Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

Filiado a FIESP

Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017






Associe-se!
Clique aqui e conheça as vantagens

Projeções de analistas para inflação em 2017 se distanciam do centro da meta

As projeções dos analistas consultados pelo Banco Central (BC) estão mais próximas do teto da meta de inflação de 2017 do que o almejado centro de 4,5%. A margem de tolerância do regime de metas foi estreitado em 2017, para 1,5 ponto percentual, o que resulta em teto da banda de tolerância de 6%, meio ponto percentual menor do que neste e nos últimos anos, período em que a margem ficou em 2 pontos percentuais.

A mediana das estimativas captadas pelo Focus aponta alta na inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 5,4% para o ano que vem, em relação a 5,2% uma semana antes. Essa estimativa vem subindo desde meados de novembro do ano passado, quando ficou em 5%, por mais de um mês.

Olhando a mediana do Top Five, grupo que mais acerta as projeções, o IPCA para 2017 está estacionado em 5,5% desde o começo de dezembro. Uma leitura possível aqui é que a mediana do mercado está convergindo para o cenário já visto pelo Top Five. Assim, a estabilidade dentro do grupo com maior índice de acerto também poderia ser vista como uma resposta ao discurso do BC de possível retomada do aperto agora em janeiro.

Desde o fim do ano passado, o BC vem reiterando que adotará as medidas necessárias, independentemente do contorno das demais políticas, para manter a inflação abaixo de 6,5% em 2016 e fazer a convergência para 4,5% em 2017. A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), que estará reunido nesta terça e quarta-feira, vai ditar o rumo dessas expectativas ao longo das próximas semanas. O colegiado se reúne em meio a análises distintas do mercado sobre o ganho adicional no combate à inflação e controle das expectativas de uma retomada do ciclo de aperto monetário. Há também um debate político, com membros do Partido dos Trabalhadores (PT), criticando o presidente do BC, Alexandre Tombini, e a instituição.

Parte do mercado aponta que o BC tem, sim, de atuar – e seu instrumento é a taxa de juros – para evitar a persistência da inflação passada. Já outra ala aponta que o problema inflacionário tem raiz na questão fiscal, que a economia já está em campo recessivo e que com o passar do tempo, essa abertura do hiato do produto, vai exercer sua influência deflacionária.

Na carta que escreveu ao ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, o presidente do BC apontou que apesar do esforço de política monetária já realizado, nas atuais circunstâncias, a política monetária deve manter-se vigilante para os efeitos de segunda ordem do ajuste de preços relativos vistos em 2015. “Só assim será possível ancorar as expectativas, um dos pilares do regime de metas para a inflação, e assegurar a convergência da inflação para a meta”, disse Tombini na carta. Para 2016, a mediana do mercado aponta IPCA em 7%, e o Top Five estima 7,54%.

Fonte: Valor Economico

Estoques recuam e confiança para de cair na indústria

Um conjunto de indicadores preliminares, como a evolução da confiança e dos estoques na indústria e as vendas no varejo, parou de piorar nos últimos meses, o que pode apontar para certa estabilização da atividade em algum momento deste ano, depois de um período de “queda livre” visto até o fim do ano passado. Isso não quer dizer, ponderam economistas, que há recuperação à vista, mas que os empresários estão aos poucos conseguindo ajustar produção e mão de obra para encarar um cenário de contração ainda forte da demanda interna.

Bráulio Borges, economista-chefe da LCA Consultores, construiu um indicador mensal de probabilidade de recessão a partir de uma série de dados de atividade mensais de alta frequência, como a expedição de papel ondulado, o consumo de energia e a confiança da indústria, entre outros.

