Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Sbado, 18 de Novembro de 2017






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Produção de aço bruto da Usiminas cai 15% no trimestre

SÃO PAULO  –  A Usiminas produziu 1,19 milhão de toneladas de aço bruto no quarto trimestre, queda de 15% ante igual período do ano anterior. Em relação aos três meses imediatamente anteriores, contudo, houve aumento de 6,6%. Além disso, a empresa informou que as vendas caíram 3,4% em comparação anual, para 1,2 milhão de toneladas, mas subiram 2,2% frente ao terceiro trimestre.

Os dados da siderúrgica mineira mostram que 27% do volume comercializado foi de exportações, contra 36% entre julho e setembro e 19% no quarto trimestre de 2014. As vendas ao mercado interno ficaram 12,2% menores na comparação ano a ano do quarto trimestre, terminando em 882 mil toneladas, mas avançaram 17,4% em relação ao trimestre imediatamente anterior.

Esse salto de um trimestre para o outro no Brasil se deve especialmente às vendas de laminados a quente, que cresceram 43,7%. Mas em quase todos os segmentos houve alta: em laminados a frio, galvanizados e placas. Nas exportações, a Usiminas destinou 18% dos volumes à China e 16% aos Estados Unidos.

O relatório da administração que acompanhou o balanço mostra ainda que o custo de caixa da produção siderúrgica ficou em R$ 1.401 por tonelada e o custo de produtos vendidos, em R$ 1.923. Ambos representam uma redução sobre o apresentado no terceiro trimestre.

A Usiminas ainda informou que a produção de minério de ferro caiu 54,5% no quarto trimestre, em comparação anual, para 660 mil toneladas. As vendas tiveram queda de 42,3%, para 670 mil toneladas. O custo de caixa aumentou 7,4% de um trimestre para o outro, fechando em R$ 55,10 por tonelada, e o de produtos vendidos recuou 3,7%, para R$ 84,30. O minério terminou o ano a US$ 38,50, ou cerca de R$ 150.

O balanço da Mineração Usiminas foi reforçado, ainda, com ganho de R$ 33,9 milhões referente à eliminação de condições do contrato de “take or pay” negociada com a MRS Logística. Novos termos levaram à queda dos preços de frete doméstico.

Valor Econômico – 18/02/2016

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Butori sairá do comando do Sindipeças

Butori assumiu em 1994 pela primeira vez a presidência do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças) e da Associação Brasileira da Indústria de Autopeças (Abipeças)

Tamires Almeida

Após sete gestões consecutivas em 22 anos à frente da presidência do Sindipeças, o engenheiro paulista Paulo Butori decidiu não mais concorrer à reeleição. Em chapa registrada no início deste ano,Dan Ioschpe é o candidato único que será formalizado presidente em eleição marcada para o próximo dia 18 de fevereiro. A posse oficial acontece 30 dias depois. Butori também está registrado na mesma chapa única para continuar como um dos conselheiros da entidade, que reúne 470 empresas fabricantes de autopeças no País, que faturaram cerca de R$ 63 bilhões, empregaram 165 mil trabalhadores e exportaram o equivalente a US$ 7,6 bilhões em 2015.

Butori assumiu em 1994 pela primeira vez a presidência do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças) e da Associação Brasileira da Indústria de Autopeças (Abipeças), quando já era diretor da entidade e foi aclamado pela diretoria a assumir o posto quando Cláudio Vaz renunciou um ano antes do término de seu mandato. Depois, desde 1995 ele vinha sendo reeleito em chapa única para gestões sucessivas de três anos cada uma. Em pouco mais de duas décadas como presidente do Sindipeças, Butori se notabilizou pela defesa enfática da indústria nacional diante da forte concorrência internacional na cadeia de suprimentos do setor automotivo brasileiro, que durante suas gestões na entidade passou a ser dominado quase que integralmente por gigantes multinacionais.

Nesse cenário, o dirigente conseguiu manter os associados do Sindipeças unidos, apesar das enormes diferenças entre eles, mostrou aos grandes sistemistas de capital estrangeiro que era necessário trabalhar pelo fortalecimento de toda a cadeia, e assim traçou políticas voltadas a ajudar especialmente as empresas de médio e pequeno porte a atravessar as duras transformações do mercado. Um dos focos foi a ação do Sindipeças na educação corporativa. “Educação é fundamental para nosso setor e para o País”, diz.

Fundador e sócio da Fupresa, fabricante de peças fundidas de precisão, Butori sempre disse ser um empresário “muito nacional”, em contraponto à dominância “multinacional” do setor. “O gigante não fica em pé se seus pés de barro estiverem quebrados”, costuma dizer, em referência às combalidas empresas de segundo e terceiro nível de fornecimento, essenciais para a produção de autopeças. Por isso sempre insistiu na implantação de um sistema de rastreabilidade de componentes no Brasil, para dar transparência ao grau de localização de cada peça e definir com mais eficiência as exigências de nacionalização da política industrial do governo para o segmento, consolidada pelo programa Inovar-Auto.

