Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Sbado, 23 de Setembro de 2017






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Rio Tinto congela salário de todos os funcionários para 2016

 

A gigante mineradora Rio Tinto congelou os salários de todos seus funcionários, incluindo o executivo-chefe, e pediu à equipe que corte todas as atividades não essenciais para preservar caixa, em meio à forte queda recente nos preços das commodities. Perto das 14h, a ação da companhia subia 3,86% na Bolsa de Londres.

As ações em Londres da mineradora anglo-australiana, a segunda maior do mundo em valor de mercado, caíram quase 40% ao longo do último ano, após o preço do minério de ferro e do cobre recuaram a mínimas em vários anos nas últimas semanas.

O preço à vista do minério de ferro, um componente fundamental da fabricação do aço e o principal motor da receita da Rio Tinto, caiu 70%, para pouco menos de US$ 40 a tonelada, de US$ 130 um ano antes, enquanto o preço do cobre recuou mais de 20% no mesmo período, para atingir em Londres nesta quinta-feira nova mínima em seis anos e meio, a US$ 4.330 a tonelada.

Um porta-voz da empresa, David Outhwaite, disse que a decisão de congelar os salários foi a mais difícil das ações tomadas, já que a situação não reflete o trabalho duro e o esforço colocados pelos funcionários. “Mas isso é necessário, diante do contexto do mercado.”

Questionado sobre se a companhia cortaria também seu dividendo para preservar caixa, o porta-voz não quis comentar. Analistas esperam que a Rio Tinto enfrente pressão para cortar o dividendo, após outras grandes mineradoras, como a brasileira Vale, a suíça Glencore e a britânica Anglo American cortarem seus dividendos no ano passado. A anglo-australiana BHP Billiton, maior do mundo em valor de mercado, já disse que revisará a política de dividendo em fevereiro, quando seu conselho se reunir.

O Citigroup cortou seu preço alvo para a ação da Rio Tinto em 16% nesta quinta-feira, diante da expectativa de que a companhia gere menos receita, após rebaixar sua previsão para o minério de ferro para cerca de US$ 35 a tonelada nos próximos poucos anos, de US$ 40 a tonelada anteriormente. Fonte: Dow Jones Newswires.

Fonte: Isto É Dinheiro

 

 

 

Volks encerra férias coletivas

Período de férias coletivas na fábrica de Taubaté durou 27 dias e incluiu as folgas do PPE; adesão ao programa ocorreu em novembro

Cerca de 4.000 funcionários da Volks, em Taubaté, que estavam em férias coletivas retornaram ao trabalho ontem. Segundo a empresa, dentro do período de férias coletivas que durou 27 dias, com início no dia 18 de dezembro, estavam inclusas as folgas do PPE (Programa de Proteção ao Emprego) e as compensações de fim de ano.

De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos, os funcionários voltaram normalmente às suas atividades e a situação na fábrica é regular, dentro do cronograma previsto para este início de 2016.

Em novembro, a montadora aderiu ao programa de proteção ao emprego PPE, no qual reduziu a jornada de trabalho em 20% e os salários dos trabalhadores em 10%. Outras unidades adotaram o programa porém cada uma negocia com o sindicato separadamente.

Programa

O PPE, sancionado em julho pela presidente Dilma, prevê a redução temporária da jornada de trabalho, com a diminuição de até 30% do salário. Com isso o governo arcará com 15% da redução salarial, usando recursos do FAT (Fundo de Amparo ao trabalhador). O programa vale por seis meses podendo ampliá-lo por mais seis. O trabalhador não pode ser demitido nesse intervalo, preserva o saldo do FGTS e benefícios.

Fonte: Gazeta do Tatuapé

 

 

 

Montadora vai gerar mil empregos no ES, diz governo do estado

Previsão de geração de emprego é até 2020. Inauguração da Volare será realizada ainda neste semestre

A Volare, unidade de negócios da Marcopolo e montadora de miniônibus localizada em São Mateus, Região Nordeste do Espírito Santo, anunciou nesta quinta-feira (14) que vai gerar cerca de mil novos postos de trabalho até 2020, segundo o governo do estado.

O anúncio foi feito durante visita técnica do governador Paulo Hartung à sede da empresa no município capixaba.

Operando em carácter experimental desde outubro de 2013, a inauguração oficial da Volare no estado será realizada ainda neste semestre.

