Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017






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Minério de ferro sobe no mercado futuro da China

Os contratos futuros do minério de ferro negociados na bolsa de Dalian subiram mais de 1 por cento nesta segunda-feira, ampliando um rali recente que garantiu um alívio para a matéria-prima após perdas acentuadas neste ano.

Mas os acordos no mercado físico permanecem escassos, dando pouca expectativa de recuperação nas cotações no próximo ano.

O excesso de oferta global e o encolhimento da demanda chinesa de aço têm afetado o mercado de minério de ferro, que verificou perdas de 44 por cento este ano.

Os preços, no entanto, viram um pequeno aumento nas últimas duas semanas, com os comerciantes fechando posições no contrato que expira em dezembro, disse um operador de Xangai, acrescentando que não há otimismo sobre a continuidade do rali.

O contrato mais ativo de minério de ferro, o maio, subiu 1,5 por cento na bolsa de Dalian, fechando em 309 iuanes (47,64 dólares) por tonelada, após encerrar em alta pela segunda semana consecutiva na sexta-feira.

“A atividade no lado físico está muito tranquila. A maior parte da compradores no mercado não está pronta para receber novas cargas no final do ano”, disse um operador.

O minério de ferro para entrega imediata ao porto de Tianjin da China está cotado em torno de 40 dólares por tonelada, de acordo com o The Steel Index.

Fonte: DCI

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Indústria da China continua contraída

PEQUIM  –  Os índices dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor industrial da China, medidos pelo governo e pela iniciativa privada, mostraram fraqueza na atividade setorial.

Ambos permanecem abaixo de 50, número que divide a atividade do setor entre contração (abaixo de 50) e expansão (acima de 50).

O PMI medido pelo grupo de mídia Caixin registrou 48,2 em dezembro, recuando em relação aos 48,6 em novembro, de acordo com dados divulgados pela empresa nesta segunda-feira, em conjunto com o Instituto Markit. A expectativa do mercado era de 49.

O sub-índice para o total de novas encomendas continuou a cair, enquanto o subíndice de exportação diminuiu pela primeira vez em três meses, segundo o Caixin. “A queda no índice mostra que a economia está enfrentando um maior risco de enfraquecimento”, disse He Fan, economista-chefe do grupo de mídia.

O resultado divulgado pelo Caixin veio em sentido contrário ao PMI medido pelo governo. Na última sexta-feira, o governo da China divulgou a versão oficial do PMI, que apontou uma tentativa de recuperação do indicador industrial, para 49,7 em dezembro de 2015, ante 49,6 em novembro.

Mas, apesar da alta, o indicador oficial também decepcionou, uma vez que veio abaixo do que era esperado pelos economistas, 49,8.

O governo da China também divulgou na sexta-feira passada o PMI do setor não manufatureiro (serviços e construção civil), que avançou para 54,4 em dezembro de 2015, ante 53,6 em novembro.

(Dow Jones Newswires) – 04/01/2016

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China impõe aversão ao risco global; Bovespa cai e dólar passa de R$ 4

SÃO PAULO  –  Os mercados financeiros globais retomaram os negócios no novo ano em clima de aversão a risco. Indicadores econômicos mais fracos vindos da China alimentaram a preocupação com o desempenho da economia global neste calendário e determinaram a queda forte das bolsas internacionais, o fortalecimento do dólar e a demanda por títulos do Tesouro americano.

Outro tema que está no radar e ajuda a limitar a busca por risco é geopolítico: Arábia Saudita e Irã romperam relações diplomáticas. A embaixada saudita sofreu um ataque em Teerã, liderado por manifestantes que protestavam contra a execução, pela Arábia Saudita, do clérigo xiita Nimr Baqer al-Nimr no sábado. Em reação, os preços do petróleo no mercado internacional registravam alta.

Os mercados brasileiros seguem o mau humor externo e o Ibovespa aprofunda a queda, perdendo o piso de 43 mil pontos. O dólar subia firme e volta a superar a linha de R$ 4, enquanto os juros futuros ampliavam o prêmio de risco embutido nos contratos.

Bolsa

Números ruins na China fazem o Ibovespa ter um primeiro pregão de 2016 de queda. O índice recuava 1,56 % às 13h44, para 42.672 pontos.

