alíquota de cinco bens de capital, todas até 31 de dezembro de 2016. As alíquotas de diversos bens de capital também foram reduzidas a 2% até 31 de dezembro de 2017.

Canetas

A Câmara prorrogou direito antidumping definitivo, por um prazo de até cinco anos, às importações de canetas esferográficas originárias da China.

De acordo com resolução publicada hoje no “Diário Oficial da União”, a cada quilo importado, haverá uma sobretaxa US$ 14,52. O direito se aplica a canetas feitas à “base de resinas plásticas, de corpo único tipo monobloco ou desmontável, retrátil ou não, com ou sem grip, com tinta gel ou a base de óleo”.

A resolução, no entanto, não abrange canetas de maior valor agregado.

Espelhos

A Camex aplicou direito antidumping definitivo, por um prazo de até cinco anos, às importações de espelhos não emoldurados originários da China e do México.

De acordo com resolução publicada no “Diário Oficial da União”, a cada tonelada importada, haverá uma sobretaxa que pode variar entre US$ 388,73 e 427,43, a depender da empresa e país exportador.

Cobertores

A Câmara prorrogou o direito antidumping definitivo, por um prazo de até cinco anos, às importações de cobertores de fibras sintéticas, não elétricos, originários da China, do Paraguai e do Uruguai. A resolução também prorroga antidumping para cobertores feitos de tecidos provenientes da China.

De acordo com resolução publicada no “Diário Oficial da União”, para os itens feitos com fibra sintética, a cada quilo importado, haverá uma sobretaxa US$ 3,61 ou US$ 5,22, a depender da empresa exportadora.

valor Econômico – 19/02/2016

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OCDE vê freada global e pede estímulos fiscais

A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico cortou projeções para crescimento global, afirmando que Brasil, Alemanha e EUA estão desacelerando e alertando que alguns emergentes correm riscos relacionados à volatilidade cambial. A organização, uma espécie de clube dos países ricos, recomendou a concessão de mais estímulos fiscais, dizendo que somente políticas monetárias não darão conta de combater a desaceleração.

O Produto Interno Bruto mundial vai se expandir 3% em 2016, o mesmo ritmo de 2015 e 0,3 ponto percentual a menos do que o previsto em novembro, segundo relatório publicado pela OCDE ontem. “Os riscos à estabilidade financeira são substanciais”, disse a entidade sediada em Paris. “Alguns mercados emergentes são particularmente vulneráveis a movimentos nas taxas de câmbio e aos efeitos da dívida doméstica elevada.”

Ministros das Finanças e comandantes de bancos centrais do Grupo dos 20 se reúnem em Xangai na semana que vem para discutir a desaceleração econômica e a OCDE pediu que considerem oferecer mais estímulos fiscais para sustentar os esforços monetários já adotados.

“Uma resposta coletiva de políticas mais forte é necessária para fortalecer a demanda”, afirmou a entidade. “Política monetária não funciona sozinha. A política fiscal agora é contracionista em muitas das grandes economias. O impulso das reformas estruturais ficou mais lento. Todas as três alavancas precisam ser empregadas mais ativamente para criar crescimento mais forte e sustentável.”

A OCDE piorou a previsão para a economia do Brasil em 2,8 pontos percentuais – agora prevê contração de 4%. Segundo o relatório da entidade, o PIB brasileiro encolheu 3,8% em 2015 e vai ficar estável em 2017.

A OCDE baixou as projeções para os EUA, maior economia do mundo, e para a Alemanha, maior economia da Europa, em 0,5 ponto percentual nos dois casos. Agora a estimativa é de expansão nos EUA de 2% neste ano e 2,2% em 2017. Para a Alemanha, o crescimento é calculado em 1,3% e 1,7%, respectivamente.

Valor Econômico – 19/02/2016

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Argentina revê contas e revela déficit comercial

A Argentina informou ontem ter tido o seu primeiro déficit comercial em 16 anos, após o governo de Mauricio Macri ter revisado os dados produzidos pela administração de sua antecessora, Cristina Kirchner.

O saldo negativo em 2015 foi de US$ 3 bilhões, disse o diretor-técnico da agência oficial de estatísticas, Fernando Cerro. Antes da posse de Macri em dezembro, o Indec havia relatado superávits em cada um dos dez primeiros meses do ano. O superávit de 2014 foi revisado para baixo, passando de US$ 6,7 bilhões para US$ 3,1 bilhões.

Em dezembro, o novo governo anunciou uma suspensão da publicação de dados oficiais e uma reforma do Indec. Alvo de inúmeras críticas e desconfiança em relação aos números oficiais, principalmente dos relacionados à inflação, a Argentina em 2013 tornou-se o primeiro país a ser censurado pelo FMI em função de suas estatísticas distorcidas.