O novo presidente

Embora com estilo mais contido, o gaúcho Dan Ioschpe deve seguir a mesma linha de defesa da indústria nacional adotada por Butori, até porque desde 2007 é um dos conselheiros do Sindipeças e nos últimos anos esteve envolvido nas negociações entre a entidade e governo para a adoção do sistema de rastreabilidade e de políticas para elevar a competitividade do setor. Ioschpe também pode se considerar um empresário “muito nacional”, pois é sócio e presidente do conselho de administração do Grupo Iochpe-Maxion, um dos poucos fabricantes de autopeças de capital nacional que restaram no Brasil – e o mais multinacional deles, com cerca de 20 fábricas de estampados, longarinas, chassis e rodas em uma dúzia de países; a divisão Maxion Wheels é a maior fabricante de rodas automotivas do mundo, com quatro plantas no Brasil e 14 em 10 países.

Nascido em Porto Alegre (RS), em 1965, Dan Ioschpe é graduado em jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS), fez pós-graduação na ESPM de São Paulo e MBA em administração na Tuck School, Dartmouth College, nos Estados Unidos. Iniciou carreira na empresa controlada por sua família, a Iochpe-Maxion, em 1986, desligando-se em 1996 para ser presidente da AGCO do Brasil – fabricante de tratores agrícolas que pertencia à Iochpe-Maxion e foi vendida ao grupo americano. Em 1998, Dan regressou para a Iochpe-Maxion para assumir a presidência executiva da companhia no lugar de seu pai, Ivoncy Ioschpe, e levar adiante um amplo plano de reestruturação, com venda de unidades e remodelação dos negócios, que deu à organização os seus contornos atuais. Em 2014, com a aposentadoria de Ivoncy, Dan tornou-se presidente do conselho de administração do grupo.

Fonte: Automotive Business

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Vendas do setor eletroeletrônico recuam para maioria das empresas

SÃO PAULO  –  Os negócios das empresas do setor eletroeletrônico continuaram desfavoráveis em janeiro, mantendo a tendência apontada durante todo o ano passado. As vendas e encomendas no setor no mês passado recuaram para mais da metade das companhias, segundo sondagem realizada pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).

De acordo com a pesquisa, também foi alto o volume de empresas que tiveram negócios abaixo do esperado: 54%. O levantamento apontou ainda a continuidade da tendência de desemprego, com 41% das respostas indicando queda no nível de contratações. Só 7% das empresas ampliaram seus quadros. Os estoques também ficaram mais altos.

Para o mês de fevereiro, 41% das empresas esperam crescimento nas vendas em relação a igual intervalo de 2015, enquanto 38% das entrevistadas estimam que haverá queda. Para 2016 como um todo, o resultado indicou otimismo: 49% das empresas estimam crescimento e 21%, redução nos negócios.

Segundo o presidente da Abinee, Humberto Barbato, a tendência foi observada nos últimos dois anos. Ele lembra, no entanto, que as previsões começaram mais otimistas, nos dois casos, mas foram piorando no decorrer dos meses.

Em 2015, o saldo positivo de respostas se inverteu no segundo semestre, passando a apresentar expectativas negativas — realidade que permaneceram até o fim do ano. “Com a perspectiva de retração do PIB [Produto Interno Bruto], de 3,8% para este ano, a tendência para o faturamento do setor eletroeletrônico também é de queda real de 6%”, disse Barbato, em comunicado.

Valor Econômico – 18/02/2016

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Câmbio e exportações fazem Braskem reverter prejuízo no trimestre

SÃO PAULO  –  (Atualizada às 11h49) A Braskem, maior petroquímica das Américas, registrou lucro líquido atribuível aos acionistas da controladora de R$ 220 milhões no quarto trimestre de 2015, revertendo prejuízo de R$ 24 milhões apurado um ano antes.

O resultado foi beneficiado principalmente pelo forte desempenho operacional decorrente da manutenção de “spreads” positivos para petroquímicos básicos e resinas no mercado internacional, pela forte expansão das exportações e pelo câmbio.

No acumulado do ano, o lucro líquido da companhia totalizou R$ 3,14 bilhões, avanço de 263% ante 2014. O resultado final não reflete o impacto negativo da variação cambial na dívida em moeda estrangeira por causa da adoção da contabilidade de hedge pela petroquímica.

A receita líquida trimestral da Braskem subiu 6,2%, para R$ 12,3 bilhões, beneficiada pelo câmbio, apesar do forte recuo do consumo domésticos de resinas e da queda dos preços de resinas e petroquímicos básicos no mercado internacional. O resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado avançou 65%, a R$ 2,23 bilhões, impulsionado pela melhora das margens do setor, forte desempenho das operações da companhia nos Estados Unidos e Europa e câmbio. O Ebitda básico, sem os ajustes, subiu 50% no intervalo, para R$ 2 bilhões.

No ano, a receita líquida da petroquímica alcançou R$ 47,3 bilhões, com alta de 3%, e o Ebitda ajustado foi de R$ 9,37 bilhões, o equivalente a alta de 67%.

