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Sexta-feira, 22 de Setembro de 2017






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Vale desiste de joint venture com empresa canadense na Indonésia

Mineradora busca se concentrar em seus principais negócios, como minério de ferro, num momento de baixa dos preços das commodities

Marta Nogueira

A mineradora Vale desistiu de fazer parte de uma joint venturecom a canadense Southern Arc no projeto de East Elang, na Indonésia, enquanto busca focar nos seus principais negócios, como minério de ferro, em momento de baixa dos preços das commodities.

A informação foi publicada nesta quinta-feira, pela Southern Arc, em um comunicado. A joint venture estava prevista em um acordo assinado entre ambas as companhias em outubro de 2010.

East Elang está em uma área adjacente a depósito de ouro e cobre, informou a canadense.

“Enquanto estamos claramente decepcionados com a decisão da Vale, entendemos a necessidade da empresa de reorientar os seus dólares na exploração de outros lugares”, afirmou o presidente da Southern Arc, John Proust, no comunicado.

A Southern Arc informou que continuará a procurar oportunidades para o desenvolvimento do projeto.

Procurada, a Vale afirmou que não tem comentários adicionais sobre o tema. (Reuters)

Fonte: Época

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ArcelorMittal busca US$ 3 bilhões de investidores para reduzir dívidas

LONDRES  –  A ArcelorMittal espera levantar US$ 3 bilhões em dinheiro novo e vender uma participação minoritária na companhia de engenharia automotiva Gestamp para reduzir seu endividamento, em meio a uma perspectiva problemática para a indústria global.

O diretor executivo da companhia, Lakshmi Mittal, disse que a empresa espera diminuir sua dívida líquida para menos de US$ 12 bilhões. No fim de 2015, esse endividamento estava em US$ 15,7 bilhões.

No quarto trimestre de 2015, a ArcelorMittal teve um prejuízo de US$ 6,7 bilhões, ante perda de US$ 955 milhões de um ano antes. As receitas cederam 25,3%, para US$ 13,98 bilhões. A queda nos preços do minério de ferro e do ação pressionaram o desempenho da companhia, que também registrou baixa contábil de US$ 4,7 bilhões relativa à desvalorização de ativos e ao minério mais barato.

Em 2015 completo, a companhia teve perda de US$ 7,95 bilhões e receita de US$ 63,6 bilhões.

“O ano de 2015 foi muito difícil para as indústrias de siderurgia e mineração. Embora a demanda em nossos principais mercados tenha se mantido forte, os preços se deterioram significativamente durante o ano, como resultado do excesso de capacidade na China”, afirmou Lakshmi N. Mittal, presidente da ArcelorMittal.

Com relação à operação brasileira, a siderúrgica reverteu lucro e registrou prejuízo operacional de US$ 134 milhões no quarto trimestre. A receita no país caiu 17,7%, para US$ 2,1 bilhões.

A produção de aço bruto no Brasil subiu 3,3% no trimestre, para 2,85 milhões de toneladas. Já os embarques de aço recuaram 0,8%, ficando em 2,87 milhões de toneladas.

(Associated Press e Dow Jones Newswire

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ArcelorMittal teve em 2015 perda líquida de US$ 7,946 bilhões

O grupo siderúrgico ArcelorMittal anunciou nesta sexta-feira um espetacular aumento de sua perda líquida a 7,946 bilhões de dólares em 2015, provocada pela queda da cotação do minério de ferro, e anunciou um novo plano de reestruturação.

A perda de 2015 representa um forte aumento em relação à sofrida em 2014, que foi de 1,086 bilhão de dólares.

O grupo sofreu uma depreciação de 4,8 bilhões de dólares, principalmente em ativos mineradores.

Em um ambiente marcado pela forte queda dos preços do minério de ferro e pela concorrência da China, a empresa prevê para 2016 um lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (ebitda) de 4,5 bilhões de dólares, abaixo dos 5,2 bilhões obtidos em 2015.

Sua dívida líquida se estabilizou em 15,7 bilhões de dólares em 31 de dezembro, contra 15,8 bilhões um ano antes.

A AcelorMittal anunciou igualmente um novo plano de reestruturação, para melhorar sua margem bruta de exploração estrutural em 3 bilhões de dólares até 2020.

Em paralelo à publicação dos resultados anuais, a empresa anunciou a venda por 875 milhões de euros da participação de 35% que possuía no fabricante espanhol de autopeças Gestamp. O comprador foi o principal acionista deste, a família Riberas.

Fonte: Zero Hora

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Vale anuncia continuidade do projeto Salitre
Marcelo Villela

A empresa Vale vai dar sequência ao projeto Salitre que visa extrair o minério em uma mina a ser desenvolvida na cidade de Patrocínio e traze-lo por ferrovia para ser beneficiado aqui na unidade de Araxá. O anuncio foi feito pelo diretor de Relações Institucionais da Vale, Valter Carlos B. Conceição Filho, que esteve em Araxá onde se reuniu com o presidente da ACIA, Marcio Farid, e o presidente do Sindicomércio, Emilio Neumann.

Valter explica que o empreendimento já havia obtido a Licença de Instalação (LI) junto aos órgãos ambientais do Estado, porém, devido ao redimensionamento do projeto Salitre esta licença corretiva terá que ser novamente apreciada pela Superintendência Regional de Regularização Ambiental (Supram). Segundo Valter, o assunto já está na pauta da Supram – Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba que tem reunião marcada para o próximo dia 19 de fevereiro em Uberlândia.

O presidente da ACIA, Marcio Farid, diz que a reunião com o diretor da Vale foi muito produtiva. “Ele nós informou sobre o andamento do projeto Salitre que é fundamental para a unidade da empresa em Araxá. O senhor Valter nós disse que o projeto esta realmente avançando e superando as dificuldades de implantação com previsão de entrar em operação em 2017”, afirma Farid.

O projeto Salitre prevê investimentos da ordem de R$ 1 bilhão. “Dentro do Estado de Minas eu desconheço um projeto com um investimento deste porte. Em Patrocínio já está começando a qualificação da mão de obra que futuramente vai poder atuar na mina e para Araxá a expectativa é de possibilitar uma sobrevida muito grande das atividades da Vale em nosso município por no mínimo mais 50 anos”, calcula o presidente da ACIA.

O empresário Emilio Neumann diz que a expectativa é de que a Supram aprove as mudanças feitas pela Vale no projeto Salitre e libere novamente a Licença de Instalação (LI) para deflagrar definitivamente a implantação da mina em Patrocínio. “Estamos enviando um ofício a Supram, em nome da ACIA e do Sindicomércio, dizendo que estamos contando com a máxima agilidade neste processo, pois quanto mais rápido vier esta aprovação mais rápido também os investimentos estarão acontecendo”, afirma Emilio.

O presidente do Sindicomércio diz que não é momento de se perder investimentos tão vultosos. “Em um momento de crise como este vivido por todo o país um investimento de cerca de R$ 1 bilhão não está acontecendo em lugar nenhum e é um grande privilegio para a nossa região. Dizem que minério não dá duas safras, porém Araxá vai sim ter duas safras de minério”, comemora Emilio. (Diário de Araxá)

Fonte: Mining.com

Redação On fevereiro - 5 - 2016
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