Cerro não respondeu perguntas sobre se o governo de Cristina Kirchner havia manipulado os dados. Disse apenas que a nova equipe simplesmente somou os números da alfândega relativos a 2015.

A última vez em que o país registrou déficit havia sido durante a crise que culminou num calote de US$ 95 bilhões de sua dívida, em 2001. A situação, porém, deve mudar neste ano, já que ao assumir Macri adotou um câmbio flutuante, que resultou numa desvalorização de cerca de 30% do peso, o que deve favorecer as exportações.

Valor Econômico – 19/02/2016

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Dados indicam deflação no país em janeiro

A inflação anual ao consumidor na China acelerou para uma máxima de cinco meses, devido à alta dos preços dos alimentos. Mas os preços ao produtor recuaram pelo 47º mês seguido com a queda dos mercados de commodities e a demanda fraca somando pressão deflacionária na segunda maior economia do mundo.

O índice de preços ao consumidor subiu 1,8% em janeiro em comparação ao ano anterior, ficando acima do aumento de 1,6% em dezembro, mostraram dados da Agência Nacional de Estatísticas nesta quinta-feira. Mas o pequeno aumento é devido, sobretudo, à alta sazonal de 4,1% dos preços dos alimentos antes das longas celebrações do ano novo lunar, e não significam nenhuma melhora visível na atividade econômica e na demanda mais ampla do consumidor, segundo analistas.

De fato, a inflação ao consumidor, excluindo alimentos, continuou inalterada, em 1,2% em janeiro na base anual, apenas um pouco acima de dezembro. Os dados dos preços mostraram mais sinais de tensão sobre as companhias chinesas, particularmente dos setores de mineração e processamento, com a demanda fraca e a competição agressiva forçando-as a cortar repetidamente seus preços de venda.

Já o índice de preços ao produtor caiu 5,3% em janeiro sobre um ano antes, mais branda do que a queda de 5,9 em dezembro. Prolongados temores de deflação reforçaram a visão dos economistas de que o governo e o banco central terão de aplicar mais medidas de estímulos neste ano para impulsionar a economia, que cresceu em 2015, mas num ritmo muito mais lento ao registrado nos últimos 25 anos.

Política monetária

A China vai coordenar melhor suas políticas monetária e fiscal para ajudar a combater a desaceleração econômica. A informação foi dada nesta quinta-feira pelo vice-ministro das Finanças, Liu Kun. Segundo ele, o governo vai manter o crescimento econômico em uma faixa razoável.

“Com mais política fiscal enquanto usa a política monetária prudente de forma flexível e apropriada”, disse Liu Kun em discurso.

Um grupo de autoridades governamentais assegurou coletivamente que o governo vai agir para estabilizar a economia após o feriado de uma semana do Ano Novo Lunar.

Uma deterioração das ações chinesas no último verão (no hemisfério norte) e a inesperada desvalorização do iuane em agosto do ano passado agitaram os mercados globais, elevando as preocupações com a saúde da segunda maior economia do mundo e com a capacidade de Pequim de conduzi-la simultaneamente em meio a uma prolongada desaceleração e a necessidade de uma reestruturação radical. Liu disse que elevar o déficit fiscal e cortar impostos se tornará uma escolha natural para estimular a economia. O gasto fiscal deve ficar em um nível alto neste ano.

DCI – 19/02/2016

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Cameron aceita permanecer na UE se tiver mais autonomia

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, pediu nesta quinta-feira aos demais 27 chefes de Estado e de governo da União Europeia reunidos em Bruxelas que aceitem um acordo que resolva a integração do país na Europa por uma geração.

“Deixamos a questão do lugar da Grã-Bretanha na Europa se deteriorar por tempo demais. É hora de resolvê-la”, disse.

“Viva e deixe viver” foi a expressão utilizada por Cameron para definir a abordagem usada pelos britânicos, que resistem a uma “união cada vez mais forte” entre os países europeus. A negociação deverá entrar pela noite e ser retomada na manhã desta sexta (19).

Cameron deseja deixar Bruxelas com um acordo que lhe permita voltar a Londres em uma posição vitoriosa e convocar um referendo sobre a permanência do Reino Unido na União Europeia. A data preferida é 23 de junho.

Com o acordo, Cameron faria campanha contra o “Brexit”, expressão resultante da soma das palavras Britain + exit (saída, em inglês).