O indicador, explica Borges, tem boa aderência aos períodos de forte retração identificados pelo Comitê de Datação de Ciclo Econômicos (Codace), ligado ao Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV). Segundo o Codace, a economia brasileira entrou em recessão no segundo trimestre de 2014. Nesse período, o indicador da LCA saiu de uma probabilidade de recessão de 0,6% em abril para 99,9% em julho, considerando a média móvel de três meses. O indicador se manteve próximo a 100% nas leituras seguintes, ainda considerando a média de três meses (o que aponta uma economia em forte contração), até setembro de 2015, quando passou a cair gradativamente.

Em novembro e dezembro, ele ficou abaixo de 50%, valor definido como marco divisor, mas ainda é preciso de ao menos mais dois meses na mesma tendência, diz Borges, para confirmar que a economia brasileira saiu do terreno de queda livre – como no terceiro trimestre, quando a retração em termos anualizados ficou perto de 8% – para começar a dar sinais de estabilização.

Para Borges, há outros indicadores que reforçam a avaliação de que a economia chegou ao fundo do poço nos últimos três meses de 2015. As vendas no varejo, por exemplo, surpreenderam por dois meses seguidos e a confiança começa a dar sinais de estabilização, embora não de maneira uniforme.

No trimestre encerrado em dezembro, o Índice de Confiança da Indústria da FGV inverteu a trajetória de queda observada no último ano e subiu 2,8%. Outro indicador, calculado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostrou alta da confiança em janeiro, de 0,5 ponto em relação a dezembro, para 36,5 pontos.

Em serviços e na construção civil, segundo índices calculados pela FGV, ainda há queda na passagem trimestral, mas o nível tem se mantido estável desde outubro, ainda que em patamar muito baixo. A pior situação ainda é no comércio, com queda de 6,5% da confiança no trimestre encerrado em dezembro.

O setor enfrenta estoques bastante elevados diante da surpresa com a fraqueza da demanda. Dois meses de liquidações e de alta consecutiva das vendas – de 0,5% em outubro e de 1,5% em novembro, segundo o IBGE -, porém, levaram os estoques considerados excessivos no comércio a começar a cair, ainda que muito lentamente. Depois do pico observado em setembro, quando 38,7% dos cerca de 600 empresários entrevistados pelo Fecomercio-SP consideraram o nível de produtos parados nas prateleiras inadequados, esse número caiu para 37,8% em novembro e para 37,2% em dezembro.

O dado para o último mês do ano passado, destaca Vitor França, assessor econômico da entidade, ainda não considera as vendas de Natal, quando as liquidações foram bastante intensas. “Nossa aposta é que o período ainda foi de ajuste de estoques, processo que deve continuar neste começo de ano”, diz França. Mesmo assim, pondera ele, os inventários indesejados ainda estão muito acima da média histórica, em torno de 27%.

“Temos um ajuste gradual, fruto de liquidações, que ocorreram até antes do Natal, e de empresários mais conservadores, comprando menos, com a expectativa de outro ano bastante negativo”, afirma França, especialmente diante da perspectiva de continuidade da alta do desemprego neste início de ano. Para ele, é pouco provável que essa redução gere aumento de pedidos para fornecedores.

Ainda assim, o setor manufatureiro também está conseguindo, aos poucos, reduzir os produtos encalhados. O indicador da Sondagem da Indústria, que mede essa evolução, mostrou que o nível de estoques no setor caiu 4 pontos em dezembro, na série com ajuste sazonal, para o menor nível desde maio, ao ficar em 121,6 pontos.

O ajuste, observa Tabi Thuler Santos, coordenadora da pesquisa, começou em agosto, quando os inventários atingiram o pico recente (134,1 pontos), e prosseguiu nos meses seguintes. Para ela, esse foi o indicador que trouxe a notícia mais positiva em dezembro. “Mas esse ajuste tem se dado por meio de redução da produção e do emprego no setor, já que não há sinais de melhora de demanda”, afirma.