O diretor do Negócio Volare, Gelson Luiz, explicou que apesar do desaquecimento no mercado a empresa vai manter os investimentos previstos e o cumprimento do calendário para instalação da planta industrial e produção no estado.

Gerson ressaltou que, além do mercado nacional, a montadora atua com foco no mercado internacional.

“Somos a primeira montadora do Espírito Santo e atualmente estamos em fase final de adequações da planta para funcionamento a partir de março deste ano. Nossos produtos vão de cinco a dez toneladas e transportam de 13 a 36 navegantes com diferentes modelos. Estamos na região central do país atendendo às regiões Norte e Nordeste e também vamos atender o mercado externo, com exportações para continentes como África e América Latina”, disse Gelson.

Sobre a geração de empregos, o diretor explicou que atualmente a Volare está em fase de capacitação de funcionários e pretende dobrar a geração de emprego nos próximos meses. “Estamos atualmente com 150 trabalhadores e a tendência, até a metade do ano, é ultrapassar 300 pessoas e estamos programando para até 2020 a contratação de mais de mil pessoas de forma direta”, ressaltou

Já o governador Paulo Hartung ressaltou que a descentralização de investimentos em diferentes áreas é importante para dar mais igualdade de oportunidade aos capixabas.

“Visitar uma linha de montagem sempre impressiona, mas o que me toca é ver nossa população ser capacitada e produzindo com qualidade internacional. Isso é uma demonstração que precisamos valorizar as oportunidades para atravessar esse período desafiador que o país está passando no cenário econômico”, ponderou Hartung.

Volare

A Unidade de Negócios LCV – Veículos Comerciais Leves, pertencente à Marcopolo S.A., é responsável pelo desenvolvimento e comercialização de produtos da marca Volare, que tem fabricação em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul. Nascida em 1998, a Volare possui hoje uma linha completa de miniônibus no mercado nacional.

A Marcopolo é uma das maiores empresas fabricantes de ônibus do mundo, com unidades fabris em sete países: Brasil, Colômbia, Argentina, México, Índia, Egito e África do Sul. Foi fundada há 63 anos e hoje possui receita de R$ 3,6 bilhões por ano. É uma multinacional brasileira líder no mercado nacional.

Fonte: G1

 

 

Queda em contratações elevou mais o desemprego que cortes, diz Ipea

6 setores que mais demitiram refletem apenas 2,5% dos desligamentos.
Nota divulgada pelo instituto também destaca aumento da informalidade.

A alta do desemprego entre 2014 e 2015 refletiu mais a queda no número de contratações que a quantidade de demissões, diz o estudo “Análise da Dinâmica de Emprego Setorial”, divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) nesta sexta-feira (15).

“É possível notar que o aumento do desemprego não vem de um aumento nos desligamentos, mas sim de uma diminuição nas contratações”, diz a nota assinada pelos técnicos de planejamento e pesquisa do Ipea, Brunu Amorim e Carlos Henrique Corseuil.

 

A análise baseou-se em dados da Pnad Contínua para mostrar que a taxa de desligamentos no país teve uma trajetória de queda entre o 4º trimestre de 2014 e o 3º trimestre de 2015: caiu de 9,8% no segundo trimestre para 8,9% no terceiro trimestre do ano passado.

Em contrapartida, a análise aponta que as contratação de trabalhadores em 2015 ficaram abaixo dos anos anteriores até 2012, com taxa negativa de 0,2% no segundo trimestre do ano passado e de 0,3% no terceiro.

Setores que mais demitiram
A análise também aponta que os seis setores que mais demitiram no período, com a indústria textil na liderança (taxa de 16,3%), não foram os que mais contribuíram com o total de desligamentos no país, segunda a Pnad Contínua.

 

Quatro desses setores – além do textil, produção florestal, atividades de saúde com assistência social e consultoria em gestão empresarial – responderam, juntos, por apenas 2,5% do total de demissões no país.

A nota divulgada pelo Ipea destaca que o setor que mais contribuiu para os desligamentos entre 2014 e 2015 foi o de “comércio, exceto de veículos automotores e motocicletas”, com 16,3% de todas as demissões no país, seguido pelo serviço doméstico e agricultura, pecuária e caça.

 

“Esse setor é seguido pelos de “agricultura, pecuária, caça e serviços relacionados” e de “serviços domésticos”, sendo que esses três setores juntos respondem por mais de 40% dos desligamentos, concentrando, portanto, uma parcela razoável dessa margem do ajuste do emprego”, diz a nota.