O líder conservador britânico, que prometeu realizar o referendo até 2017, gostaria de fazê-lo o mais cedo possível, antes que a chegada do verão europeu aumente o fluxo de refugiados que se arriscam na travessia do mar Mediterrâneo, agravando a crise migratória.

O governo Cameron quer limitar alguns benefícios sociais para os trabalhadores que ingressam no mercado britânico vindos de outros países da UE.

Os conservadores britânicos propõem deixar de pagar a esses imigrantes o complemento de renda destinado aos que recebem menos que o salário mínimo. Esse pagamento é feito para estimular os trabalhadores a continuarem na ativa, ao invés de optar por viver do seguro-desemprego.

Sobrecarga

De acordo com a proposta que vem sendo negociada há mais de seis meses entre o Reino Unido e a UE, a suspensão desse pagamento aconteceria por até quatro anos, sob a justificativa de que os serviços sociais do país estariam sobrecarregados pelo fluxo migratório.

O Reino Unido, que tem população total de 64 milhões de pessoas, conta atualmente com cerca de 2 milhões de imigrantes da União Europeia e 1,2 milhão de estrangeiros vindos de outros países.

A proposta enfrenta resistência dos países do Leste Europeu, como Polônia e Romênia, de onde saem a maioria dos trabalhadores de baixa renda entre os estrangeiros em atividade no Reino Unido. Os governos desses países querem ao menos assegurar que a medida não seja retroativa.

Cameron propôs ainda que os benefícios pagos aos trabalhadores por filhos menores sejam efetuados nos países onde as crianças vivem. Ou seja, se um trabalhador polonês emigrasse para Londres deixando seus filhos em Varsóvia, ele não receberia o benefício no Reino Unido.

Entre as outras demandas do governo Cameron estão a possibilidade de os países europeus que estão fora da zona do euro (como o Reino Unido, que continua usando a libra esterlina como moeda) resistirem à adoção de medidas de regulação financeira adotadas pelo Banco Central Europeu.

Esse ponto é considerado fundamental pela City de Londres, o maior mercado financeiro da Europa, que responde por 14% do PIB britânico.

O governo do Reino Unido também deseja maior liberdade para que os parlamentos nacionais rejeitem medidas aprovadas pelo Parlamento Europeu e uma redução do volume de burocracia imposta pela UE.

Folha de S.Paulo – 19/02/2016

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Excesso de capacidade de produção aflige cidades pequenas da China

A agricultora Yang Qun reduz os preços de seus cogumelos para conseguir fechar um negócio e vender seus estoques no mercado de Suizhou

James T. Areddy de Suizhou

Mesmo nos lugares mais remotos da China, o excesso de produção está perturbando o caminho do país rumo à prosperidade e abalando a economia global.

Quando a agricultora Yang Qun, de 48 anos, entrou no mercado de cogumelos de Suizhou, há cinco anos, este setor estava se expandindo e até atraindo a divisão de crédito rural do gigante financeiro HSBC Holdings PLC, da Grã Bretanha. Ela economizou o suficiente para comprar uma minivan. Mas quando a neve caiu, em janeiro, Yang estava liquidando seus estoques de cogumelos desidratados cujo cultivo levou seis meses e rendeu seis sacas.

Para Xu Song, o barulho da fábrica onde ele trabalha costumava ser um sinal de que seus 200 colegas estavam ocupados transformando aço nos barris gigantes que misturam cimento na traseira de caminhões. Agora, ele é o único empregado em uma fábrica abandonada abarrotada de barris enferrujados.

“O declínio foi profundo”, diz Xu, no interior da fábrica desativada da Hubei Aoma Special Automobile Co., onde trabalhava na área de controle de qualidade. “Eu não sei o que realmente aconteceu conosco.”

Além do excesso de aço e de imóveis que tem pesado sobre o crescimento nos últimos anos, a economia da China também está saturada com excesso de produtos agrícolas e industriais. Muitas cidades pequenas e médias como Suizhou, que floresceram graças ao crédito fácil e o apoio do governo aos setores de construção e agronegócio, estão agora em dificuldade, enfrentando preços baixos, queda nos lucros e falta de emprego.

Os desafios de Suizhou mostram como o enfraquecimento da China é amplo e profundo, e difícil de ser revertido. Ele resultou em volatilidade nos mercados ao redor do mundo e em ansiedade sobre possíveis impactos em outras grandes economias, como a dos Estados Unidos.

Novos dados publicados no início do mês mostraram que a contração na manufatura continuou em janeiro, com o índice oficial dos gerentes de compra (PMI, na sigla em inglês) no seu menor nível desde agosto de 2012.

