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Quarta-feira, 20 de Setembro de 2017






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Presidente do BC chinês procura acalmar mercados

O presidente do Banco Popular da China (Banco Central chinês), Zhou Xiaochuan, tentou acalmar os mercados sobre a estabilidade do iuane ao assegurar, em entrevista, que não há razões para a desvalorização da divisa chinesa e que não pensa implantar um controle de capitais.

A entrevista à revista financeira chinesa “Caixin” foi divulga pouco antes da reabertura nesta segunda-feira (15) dos mercados financeiros chineses após as férias de uma semana pelas festividades do Ano Novo lunar, e em uma aparente tentativa de evitar novas quedas.

As reservas chinesas de divisas caíram na China durante janeiro pelo quarto mês consecutivo, mas Zhou afirmou que não tem intenção de impor controles de capital, já que seria muito complicado dado o volume do comércio e dos investimentos internacionais que realiza este país.

“A saída de capitais e a fuga de capitais são dois conceitos diferentes”, explicou, afirmando que a reforma do sistema de fixação de câmbio do iuane (que ainda tem controles das autoridades) ajudará o mercado a enfrentar com mais flexibilidade os especuladores.

As declarações de Zhou são as primeiras desde a desvalorização do iuane em agosto.

Folha de S.Paulo – 15/02/2016

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Para BC da China, yuan não deve continuar se desvalorizando

O presidente do Banco do Povo da China (PBoC, na sigla em inglês), Zhou Xiaochuan, afirmou que não há base para uma desvalorização contínua do yuan.
Em entrevista publicada neste final de semana pela revista chinesa Caixin, Xiaochuan afirmou que a China tem sido alvo recente de especuladores, mas que o país “tem as maiores reservas do mundo e não irá deixar que o sentimento do mercado seja dominado por forças especulativas”.

As declarações do dirigente chinês acontecem no momento em que as bolsas locais se preparam para abrir após a pausa de uma semana por causa das comemorações do Ano Novo Lunar. Por causa da forte volatilidade nas praças globais na semana passada, há uma expectativa sobre como os mercados chineses voltarão a operar.

“É normal que as reservas internacionais subam e caiam, contanto que os fundamentos não sejam colocados em risco”, disse, acrescentando que o mercado tinha uma expectativa irrealista sobre a estabilidade do yuan, pois a moeda esteve “muito estável nos últimos anos”. Xiaochuan acrescentou que o PBoC não tem intenção em impor mais controles de capital.

O Estado de S.Paulo – 15/02/2016

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FMI corta projeções de crescimento global pela 3ª vez em menos de um ano

Três meses após suas últimas previsões, o Fundo Monetário Internacional (FMI) avisou ontem que está agora mais pessimista, retirando 0,2 ponto percentual à previsão de crescimento no mundo para 2016 e indicando que se os diversos riscos existentes não forem bem geridos, a economia mundial “pode descarrilar”.

De acordo com as previsões intercalares apresentadas pelo FMI, a taxa de crescimento do PIB mundial irá situar-se em 3,4% em 2016 e 3,6% em 2017. Estes números significam que a retomada da economia mundial, depois dos 3,1% registados no ano passado, vai ser mais lenta do que aquilo que era previsto nas projeções de outubro do ano passado. Naquela época, o fundo apontava para crescimento mundial de 3,6% em 2016 e de 3,8% em 2017.

O FMI cortou suas projeções de crescimento global pela terceira vez em menos de um ano, com novos números de Pequim mostrando que a economia chinesa cresceu no menor ritmo em 25 anos. Para apoiar suas projeções, o FMI citou acentuada desaceleração no comércio da China e os preços fracos das commodities que estão prejudicando economias como as do Brasil e de outros mercados emergentes.

O Fundo prevê que a economia mundial vai crescer 3,4% em 2016 e 3,6% em 2017, ambos os anos com corte de 0,2 ponto percentual das previsões anteriores de outubro. O FMI disse que as autoridades devem considerar maneiras de impulsionar a demanda no curto prazo.

