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Tera-feira, 21 de Novembro de 2017






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Mercado eleva projeção de juros e inflação para 2016

SÃO PAULO  –  Os analistas de mercado consideram que o Banco Central continuará a apertar a política monetária em 2016 para controlar a inflação, apesar da forte queda da atividade econômica. O boletim Focus divulgado hoje mostra que a mediana das estimativas para a Selic subiu de 14,63% para 14,75%. Já a média das projeções, que avançou de 14,92% para 15,09%, indica que as expectativas seguem em direção a um aperto ainda maior. Atualmente, a taxa básica de juros está em 14,25%.

O mercado financeiro acredita que o Banco Central vai elevar a Selic em 0,50 ponto percentual, para 14,75%, em janeiro e prevê que, em abril, o juro terá chegado a 15,25% ao ano. A taxa ficaria neste nível até outubro e seria reduzida a 14,75% em dezembro de 2016. A partir daí seria gradualmente reduzida a 13% até junho de 2017.

As projeções para a inflação pioraram. A mediana das estimativas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano subiu de 10,61% para 10,70% e, para 2016, saiu de 6,80% para 6,87%. A mediana em 12 meses saiu de alta de 7,01% para 7,04%

Os analistas Top 5, os que mais acertam as projeções, vão na direção contrária ao resto do mercado no quesito juros: a mediana de suas projeções de médio prazo para a Selic caiu de 13,63% para 13%. A média recuou de 13,81% para 13,65%. Mas como os outros analistas, esse grupo também elevou suas estimativas de inflação para 2015, de 10,72% para 10,77%, e para 2016, de 7,21% para 7,28%.

Atividade

O Focus também mostrou que a expectativa para a atividade econômica continuou a se deteriorar. A mediana para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano saiu de queda de 3,62% para retração de 3,70%, e a de 2016 piorou – de contração de 2,67% para 2,80%.

As projeções para a produção industrial foram mantidas em queda de 7,7% neste ano e recuo de 3,45% no próximo.

Valor Econômico – 21/12/2015

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Analistas projetam ‘rombo’ de R$ 100 bilhões no Orçamento de 2016

Analistas de mercado estimam um rombo em torno de R$ 100 bilhões no recém-aprovado Orçamento do governo federal para 2016.

Segundo pesquisa realizada pelo Ministério da Fazenda com esses analistas, a receita projetada para o próximo ano ficará em R$ 1,1 trilhão, já descontadas as transferências obrigatórias a Estados e municípios.

No texto orçamentário aprovado na semana passada pelo Congresso, o governo afirma contar com recursos de R$ 1,2 trilhão —a diferença entre os valores é de exatos R$ 98,8 bilhões.

As expectativas de mercado para as contas do governo constam da primeira edição do boletim mensal Prisma, publicado pela Fazenda na última sexta-feira (18), quando foi formalizada a queda do ministro Joaquim Levy.

Os dados dão dimensões mais precisas das desconfianças que rondam o Orçamento de 2016 desde a proposta inicial do Executivo, apresentada em agosto.

No texto que passou no Congresso, as contas só fecham com um aumento tão vigoroso quanto incerto da arrecadação de impostos e contribuições. Em plena recessão, espera-se uma alta de 7,9% acima da inflação sobre a receita deste ano.

Estão nesse cálculo recursos que dependem de uma difícil tramitação no Congresso. O exemplo principal são os R$ 10,2 bilhões com a ressurreição da CPMF, contribuição que incide sobre os débitos em conta corrente.

Estão previstos R$ 4 bilhões com a venda de ações do IRB (Instituto de Resseguros do Brasil) e da Caixa Seguridade, que não foi realizada neste ano devido às condições adversas do mercado.

Outros R$ 3,6 bilhões viriam de uma cobrança de dívidas com a União.

