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Expansão da China no 4º tri é a mais fraca desde 2009 e aumenta pressão sobre governo

DCI – 19/01/2016

O crescimento econômico da China desacelerou no quarto trimestre para o ritmo mais fraco desde a crise financeira, ampliando a pressão sobre um governo que já luta para restaurar a confiança dos investidores após a percepção de passos errados ter afetado os mercados globais.

As preocupações com a capacidade em torno das políticas da China atingiram o topo da lista de riscos dos investidores globais para 2016 após nova queda nos mercados acionários e no iuan ter provocado temores de que a economia pode estar se deteriorando rapidamente.

O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) desacelerou como esperado a 6,8 por cento ante o ano anterior, contra 6,9 por cento no terceiro trimestre, no ritmo mais fraco de expansão desde o primeiro trimestre de 2009.

A expansão em 2015 como um todo de 6,9 por cento, invejável pelo padrões ocidentais, foi a mais fraca para a China em 25 anos.

Outros dados nesta terça-feira sugeriram que a segunda maior economia do mundo perdeu mais força em dezembro, afetando as esperanças de que uma série de medidas de estímulo do governo adotadas ao longo de um ano estariam finalmente fazendo efeito.

Mas dito isso, não havia sinais do derretimento que alguns operadores temiam.

Zhang Yiping, economista do China Merchants Securities, disse que o mercado imobiliário é o principal culpado pelas dificuldades da China em melhorar o desempenho.

“A política para impulsionar o setor imobiliário conduzida em 2015 ainda não teve efeito. Vejo mais riscos para o crescimento econômico da China em 2016.”

O investimento em propriedades subiu apenas 1 por cento, uma mínima em quase 7 anos, enquanto as novas construções despencaram 14 por cento.

A agência de estatísticas da China afirmou em entrevista à imprensa que o crescimento de 2015 foi “duramente conquistado”, acrescentando que o ajuste estrutural da economia do país está em uma fase crucial.

Mesmo que Pequim aumente os gastos e corte a taxa de juros de novo como esperado, analistas estimam que o crescimento vai desacelerar neste ano para 6,5 por cento.

DADOS SETORIAIS

Na comparação trimestral, o crescimento econômico caiu para 1,6 por cento no quarto trimestre ante 1,8 por cento no terceiro.

A produção industrial subiu 5,9 por cento em dezembro ante o ano anterior, contra expectativa de 6,0 por cento e os 6,2 por cento de novembro.

Já o aumento das vendas no varejo desacelerou a 11,1 por cento em dezembro, menos do que a alta de 11,3 por cento esperada pelo mercado e 11,2 por cento em novembro.

Já o crescimento dos investimentos em ativos fixos foi de 10,0 por cento em 2015 ante o ano anterior, também abaixo da expectativa do mercado.

Brasil quer triplicar comércio com Irã em cinco anos

Diante da revogação das sanções dos EUA e da União Europeia contra o Irã, anunciada no último sábado (16), o governo brasileiro estima que o país triplicará a corrente de comércio com Teerã em um prazo de cinco anos.
Em 2015, o comércio bilateral foi de US$ 1,67 bilhão – 30% inferior ao de 2011, antes do endurecimento das sanções e quando foi registrado o auge da balança entre os dois países: US$ 2,37 bilhões (98,5% foi representado por exportações brasileiras).
“Acho que podemos, no curto prazo, em um horizonte de cinco anos, triplicar a nossa corrente de comércio com o Irã”, disse o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Armando Monteiro, à Folha.
Monteiro esteve à frente de uma missão com 33 empresas e entidades setoriais brasileiras que visitou o Irã em outubro de olho no mercado de quase 80 milhões de consumidores, que estava represado por causa das sanções.
Há a expectativa de que, em março ou abril, ocorra, em Brasília, a primeira reunião de uma comissão mista de temas econômicos com representantes dos dois governos.
O Brasil também estaria considerando um acordo de facilitação de investimentos com o Irã, como o que foi assinado em 2015 com países como México, Colômbia e Chile.
O Brasil nem de longe está sozinho no interesse sobre o mercado iraniano. Missões de países como Alemanha e França passaram pelo Irã nos últimos meses na expectativa do anúncio do fim das sanções.
O governo e os exportadores, contudo, esperam que a proximidade política que o Brasil manteve com Teerã nos últimos anos sirva como diferencial na corrida pelos consumidores iranianos.
“Politicamente, nos últimos anos, o Brasil não foi hostil ao Irã. E isso, possivelmente, vai se reverter em exportações do Brasil para aquele país”, afirma José Augusto de Castro, presidente da AEB (Associação de Comércio Exterior do Brasil).
Segundo o diretor do Departamento de Promoção Comercial e Investimentos do Itamaraty, Rodrigo Azeredo, essa mensagem ficou clara durante a missão comercial em outubro. “Em vários segmentos, o Brasil é muito competitivo e eles reconhecem no Brasil uma relação de confiança e amizade.”
As sanções suspensas afetavam as exportações brasileiras mais por dificultarem as transações bancárias. Como bancos brasileiros tinham receio de serem penalizados nos EUA e na Europa pelo contato com bancos iranianos, as transações tinham que ser feitas por terceiros países.
COMMODITIES
Outro obstáculo que deve ser minimizado é a falta de navios, que elevava o custo do frete, segundo o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne, Antonio Camardelli. “Vamos trabalhar para recuperar os áureos tempos do Irã”, diz.
Commodities como carnes, milho e soja representam mais de 98% dos produtos exportados pelo Brasil ao Irã hoje, e, segundo especialistas, devem seguir sendo o carro-chefe das exportações ao Irã.
Camardelli acredita que, neste ano, o Irã volte a figurar entre os cinco principais compradores de carne.
A Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação diz ver possibilidade de expansão em setores tradicionais como proteína animal, cereais, açúcares e produtos de confeitaria, mas também em laticínios e lácteos.
A ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), porém, vê boa oportunidade para a exportação de maquinário. “Haverá oportunidades ligadas ao petróleo e à indústria de base, para a reestruturação industrial”, diz Klaus Curt Müller, diretor da ABIMAQ.


