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Quinta-feira, 23 de Novembro de 2017






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Brasil e Argentina vivem momentos opostos e trocam de papel em Davos

Brasil e Argentina vivem momentos opostos no Fórum Econômico Mundial, em Davos, invertendo os papéis atribuídos às duas maiores economias sul-americanas nos últimos anos. As mensagens levadas aos investidores pelo ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, foram recebidas com relativa frieza. Já o presidente do Banco Central da Argentina, Federico Sturzenegger, disse ter pedido “calma” à elite global e que tem sido “até exagerada” a euforia do mercado com o novo governo.

Um sintoma da perda de prestígio do Brasil foi o almoço organizado pelo Itaú, no qual Barbosa e Sturzenegger dividiram o palco, embora a expectativa maior estivesse concentrada no ministro – afinal o principal representante brasileiro no fórum. O almoço recebeu quase 80 empresários, mas pelo menos uma dúzia de altos executivos de multinacionais “deu o bolo” no evento, deixando uma pilha de crachás abandonados na entrada. A lista de “furões” incluía executivos da franco-belga Engie, do Grupo Pearson, da China Pay Union e o dono da Polar, maior companhia privada venezuelana.

Barbosa passou a mensagem de que o Brasil passará do “ajuste fiscal” para a adoção de “reformas fiscais” e citou mudanças no regime previdenciário como uma necessidade. Ele admitiu a possibilidade de piora da economia brasileira neste primeiro semestre, mas defendeu que ela se estabilizará na segunda metade do ano e voltará ao crescimento a partir de 2017, contrariando previsão do FMI de expansão zero no ano que vem.

A reação esteve longe do entusiasmo despertado por Joaquim Levy, que recebeu palmas acaloradas da plateia há um ano, no mesmo almoço, puxadas pelo ex-presidente mexicano Ernesto Zedillo – para quem a nomeação do economista era a “melhor notícia” que poderia vir do Brasil para os frequentadores de Davos.

Desta vez, a reação foi bem mais tímida. Ninguém se permitiu em público, claro, a franqueza do médico Hofrat Behrens, personagem de Thomas Mann que soltava gargalhadas quando seus pacientes insistiam em ter alta do sanatório para tuberculosos em Davos, garantindo estar curados. À saída do evento, dois investidores estrangeiros elogiaram o conteúdo das apresentações, mas definiram o argentino como “mais dinâmico”.

Um deles, que atua nos dois países do Mercosul, fez uma diferenciação com base em seus próprios negócios: “A Argentina está estável e com perspectivas de melhorar. O Brasil está em queda e numa situação difícil”. Minutos antes e do outro lado da rua, no centro de convenções do Fórum, o economista Kenneth Rogoff citava o Brasil como exemplo das turbulências que continuarão afetando mercados emergentes nos próximos anos.

Falando à imprensa brasileira, Sturzenegger preferiu evitar comparações com o Brasil e disse que tem pedido para o mercado conter sua euforia. “Não vamos entrar na loucura de que agora a Argentina está na moda”, afirmou. Segundo ele, as palavras de ordem no governo do presidente Mauricio Macri são “calma e trabalho”, antes de comemorar. “Temos cinco anos de trabalho adiante”, disse, referindo-se ao mandato que acabou de iniciar à frente do BC. “Estamos no paradoxo de tentar acalmar os investidores. Tivemos um grande sucesso inicial e agora começa o verdadeiro trabalho.”

Macri chegou ontem ao vilarejo suíço, em voo comercial, acompanhado dos principais integrantes de seu gabinete – como o ministro das Finanças, Alfonso Prat-Gay, e a chanceler Susana Malcorra. Para dar ideia do interesse em torno de sua aparição no fórum, a primeira de um chefe de governo argentino em 13 anos, Macri será sabatinado hoje em uma sessão que foi intitulada “A Virada da Argentina”.

Barbosa fez um balanço positivo de sua estreia internacional no cargo. Para ele, o governo brasileiro entregou as promessas feitas aos investidores em Davos em 2015. Mencionou os cortes de pensões por morte, além de revisões do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) e dos subsídios nas tarifas de energia, como medidas que tinham sido citadas por Levy e realmente saíram do papel.

“Isso foi feito. Avançamos na direção correta e na velocidade que foi possível”, disse Barbosa, lembrando as restrições políticas. “O Brasil está em um processo de reequilíbrio macroeconômico e enfrenta um ambiente adverso”, completou o ministro.

Barbosa se reuniu com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde, e minimizou as novas projeções do FMI para a economia brasileira. “Estamos no início do ano, com muita volatilidade, e há revisões de vários indicadores”, disse o ministro, citando câmbio e commodities. “Agora o necessário é tomar ações para estabilizar a atividade econômica e criar condições para a retomada do crescimento.”