EFEITO RECESSÃO

O maior risco, no entanto, é o impacto do encolhimento da economia na arrecadação tributária. Quando o Orçamento foi elaborado pelo Executivo, projetava-se uma alta de 0,2% do PIB (Produto Interno Bruto). Hoje, o mercado estima uma queda próxima dos 3%.

Foi justamente a recessão acima das expectativas que derrubou neste ano a meta de poupar R$ 55,3 bilhões das receitas federais para o abatimento da dívida pública.

Em vez dessa poupança, conhecida como superavit primário, o governo prevê agora um deficit de R$ 51,8 bilhões —que pode passar dos R$ 100 bilhões se forem regularizados compromissos atrasados de anos anteriores.

Para 2016, o governo chegou a elaborar um Orçamento com deficit de R$ 30,5 bilhões, mas o texto modificado no Congresso estipula um superavit de R$ 24 bilhões.

Na pesquisa da Fazenda, o ponto central das expectativas do mercado é um deficit de R$ 53,1 bilhões.

Para a assessoria do senador José Serra (PSDB-SP), o governo terá de fazer um corte de R$ 55 bilhões em despesas para cumprir a meta.

Folha de S.Paulo – 21/12/2015

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Se ele for agradar ao PT, vai ser um grande fracasso, diz Mansueto

A troca na Fazenda não foi exatamente uma surpresa, mas a nomeação de Nelson Barbosa, sim, diz Mansueto Almeida, especialista em contas públicas. Ele diz que o novo ministro não precisa apelar para medidas fiscais drásticas no curto prazo, mas enviar algum sinal de que o governo tem base para aprovar reformas estruturais. Para Almeida, que participou da campanha de Aécio Neves, a intimidade com o governo não deve dar alívio a Barbosa. “O que vai sair daí é uma grande “incógnita”. A seguir, trechos da entrevista.

Valor:O sr. esperava a nomeação de Barbosa para a Fazenda?

Mansueto Almeida: A troca de ministro não foi surpresa porque o Levy foi continuamente boicotado pelo governo e pelo PT. A surpresa é que as condições hoje são piores do que há um ano, então se esperava alguém tão ou mais ortodoxo do que o Levy. A nomeação do Barbosa foi uma surpresa. Sem demérito nenhum, ele ocupou três cargos importantes na gestão do Mantega, de 2007 a 2013, e, portanto, fazia parte da equipe formuladora dessa política desastrosa.

Valor:Mas ele não deixou o ministério em 2013 por discordar da política?

Mansueto: Mais ou menos. Ele discordava dos excessos cometidos na parte fiscal. Mas se você pergunta se concessão de subsídios ou a política de conteúdo local foram erradas, ele fala que não.

Valor:O receio de retorno à nova matriz econômica faz sentido?

Mansueto: Se olharmos para o que o Barbosa tem declarado, é possível dizer que entrou para dar continuidade à agenda Levy. O que assusta é que o partido espera uma agenda diferente, de aumentar investimento e continuar subsídio. Se ele for agradar o PT, vai ser um grande fracasso porque a agenda do PT não combina com a agenda de ajuste estrutural que a economia precisa. Do contrário, Barbosa será uma grande decepção para o PT e sofrerá os mesmos problemas que Levy com um agravante: Levy era extremamente respeitado pela oposição e tinha conseguido criar canais diretos de comunicação. O que vai sair daí é uma incógnita.

Valor:O que precisa ser feito?

Mansueto: Se não se consegue fazer ajuste fiscal no curto prazo, como o governo gostaria, é preciso dar sinais concretos de melhora das regras de longo prazo, modificando a dinâmica na despesa, que é algo que o Barbosa já disse que quer. Só que é tudo difícil. Levy tentava e não teve apoio do PT.

Valor:Não é em razão desse apoio que ele pode conseguir avançar?

Mansueto: Eu não tenho essa leitura. Vai depender muito da ala política do governo o que o Barbosa vai fazer. No governo, ele era um formulador que dava ideias à presidente, mas seguia ordens. O melhor exemplo é a posse dele no Planejamento, em que criticou a regra de salário mínimo, a presidente se mostrou contrariada e no dia seguinte ele voltou atrás.

