Sindicato Nacional da Indústria de
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Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017






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GM consegue acordo e funcionários podem voltar ao trabalho

A GM e representantes dos funcionários do complexo da companhia automotiva em São José dos Campos (SP) entraram em acordo no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de Campinas. Os empregados devem retornar ao trabalho nesta terça-feira, 26, segundo informou a companhia, após uma semana de greve.

Entre os termos do acordo, ficou acertado que a segunda parcela da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) será de R$ 5.600,00, a ser paga na próxima segunda, 29. A proposta inicial da GM era de R$ 4.250,00 e os funcionários pediam, até última sexta-feira, R$ 7.750,00.

Também ficou acertada a compensação, nos próximos seis meses, ou o desconto de metade dos seis dias parados – ou seja, reposição de três dias por parte dos funcionários. A primeira parcela do 13º salário será adiantada, com pagamento previsto para o dia 26 de fevereiro.

A montadora disse, em nota, considerar a decisão positiva, mas destacou que os problemas de produtividade na planta de São José não foram resolvidos. “A GM acredita que essa decisão é positiva, mas não resolve a situação de competitividade do Complexo de São José dos Campos, visto que a paralisação da operação na fábrica por seis dias só contribuiu para aprofundar a séria crise que afeta hoje a GM e a indústria automotiva.”

“A companhia reafirma ainda que fez, desde 2012, todos os esforços para evitar o corte de empregados, incluindo férias coletivas, lay-off, banco de horas e programas de desligamento voluntário”, afirmou a companhia em outro trecho da nota.

Representantes do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região não foram encontrados para comentar o acordo desta segunda-feira. Os termos do acordo judicial ainda precisam passar por aprovação em assembleia dos empregados prevista para amanhã, dia 26.

Os funcionários em greve, na sexta-feira, diziam também protestar contra o não retorno de colegas que estavam em lay-off. Segundo o sindicato, cerca de 600 dos 4.200 funcionários da unidade estavam com contratos de trabalho suspensos há cinco meses e retomariam às atividades agora em janeiro.

A assessoria de comunicação da montadora esclareceu ao Broadcast que, em agosto de 2015, 798 funcionários foram colocados em lay-off. A GM apontou ainda que o acordo judicial firmado à época já previa que esses empregados seriam desligados neste mês de janeiro. Segundo a empresa, o tema não foi discutido hoje nas negociações no TRT. A GM não confirma o número atual de funcionários em São José dos Campos, justificando que a companhia não divulga número de funcionários por planta.

O Estado de S.Paulo – 26/01/2016

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CSN pode demitir 950 em fábrica de Minas Gerais, afirma sindicato

A CSN pretende demitir ao menos 950 pessoas de sua área de mineração, em Contagem, Minas Gerais. De acordo com o sindicato Metabase Inconfidentes, ligado à central CSP Conlutas e que representa os trabalhadores de mineração da região, as demissões foram anunciadas pela própria empresa em reunião ocorrida em 11 de janeiro.

Procurada, a CSN, até a publicação desta reportagem, não havia confirmado ou negado as demissões. De acordo com Rafael Ávila, diretor do Metabase, os 950 demitidos trabalham na mina Casa de Pedra, em Congonhas, e também na mineradora Namisa, controlada pela CSN.

Ávila afirmou que no dia em que houve o anúncio das demissões, 230 pessoas foram desligadas, sem que houvesse negociação com o sindicato. Os demitidos, disse ele, são todos funcionários com carteira assinada.

O sindicato calcula que 4.500 pessoas trabalham com carteira assinada nas minas. Terceirizados integrariam um grupo de outras 3.000 pessoas. De acordo com Ávila, embora o sindicato não responda pelos terceirizados da CSN, estima-se que 35% da força de trabalho subcontratada será demitida ainda no primeiro semestre.

O Metabase Inconfidentes entrou na Justiça do Trabalho contra a CSN alegando que não foi aberta uma mesa de negociações para as demissões. O sindicato terá, no próximo dia 27 deste mês, uma audiência na Justiça do Trabalho, em Minas.

Ávila afirma que a empresa alega que o motivo das demissões é a queda do preço do minério de ferro. Ele, contudo, diz que entra na conta também má administração.

“A CSN, de fato, não deu lucro no último trimestre, mas há anos paga altos dividendos aos acionistas quando poderia ter usado parte desse dinheiro para investimentos. Não é justo que o trabalhador pague por isso agora, sem qualquer possibilidade de negociação”, disse.

Folha de S.Paulo – 26/01/2016

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Volkswagen turbina sedã montado no ABC

Depois do Up!, fabricado em Taubaté (SP), e do Golf, produzido no Paraná, o Jetta é o terceiro carro equipado com turbo montado pela Volkswagen no Brasil. Neste mês, o sedã médio, concorrente do Corolla (Toyota) e do Civic (Honda), passou a ser feito em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, com propulsores 1.4 auxiliados por turbocompressores.

A tecnologia, já oferecida nos Estados Unidos, substitui o motor convencional aspirado que equipava o Jetta 2.0 em duas versões: a Trendline e a Comfortline, esta montada na fábrica do ABC desde julho. A troca está alinhada ao objetivo do regime automotivo de melhorar a eficiência energética dos carros vendidos no Brasil.