As previsões atualizadas do relatório “Perspectiva Econômica Global” vêm no momento em que os mercados financeiros globais são afetados pelas preocupações com a desaceleração da China e a forte queda dos preços do petróleo.

O FMI manteve suas previsões sobre o crescimento da China de 6,3% em 2016 e de 6% em 2017, o que representa forte desaceleração em relação ao ano passado.

O Fundo disse que uma desaceleração maior da demanda na China continua sendo um risco ao crescimento global e que os dados mais fracos do que esperado das importações e exportações chinesas estão pesando com força sobre outros mercados emergentes e exportadores de commodities.

O relatório do FMI diz que a continuada agitação do mercado também pode ajudar a reduzir o crescimento se levar a uma maior aversão ao risco e depreciação das moedas nos mercados emergentes. Outros riscos incluem mais valorização do dólar e uma escalada das tensões geopolíticas.

O FMI disse que a perspectiva para uma aceleração da produção nos Estados Unidos está diminuindo com o dólar forte pesando sobre a indústria e com os preços baixos do petróleo reduzindo os investimentos em energia.

O Fundo agora projeta o crescimento econômico dos EUA em 2,6% tanto para 2016 quanto para 2017, 0,2 ponto percentual menor para os dois anos em comparação à projeção de outubro. Na Europa, os preços mais baixos do petróleo vão ajudar a apoiar o consumo privado, de modo que o FMI acrescentou 0,1 ponto percentual à sua previsão de crescimento para a zona do euro, levando-a para 1,7%, patamar que continuará em 2017.

O economista-chefe do Fundo Monetário, Maurice Obstfeld, disse que o FMI está encorajando a manutenção da política monetária expansionista em alguns países, como no Japão e na Europa.

Em seu relatório, o FMI também revisou sua projeção para a economia russa, indicando que esta deve contrair 1% em 2016. A estimativa anterior do fundo era de contração de 0,6%, feita em outubro, antes da nova queda nos preços do petróleo ter enfraquecido ainda mais as receitas com exportações do país. A redução na perspectiva de crescimento segue a outra similar do Banco Mundial, que projeta que a economia da Rússia vai contrair 0,7% em 2016. Para a Itália, a previsão é de que o PIB avance 1,3% neste ano.

Reação exagerada

Os mercados financeiros globais parecem estar reagindo de maneira exagerada à queda dos preços do petróleo e ao risco de forte desaceleração da economia da China, disse Obstfeld. Ele também disse que é importante que a China seja clara sobre sua estratégia econômica, incluindo sua postura em relação ao câmbio.

“Não é um exagero sugerir que (os mercados) podem estar reagindo de maneira muito forte às pequenas evidências em ambiente de volatilidade e aversão a risco”, disse . “O preço do petróleo pressiona os exportadores da commodity, mas há um lado bom para os consumidores no mundo todo, então isto não é inteiramente negativo”, completou o economista.

DCI – 20/01/2016

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PIB cresce no 4º trimestre

A economia da zona do euro cresceu no quarto trimestre no mesmo ritmo do terceiro trimestre porque a produção industrial caiu em dezembro, marcando uma desaceleração em relação ao primeiro semestre do ano e ampliando os argumentos por mais afrouxamento monetário.

A agência de estatísticas da União Europeia, Eurostat, informou que o Produto Interno Bruto (PIB) dos 19 países da zona do euro cresceu 0,3% no quarto trimestre em relação ao anterior, a mesma taxa do período de julho a setembro, como esperado por economistas consultados pela Reuters. Na comparação anual, o PIB da zona do euro cresceu 1,5%, também como previsto por economistas.