Valor:Mas a chegada à Fazenda não pode dar a ele mais poder?

Mansueto: Espero que sim. Que o novo ministro seja muito diferente daquele do governo Dilma e Lula, mas dado que a maior restrição vem das ideias do PT, não vejo como isso pode melhorar.

Valor:Essa correção deveria começar por onde?

Almeida: Não necessariamente com medidas drásticas de curto prazo, mas com algum sinal de que o governo tem base política para aprovar no Congresso um conjunto de reformas estruturais. Mas tudo é incerto. O governo tem pouco mais de 130 votos na Câmara e com isso não aprova emenda constitucional. E tem a batalha do impeachment, em que a presidente vai querer agradar a partidos para barrar o processo. Não tenho nada contra o Barbosa, ele é uma pessoa séria, mas a dificuldade que vai ter vai ser igual ou maior de que Levy teve. O aparente namoro com o PT é baseado na expectativa de ele assine embaixo da agenda da Fundação Perseu Abramo. Não acredito que o fará, mas se o fizer caminhamos para uma crise de proporções inimagináveis.

Valor Econômico – 21/12/2015

 

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Pragmatismo deve evitar volta à antiga política

Com Nelson Barbosa à frente da Fazenda, os desenvolvimentistas reassumem as rédeas da política econômica em meio à desconfiança do mercado financeiro, que se apressou em expressar temor com eventual volta do que chama de “nova matriz econômica”.

Economistas que conhecem o ministro, e mesmo os de perfil mais heterodoxo, no entanto, acreditam que Barbosa poderá imprimir um ritmo um pouco diferente de Joaquim Levy ao ajuste fiscal, mas não apostam em retorno da política econômica ao modelo que se viu no primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff.

Por diversos motivos, compartilham dessa visão simpatizantes e desafetos de Barbosa. Além de simplesmente não haver espaço para gastos, e menos ainda para ‘pedaladas’ – vale lembrar que o ministro é um dos envolvidos no processo que o TCU vai analisar em breve -, há quem avalie que, ao chegar ao tão almejado Ministério da Fazenda, ele não vai se arriscar em aventuras.

Na visão de um antigo colega de governo, Barbosa é, sim, um desenvolvimentista, mas também ambicioso. E sabe que, no delicado campo fiscal, algum êxito na aprovação de medidas de mais longo prazo poderiam lhe valer um precioso espaço de manobra no curto prazo para uma política fiscal não frouxa, mas um pouco menos apertada.

Alguns temores com relação à atuação do novo ministro persistem e não é à toa que o mercado tem reservas a ele. As duas ações que precipitaram o rebaixamento da nota de crédito do país por duas agências de rating – o envio de uma proposta de Orçamento com déficit e a possibilidade de zerar a meta fiscal de 2016 – foram atribuídas a ele. Essa tendência do ministro ao gradualismo é vista como algo a ser monitorado de perto.

Barbosa, diz uma fonte, também foi um dos idealizadores do modelo de desoneração da folha de pagamento, medida que teve custo alto e pouco retorno, além de fonte de distorções. Mas se a visão de Barbosa do ponto de vista da eficiência e da produtividade da economia preocupa, é na macroeconomia, diz a mesma fonte, que ele pode surpreender positivamente.

O novo ministro tem boa interlocução com o Congresso e a habilidade política conta a seu favor. Diferentemente de Levy, não contará com um opositor de peso no Planejamento. Sua chegada à Fazenda põe fim a longos embates dentro da equipe econômica, o que abrevia o tempo para propor e negociar medidas no Congresso. Além disso, esse processo não deve mais ter interferências em direções distintas como vinha ocorrendo e ficou patente na negociação da meta fiscal de 2016.