O futuro da China depende de uma distribuição mais ampla de oportunidades. Embora Xangai e outras metrópoles costeiras tenham impulsionado as primeiras décadas de liberalização do mercado, Pequim agora conta com as cidades menores para a próxima fase de crescimento. O governo pretende trazer para as áreas urbanas nos próximos cinco anos 100 milhões de habitantes de baixa renda para aumentar a classe média que pode pagar por medicamentos e ingressos de cinema, sustentando a trajetória ascendente da China.

Com uma população de 2,5 milhões de habitantes, Suizhou é uma das cerca de 130 cidades menores na China no centro do esforço do governo para transformar agricultores em trabalhadores urbanos com melhores salários e criar novos mercados para as empresas locais.

A renda anual dos moradores de Suizhou ficou em torno de US$ 3.470 por pessoa no ano passado, de acordo com o governo. O valor superou em mais de 40% a renda dos trabalhadores rurais, mas é menos que a metade dos quase US$ 8.100 recebidos pelos trabalhadores em Xangai.

“As cidades intermediárias não sabem o que fazer”, diz Michele Geraci, líder de um programa de política econômica do campus da Universidade de Nottingham na cidade chinesa de Ningbo. Depois de falar com membros de vários governos municipais, diz, muitas [cidades] estão no “limbo da industrialização”, entre o rural e o urbano.

O desaquecimento atual é, em parte, uma indigestão causada por programas de estímulo anteriores. Novas empresas de tecnologia e uma onda de modernização industrial estão concentradas na costa, e os problemas recentes dos mercados financeiros chineses só estão reduzindo as opções para empresas querendo crescer.

Gerar um novo impulso não é fácil. A desaceleração atual é em parte fruto do estímulo anterior. Novas empresas de tecnologia e uma onda de melhorias industriais se concentram na costa, enquanto a crise recente nos mercados financeiros da China só reduzem as opções para as empresas que querem expandir.

Para abrir caminho para um novo crescimento, os líderes chineses identificaram o lado da oferta como foco da política econômica este ano. Eles querem eliminar o excesso de capacidade que está deteriorando vários setores.

Quando a economia mundial afundou, em 2008, localidades como Suizhou ganharam atenção extra de Pequim, que liberou estímulos massivos. A cidade financiou a criação de um novo distrito urbano e construiu torres de apartamentos. O governo municipal emitiu US$ 150 milhões em títulos de dívida. O produto interno bruto de Suizhou durante os últimos oito anos cresceu a uma média de quatro pontos percentuais mais rápido que o PIB do país como um todo, atingindo 15% em 2010 e 2011. O ritmo desacelerou para 8,8% em 2015, quando a China avançou 6,9%.

No cenário atual, os excessos estão sendo expostos. A cidade tem hoje 110 fabricantes de grandes veículos especializados.

Zhou Fang entrou no setor há cinco anos como vendedora de caminhões-tanque para transportar água para empresa local Hubei Dali Special Automobile Manufacturing Co. Embora clientes estatais de todo o país continuem comprando, Zhou diz que ela tem 200 concorrentes locais. “Não é como moda”, diz ela, onde os fregueses compram roupa o ano todo.

Na fabricante de misturadores de cimento Aoma, os problemas se tornaram aparentes em meados de 2015, quando os pedidos para os misturadores de US$ 60 mil pararam de chegar de seu maior cliente, a Xuzhou Construction Machinery Group Co. A empresa não comentou.

Suizhou tem enfrentado dificuldade para diversificar sua economia. (Perguntas sobre a economia local feitas pelo The Wall Street Journal ao governo de Suizhou não foram respondidas imediatamente.)

Sentada em uma cadeira vermelha usando chinelos rosa, Xia Yue, de 28 anos, é parte da esperança de Suizhou para gerar novas oportunidades. Inspetora de controle de qualidade na Hubei TKD Crystal Electronic Science and Technology Co., ela opera uma máquina que testa osciladores de cristal minúsculos que agem como relógios em celulares, aparelhos de Wi-Fi e carros.

A TKD foi fundada em Shenzhen, próximo de Hong Kong, mas seu proprietário a transferiu para Suizhou há 10 anos, para se beneficiar de incentivos do governo. Além da demanda reduzida, a empresa sofre com margens de lucro muito estreitas. Ela cobra apenas alguns centavos das empresas de eletrônicos por cada oscilador e os clientes, agora, estão pagando em prazos mais longos, segundo documentos públicos que mostram um salto de 46% em seus recebíveis entre 2012 e 2014, quando atingiram US$ 19,2 milhões, mais de 50% da receita daquele ano. (Colaborou Rose Yu.)

Fonte: The Wall Street Journal Americas

Redação On fevereiro - 19 - 2016
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