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Tera-feira, 26 de Setembro de 2017






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Déficit de novembro foi menor que o estimado

No mês de novembro, o déficit em transações correntes ficou em US$ 2,9 bilhões, menor que os US$ 4,5 bilhões estimados. Já o Investimento Direto no País (IDP) ficou em US$ 4,9 bilhões, também acima dos US$ 4,8 bilhões projetados. Para dezembro, o BC prevê déficit de US$ 5,6 bilhões e IDP de US$ 6,1 bilhões. Até o dia 17, a entrada de IDP somava US$ 5,2 bilhões. Em 12 meses até novembro, o déficit em conta corrente foi de US$ 68 bilhões, ou 3,7% do PIB, enquanto o IDP totaliza US$ 69,9 bilhões, ou 3,8% do PIB. Assim, o investimento voltou a financiar integralmente o déficit pela primeira vez desde agosto de 2014.

No mês, a remessa de lucros ficou em US$ 882 milhões, contra US$ 2,1 bilhões um ano antes. A parcial para o mês de dezembro mostra remessas de US$ 1,9 bilhão até o dia 17. A conta de viagens internacionais apresentou déficit de US$ 505 milhões, recuando de US$ 1,2 bilhão em novembro de 2014. A parcial mostra resultado negativo de US$ 326 milhões até o dia 17, o que sugere déficit de US$ 527 milhões até o fim do mês, segundo projeções lineares.

O investimento em carteira mostrou firme ingresso no mês passado, com entrada de US$ 6,2 bilhões. No mercado de ações o ingresso foi de US$ 436 milhões e na renda fixa (negociada no país) entraram outros US$ 4,7 bilhões. Agora em dezembro, no entanto, a sazonalidade fala mais alto, já que fundos e investidores costumam zerar posições para fechar balanço do ano. Até o dia 17, o mercado de ações tinha retirada de US$ 1,6 bilhão e a renda fixa perdia US$ 202 milhões.

Segundo dados do BC, em novembro, as novas emissões de dívida externa de médio e longo prazo por empresas privadas e estatais somaram o equivalente a 72% das amortizações vencidas ao longo do mês. No ano, o percentual está em 103%, contra 156% em igual período do ano passado. Na parcial de dezembro, até o dia 17, a taxa de rolagem está em 36%. Mesmo com esse desempenho no início deste mês, Maciel disse que, no ano, essa taxa deve ficar “bem próxima” de 100%, refletindo a baixa liquidez do mercado internacional. De janeiro a novembro, a taxa de rolagem estava em 103%. Rolagem abaixo de 100% aponta que as novas colocações não foram suficientes para cobrir todos os pagamentos.

Valor Econômico – 22/12/2015

 

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Mercosul quer acordo com UE em 2016

Os países do Mercosul pretendem fechar, no primeiro trimestre de 2016, o acordo de livre comércio com as nações da União Europeia (UE), que vem sendo negociado por ambos os blocos há mais de dez anos. Em seu discurso de abertura da cúpula de presidentes, realizada ontem em Assunção, o presidente do Paraguai, Horacio Cartes, assegurou que “a oferta do Mercosul está pronta”.

— É prioritário concretizar o postergado acordo entre Mercosul e União Europeia.

Estamos falando de novos nichos de mercado, possibilidades comerciais, foi um dos avanços mais significativos em nossa gestão — disse Cartes, em referência aos seis anos de presidência temporária do Paraguai no bloco, mandato encerrado ontem e transmitido ao Uruguai. — Só nos resta esperar a confirmação da data por parte da União Europeia para fazer a troca (de ofertas).

Cartes afirmou, ainda, que seu país propôs um encontro de chanceleres com os países da Aliança Pacífico (México, Colômbia, Peru e Chile), para discutir acordos bilaterais entre os dois blocos.

O novo presidente da Argentina, Mauricio Macri, também defendeu a importância de dar impulso ao acordo com a UE.