Assim como ocorreu no terceiro trimestre, a Braskem direcionou maior volume de produção no país ao mercado externo, diante da forte retração do consumo doméstico de resinas — a queda chegou a 17% considerando-se o polietileno, o polipropileno e o PVC —, beneficiando-se do dólar valorizado.

Ao fim de dezembro, a dívida líquida da Braskem era de R$ 21,13 bilhões, o equivalente a 2,23 vezes o Ebitda em reais.

Dividendos

Junto aos resultados financeiros do quarto trimestre, a Braskem informou que vai propor à Assembleia Geral Ordinária (AGO) marcada para 6 de abril a distribuição de R$ 1 bilhão em dividendos. No ano passado, a companhia distribuiu R$ 3,14 bilhões para os acionistas.

Ao fim de dezembro, o saldo de caixa e aplicações da petroquímica era de US$ 1,917 bilhão. Excluindo o saldo de caixa da Braskem Idesa, a posição era de US$ 1,883 bilhão.

Investimentos

A Braskem planeja investir R$ 3,66 bilhões em 2016, frente a desembolsos de R$ 2,376 bilhões no ano passado — um aumento de aproximadamente 54%.

Conforme a petroquímica, 50% do valor previsto para este ano está atrelado ao dólar e é referente a investimentos operacionais em suas unidades dos Estados Unidos e Europa (US$ 117 milhões). Essa parcela contempla ainda desembolsos no projeto que está em vias de entrar em operação no México (US$ 329 milhões).

Excluindo da análise o empreendimento mexicano, o desembolso previsto para o ano é de R$ 2,33 bilhões, dos quais 75% direcionados à manutenção, produtividade e eficiência operacional, incluindo os gastos referentes à parada para manutenção da central petroquímica de Camaçari (BA), no quarto trimestre.

O remanescente será aplicado em outros projetos estratégicos, entre os quais a produção de UTEC (polietileno de alta densidade) nos Estados Unidos, com previsão de início de operação no segundo semestre.

Valor Econômico – 18/02/2016

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Decepção de empresários

Se pretendia sensibilizar os agentes econômicos para uma reforma do sistema previdenciário, o governo não foi bem-sucedido, mesmo porque não apresentou nenhuma proposta concreta de mudanças. Foi o que disseram representantes de centrais sindicais, associações de classe e federações, que saíram decepcionados com a preleção do ministro da Fazenda, Nelson Barbosa no Fórum de Previdência Social. O ministro falou sobre a necessidade da reforma para ajustar as contas públicas, mas não traçou diretrizes ao falar para mais de 40 dirigentes de entidades que compareceram ao encontro.

O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), José Carlos Martins, afirmou que o ministro não trouxe novidades para a reunião. Segundo ele, os dados apresentados por Barbosa foram os mesmos que ele levou para o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o Conselhão, no fim de janeiro.

“Acho que o governo jogou um balão de ensaio para ver a reação das pessoas. Basicamente, o que foi explicado é que, se não houver reforma, a Previdência vai explodir. Evidentemente, os sindicalistas foram contra, o que, convenhamos, é o papel deles, e apenas um representante patronal manifestou-se favoravelmente. Mas não houve um confronto de ideias”, relatou.

Privilégios

Na visão de Martins, a reforma do sistema previdenciário é inevitável. “Eu não tenho dúvida. Não posso deixar esse mundo e essa dívida para a minha neta. E a mudança tem que começar pelo corte dos privilégios do setor público, dos militares, uma reforma para todo mundo. Enquanto as regras da Previdência não mudarem e não for definido um teto para o gasto público, a tendência do país é afundar. Como já aconteceu hoje, com o nosso grau de investimento, rebaixado pela Standard & Poor’s”, disse.

Correio Brasiliense – 18/02/2016

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Lucro da Whirlpool desaba no Brasil

SÃO PAULO  –  A operação brasileira da fabricante de eletrodomésticos Whirlpool registrou queda de 59,5% no lucro atribuído aos controladores em 2015, para R$ 286,8 milhões, na comparação com o ano anterior.

A receita da companhia americana no país recuou 2,8% no acumulado de 12 meses, para R$ 9,39 bilhões, em relação a 2014.

Segundo a Whirlpool, a recessão econômica e a crise política pressionaram a inflação e a confiança do consumidor, reduzindo em 19% a demanda de produtos da linha branca.

A companhia também foi afetada pelo aumento dos custos de bens e serviços, que avançaram 3,13%, para R$ 7,8 bilhões, e das despesas com vendas, que subiram 37,3%, para R$ 769,4 milhões.

Globalmente, a Whirlpool viu seus lucros avançarem 20,5% no ano passado, para US$ 783 milhões, e as receitas subirem 5,1%, para US$ 20,9 bilhões, apesar do recuo de 38,4% nas vendas da América Latina, afetadas pelo câmbio e pela fraca demanda no Brasil.

Valor Econômico – 18/02/2016

Redação On fevereiro - 18 - 2016
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