O crescimento do consumo, diz, é essencial para que se possa falar em retomada, o que não está no cenário por enquanto, afirma Tabi. Ainda assim, há alguns sinais de que a indústria pode ter parado de piorar entre o último trimestre de 2015 e o primeiro deste ano. A perspectiva de tendência de negócios para os próximos seis meses, por exemplo, vinha em queda há dez meses, mas passou a subir em novembro e mostrou pequeno aumento no último mês do ano, sinal de que os empresários esperam um fim de 2016 um pouco melhor do que 2015. “Os indicadores de produção e emprego previstos para os próximos três meses também melhoraram”, afirma ela, o que levou o Índice de Expectativas a subir 2,5% entre novembro e dezembro, para o maior nível desde abril.

Para Tabi, é possível falar que a indústria passou pelo pior momento da crise recente, mas 2016 continuará a ser um ano marcado pelo pessimismo. “Só como exemplo, em vez de termos 90% dos empresários pessimistas, vamos ter 80%”, diz ela, que continua a considerar a situação do setor bastante frágil. França, da Fecomercio, também não fala em recuperação e diz que o aumento do desemprego ainda deve atrapalhar o setor.

Para Borges, da LCA, a desocupação vai continuar a subir, porque reage com defasagem às oscilações do ciclo econômico, mas isso também ocorreu nos demais períodos de recessão. “Em todas as recessões brasileiras dos últimos 20 anos, o desemprego continuou subindo depois que a recessão tinha acabado”, comenta.

A questão, afirma o economista, é que o indicador de probabilidade de recessão da LCA não diz nada sobre o “dia seguinte”, apenas indica que a economia parou de recuar em ritmo acelerado. Por isso, os prognósticos para 2016 seguem pessimistas.

Borges projeta queda de 0,5% do PIB entre outubro e dezembro do ano passado, na comparação trimestral com ajuste sazonal. Sem a contribuição negativa do rompimento da barragem da resíduos de mineração da Samarco em Mariana, que tirou 0,5 ponto do PIB, a economia já poderia ter se estabilizado no período, diz ele.

De qualquer forma, o carregamento estatístico deixado para 2016 é muito negativo, de 1,9%, nas contas da LCA, o que leva a consultoria a projetar retração de 2,3% do PIB em 2016. “A economia deu sinais de estabilização, o que não significa crescimento”, diz.

Nem mesmo essa avaliação é consenso. O Itaú revisou ontem a estimativa de queda do PIB de 2015, de -3,7% para -3,9%, diante da avaliação de que o fim do ano foi pior do que o esperado e que estoques elevados na indústria vão manter a produção – em queda há seis meses consecutivos – em contração. Para a equipe do banco, ainda não há sinais de estabilização da atividade e o PIB deve ter contração de 2,8% em 2016.

Fonte: Valor Econômico

Nelson Barbosa defende atuação do governo na política fiscal

A política econômica do Brasil está focada em melhorar a situação financeira do governo e ajudar a estimular o crescimento, afirmou o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, em reunião com repórteres realizada ontem.

O ministro da Fazenda disse que pretende aumentar as receitas, controlar os gastos e que não espera ter que resgatar a Petrobras este ano. Os planos para levantar dinheiro vendendo participações em duas companhias estatais, a Caixa Seguridade e o Instituto de Resseguros do Brasil (IRB), podem acontecer ainda este ano caso as condições de mercado melhorem, acrescentou.

No ano passado, esforços do governo da presidente Dilma Rousseff e encabeçados pelo ex-ministro Joaquim Levy para encolher o déficit foram frustrados pelo impasse político em que vive o Congresso. Para Barbosa, o clima político este ano deve se mostrar melhor para a aprovação das medidas econômicas necessárias.

Barbosa disse ainda que não enxerga contradição no combate à inflação pelo Banco Central (BC) e, ao mesmo tempo, na melhoria de crédito direcionado pelo Executivo, a fim de estimular a economia. Para ele, há volume de “liquidez substancial” no sistema financeiro para esse fim.