— Não fizemos o suficiente, chegou a hora de pisar no acelerador. Avançar no acordo com a UE é prioridade, e a Argentina está comprometida. Mas temos de chegar a todos os mercados — assegurou Macri. MACRI QUER MAIS PARCERIAS O presidente argentino, que participa de sua primeira reunião de chefes de Estado do bloco, reiterou seu interesse também em um acordo com os países da Aliança Pacífico.

— O mundo do século XXI oferece múltiplas alternativas, e não existe razão para limitarnos. Penso nos sócios da Aliança Pacífico — comentou.

Já a presidente Dilma Rousseff afirmou que o “o Mercosul é fundamental para o desenvolvimento brasileiro” e pediu a eliminação de barreiras comerciais no bloco.

— Queremos concluir acordo ambicioso, abrangente com a União Europeia — acrescentou Dilma, que parabenizou os esforços do presidente Cartes em relação às negociações com o bloco europeu.

A presidente expressou, ainda, a necessidade de negociar entendimentos comerciais com os países andinos, a Aliança do Pacífico e outros blocos.

O Globo – 22/12/2015

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Venezuela é o pomo da discórdia em reunião do Mercosul

O encontro começou num clima muito cordial. Mas bastou o presidente da Argentina, Mauricio Macri, propor a libertação de políticos de oposição, presos na Venezuela, para a chanceler daquele país, Delcy Rodriguez, revidar duramente, o que marcou a reunião de chefes de Estado do Mercosul pelo confronto ideológico que divide o bloco.

Parecia até que o assunto não suscitaria o debate, já que o clima pacífico da eleição parlamentar na Venezuela, no dia 6, havia levado Macri a desistir de invocar a cláusula democrática para suspender o país do Mercosul.

Mas Delcy foi ao encontro preparada para dar ao argentino de centro-direita recentemente eleito presidente da República uma resposta à altura do que entende essa política de 45 anos, filha do fundador de um partido marxista, morto pelo serviço de inteligência venezuelano na década de 70. O presidente Nicolás Maduro não compareceu à cúpula do Mercosul. Fez-se representar pela chanceler.

Na sua vez de discursar na sede da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), Macri pediu “pela pronta libertação dos presos políticos na Venezuela”. Segundo disse, não pode haver no bloco “lugar para perseguição política por razões ideológicas nem a privação ilegítima da liberdade por pensar diferente”.

A primeira a contestar o argentino foi a presidente Dilma Rousseff. A brasileira usou sutileza e um pouco de diplomacia. Em seu discurso, apontou “construção e consolidação da democracia depois de anos de autoritarismo” na região. Em seguida, citou o próprio exemplo da eleição de Macri e a parlamentar na Venezuela. “Dois exemplos recentes que mostram a nossa maturidade”, destacou Dilma.

Ao desejar a Macri “êxito para conduzir os destinos da Argentina”, completou: “Também felicito o presidente Maduro e o povo venezuelano pelo espírito democrático que marcou as eleições do país”. Encerrou, depois o discurso de maneira leve ao convidar os presentes a acompanhar a Olimpíada no Rio, em 2016 – “sei que todos gostam de futebol”, disse – e desejou boas festas.

Delcy aguardava a sua vez. Antes de responder a Macri, porém, a venezuelana anunciou solidariedade a Dilma “pelo assédio que a presidente brasileira vem sofrendo” e disse que Maduro “lhe enviava um carinho”.

A chanceler levou fotos para ilustrar sua fala. A primeira imagem mostrava Leopoldo Lopez, oposicionista condenado a 13 anos de prisão, acusado por incitar atos de violência durante as manifestações de fevereiro de 2014, que terminaram com vários mortos e incêndios.