Fonte: Folha de S. Paulo, Novidade New

Importações com maior valor agregado caem

Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) mostram que há uma sinalização negativa para a tendência de investimentos privados.

A média diária das importações na segunda semana do mês foi de US$ 504,9 milhões, o que representa uma diminuição de 17,8% em relação à média da primeira semana de janeiro (US$ 614,4 milhões). Isto se deve, principalmente, à queda nos gastos com itens que beneficiam a produtividade de um País: equipamentos mecânicos, equipamentos eletroeletrônicos, químicos orgânicos e inorgânicos, plásticos e obras, farmacêuticos, instrumentos de ótica e precisão.

Com relação ao acumulado do mês até a segunda semana, da mesma forma, a média diária das compras externa, de US$ 559,6 milhões, ficou 30,4% abaixo da média de janeiro do ano passado (US$ 803,5 milhões). Com destaque para os gastos com combustíveis e lubrificantes (-73,9%), siderúrgicos (-52,2%), veículos automóveis e partes (-39,7%) e equipamentos elétricos e eletrônicos (-39,3%).

Porém, conforme divulgou o MDIC ontem, no geral, a segunda semana de janeiro registrou superávit de US$ 621 milhões na balança comercial brasileira, resultado de exportações de US$ 3,145 bilhões e importações de US$ 2,524 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 6,067 bilhões e as importações, US$ 5,596 bilhões, com saldo positivo de US$ 471 milhões.

Exportações

A média das exportações do período chegou a US$ 629 milhões, valor 7,6% maior do que a média da semana anterior (US$ 584,4 milhões), em razão, de acordo com o ministério, do aumento nas vendas de básicos (25,3%) – petróleo em bruto, minério de ferro, milho em grão, carne de frango, café em grão, carne bovina e algodão – e manufaturados (2,1%) – principalmente açúcar refinado, aviões, pneumáticos, motores para automóveis, hidrocarbonetos e derivados halogenados, tubos e acessórios de plásticos, calçados e etanol.

Já as vendas de produtos semimanufaturados decresceram em 19,2% – celulose, açúcar em bruto, ouro em forma semimanufaturada, semimanufaturados de ferro ou aço, madeira serrada ou fendida, madeira em estilhas.

Comparadas as médias até a segunda semana de janeiro (US$ 606,7 milhões) com o mesmo período de 2015 (US$ 652,6 milhões), houve decréscimo de 7%, em razão da queda nas vendas de produtos manufaturados (-15,8%) – açúcar refinado, aviões, motores para veículos, autopeças, medicamentos, hidrocarbonetos, bombas, compressores e partes, e etanol – e de produtos semimanufaturados (-11,3%) – catodos de níquel, ferro fundido, semimanufaturados de ferro e aço, óleo de soja em bruto, açúcar em bruto, catodos de cobre e couros e peles.

Entretanto, os produtos básicos registraram crescimento de 2,9% – principalmente soja em grãos, milho em grãos, algodão em bruto, farelo de soja e petróleo em bruto. Em relação a dezembro do ano passado, houve queda de 20,5%, em virtude das quedas nas vendas de manufaturados (-41,5%), semimanufaturados (-6,9%) e produtos básicos (-2,6%).