Ações de mineração e siderurgia estavam entre os destaques de baixa . Usiminas PNA recuava 5,81%, seguida por Gerdau Metalúrgica PN (-3,01%), Vale PNA (-1,66%) e Vale ON (-1,61%).

A alta do petróleo, por outro lado, faz com que as ações da Petrobras se destaquem entre as blue chips (papéis mais negociados). Petrobras PN ganhava 2,84% e a ON avançava 2,10%.

Fora do Ibovespa, as ações da Logística Intermodal (Log-In) disparavam, com ganho de 21,5%, depois de abrirem em queda de 32%.

O papel devolve forte valorização que começou na semana passada, após notícia do Valor afirmar que a empresa recebeu uma proposta firme de um investidor interessado em comprar o controle acionário. A operação ainda não foi fechada.

As ações do Itaú cediam em linha com o Ibovespa, com perda de 1,96%. O banco anunciou um contrato de compra e venda com o BTG Pactual comprometendo-se a comprar 81,94% de participação no capital social da Recovery do Brasil Consultoria S.A., correspondente à totalidade da participação do BTG na Recovery, pelo valor de R$ 640 milhões.

Câmbio

O dólar já saiu das máximas em três meses, mas segue em firme alta contra o real nesta segunda-feira. A aversão a risco no exterior, ditada por dados mais fracos vindos da China, é o principal fator citado por analistas hoje para justificar a pressão no câmbio.

Mas a persistente incerteza com a economia e política no plano legal dá mais combustível ao movimento de compra de dólares no Brasil. Não por acaso o real registra hoje a maior queda frente ao dólar, considerando as principais moedas. Isso mesmo depois de já ter perdido um terço de seu valor só no ano passado.

Às 13h46, o dólar comercial subia 2,18%, a R$ 4,0425. Na máxima, a cotação foi a R$ 4,0635, maior patamar desde 29 de setembro (R$ 4,1530).

O dólar para fevereiro tinha alta de 1,89%, a R$ 4,0745, após alcançar R$ 4,0985.

Juros

Os juros futuros subiram fortemente na abertura, mas chegaram ao fim da manhã desta segunda-feira perto dos níveis de ajuste da última sessão.

Dentre as notícias divulgadas em meio às festas de fim de ano, a presidente Dilma Rousseff sancionou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2016, mas com 58 vetos, entre eles o reajuste dos benefícios do Bolsa Família. A decisão pode aumentar as tensões entre o governo e líderes sociais, cujo apoio no embate contra o processo de impeachment é considerado crucial.

Outra informação que merece atenção é a de que o governo anunciou o pagamento de R$ 72,4 bilhões referentes às chamadas “pedaladas fiscais”, dívidas com o BNDES, FGTS, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil. A expectativa do Palácio do Planalto é que a medida enfraqueça ações em prol do impeachment de Dilma.

Às 13h47, o DI janeiro de 2017 indicava 15,845% ao ano, ante 15,869% no ajuste anterior. O DI janeiro de 2018 mostrava 16,550%, frente a 16,530% no último ajuste. O DI janeiro de 2021 tinha alta a 16,660%, ante 16,619% no ajuste anterior.

Valor Econômico – 04/01/2016

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BC da China fixa yuan frente ao dólar no nível mais baixo desde 2011

PEQUIM  –  O banco central da China definiu que a cotação do yuan frente ao dólar nesta segunda-feira é de 6,5032, enfraquecendo a moeda chinesa ante a última cotação, de 6,4936, e levando o yuan ao nível mais baixo frente à moeda americana desde 2011.

No mercado à vista, o yuan se valorizou para 6,5000 em relação ao dólar, mas passou para uma baixa intradia de 6,5140, nível não visto desde abril de 2011.

O dólar geralmente tem valorização nas vésperas das atas do comitê de política monetária do banco central americano (Fed). Um tom insinuando a necessidade de um maior aumento das taxas de juros dos Estados Unidos mais à frente pode impulsionar com mais força o dólar. O câmbio nesse momento é de 6,5093 yuan por dólar, mais fraco que o último fechamento, de 6,4936.

No ano passado, o governo chinês mudou a forma de definir o câmbio, incluindo elementos na mercado na definição da taxa para torná-la mais próxima da realidade. Desde então, a tendência tem sido de baixa para o yuan.

(Dow Jones Newswires) – 04/01/2016

Redação On janeiro - 4 - 2016
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