Não foram disponibilizados dados detalhados na primeira estimativa da Eurostat, mas informações separadas mostraram que a produção industrial da zona do euro recuou 1% em dezembro em relação ao mês anterior, para uma queda de 1,3% na base anual.

Economistas esperavam que houvesse aumento mensal de 0,3% da produção industrial, e crescimento de 0,8% na comparação anual. Economistas disseram que tais taxas de crescimento do PIB não serão suficientes para gerar pressão inflacionária suficiente para levar a alta dos preços à meta do Banco Central Europeu (BCE), de abaixo mas perto de 2% ao ano, ante avanço de 0,4% em janeiro.

DCI – 15/02/2016

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Preços de importados sinalizam inflação fraca

Os gastos dos consumidores nos Estados Unidos recuperaram a força em janeiro, com as famílias aumentando as compras de uma variedade de bens, em sinal positivo de que o crescimento econômico está acelerando após ter enfraquecido no fim de 2015.

Mas a perspectiva para os gastos do consumidor foi compensada por outro relatório divulgado na sexta-feira, 12, mostrando que a confiança entre as famílias diminuiu no começo de fevereiro. Ainda assim, o aumento dos gastos do consumidor no mês passado destacou a resiliência da economia e deve diminuir os temores de uma recessão iminente.

“Os mercados podem ter decidido que os EUA se encaminham para a recessão, mas obviamente ninguém avisou os consumidores”, disse o economista-chefe do Capital Economics Paul Ashworth.

O Departamento do Comércio informou na sexta-feira que as vendas no varejo excluindo automóveis, gasolina, materiais de construção e serviços de alimentação aumentaram 0,6% no mês passado, após uma queda não revisada de 0,3% em dezembro.

O chamado núcleo das vendas no varejo corresponde de forma mais próxima ao componente de gastos do consumidor do Produto Interno Bruto (PIB). Economistas esperavam aumento de 0,3% no mês passado. No geral, as vendas no varejo avançaram 0,2% em janeiro, o mesmo que em dezembro.

Em um relatório separado, a Universidade de Michigan disse que seu índice de confiança do consumidor caiu para uma leitura de 90,7 no começo de fevereiro, de 92 em janeiro, com as famílias preocupadas com a perspectiva econômica.

Os consumidores, entretanto, continuam otimistas sobre sua situação financeira pessoal, e esperam que a inflação baixa impulsione seu poder de compra. Em outro relatório, o Departamento do Trabalho informou que os preços dos importados caíram 1,1% no mês passado após recuarem também 1,1% em dezembro. Os preços de importados caíram em 17 dos últimos 19 meses, refletindo a força do dólar e a queda dos preços do petróleo.

Os preços mais baixos do petróleo se transformaram em gasolina mais barata, impulsionando os gastos das famílias mas também pesando sobre as vendas dos postos de combustíveis.

Fora de debate

Em dia de divulgação de dados econômicos, o presidente do Federal Reserve de Nova York, William Dudley, declarou que a economia dos EUA tem bastante ímpeto, o que significa que é “extraordinariamente prematuro” sequer falar sobre a possibilidade de usar juros negativos para estimular a economia. “Para mim, isso não é algo que deveria fazer parte do debate agora”, afirmou Dudley. A chair do Fed, Janet Yellen, foi questionada repetidamente sobre a possibilidade de juros negativos em suas participações em sessões do Congresso dos EUA.

DCI – 15/02/2016

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Corrupção sistêmica na América Latina transcende governos, diz jornalista

Enriquecimento ilícito do casal Kirchner, escândalo dos hotéis na Patagônia, desvios nas verbas das Aerolíneas Argentinas, as malas de dinheiro do empresário amigo do poder Lázaro Báez, o caso Ciccone, envolvendo o ex-vice Amado Boudou, são apenas alguns dos casos de corrupção que ocorreram na Argentina durante as administrações de Néstor (1950-2010) e Cristina Kirchner em seus 12 anos de poder.

