Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017






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CSN se prepara para desligar alto-forno e começa a demitir 3 mil funcionários no RJ
Expectativa com o desligamento do alto-forno é que a empresa demita cerca de 30% da força de trabalho da usina Paula Barra

A CSN (CSNA3) se prepara para desligar o alto-forno 2 da usina Presidente Vargas, em Volta Redonda (RJ), e já começou as primeiras demissões, das 3 mil previstas com a medida, segundou informou o presidente da Força Sindical, Miguel Torres, ao Valor.

A expectativa com o desligamento do alto-forno é que a empresa demita 3 mil funcionários diretos, o que representa cerca de 30% da força de trabalho da usina.

O presidente da Força Sindical se reuniu nesta segunda-feira com o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, para tentar barrar as demissões, utilizando outras ferramentas, como o “layoff” e o PPE (Plano de Proteção ao Emprego). Segundo ele, o governador do Rio acionou o presidente da CSN para pedir a abertura de um canal de diálogo com os sindicatos e prometeu levar o assunto ainda hoje ao ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro.

 

 

 

Aperam altera gestão e colhe resultados
A Aperam South America, com planta em Timóteo (Vale do Aço), fez alterações na gestão da siderúrgica e passou a priorizar o corte de gastos, o aumento da competitividade e da eficiência e a promoção da inovação. O presidente da empresa, Frederico Ayres Lima, diz que os desafios são grandes e a opção foi por adotar medidas para reduzir perdas. Ele considera que a empresa está no caminho certo. A empresa registra aumento das vendas externas. “Em 2014, 20% do nosso aço inoxidável eram exportados. Hoje, mesmo com a forte concorrência, devido à oferta excedente de aço no mundo, passamos a exportar 40%”, diz ele.

O câmbio atual, com o dólar mais valorizado em relação ao real, favorece os embarques, uma vez que melhora a competitividade do aço produzido no Brasil. “Mesmo com o aumento dos gastos, já que parte do custo produtivo é em dólar, conseguimos ampliar as vendas externas. Isso também reflete nos nossos clientes, que também passaram a exportar mais”, destaca.

Fonte: Revista do Aço

 

 

 

CSN recebeu 10 propostas por terminal de contêineres
Sepetiba: Tecon, terminal de contêineres: a CSN busca vender ativos para reduzir dívida de 32 bilhões de reais Karin Salomão

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) já recebeu 10 propostas para a compra do Sepetiba Tecon. O terminal de contêineres no Rio de Janeiro foi colocado à venda em agosto.

Segundo o Valor Econômico, já fizeram propostas as companhias de operação portuária PSA, de Cingapura, SAAM, do Chile, Wilson Sons e LOGZ. O ativo foi avaliado em cerca de até 1 bilhão de reais.

A empresa brasileira deverá escolher as três melhores propostas para que as companhias possam fazer os ajustes necessários, o que deve acontecer até o início de fevereiro, afirmou o jornal.

Abalada pela queda na demanda de aço e minério de ferro, a CSN busca vender seus ativos para reduzir sua pesada dívida junto a bancos, de 32 bilhões de reais.

Com atuação em cinco áreas (siderurgia, mineração, cimento, logística e energia), ela busca se desfazer de negócios considerados não estratégicos.

Preços baixos e demanda fraca

Desde o ano passado, a siderúrgica passa por dificuldades. O prejuízo do terceiro trimestre de 2015, último resultado divulgado, foi de 532,6 milhões de reais, mais que o dobro do resultado negativo sofrido no mesmo período do ano passado.

O principal motivo é a baixa demanda por aço e minério de ferro, afetada pelacrise nas indústrias automotiva e de construção civil, além da maior concorrência com siderúrgicas chinesas.

Além disso, o excesso da oferta levou à queda nos preços. Assim, a CSN poderá ser levada a reduzir a sua capacidade de produção.

A empresa tem planos de interromper a produção do alto-forno 2, na usina em Volta Redonda. Essa decisão pode resultar na demissão de 3 mil trabalhadores diretos e 2 mil indiretos, o que tem gerado discussões com o sindicato, ainda sem acordo.

Fonte: Exame

Redação On janeiro - 11 - 2016
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