Fonte: Valor

Comércio entre países da América Latina caiu 21% em 2015

A evasão fiscal chega a US$ 320 bilhões anuais nos países latino-americanos, segundo a secretária executiva da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), Alicia Barcena. O dinheiro enviado ilegalmente ao exterior soma US$ 150 bilhões por ano. O estudo com esses dados e informações detalhadas por país ainda será publicado pela organização.

A secretária Alicia Barcena coordenou ontem à tarde, no Fórum Econômico Mundial, um painel sobre transformações na região. Ela mesma contribuiu com um dado importante para mostrar a baixa integração econômica na região. No ano passado, enquanto o comércio exterior latino-americano diminuiu 14%, as trocas intrarregionais encolheram 21%.

Os países mais fechados da América Latina continuam sendo os do Mercosul e sua negociação mais ambiciosa – com a União Europeia – continua emperrada. O próximo passo deve ser a troca de ofertas entre os dois blocos. Mas a troca só ocorrerá se os dois lados apresentarem suas propostas ao mesmo tempo, disse ontem a ministra de Relações Exteriores da Argentina, Susana Malcorra, numa entrevista depois do painel.

Os governos do Mercosul, explicou a ministra, só levarão adiante a discussão quando os europeus esclarecerem suas intenções em relação ao comércio de produtos agropecuários. A decisão de só apresentar a proposta quando a União Europeia puser sua oferta sobre a mesa já havia sido indicada pelo governo brasileiro. Segundo fontes europeias, a abertura comercial oferecida pelo Mercosul – oficialmente ainda mantida sob reserva – é inferior aos padrões previstos na negociação.

Embora os dois governos tenham decidido unir-se para manter o impasse com a União Europeia, a ministra argentina reafirmou a disposição, anunciada pelo recém-eleito presidente Mauricio Macri, de trabalhar pela dinamização do Mercosul, com eliminação das barreiras entre os países do bloco e maior empenho na busca de acordos com mercados relevantes. O bloco tem poucos acordos de livre-comércio, e só com economias em desenvolvimento, algumas com pouca presença nos mercados internacionais.

Dependência. Além de pouco integrados entre si, os latino-americanos, com exceção do México, são muito dependentes da exportação de commodities – matérias-primas e produtos pouco elaborados. Todos foram afetados pela queda dos preços das commodities, determinada em grande parte pela desaceleração da economia chinesa.

O Produto Interno Bruto (PIB) da China cresceu no ano passado 6,9%, segundo informação oficial divulgada nesta semana. Pela primeira vez, em mais de 20 anos, a variação anual ficou abaixo de 7,0%. O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê para a economia chinesa taxas de expansão de 6,3% neste ano e de 6,0% no próximo.

O baixo crescimento da segunda maior potência econômica do mundo e principal importadora das commodities latino-americanas é mais um sinal – reconhecido pelos participantes do painel – da urgência de mudança do padrão comercial da região. No caso do Brasil, a dependência excessiva de exportações de produtos básicos e, portanto, da demanda chinesa, resulta de uma decisão política formulada em 2003, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu dar prioridade à integração comercial com os países emergentes, enquanto os governos de vários outros emergentes, incluída a China, davam atenção preferencial aos mercados mais desenvolvidos.

Apesar das dificuldades comerciais, os participantes do painel mostraram otimismo em relação a mudanças na região, com destaque para a derrota do kirchnerismo na Argentina, a vitória da oposição na eleição para o Legislativo na Venezuela e a expectativa de acordo entre Estado e a guerrilha na Colômbia.

Fonte: O Estado SP

Inflação baixa demais já preocupa nos EUA

A alta dos preços ao consumidor nos EUA em 2015 foi a menor dos últimos sete anos, refletindo o impacto da queda dos preços de energia e a força do dólar. A persistente inflação baixa tem ficado em nível muito aquém da meta estabelecida pelo Federal Reserve (Fed, o BC americano), o que pode influir no ritmo do processo de elevação das taxas de juros no país.

De acordo com dados divulgados ontem pelo Departamento do Trabalho, os preços ao consumidor recuaram 0,1% no mês passado, após terem ficado inalterados em novembro. Para o ano inteiro, a inflação subiu apenas 0,7%, ainda menos que o 0,8% registrado em 2014 – nos dois anos o índice foi fortemente influenciado pelo recuo dos preços de energia. A inflação não ficava tão baixa desde 2008, quando a alta foi de 0,1%. O Fed trabalha com uma meta de 2%.