Em seu mais recente livro, “La Piñata” (ed. Planeta, importado), Hugo Alconada Mon, 41, principal repórter investigativo do jornal “La Nación”, explica como esses episódios ajudaram a conformar o “capitalismo de amigos” em que se transformou um governo que, desde o princípio, sempre se vendeu como esquerda “nacional-popular”.

Convidado para o Encontro Folha de Jornalismo, que ocorre nos próximos dias 18 e 19 em São Paulo, Alconada Mon conversou com a Folha sobre a cultura da corrupção na Argentina.

Leia, abaixo, os principais trechos da entrevista.

*

Folha – Quais foram os governos mais corruptos da Argentina?

Hugo Alconada Mon – É equivocado atribuir a corrupção apenas aos Kirchner.

Ao lado de Carlos Menem, foram os mais corruptos depois da ditadura (1976-1983), mas isso também se explica por que foram as administrações que ficaram mais tempo no poder [Menem teve dois mandatos, de 1989 a 1999, Néstor, um, de 2003 a 2007, e Cristina, dois, de 2007 a 2015].

Levantamentos recentes mostram que, desde a redemocratização do país, em 1983, dos 750 casos de corrupção denunciados, apenas 3% receberam condenações.

Ou seja, o que impera na Argentina é a impunidade. Nenhum governo esteve imune [à corrupção].

Nem os que duraram pouco, como o de Fernando de la Rúa [cujo mandato durou de 1999 a 2001, interrompido pela crise que o obrigou a renunciar]?

Nem ele. Mesmo com pouco tempo, já esteve envolvido no caso do “suborno do Senado”, pelo qual teve de responder judicialmente em um processo que durou quase 15 anos e que se encerrou há pouco por “benefício da dúvida” [falta de evidências suficientes].

No livro ‘La Piñata’, você aponta a recorrência de certos atores, que atravessam gestões e confirmam que a corrupção está de certa forma instalada, seja qual for o governo.

Sim, ao estudar os casos, sempre ia topando com uma série de nomes que se repetiam. São o que chamo de operadores e conectores.

Pessoas que se aproximam dos políticos num primeiro momento, quando chegam a um cargo, prometem resolver ou facilitar tal e tal trâmite, e quando se vê, são peças essenciais nos esquemas de corrupção.

Como organizei o livro apresentando os casos em ordem alfabética, fica fácil ver como os nomes se repetem em distintos verbetes, relacionados a políticos de distintos partidos.

Ou seja, assim como no Brasil e em outros países da América Latina, a corrupção opera de modo sistêmico, é algo que está além dos governos.

O novo governo de Mauricio Macri prometeu ser agressivo com a corrupção. Você acha que isso vai acontecer mesmo, ou foi apenas parte do discurso de campanha?

Creio que é preciso observar com cautela esse princípio de governo. Ele afirmou que que apresentará ao novo Congresso a “Lei do Arrependido”, algo parecido ao sistema de delação premiada usado aí no Brasil.

Mas não deu muitos detalhes e ainda não sabemos o quanto ele realmente estimulará investigações como uma Operação Lava-Jato, pois poderia revelar aspectos nebulosos de suas próprias administrações, na cidade e no país, e comprometer suas relações com empresários.

O fato é que uma lei como essa teria de vir acompanhada de outras coisas.

Por exemplo?

Para se ter uma ideia, atualmente, o orçamento do Fútbol para Todos [transmissões das partidas dos campeonatos nacionais] é nada menos que 50 vezes maior do que os recursos usados na luta contra a corrupção. Macri vai mexer nisso? Não sabemos ainda.

Você acha que a Operação Lava-Jato, no Brasil, está tendo impacto na Argentina?

Sim. Foi uma espécie de “wake up call” (chamada de despertar).