 

Informalidade
A análise aponta, ainda, que apesar da tendência de queda no emprego informal até meados de 2014, ela foi revertida a partir do segundo trimestre de 2014, “quando a taxa de informalidade registrava 43,9%”.

Desde esse momento, a taxa de informalidade vem subindo e alcançou a marca de 45,1% no terceiro trimestre de 2015, diz a nota citando os dados do Pnad.

“Enquanto o comércio apresentou taxa de variação de empregos formais quase estável e abaixo da média nacional, o setor de serviços domésticos alcançou uma taxa bastante acima da mesma média – o que provavelmente evidencia as consequências dos direitos trabalhistas dados a esse grupo de trabalhadores”, diz o Ipea.

 

Dados do Caged
As demissões superaram as contratações em 130.629 vagas em novembro, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgadas nesta sexta-feira (18) pelo Ministério do Trabalho. Este foi o oitavo mês seguido de fechamento de vagas formais.

Com a redução de vagas formais, o número de trabalhadores com carteira assinada, em todo o país, também tem recuado. No fim de novembro de 2014, um ano atrás, 41,78 milhões de pessoas tinham emprego com carteira no Brasil. No mês de novembro, o número de trabalhadores empregados já tinha recuado para 40,26 milhões – o menor patamar desde março de 2013.

Fonte: G1

 

 

 

Comércio de SP fechou 55 mil vagas em um ano, mostra pesquisa

Queda foi registrada de dezembro de 2014 a novembro de 2015.
No penúltimo mês do ano, no entanto, foram abertas 13.682 vagas.

Fonte: G1

Os trabalhadores do comércio varejista do estado de São Paulo vivem tempos difíceis. De dezembro de 2014 a novembro de 2015, o setor fechou 55,6 mil postos de trabalho, segundo levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). É a primeira vez desde 2008 que o saldo de trabalhadores no acumulado dos últimos 12 meses até novembro fica negativo.

Em novembro, no entanto, foram criados 13.682 postos de trabalho formal no setor – levando o número total de trabalhadores para 2,14 milhões.

 

“Apesar do dado positivo visto em novembro – mês que concentra a geração de empregos temporários para o Natal –, esse foi o pior desempenho para o período desde 2007”, destaca a FecomercioSP em nota.

Novembro
Das nove atividades analisadas, sete tiveram queda no número de empregados em novembro, comparado ao mesmo mês de 2014. Destaques para os setores de concessionárias de veículos (-7,8%) e lojas de vestuário, tecido e calçados (-6,7%). Por outro lado, apenas os segmentos de farmácias e perfumarias (2,5%) e supermercados (0,9%) registraram aumento da ocupação formal.

 

 

 

Emprego doméstico cresce no ritmo mais veloz desde 2012

Com menos oportunidades de emprego em serviços e no comércio, o contingente de trabalhadores domésticos cresce em ritmo cada vez mais intenso no país, mostram dados do IBGE divulgados nesta sexta-feira (15).

De agosto a outubro de 2015, o contingente chegou a 6,147 milhões de pessoas (com e sem carteira assinada). Eram 154 mil pessoas a mais frente ao mesmo período de 2014 —crescimento de 2,6%— e a maior alta da série histórica da pesquisa, de 2012.

O grupo inclui uma diversidade de trabalhadores domésticos, como faxineira, cozinheiras, babás, jardineiros, motoristas. A maioria, contudo, é formada por mulheres dedicadas aos cuidados gerais da casa.

O número de empregadas domésticas vinha se reduzindo nos últimos anos. Os motivos são muitos, como melhores oportunidades de emprego, aumento da qualificação, maior renda no ambiente familiar.

Segundo Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, com a tendência de crescimento do número de trabalhadores domésticos, o rendimento da profissão também encolheu.

“No passado tínhamos famílias com renda maior e podendo pagar mais pelo trabalhador doméstico, que estava mais escasso no mercado. O que temos agora é a busca por inserção nesse emprego”, disse Azeredo.

Segundo a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada pelo IBGE nesta sexta, o rendimento do trabalhador doméstico caiu 2,4% no trimestre terminado em outubro, frente ao mesmo período do ano anterior, para R$ 742 em média.

Azeredo acrescenta que muitas mulheres que perderam o emprego sem garantias não podem esperar na fila de emprego por uma oportunidade melhor. Elas acabam buscando a inserção imediata no trabalho doméstico

 

Redação On janeiro - 15 - 2016
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