Na avaliação do mercado, para combater a inflação e até gerar mais confiança, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC deve elevar amanhã a taxa básica de juros, a Selic, em 0,5 ponto percentual para 14,75% ao ano.

Ajuste

Ainda ontem, o governo publicou em edição extra do Diário Oficial da União (DOU), um decreto que define provisoriamente os limites de movimentação e empenho para os órgãos, fundos e entidades do Poder Executivo. De acordo com o texto, o limite total autorizado é de R$ 135,589 bilhões para movimentação até o estabelecimento do cronograma definitivo.

A limitação, segundo o decreto, não atinge dotações orçamentárias relativas a despesas com pessoal e sociais, juros e encargos da dívida e amortização da dívida. Também não foram limitadas receitas com doações e convênios.

E hoje o Ministério do Planejamento deve publicar portaria que prevê a venda de imóveis da União com intermediação da Caixa Econômica Federal.

Fonte: DCI

Expectativa de investimento das micro e pequenas tem leve alta

A expectativa de investimento dos empresários das micro e pequenas indústrias paulistas melhorou na passagem de novembro para dezembro.

O Índice de Investimentos registrou 36 pontos no mês passado ante 30 pontos em novembro de 2015. A média de investimento no último ano foi de 29 pontos, abaixo da média de 2014 (36 pontos).

De acordo com levantamento encomendado pelo Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Estado de São Paulo (Simpi), 18% dos entrevistados espera realizar aportes em janeiro contra 10% no mês anterior.

“Entre as micro, a taxa de investimento esperada é de 18%, e entre as pequenas, de 17%”, destaca o relatório.

Desse total, 7% dos entrevistados planeja investir em máquinas e equipamentos, outros 7% em espaço físico e 4% em ambos.

Fonte: DCI

Planalto vê Selic a 14,5%

O governo trabalha com um cenário de uma alta de 0,25 ponto porcentual na taxa básica de juros, menor do que o 0,50 ponto esperado pelo mercado, na primeira reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) de 2016, que começa hoje e termina amanhã. Se a expectativa for confirmada, a Selic, que está em 14,25%, subirá para 14,50% ao ano. Ontem, a presidente Dilma Rousseff conversou com o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, em um encontro que não constou da agenda oficial.

Tombini enfrenta divisões na diretoria do BC e está sob forte pressão política. A cúpula do PT promete reagir e fazer duras críticas ao governo, caso os juros subam. A avaliação é de que um novo aperto da política monetária aprofundaria a recessão e o desemprego. No partido, há quem defenda a demissão do presidente do BC, se os juros voltarem a subir.

Para auxiliares de Dilma, porém, comentários assim podem causar efeito contrário, porque o BC tende a mostrar total autonomia para mostrar que não cede a pressões. No Planalto, assessores da presidente também estão divididos sobre a eficácia da alta dos juros, mas há quem diga que um ligeiro aumento pode ter efeito positivo sobre a inflação.

Mesmo com a sinalização de novo ciclo de alta de juros, a expectativa dos analistas é de que a inflação ficará em 7% neste ano, acima do teto da meta, de 6,5%, conforme o Boletim Focus. A previsão para os juros é de 15,25% no fim de 2016.

Fonte: Correio Braziliense

Petrobras perde 85,55% de seu valor de mercado desde recorde de 2008

São Paulo, 19 jan (EFE).- A Petrobras perdeu 85,55% de seu valor de mercado desde 21 de maio de 2008, quando estabeleceu um recorde de R$ 510,3 bilhões, informou nesta terça-feira a empresa de consultoria de mercado Economatica.

Com um valor de mercado de R$ 73,7 bilhões até 18 de janeiro de 2016, a petrolífera lidera em valores absolutos as perdas das empresas que cotam na bolsa de São Paulo a partir da data em que estabeleceram seu preço recorde, de acordo com a consultora.