Barbosa é PhD em economia pela New School for Social Research, de Nova York, e também um longo currículo na administração federal. Com passagem longa por governos do PT, o economista participou ativamente da preparação do PAC, do Minha Casa, Minha Vida e em praticamente todas as medidas econômicas relevantes do primeiro mandato de Dilma. Mesmo à frente do Planejamento, não deixou de frequentar o Instituto Lula, em almoços nos quais os rumos da política econômica eram discutidos. “Se teve a benção do Lula, não sei. Mas não teve a oposição dele também”, diz uma fonte.

É esse longo relacionamento com o governo, segundo Luiz Gonzaga Belluzzo, ex-secretário de Política Econômica, que credencia Barbosa a fazer boa gestão. “Ele já estava no governo, participando das discussões e da formulação das medidas que foram tomadas e, portanto, é a solução mais natural e menos traumática”, diz. Para Belluzzo, Barbosa sabe que a questão crucial é ajudar a recuperar o investimento privado, ainda que seja com um “pequeno auxílio do governo, com as concessões”, diz. “Sem isso, não vamos conseguir tirar a economia da estagnação.”

Com a nomeação de Barbosa, diz Belluzzo, abre-se novamente a discussão “imprópria”, do retorno à nova matriz macroeconômica, o que qualifica como uma “bobagem”. “Não houve nova matriz. Na verdade, houve tentativa de prolongar o ciclo de consumo e só.”

Para Octavio de Barros, diretor do Departamento de Pesquisa Econômica do Bradesco, enganam-se aqueles que acreditam que o novo ministro não tem compromisso com o ajuste fiscal. “Estão rotundamente errados. É alguém que tem compromisso firme com o ajuste fiscal de longo prazo. Menos ainda acredito que venhamos a ter qualquer guinada relevante na condução da política econômica”, diz.

Professor de economia internacional da Universidade Federal Fluminense (UFF) e economista da área de planejamento do BNDES, André Nassif diz que Barbosa é economista de primeira linha e que seria um equívoco associá-lo à nova matriz. “Tachá-lo dessa forma não ajuda em um momento em que a economia depende muito de confiança”, diz.

De perfil heterodoxo, Nassif diz que Barbosa está certo em lutar por um superávit primário menor em meio à recessão, mas que não dá para tentar aumentar investimento público “na marra”. “Não dá para ser keynesiano na veia quando 15% da dívida pública está nas mãos de estrangeiros e 40% do estoque vence em dois anos.” Para Nassif, Barbosa sabe bem disso. “Ele não é um heterodoxo qualquer.” (Colaborou Tainara Machado, de São Paulo)

Valor Econômico – 21/12/2015

 

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Política econômica não muda com Barbosa, diz Armando Monteiro

O ministro do Desenvolvimento, Armando Monteiro, disse que a “política econômica não muda”, apesar da troca no Ministério da Fazenda.

Em Assunção, onde participa da cúpula do Mercosul, Monteiro afirmou que o novo titular, Nelson Barbosa, se relaciona bem com o Congresso e tem a confiança da presidente Dilma Rousseff.

“O ministro Nelson é alguém que esteve, nesse período todo, dentro da formulação da política econômica. As linhas gerais da política econômica não mudam, cada ministro tem um estilo, mas as linhas não mudam”, afirmou.

Monteiro acrescentou que o governo Dilma continuará buscando “firmemente” o equilíbrio fiscal, mas, ao mesmo tempo, gerar iniciativas para que a economia brasileira renha uma retomada.

O ministro também comentou a pesquisa Datafolha, que mostra uma recuperação da aprovação de Dilma Rousseff.

“O que nós desejamos é que este processo político no Brasil, que tem sido marcado por uma disputa muito radicalizada, dê lugar a uma discussão para promover mais rapidamente uma agenda econômica”, afirmou. “A disputa política, ao meu ver, embora legítima, ela deve ter como limite os interesses do país”.