Para acessar os benefícios fiscais do Inovar-Auto, como foi batizada a política automotiva, as montadoras assumiram há pouco mais de três anos o compromisso de fazer com que os automóveis rodem mais quilômetros com menos combustível. Na média, o setor terá de melhorar em 12% a eficiência dos veículos e as marcas que não cumprirem a meta fixada pelo governo serão multadas. Daí vem o crescimento dos lançamentos de modelos com motores mais compactos, equipados com dispositivos que melhoram o desempenho.

Com o turbo, o Jetta 1.4 consegue ganhar em potência – 150 cavalos – na comparação com o modelo 2.0 (120 cavalos), mas gastando menos. Até o fim desta semana, devem ser divulgadas informações sobre o consumo de combustível do carro, bem como seu preço.

O modelo chega às concessionárias na semana que vem, aposentando de vez o motor aspirado em toda a linha do Jetta. A versão Highline, a mais sofisticada e potente do sedã, já vinha equipada com o motor 2.0 turbinado, que entrega 211 cavalos.

Porém, diferente do Up!, que é totalmente produzido no Brasil – com propulsores bicombustível fabricados em São Carlos (SP) -, a Volks só faz a montagem final do Jetta no ABC para complementar as importações do modelo da fábrica de Puebla, no México. A carroceria e os motores do sedã, que roda apenas com gasolina, vêm prontos do México.

O objetivo da Volks é que o Jetta também se torne a referência do segmento em baixo consumo de combustível. Em outubro do ano passado, o presidente da montadora no país, David Powels, garantiu que a multinacional alemã não alteraria o plano de investir R$ 10 bilhões no Brasil, apesar das pesadas perdas previstas com multas, recalls e processos na esteira da fraude nos testes de emissão descoberta nos Estados Unidos.

Valor Econômico – 26/01/2016

 

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Prejuízo da LG diminui no quarto trimestre

SÃO PAULO  –  O prejuízo da multinacional sul-coreana LG Eletronics caiu 31,7% no quarto trimestre de 2015 em relação ao mesmo período do ano anterior e fechou em US$ 120 milhões (140,5 bilhões de wons), considerando a cotação do dólar em 31 de dezembro de 2015.

No mesmo intervalo, as vendas consolidadas da empresa somaram aproximadamente US$ 12,36 bilhões (14,56 trilhões de wons), recuo de 4,7% na base anual de comparação.

No acumulado de 2015, a companhia de eletroeletrônicos apresentou um lucro de US$ 210 milhões (249,1 bilhões de wons). O resultado, porém, representa uma queda de 50,3% em relação a 2014.

Para 2016, a empresa espera que, embora a demanda global por televisões se mantenha fraca, a procura por aparelhos premium, com o ultra-HD, aumente continuamente.

No comunicado de resultados, a LG também diz esperar que a intensa competição no mercado seja observada por um tempo. Para enfrentá-la, o plano da companhia é expandir as vendas dos modelos ultra-HD no segmento premium e reforçar a competitividade de custos.

(Juliana Machado | Valor Econômico – 26/01/2016

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Produção de pneus sobe 2,8%

Com o mercado de reposição compensando a forte queda nos pedidos das montadoras, a indústria de pneus terminou 2015 marcando alta de 2,8% na produção, recuperando-se quase totalmente da queda do ano retrasado. No total, 68,6 milhões de pneus foram produzidos no país em 2015, um volume próximo das 68,9 milhões de unidades de 2013, conforme balanço da Anip, a entidade que representa o setor.

Apesar da crise nas fábricas de veículos, que cortaram as compras do produto em 23,9%, as entregas ao mercado de reposição, que representam 63,5% do total, subiram 9%. Ao mesmo tempo, o dólar caro deu força ao pneu brasileiro na competição com os importados. Foram importados 29,4% pneus a menos em 2015, incluindo uma queda de 24,9% nas compras da China, que se tornou um indigesto concorrente por seus preços competitivos, que pressionam as margens de rentabilidade do setor.

Os números indicam que diante da recessão econômica, o consumidor, ao invés de investir pesado e comprometer o orçamento na compra de um carro novo, preferiu gastar bem menos na manutenção dos automóveis, o que inclui a troca dos pneus. Como a frota cresceu durante o ciclo de recordes nas vendas de veículos novos, encerrado em 2012, o segmento de reposição passou a ter uma demanda maior a atender.

A Anip, contudo, acredita que esse movimento perderá força neste ano, levando à estagnação dos volumes produzidos pelos fabricantes de pneumáticos no nível das 68,6 milhões de unidades. As previsões da entidade indicam que o consumo de reposição vai crescer menos – 1,7% -, enquanto as vendas para as montadoras, cuja produção recuou em 2015 ao menor nível em nove anos, continuarão em queda: 7,7%.

A expectativa da entidade para as exportações é, entretanto, mais positiva. Após a queda de 1,7% do ano passado, a Anip projeta crescimento de 5,3% dos embarques de pneus produzidos no Brasil em 2016, o que significaria um total de 12,8 milhões de unidades despachada ao exterior.