A estatal se viu afetada pela queda do preço internacional do petróleo e por um gigantesco escândalo de corrupção que inclusive lhe levou a implementar um plano de desinvestimentos para gerar mais recursos.

Em valores absolutos, a mineradora Vale, outra das gigantes da Ibovespa, terminou 18 de janeiro com um valor de mercado de R$ 42 bilhões, 86,99% menos frente a seu preço recorde de 16 de maio de 2008.

Em termos percentuais, a maior queda foi para a Metalúrgica Gerdau, que na segunda-feira passada tinha um valor de mercado de R$ 988 milhões, o que representa uma perda de 95,77% de seu preço recorde de 9 de junho de 2008.

O relatório da Economatica constatou que das 57 empresas que integram o índice Ibovespa, o principal da bolsa de São Paulo, 28 delas perderam mais de 50% de seu valor de mercado a partir da data na qual estabeleceram um preço recorde.

Para vice-líder do governo, base precisa de ‘força’ para aprovar CPMF

Paulo Teixeira (PT-SP) se reuniu nesta terça com ministro no Planalto.
Ele disse que carta da OAB e da CNI com críticas a Dilma é ‘legítima’.

 

O vice-líder do governo na Câmara, deputado Paulo Teixeira (PT-SP), afirmou nesta terça-feira (19) no Palácio do Planalto que a recriação da CPMF é “fundamental”, mas, para ele, a base aliada ao governo na Casa precisa de “mais força” para conseguir aprovar o novo imposto.

Tida como uma das medidas econômicas que garantirão o reequilíbrio das contas públicas, a recriação da CPMF foi proposta pelo governo no ano passado. Ao votar o Orçamento deste ano, os parlamentares aprovaram o texto com as estimativas de arrecadação da contribuição. Para ser criado, contudo, o novo tributo ainda precisa ser aprovado no Legislativo.

 “Acho que a CPMF é fundamental para o reequilíbrio das contas públicas, mas ela também deve ser discutida no contexto da reforma de outros impostos. […] Eu acho que este contexto tem de ser o debate sobre a criação de novos impostos, quer dizer, não só criar, mas, também, revisar impostos já existentes”, declarou o petista após se reunir com o ministro da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini.

“É claro que o momento deste debate deve ser um outro momento, um momento de recuperação, um momento de maior força na base aliada. Então, você só pode enfrentar este debate na hora que tiver mais força para fazê-lo”, acrescentou o vice líder nesta terça.

 

Entidades criticam política econômica
Sobre a nota divulgada mais cedo por entidades como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI) com críticas à condução da política econômica pela presidente Dilma Rousseff, Paulo Teixeira disse que a preocupação dessas instituições é “legítima”.

No documento, OAB e CNI, além da Confederação Nacional do Transporte (CNT) e da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), dizem que o equilíbrio das contas públicas será encontrado com cortes de despesas e com incremento da atividade econômica, por meio da redução dos juros e o estímulo à atividade produtiva.

“As entidades que subscrevem esse manifesto vêm apresentar a sua firme convicção no sentido de que falta legitimidade política para a Presidência da República propor medidas que aumentem a carga tributária no Brasil, seja criando a CPMF ou aumentando a alíquotas dos tributos existentes”, afirmaram as entidades na nota.

“Esta opinião da OAB e da CNI é uma opinião que tem de ser ouvida. A criação de um novo imposto tem de ser pensada no contexto do debate de uma reforma tributária na qual você possa rever alguns outros impostos. Acho que a preocupação da OAB e da CNI é legítima e que nós temos de pensar que, se for necessário criar um novo imposto, que ele não aumente a carga tributária”, comentou Paulo Teixeira no Planalto.

Fonte: G1

Redação On janeiro - 19 - 2016
  • Central de atendimento
  • Telefone: (11) 3285-3522 / e-mail: sicetel@sicetel.com.br
Associe-se!
        Clique aqui
Cadastre seu e-mail e receba periodicamente notícias do SICETEL.