Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Sbado, 18 de Novembro de 2017






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Distribuidor de aço enfrenta novo desafio para equilibrar as contas diante de novos reajustes

O mercado distribuidor de aço terá que enfrentar mais um longo desafio para equilibrar as contas diante dos reajustes de preços por parte das usinas siderúrgicas.

Com o baixo volume de consumo de aço, que, de acordo com dados do Instituto Aço Brasil, mostrou queda de 17,1 milhões de toneladas nas vendas acumuladas de janeiro a novembro – uma redução de 15,4% com relação ao mesmo período do ano anterior, as distribuidoras de aço decidiram no final de 2015 acompanhar os agressivos preços de mercado na tentativa de reduzir o volume de seus estoques e de gerar caixa para as pesadas contas do final do ano. No entanto, o que se constatou foi uma grande discrepância entre os preços da distribuição e das usinas.

Enquanto no mês de dezembro os preços da BQ na distribuição caíram em média algo em torno de 6,6%, os preços das usinas mostraram um aumento de 5,33%, na comparação com o mês anterior .

E justamente os produtos da distribuição que mais sofreram com esta discrepância em relação aos preços das usinas foram as Chapas Finas a Quente – CFQ, uma vez que o mercado nacional produtor está maior do que o consumidor.

Entretanto, acredita-se que agora, com o aumento efetivo dos preços das usinas nacionais, a distribuição tenda a subir seus preços de tabela gradativamente neste mês de janeiro. Alguns distribuidores já informaram o estabelecimento destes novos reajustes em suas tabelas de preços, porém, na prática, como o mercado consumidor ainda muito fraco, os distribuidores estão flexíveis com o repasse do aumento na tentativa de manterem suas contas em equilíbrio.

Fonte: Infomet

 

Após reunião, impasse entre CSN e sindicato continua; ameaça é de 3 mil cortes

A estimativa do sindicato é de que 3 mil funcionários deverão ser dispensados pela siderúrgica e que o valor dos contratos com fornecedores seja reduzido em 35%

As negociações entre a Companhia Siderúrgica Nacional (CSNA3) e o Sindicatodos Metalúrgicos do Sul Fluminense sobre as possíveis demissões na Usina PresidenteVargas, em Volta Redonda, não avançaram na reunião realizada na manhã desta quarta-feira, 6. Um novo encontro foi marcado para a quinta-feira, 7, às 9 horas, dessa vez com a participação da Gerência de Relações Trabalhistas do Ministério do Trabalho na cidade.

A estimativa do sindicato é de que 3 mil funcionários deverão ser dispensados pela siderúrgica e que o valor dos contratos com fornecedores seja reduzido em 35%. A CSN não confirma os números. Os cortes na empresa seriam reflexo da paralisação do alto-forno 2 da fábrica. A companhia analisa se desligará o equipamento ou adotará uma parada temporária para manutenção, para depois reavaliar as condições de mercado. A capacidade instalada deprodução da CSN é de 5,6 milhões de toneladas por ano e o alto-forno 2 responde por 30% dela.

“A CSN insiste nas demissões e retiradas de direitos. A empresa está radicalizando”, diz o presidente do sindicato, Silvio Campos. De acordo com a assessoria de imprensa do sindicato, a entidade considera a proposta da empresa um “pacote de maldades”, que inclui a suspensão do pagamento do adicional de 70% do abono de férias negociado nos últimos anos e a expansão do turno de trabalho de seis horas para oito ou 12 horas diárias.

O sindicato afirma que não negociará nenhum direito conquistado e chegou a sugerir a adoção de um Programa de Demissão Voluntária (PDV) ou adesão ao Programa de Proteção ao Emprego (PPE). Lançado no ano passado pelo governo Dilma Rousseff, o PPE prevê que a jornada de trabalho e os salários sejam reduzidos em até 30% em momentos de crise ou de queda expressiva de produção.

Para o empregado, no entanto, o salário é cortado em até 15%, porque há uma complementação pelo governo com os recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Os trabalhadores querem que a empresa de Benjamin Steinbruch dê um número preciso de demissões previstas.

A usina de Volta Redonda tem dez mil funcionários. As potenciais demissões na CSN preocupam o governo federal. Além da CSN, a Usiminas já anunciou o corte de cerca de 4 mil vagas com a desativação da usina de Cubatão (SP), a partir deste mês. Se os números se confirmarem serão 7 mil postos de trabalho fechados apenas nas duas companhias.

Fonte: Infomoney

Redação On janeiro - 7 - 2016
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