O núcleo da inflação, que exclui preços voláteis como combustíveis e alimentos, subiu 0,1% em dezembro, o que representa o menor avanço mensal desde agosto. Nos 12 meses de 2015, o núcleo da inflação teve alta de 2,1%. Em 2014, o aumento havia sido de 1,6%.

Os preços de energia tiveram uma queda de 2,4% em dezembro – em 2015 o recuo acumulado havia sido de 12,6%. Os custos com alimentos caíram 0,2% no mês passado. Em todo o ano, houve uma alta de 0,8%.

No mês passado, a alta do núcleo da inflação foi impulsionada pelos custos com habitação, saúde, mobiliário e educação.

Alguns analistas veem o aumento do núcleo da inflação como um sinal de que a inflação geral está começando a ganhar velocidade.

A economista Laura Rosner, do BNP Paribas, está prevendo que a inflação dos Estados Unidos neste ano chegará a 1,4%.

Autoridades do banco central vêm destacando que o ritmo das futuras altas das taxas de juros será bastante influenciado pelo surgimento de sinais de que a inflação está começando a acelerar rumo à meta anual.

No entanto, desde a reunião do Fed de dezembro – quando pela primeira vez desde 2006 as autoridades monetárias aprovaram um aumento nos juros -, os preços do petróleo prosseguiram em sua rota de queda, o que pode significar que a inflação levará mais tempo ainda para chegar aos 2%.

Apesar de o Fed ter dado início à alta dos juros, muitos funcionários da instituição vêm externando inquietação. James Bullard, diretor da regional de St. Louis do Fed, disse que as expectativas de que a inflação esteja em trajetória descendente são “preocupantes”. Charles Evans, do Fed de Chicago, definiu a situação como “perturbadora”.

Muitos analistas acham que o Fed não aumentará os juros na reunião da semana que vem. Alguns agora dizem que isso só deverá acontecer em junho.

Fonte: Valor

Exportações no setor eletroeletrônico não decolam mesmo com o dólar em alta

Dados consolidados da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) e divulgados nesta quarta-feira, 20/01, apontam que o déficit da balança comercial dos produtos elétricos e eletrônicos atingiu US$ 25,5 bilhões em 2015, 26% abaixo do registrado em 2014 (US$ 34,6 bilhões). Este resultado é consequência da queda de 23,6% nas importações e de 9,8% nas exportações do setor em 2015 na comparação com o ano anterior.

Segundo o presidente executivo da Abinee, Humberto Barbato, o novo patamar do dólar não foi suficiente para estimular as vendas externas no ano passado. Já a redução nas importações é atribuído ao fraco desempenho do mercado interno. “Desde junho de 2014, o déficit da balança do setor começou a registrar resultados abaixo dos apontados nos mesmos períodos do ano anterior devido à queda de atividade no mercado interno”, afirma Barbato.

Segundo os números da entidade, as exportações de produtos elétricos e eletrônicos somaram US$ 5,9 bilhões, ante US$ 6,6 bilhões em 2014. Com exceção das vendas externas de bens de Material Elétrico de Instalação (+7,3%), com destaque para os disjuntores (+37%), as exportações das demais áreas recuaram. As importações de produtos elétricos e eletrônicos totalizaram US$ 31,4 bilhões, no acumulado de janeiro-dezembro de 2015, contra US$ 41,2 bilhões no ano anterior. Todas as áreas apresentaram queda nas importações com taxas de mais de 30% em alguns casos, como Telecomunicações, Informática e GTD.

Ao analisar por regiões, a maior parte do déficit ocorreu em função dos negócios com os países da Ásia (US$ 19,5 bilhões), sendo que somente com a China, o saldo negativo alcançou US$ 11,7 bilhões. Apenas os negócios com países da Aladi geraram resultado superavitário (US$ 1,5 bilhão), porém, seu montante foi bem menos expressivo do que o déficit registrado pelas demais regiões, principalmente, pelos países da Ásia. Para 2016, a projeção da Abinee é de que as exportações aumentem a participação nos negócios do setor com crescimento da ordem de 2%, enquanto as importações continuarão ressentindo-se do pouco dinamismo do mercado interno, registrando queda de 3%.

Fonte: Convergência Digital / Abinee

FMI corta projeções de crescimento global pela 3ª vez em menos de um ano

Três meses após suas últimas previsões, o Fundo Monetário Internacional (FMI) avisou ontem que está agora mais pessimista, retirando 0,2 ponto percentual à previsão de crescimento no mundo para 2016 e indicando que se os diversos riscos existentes não forem bem geridos, a economia mundial “pode descarrilar”.

