Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Tera-feira, 26 de Setembro de 2017






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Presidente da Abimaq defende ajuste fiscal, mas pede juros subsidiados

O ministro Joaquim Levy (Fazenda), convidado para o jantar de final de ano da Abimaq (representante do setor de máquinas do país), foi pressionado a reimplementar parte das medidas de incentivo à indústria, cortadas quando assumiu a pasta. Até as 22h20, o ministro ainda não tinha falado no evento.

Carlos Pastoriza, presidente da Abimaq, defendeu o ajuste fiscal, mas afirmou que o governo precisa compreender que a indústria “não pode ser asfixada até a morte pelo ajuste”.

O executivo pediu mais crédito e capital de giro “a custos razoáveis” e retorno dos programas de financiamento a juros subsidiados de máquinas e equipamentos PSI/Finame.

Pastoriza também pediu a volta do Reintegra “pelo menos até que se corrija o nosso sistema tributário” e a reforma do PIS/Cofins.

“No curto prazo, entendemos que esses instrumentos serão capazes de dar um pouco de fôlego para a indústria”, disse.

Em sua fala, Pastoriza disse por duas vezes que a noite era de “descarrego”, em referência às dificuldades enfrentadas pelo setor no ano de 2015.

Fonte: Folha de São Paulo

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Crise frustra montadoras que investiram no Brasil

Diversas montadoras que inauguraram fábricas no Brasil nos últimos três anos estão sentindo a amarga sensação de investidores do mercado financeiro que já compraram ações na alta e as tiveram que vender na baixa. Animadas com o potencial da economia brasileira, elas decidiram investir no país quando a demanda por automóveis e caminhões batia recorde, mas se depararam com um cenário adverso quando deram a arrancada na produção. Das 3,8 milhões de unidades de 2012, as vendas no que era o quarto maior mercado do mundo – hoje, é o sétimo – vão pouco passar de 2,5 milhões de veículos neste ano.

A realidade se mostrou bem aquém do que era previsto quando os empreendimentos foram projetados. A saída foi adiar planos ou redimensionar projetos. A chinesa Chery, por exemplo, não deve ocupar neste ano 10% da capacidade instalada de 50 mil carros anuais da nova fábrica em Jacareí, no interior paulista. Da mesma forma, a holandesa DAF está produzindo a média de dois caminhões por dia, quando a linha em Ponta Grossa (PR), de apenas dois anos, tem condições de fabricar 10 mil veículos a cada doze meses.

Há quem tenha jogado a toalha e fechado fábricas, como fez o grupo americano Navistar no complexo industrial que montava caminhões da marca International em Canoas (RS), inaugurado em junho de 2013. No sul de Goiás, a Suzuki, após dois anos de operação, desativou a unidade de Itumbiara e transferiu a montagem do jipe Jimny para Catalão, onde está o parque da Mitsubishi, que tem no Brasil o mesmo grupo controlador: a empresa MMC Automotores, do empresário Eduardo Souza Ramos e seu sócio, o BTG Pactual.

Os exemplos de experiências negativas se avolumam ao considerar que a Nissan, nona marca do país, vende hoje menos do que antes de abrir, em abril de 2014, as portas da fábrica no sul do Rio de Janeiro, quando trazia a maioria de seus carros do México. De janeiro a novembro, o volume da montadora japonesa caiu 13,4%.

Já a marca de luxo alemã BMW, que começou a montar automóveis no norte de Santa Catarina há pouco mais de um ano, tem seu melhor ano no mercado brasileiro. Porém, com alta de 6,2%, cresce menos do que a concorrência e perdeu a liderança do mercado nacional premium para a Mercedes-Benz, que traz os carros da Alemanha porque sua fábrica nacional ainda está em construção no interior paulista.

Na sexta-feira, a BMW anunciou que vai mudar em fevereiro o comando dos negócios no Brasil, com a troca de Arturo Piñeiro, atual presidente da filial, pelo português Helder Boavida, que hoje dirige a operação no México. Sustenta, porém, que a produção no Brasil segue o cronograma.