Já há muitas vozes pedindo uma investigação inspirada nos moldes da que ocorre no Brasil. Porque aqui sempre comparávamos antes com o que países europeus ou os EUA ou a Austrália faziam para combater a corrupção, mas isso sempre parecia distante, algo que se passa em países mais desenvolvidos e que na Argentina não seria possível.

Quando, de repente, algo assim começa a acontecer no Brasil, justo ao lado, a sociedade começa a achar que é possível fazer aqui também.

Você vê o argentino muito preocupado com a corrupção?

Isso é relativo. Depende do momento econômico que estamos vivendo. Se as coisas vão bem, é difícil que esse problema incomode.

Por exemplo, Menem, enquanto teve êxito na economia e todos estavam felizes, era descrito como um “príncipe loiro de olhos azuis”.

Depois, quando as coisas complicaram, começaram a chamá-lo dos nomes mais preconceituosos e terríveis: “negro”, “turco”, “ladrão”, “corrupto”. É cruel, mas é como opera o pensamento popular.

Talvez tenha sido uma das explicações da eleição de Macri, não? Ninguém parecia estar muito preocupado com os escândalos do kirchnerismo quando o PIB do país estava crescendo. Depois que a situação começou a se deteriorar, esses escândalos ficaram mais evidentes.

Sim, é possível. Colaborou para o desgaste da imagem do governo.

Qual foi o episódio da Lava-Jato que mais teve repercussão aí?

Sabe quando foi que as pessoas disseram “uau, isso é pra valer?”. Quando prenderam Marcelo Odebrecht. Afinal, ninguém se choca tanto com a ideia de um político que se enrosca em seus erros, mas os ricos, os empresários irem para a prisão?

Isso foi algo novo, e causou muito impacto. Então creio que um efeito de contaminação do que está ocorrendo no Brasil é possível.

Você conta que entrevistou Antonio Di Pietro, promotor do caso Mãos Limpas da Itália, o que ficou dessa conversa?

Ele reforçou justamente isso, a ideia de que a única maneira de acabar com uma situação de corrupção sistêmica como a que vivemos é por pressão da sociedade.

Se não há um clamor da população, por que um político vai querer ir contra uma situação que, muitas vezes, o beneficia?

No caso argentino, como no Brasil, a questão do financiamento das campanhas também é vital para o combate à corrupção, não?

Sim, é um dos motores do sistema corrupto. As campanhas são caríssimas. Nessa última eleição argentina, Macri e Daniel Scioli [o candidato do governo Cristina] gastaram fortunas. Ou seja, eleger-se aqui se transformou em algo impossível de se fazer sem a ajuda de empresas e particulares.

E o que essas empresas e particulares fazem depois, obviamente?

Cobram seus interesses. Pedem ajuda em seus projetos, e aí a coisa segue.

Por que seu livro mais recente se chama “La Piñata”?

Foi inspirado no caso da “piñata” nicaraguense.

Nos últimos dias da primeira presidência de Daniel Ortega (1985-1990), que havia perdido as eleições para Violeta Chamorro, em 1990, realizou-se um verdadeiro saque de fundos públicos e propriedades, que foram distribuídos entre grandes nomes do sandinismo, incluindo Ortega.

Ou seja, a corrupção é um tema latino-americano, sem dúvida. Mas sou otimista, acho que algumas mudanças começam a ser pedidas com mais ênfase pela sociedade. Aí sim as coisas podem começar a acontecer.


RAIO-X
HUGO ALCONADA MON, 41

Carreira
Secretário-assistente de Redação e principal repórter investigativo do ‘La Nación’, foi correspondente em Washington (2005-09); recebeu prêmios da Sociedad Interamericana de Prensa e da Transparência Internacional

Formação
Direito na Universidade de La Plata; pós-graduado pela Universidade de Navarra

Livros
“Los Secretos de la Valija”, “Las Coimas del Gigante Aleman”, “La Piñata”.

Folha de S.Paulo – 15/02/2016

Redação On fevereiro - 15 - 2016
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