“O senhor está fazendo ingerência sobre um assunto da Venezuela; está defendendo essa pessoa, nós sabemos”, disse a chanceler, ao rapidamente exibir outra imagem, desta vez de cenas de violência durante as manifestações. “O senhor está defendendo esse tipo de manifestação; bazucas foram usadas. Incendiaram o Ministério Público e serviços essenciais”, destacou.

As declarações da representante venezuelana provocaram profundo mal-estar na reunião. Os demais chefes de Estado continuaram seus discursos sem entrar no mérito da discussão.

Enquanto a representante da Venezuela falava,assessores de Macri e a chanceler argentina, Susana Malcorra, nitidamente incomodados, conversavam com o presidente argentino, numa suposta orientação de como ele deveria proceder diante do problema que o envolveu logo em sua estreia na cúpula Mercosul. Decidiram que não dariam nenhuma resposta durante a reunião.

À saída do encontro, depois que todos posaram para fotos, a chanceler argentina conversou com jornalistas sobre o episódio. Ela destacou que os chefes de Estado de todos os países que compõem o Mercosul assinaram, no encontro de Assunção, uma declaração que prevê a criação de um grupo de trabalho para monitorar a questão dos direitos humanos no bloco. O texto foi depois distribuído pela organização do evento.

Segundo Susana, o mecanismo de revisão dos direitos humanos na região complementará o que se faz no conselho de direitos humanos das Nações Unidas. “Esse será um elemento essencial das nossas relações na região”, disse a chanceler argentina.

A chanceler argentina reconheceu que, do ponto de vista político, “há certas visões diferentes” no Mercosul. Mas isso, disse Susana, favorece a “união da diversidade”.

Valor Econômico – 22/12/2015

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China amplia medidas para aquecer economia

A China vai manter as políticas monetária e fiscal expansionistas em 2016 para ajudar a apoiar a economia em desaceleração, disse uma fonte com conhecimento direto de uma importante conferência econômica ontem.

O governo vai tomar medidas para expandir a demanda agregada enquanto avança com as reformas “do lado da oferta” no próximo ano, disse a fonte que informou um pequeno grupo de repórteres sobre a reunião de alto nível.

“Nós precisamos que a economia cresça a um certo ritmo para que as reformas estruturais sejam executadas”, disse a fonte, que pediu anonimato. Os principais líderes chineses começaram sua reunião anual para elaborar os planos econômicos e de reformas de 2016, noticiou a mídia estatal.

A fonte disse que a recuperação econômica, tanto da China quanto do resto do mundo, deve ter “formato de L” daqui pra frente, implicando um período sustentado de crescimento modesto na sequência de uma forte desaceleração. “Porque nós percebemos que será ‘em formato de L’ não podemos usar apenas políticas do lado da demanda para conduzir a economia”, disse.

Instituto

A economia chinesa em 2016 ainda vai encarar pressão negativa relativamente grande e a velocidade do crescimento econômico pode cair mais, disse um dos principais institutos de pesquisa e planejamento, recomendando mais afrouxamento da política monetária, noticiou o jornal Economic Daily no domingo.

A Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma (NDRC, na sigla em inglês) recomendou que o governo chinês continue a cortar a taxa de juros e a taxa do compulsório dos bancos para impulsionar o crescimento vacilante da segunda maior economia do mundo. O país também tem que ceder à pressão para a desvalorização do iuane, disse o instituo, para impulsionar as exportações. Pequim tem enfrentado dificuldades para alcançar sua meta de crescimento econômico ao redor de 7% neste ano, apesar de uma série de medidas de incentivo nos últimos meses.

A NDRC prevê que o crescimento do investimento deve cair para cerca de 9% em 2016. De janeiro a novembro deste ano, o crescimento dos investimentos em ativos fixos foi de 10,2% em comparação ao ano anterior. Já os investimentos em bens imobiliários devem ficar estáveis, segundo o relatório. O consumo pode se deparar com um crescimento anual de um dígito em 2016, enquanto as exportações devem crescer ligeiramente, disse o instituto. O NDRC também recomendou expandir o déficit fiscal da China para apoiar os principais projetos e possivelmente emitir mais títulos dos governos central e locais.