O mercado projeta que a balança comercial alcance US$ 35,50 bilhões em 2016. O próprio MDIC espera superávit de US$ 35 bilhões para o acumulado do ano. Em 2015, o resultado da diferença entre exportações e importações foi positivo em US$ 19,6 bilhões.

Fonte: DCI

Quarta revolução industrial ameaça milhões de empregos

A quarta revolução industrial, que reúne inteligência artificial, robótica, impressão 3D, nanotecnologia e outras tecnologias, deverá provocar perda líquida de cinco milhões de empregos nos próximos cinco anos. Tal perda ocorrerá em 15 grandes economias, incluindo o Brasil, avalia o Fórum Econômico Mundial, na antevéspera da abertura do encontro anual de Davos, nos Alpes suíços.

A atenção internacional está focada na deterioração dos mercados financeiros, no impacto da desaceleração na China, na queda do preço do petróleo e no risco de uma nova recessão global. Mas o Fórum escolheu como tema central deste ano “Dominar a Quarta Revolução Industrial”. Seus organizadores estimam que, dos desafios que o mundo enfrenta hoje, o mais inquietante, talvez, seja moldar a nova revolução industrial.

Essa nova revolução, unindo mudanças socioeconômicas e demográficas, terá impacto nos modelos de negócios e no mercado do trabalho, afetando todos os setores e regiões geográficas.

Inteligência artificial, robótica, impressão 3D, drones, nanotecnologia, biotecnologia, ciência de materiais, estocagem de dados (big data) e de energia e outras tecnologias ainda nascentes vão unir os mundos físico, digital e biológico e causarão mudanças exponenciais nas economias, sociedades e na maneira de fazer negócios.

Assim, além dos debates sobre conjuntura, o Fórum quer chamar atenção dos líderes para um futuro que causará transformações em todas os setores, marcadas pela emergência de novos modelos de negócios e reformulação da produção, do consumo, dos transporte e de entrega (delivery systems).

“As mudanças são tão profundas que, da perspectiva da história humana, nunca houve um tempo de maior promessa ou potencial perigo”, escreve Klaus Schwab, presidente do Fórum e autor de um livro sobre o tema. Isso pode trazer soluções para muitos problemas no mundo, mas também riscos para o emprego, ampliação da desigualdade de renda e elevação da “ciberdependência”. Administrar essa mudança de paradigma e o processo de transição é considerado essencial para assegurar a estabilidade econômica e social.

Schwab diz que sua preocupação é que autoridades políticas e executivos frequentemente são prisioneiros do pensamento tradicional ou estão muito absorvidos por questões imediatas para pensar estrategicamente sobre as formas da disrupção e inovação que estão modelando o futuro.

Ele nota que a quarta revolução se apoia na terceira, conhecida por revolução digital, e que permitiu a proliferação de computadores e a automação de arquivos de dados. Mas alerta que a nova onda de transformações difere das precedentes por pelo menos três razões.

Primeiro, as inovações nunca foram difundidas tão rapidamente como agora. Segundo, a queda dos custos marginais de produção e o surgimento de plataformas que agregam e concentram a atividade em vários setores elevam a economia de escala. Terceiro, essa revolução afetará todos os países e terá impacto sistêmico em várias áreas.

O consumidor, por exemplo, a cada dia fica mais engajado, transformando-se em “consumi-ator”, com novas maneiras de se usar a tecnologia para mudar comportamentos e sistemas de produção.

Um dos maiores impactos dessa nova revolução industrial será logo sentido no mercado de trabalho. Relatório do Fórum, com base em pesquisa em 15 grandes países desenvolvidos e emergentes, prevê a perda líquida de 7,1 milhões de empregos até 2020, devido a redundância, automação ou desintermediação, afetando principalmente certos empregos administrativos. Essa perda poderá ser parcialmente compensada pela criação de 2,1 milhões de empregos em áreas mais especializadas, como computação, matemática, arquitetura e engenharia, além de mídia e entretenimento.

A expectativa é que trabalhos intelectuais mais repetitivos sejam substituídos pela robotização. Em dez anos, prevê Schwab, o consultor financeiro de um banco será provavelmente um robô equipado de inteligência artificial para aconselhar o cliente a investir.

Reparadores de robôs e lançadores de drones estão entre as profissões de mais futuro, assim como nas áreas de saúde, educação e social, no rastro do envelhecimento da população e aumento de casos de assistência social, como para os refugiados. Também a cultura vai sair ganhando, com aumento da capacidade de inovação e criação de valor que não vai se concentrar apenas no plano tecnológico.