Segundo ele, o processo de impeachment da presidente Dilma não foi tratado na reunião de ministros do Mercosul.

Folha de S.Paulo – 21/12/2015
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Entrevista / Luiz Gonzaga Belluzzo

Nelson Barbosa terá maior sensibilidade para implementar medidas de ajuste fiscal que não provoquem o efeito indesejado de derrubar investimentos, prevê o economista Luiz Gonzaga Belluzzo, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Ele, diz, porém, que não se pode ser otimista. “Devemos ser esperançosos.”

Qual sua avaliação sobre o período em que Joaquim Levy foi ministro da Fazenda?
O problema não era a pessoa do Levy, era a tentativa de fazer um ajuste que provocou desequilíbrio ainda maior, com aumento da dívida e do deficit fiscal. Os investimentos tiveram queda de 40% neste ano. Não é questão de ser contra ou a favor de ajuste. Mas o resultado foi ruim. Isso ocorreu porque se criou um consenso de que era necessário fazer o ajuste desse modo, não foi culpa do Levy. Atacar uma pessoa só pelo seria até falta de caráter.

O que o Levy fez não era necessário para restabelecer a confiança depois da gestão anterior, da qual Barbosa participou?
É importante notar que a taxa de investimento cresceu no governo Dilma. Subiu mais do que no governo Lula, no qual houve basicamente aumento no consumo. Um item que subiu nos oito anos em que ele esteve no Planalto foi a produção de máquinas e equipamentos, enquanto nos primeiros quatro anos de Dilma houve aumento expressivo na construção civil. Mas o agregado não revela o comportamento geral da indústria, catastrófico.

A desindustrialização vem de muito tempo, certo?
Nos últimos 25 anos ocorreu a perda desse elo dinâmico, o que modificou a conformação estrutural da economia. Com o câmbio no patamar em que esteve, não poderia ter sido diferente. O governo Dilma promoveu as desonerações tributárias para vários setores, mas isso não adiantou nada. Ela foi incorporada pelas empresas, como lucro.

Quais os erros do primeiro mandato de Dilma Rousseff?
O choque das tarifas públicas deveria ter sido feito lá atrás. O choque de juros, com a economia ainda indexada que temos, não resolveu a inflação. Com Arminio Fraga no Banco Central, a carestia chegou a 12,7% ao ano.

Não era necessário usar remédios fortes contra a inflação?
Não seria nenhuma tragédia deixá-la subir um pouco. A economia não pode ser algo de grande certeza, de brutalidade, pegando um modelo e pensando que se pode transpor para a realidade. Se o BC agora elevar os juros mais 1,5 ponto percentual, como se está dizendo, o desemprego irá a 12%. Isso vai aumentar o desequilíbrio a longo prazo. A dívida pública poderá atingir algo entre 80% e 85% do Produto Interno Bruto (PIB). O deficit nominal está acima de 9% do PIB.

E o que deveria ter sido feito?
O plano de concessões de infraestrutura deveria ter tido uma participação maior do governo. O que se viu, ao contrário, foi que os investimentos públicos despencaram neste ano. Eu vejo Barbosa tentando fazer o ajuste com maior abertura para o crescimento. É claro que há muitas coisas a fazer. A Previdência precisa ser revista. As coisas devem ser feitas a longo prazo, com persistência.

Então o senhor acha que é possível 2016 ser melhor do que 2015?
Sim, mas não devemos ser otimistas, e sim ser esperançosos.

Os mercados reagiram mal na sexta-feira à escolha de Barbosa. Não é um mau sinal?
Os agentes econômicos ficam nervosos, mas os pacientes econômicos também ficam. Às vezes, eu tenho a impressão de que alguns acham que só certas pessoas têm o direito de maximizar a utilidade. Se os mais pobres tentam fazer isso, parece que estão atrapalhando.

Correio Braziliense – 21/12/2015

Redação On dezembro - 21 - 2015
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