A agência estatal Xinhua também reportou ontem que a política fiscal proativa do país precisa ser mais vigorosa. A conferência também informou que o governo precisa reduzir o nível de estoque de seu setor imobiliário. A China vai ainda adotar mais medidas para lidar com os riscos financeiros e efetivamente afastar os riscos de dívida de governos locais, disse a conferência segundo a agência. A política econômica da China em 2016 vai focar na desalavancagem, acrescentou.

blue chips

Enquanto fontes do governo pedem medidas fiscais mais proativas para alavancar a economia doméstica, o índice de blue chips da China CSI300 saltou para uma máxima de quatro meses ontem, liderado por avanços em papéis imobiliários, de bancos e de consumo uma vez que investidores optaram por grandes empresas com preços atrativos.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 2,6%, para 3.865 pontos, maior nível de fechamento desde 19 de agosto.

O índice de Xangai ganhou 1,78%, para 3.642 pontos, máxima em quatro semanas.

Analistas avaliaram que o avanço registrado foi inspirado por uma onda recente de aquisições de papéis por empresas de seguros que buscam rendimentos, com destaque para a batalha pelo controle da chinesa Vanke Co.

DCI – 22/12/2015

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BCE vai manter política monetária frouxa o tempo que for necessário, diz Praet

O Banco Central Europeu (BCE) vai manter a política monetária frouxa pelo tempo que for necessário, tendo em consideração riscos como o crescimento mais lento nas economias emergentes, disse o economista-chefe do banco, Peter Praet, em uma entrevista a um jornal belga ontem.

O BCE cortou a taxa de depósito neste mês e a estendeu seu programa de compra de ativos em uma tentativa de levar a inflação da zona do euro, atualmente pouco acima de zero, de volta à sua meta de quase 2%.

“Ele [o BCE] vai perseguir uma política monetária expansionista pelo tanto que for necessário. Sem dar uma data, o cronograma é bastante longo”, adiantou Praet na entrevista. Ele também é membro da Comissão Executiva do banco, ao La Libre Belgique.

“Riscos adicionais surgiram da desaceleração dos países emergentes, riscos que são bem significativos para a zona do euro. Também há pressões de baixa para os preços no setor manufatureiro como resultado do excesso de produção e do nível de desemprego muito alto”, complementou.

Ele acrescentou, no entanto, que o BCE não pode agir sozinho e que os governos precisam fazer sua parte também.

Ajuda

Também ontem a Comissão Europeia aprovou o plano de Portugal para fornecer mais de 2,25 bilhões de euros em ajuda estatal para facilitar a venda do banco Banif para a unidade local do espanhol Santander, segundo comunicado divulgado.

O órgão executivo da UE permitiu ajuda estatal de até 3 bilhões de euros, para incluir uma garantia do Estado para cobrir mudanças recentes no valor das participações vendidas para o Santander Totta.

“O Banif já recebeu ajuda estatal significativa, mas não conseguiu se tornar viável sozinho”, disse Margrethe Vestager, comissária responsável pelas políticas de competição, em comunicado.

“As medidas aprovadas ontem permitem ao Banif sair ordenadamente do mercado e que um banco robusto assuma grande parte de suas atividades em benefício de seus clientes”, disse a comissária.

Em janeiro de 2013, a Comissão aprovou temporariamente apoio estatal de 1,1 bilhão de euros para permitir ao Banif atender a requerimentos mínimos de capital.

Em comunicado separado, a Comissão, que regula os 28 membros da União Europeia, aprovou uma prorrogação das garantias estatais para bônus emitidos pelo banco português Novo Banco no montante nominal de 3,5 bilhões de euros.

DCI – 22/12/2015

Redação On dezembro - 22 - 2015
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