Conforme a pesquisa feita pelo Fórum, a estratégia mais popular nas empresas é investir em melhorar a qualificação dos atuais empregados. Elas também favorecem outras práticas, como apoiar a mobilidade e a rotação no emprego, atraindo mais mulheres e talento estrangeiro e oferecendo aprendizado. As contratações de curto prazo ou empregado virtual são bem menos populares, nas respostas dos executivos.

Fonte: Valor

França lança plano de € 2 bi para gerar vagas

O presidente francês François Hollande anunciou ontem um pacote de medidas de € 2 bilhões para tentar reduzir a taxa de desemprego no país, que cresce desde que ele assumiu o governo, em 2012. O plano também é uma forma de tentar melhorar sua imagem para aumentar as chances de reeleição em 2017, em meio ao que chamou de “estado de emergência econômica e social”.

No plano de dois anos, que começa a valer imediatamente, empresas com menos de 250 funcionários receberão € 2.000 por admitir jovens e desempregados em contratos de mais de seis meses.

Outro € 1 bilhão vai ser destinado ao treinamento para o mercado de trabalho, e uma redução de impostos da folha de pagamento será tornada permanente. O objetivo é conseguir inserir 500 mil pessoas em programas de treinamento, ante 400 mil nos nove primeiros meses de 2015.

O pacote, contudo, conseguiu desagradar tanto membros da direita quanto da ala mais à esquerda do Partido Socialista (PS). Comandada por Benoît Hamon, ela teme “o fim das 35 horas”, em referência à jornada semanal de trabalho, segundo a revista “Le Point”, embora Hollande tenha negado.

— Estes € 2 bilhões serão financiados sem impostos suplementares de nenhum tipo, ou seja, serão financiados por economias — afirmou o presidente. — Diante da incerteza da situação da economia e do desemprego persistentemente alto, também há a necessidade de proclamar um estado de emergência econômica e social.

DÉFICIT NO SEGURO-DESEMPREGO
O desemprego na França está em seu nível mais alto em 18 anos: 10,6%, ou 3,5 milhões de pessoas. Segundo a agência de notícias AFP, desde o início do mandato de Hollande, em 2012, o total de desempregados aumentou em 650 mil. Os números mostram que o presidente não conseguiu cumprir a promessa de campanha, de levar essa taxa a uma trajetória descendente. Agora essa mudança é uma pré-condição para a próxima candidatura de Hollande.

O presidente também reafirmou planos de levar adiante mudanças favoráveis às empresas, incluindo um teto para a compensação que funcionários dispensados podem pedir nos tribunais do Trabalho — uma demanda antiga dos empregadores.

— O que conta é ir até o fim com as reformas, fazer as reformas que são esperadas sem pensar em qualquer coisa além da efetividade delas, a utilidade e a pertinência — disse Hollande.

Um dos críticos foi Guillaume Larrive, do Partido Republicano. “Em que planeta François Hollande e seu governo vivem se eles pensam que é suficiente escrever um cheque de € 1.000 ou € 2.000 para uma empresa que contrata alguém?”, questionou ele em entrevista à AFP.

O presidente também irritou sindicalistas ao sugerir que o seguro-desemprego é pago por tempo demais.

— Que vergonhoso sugerir que os desempregados são preguiçosos ou privilegiados — alfinetou Philippe Martinez, líder do CGT, o maior sindicato francês.
De acordo com o jornal “Le Monde”, o fundo que paga o benefício está com déficit de quase € 3,7 bilhões.

— Há um desejo de não irritar ninguém, de apelar a todos os lados com medidas que são intervencionistas para a esquerda e outras que são próempresas — avaliou Fraçois Miquet-Marty, chefe da empresa de pesquisas Viavoice.

O chefe da associação de empregadores Medef, Pierre Gattaz, disse que as medidas vão na direção certa, mas que os empregadores preferiam um esquema permanente de bônus para contratação. Também reclamou de nada ter sido feito para reformar os contratos de trabalho. Já para Christian Paul, da ala mais à esquerda do PS, o plano é insuficiente e vai enfraquecer a segurança trabalhista.

MUDANÇA NÃO SUSTENTÁVEL
Alguns economistas duvidam que o plano possa gerar uma mudança sustentável no desemprego além do impacto estatístico de mudar milhares de trabalhadores do status de desempregados para a categoria de “em treinamento”.
— Vai ter um impacto positivo, mas ele vai ser mecânico. Nós não estaremos em uma tendência natural de queda — explicou Christopher Dembik, economista do Saxo Bank.

Fonte: O Globo

Redação On janeiro - 19 - 2016
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