Valor Econômico – 26/01/2016

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Philips tem perdas no trimestre e prepara venda da área de iluminação

SÃO PAULO  –  A multinacional holandesa Philips registrou prejuízo de 39 milhões de euros no quarto trimestre de 2015, revertendo o lucro observado no mesmo período de 2014, de 134 milhões de euros. As perdas foram decorrentes de despesas com pensões, aumentos de impostos e outros itens especiais.

As vendas no quarto trimestre atingiram 7,09 bilhões de euros, um avanço de 8,5% sobre o mesmo período do ano anterior.

No ano de 2015, as vendas cresceram 13,3%, para 24,24 bilhões de euros sobre o total de 2014. No ano passado, o lucro líquido atingiu 659 milhões de euros, uma alta de 60,3% sobre o ano anterior.

A holandesa, que se tornou célebre pela venda de lâmpadas, anunciou nesta terça-feira que vai se desfazer da sua unidade de iluminação neste primeiro semestre, por meio de venda ou de uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).

Há alguns anos, a multinacional procura se concentrar nos negócios no tecnologia para a saúde, considerados mais lucrativos.

Valor Econômico – 26/01/2016

 

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As empresas e os planos de saúde – Economia – Estadão

José Pastore e José Cechin

Com muito acerto se diz que saúde não tem preço. Mas o cuidado com a saúde, é claro, tem custo. E esse custo disparou nos últimos anos. Hoje em dia as grandes empresas brasileiras gastam, em média, 12% da sua folha de salários com planos de saúde para seus colaboradores.

Depois do salário, o plano de saúde é o benefício mais valorizado pelos empregados. Para as empresas, igualmente, a manutenção da sua saúde é garantia de tranquilidade e produtividade.

Acontece que com os preços atuais as empresas estão perdendo a capacidade de manter os planos de saúde. Muitas já buscam planos mais baratos ou maior participação dos seus colaboradores no custeio. Mais grave é o caso das que simplesmente cancelam os planos. Em 2015 mais de 300 mil empregados perderam esse apoio – uma intranquilidade que atingiu empresas, empregados e seus familiares.

Os altos custos dos planos de saúde decorrem de fatores demográficos e epidemiológicos (envelhecimento e cronificação das doenças), da modernização tecnológica da medicina e de ineficiências na prestação dos serviços de proteção da saúde. Há também o descaso de empresas e empregados no campo da prevenção de doenças.

Essa área merece muita atenção. Livro recente do médico e pesquisador americano David B. Agus aponta de modo forte e incisivo que prevenção é cura. O autor defende a ideia de que na sociedade moderna todos os cidadãos precisam se envolver, adotar hábitos saudáveis e praticar atividades que evitam doenças controláveis (The Lucky Years, New York: Simon&Schuster, 2016). Além dos benefícios para as pessoas, medidas desse tipo reduzem substancialmente o custo e o preço dos planos de saúde. Nesse sentido, apresentamos as seguintes sugestões às empresas:

1) Envolver os empregados beneficiários nas decisões de tratamentos. Com isso eles passam a exercer a faculdade humana mais nobre, que é a liberdade de escolha, assumindo, em contrapartida, as consequências de suas opções. Isso reduz desperdícios, pois torna os empregados corresponsáveis. Do contrário, eles tendem a escolher sempre os serviços mais caros e nem sempre os mais adequados.

2) Com a adoção do copagamento (na mensalidade do plano) e da coparticipação (nos procedimentos) pode-se reduzir o custo dos planos. Poucas empresas fazem isso. Poderia ser mais, pois muitos acordos e convenções coletivas já são contratos sofisticados que tratam, inclusive, do controle dos empregados nos gastos com planos, deixando claro que os serviços de saúde não são gratuitos, como podem parecer à primeira vista.

3) Na mesma linha estão medidas de prevenção das doenças, que podem prolongar o tempo de vida saudável, com redução de custo. No Brasil são raras as empresas que fazem um monitoramento eficiente dos grupos de maior risco e com eles desenvolvem programas de prevenção para os obesos, hipertensos, diabéticos, etc.

4) Colaboração importante que as entidades empresariais podem dar é demandar medidas que criminalizem indicações médicas abusivas e incentivem a transparência de custos e preços de insumos médicos, de forma a aumentar a concorrência nos mercados ofertantes.

5) Igualmente importante é a utilização de uma segunda opinião médica para os casos mais complexos. Trata-se de preservar a integridade da pessoa e evitar intervenções que podem redundar em lesões corporais, como as denunciadas pela mídia.

Em suma, as empresas têm muito a fazer para reduzir despesas com saúde. Elas e seus colaboradores serão os principais beneficiados. E para tanto podem contar com as operadoras dos planos de saúde. As entidades de representação empresarial, igualmente, podem ser parceiras importantes na cruzada que busca reduzir os custos dos planos e buscar uma situação sustentável para as empresas, os empregados e seus familiares.

Estadão: 26/01/2016

Redação On janeiro - 26 - 2016
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