De acordo com as previsões intercalares apresentadas pelo FMI, a taxa de crescimento do PIB mundial irá situar-se em 3,4% em 2016 e 3,6% em 2017. Estes números significam que a retomada da economia mundial, depois dos 3,1% registados no ano passado, vai ser mais lenta do que aquilo que era previsto nas projeções de outubro do ano passado. Naquela época, o fundo apontava para crescimento mundial de 3,6% em 2016 e de 3,8% em 2017.

O FMI cortou suas projeções de crescimento global pela terceira vez em menos de um ano, com novos números de Pequim mostrando que a economia chinesa cresceu no menor ritmo em 25 anos. Para apoiar suas projeções, o FMI citou acentuada desaceleração no comércio da China e os preços fracos das commodities que estão prejudicando economias como as do Brasil e de outros mercados emergentes.

O Fundo prevê que a economia mundial vai crescer 3,4% em 2016 e 3,6% em 2017, ambos os anos com corte de 0,2 ponto percentual das previsões anteriores de outubro. O FMI disse que as autoridades devem considerar maneiras de impulsionar a demanda no curto prazo.

As previsões atualizadas do relatório “Perspectiva Econômica Global” vêm no momento em que os mercados financeiros globais são afetados pelas preocupações com a desaceleração da China e a forte queda dos preços do petróleo.

O FMI manteve suas previsões sobre o crescimento da China de 6,3% em 2016 e de 6% em 2017, o que representa forte desaceleração em relação ao ano passado.

O Fundo disse que uma desaceleração maior da demanda na China continua sendo um risco ao crescimento global e que os dados mais fracos do que esperado das importações e exportações chinesas estão pesando com força sobre outros mercados emergentes e exportadores de commodities.

O relatório do FMI diz que a continuada agitação do mercado também pode ajudar a reduzir o crescimento se levar a uma maior aversão ao risco e depreciação das moedas nos mercados emergentes. Outros riscos incluem mais valorização do dólar e uma escalada das tensões geopolíticas.

O FMI disse que a perspectiva para uma aceleração da produção nos Estados Unidos está diminuindo com o dólar forte pesando sobre a indústria e com os preços baixos do petróleo reduzindo os investimentos em energia.

O Fundo agora projeta o crescimento econômico dos EUA em 2,6% tanto para 2016 quanto para 2017, 0,2 ponto percentual menor para os dois anos em comparação à projeção de outubro. Na Europa, os preços mais baixos do petróleo vão ajudar a apoiar o consumo privado, de modo que o FMI acrescentou 0,1 ponto percentual à sua previsão de crescimento para a zona do euro, levando-a para 1,7%, patamar que continuará em 2017.

O economista-chefe do Fundo Monetário, Maurice Obstfeld, disse que o FMI está encorajando a manutenção da política monetária expansionista em alguns países, como no Japão e na Europa.

Em seu relatório, o FMI também revisou sua projeção para a economia russa, indicando que esta deve contrair 1% em 2016. A estimativa anterior do fundo era de contração de 0,6%, feita em outubro, antes da nova queda nos preços do petróleo ter enfraquecido ainda mais as receitas com exportações do país. A redução na perspectiva de crescimento segue a outra similar do Banco Mundial, que projeta que a economia da Rússia vai contrair 0,7% em 2016. Para a Itália, a previsão é de que o PIB avance 1,3% neste ano.

Reação exagerada

Os mercados financeiros globais parecem estar reagindo de maneira exagerada à queda dos preços do petróleo e ao risco de forte desaceleração da economia da China, disse Obstfeld. Ele também disse que é importante que a China seja clara sobre sua estratégia econômica, incluindo sua postura em relação ao câmbio.

“Não é um exagero sugerir que (os mercados) podem estar reagindo de maneira muito forte às pequenas evidências em ambiente de volatilidade e aversão a risco”, disse . “O preço do petróleo pressiona os exportadores da commodity, mas há um lado bom para os consumidores no mundo todo, então isto não é inteiramente negativo”, completou o economista.

Fonte: DCI

Pedidos de seguro-desemprego bate nível mais alto em 7 meses nos EUA

Foram 293 mil pedidos (dados corrigidos), aumentando em 10 mil.
Números decepcionaram analistas.

Os pedidos semanais de seguro-desemprego nos Estados Unidos atingiram o teto desde julho, decepcionando os analistas, que esperavam queda, anunciou o Departamento de Trabalho nesta quinta-feira (21).

Foram 293 mil pedidos (dados corrigidos), aumentando em 10 mil (+3,5%) na semana encerrada em 16 de janeiro.

Os analistas previam um queda moderada, 280 mil contra 283 mil (cifra revisada com redução de 1 mil) na semana anterior.

Fonte: G1

Redação On janeiro - 21 - 2016
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