Mais do que a perspectiva de resultados promissores do mercado brasileiro, empresas como BMW, Chery e Nissan, que antes apenas compartilhava uma fábrica com a Renault no Paraná, lançaram ou, ao menos, aceleraram projetos industriais no Brasil por força de políticas que restringiram as importações de veículos. Depois que o governo, há quatro anos, sobretaxou os importados em 30 pontos percentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), e, depois disso, definiu cotas para importações do México, ter escala no mercado brasileiro se tornou inviável sem se desembolsar algumas centenas de milhões de dólares na produção local.

Só na Chery, o investimento para montar carros em Jacareí foi da ordem de US$ 400 milhões. Luis Curi, vice-presidente da montadora chinesa no Brasil, reconheceu em encontro com jornalistas na sexta-feira que, hoje, não teria decidido acelerar a construção da fábrica, como fez o grupo ao ser pressionado pela sobretaxa das importações. Neste ano, as vendas da marca caem 43%, representando meros 0,2% do mercado. Se considerado apenas o Celer, modelo fabricado no país, o volume pouco superou 1,2 mil veículos entre janeiro e novembro.

Instalar um polo de 25 fornecedores próximo à fábrica, atraindo ao local mais US$ 300 milhões em investimentos, não saiu dos planos. Com a crise, entretanto, os projetos na Chery passaram a andar em ritmo mais lento, assim como as metas da empresa. A ambição de ter 3% do mercado vai demorar mais cinco ou sete anos.

Um prédio que seria a fábrica de motores – projeto de US$ 130 milhões – acabou virando galpão de logística e a rede de concessionárias passou por um enxugamento, caindo de 71 para 58 lojas.

O lançamento da nova geração do subcompacto QQ, que aconteceria em meados deste ano, ficou para março. Por outro lado, a Chery vai correr para iniciar no segundo semestre de 2016 a produção do utilitário esportivo Tiggo, já que o segmento resiste à crise.

Valor Econômico – 14/12/2015

 

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Montadoras ajustam novas fábricas à crise

A montadora de origem chinesa Chery não deve ocupar nem 10% da capacidade de produção – de 50 mil carros/ano – de sua nova fábrica de Jacareí, no interior de São Paulo. A holandesa DAF está produzindo, em média, dois caminhões por dia na fábrica que completou dois anos em Ponta Grossa (PR), enquanto a International já fechou a fábrica de Canoas (RS), inaugurada em junho de 2013. A Suzuki também fechou a linha de Itumbiara (GO) e transferiu a produção do jipe Jimny para Catalão (GO), onde está o parque industrial da Mitsubishi, que tem no Brasil o mesmo controlador. Esses são exemplos de como empresas do setor automotivo readaptaram fábricas inauguradas no país nos últimos anos, coincidindo com fase de encolhimento dramático do mercado consumidor.

Valor Econômico – 14/12/2015

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Usiminas promete fechar mais setores até janeiro

Desativação na siderúrgica começa com o equipamento Sínter 2, que estará parado a partir do dia 22

Após muita expectativa por parte dos trabalhadores, a Usiminas finalmente apresentou nesta quinta-feira (10), de forma oficial, aos sindicatos um cronograma para a desativação dos equipamentos da usina de Cubatão e algumas medidas para minimizar o impacto social dos futuros cortes de trabalhadores.

O anúncio ocorreu em um dia bastante agitado na empresa. Afinal, a Prefeitura de Cubatão suspendeu o alvará de licença municipal de funcionamento das atividades portuárias da companhia. A categoria aprovou ainda estado de greve em assembleia realizada pelo Sindicato dos Metalúrgicos.

Na parte da tarde, o vice-presidente de Recursos Humanos da Usiminas, Cláudio Luna, e o gerente geral de RH, Ítalo Quidicomo, explicaram que o equipamento Sínter 2 estará parada a partir do dia 22 deste mês.

Em 25 de janeiro, será a vez da interrupção da Coqueria 2. Na sequência, a partir do dia 30, haverá a paralisação do Alto Forno 2 e do Sínter 3. No dia seguinte, está programada a desativação da Aciaria 2.

Além disso, os representantes da siderúrgica apresentaram a proposta de desligar, inicialmente, os trabalhadores que já se encontram aposentados e aqueles com o tempo suficiente para entrarem com esse pedido no INSS.

Foi proposto ainda o remanejamento interno de pessoas para viabilizar a primarização de serviços, ou seja, para que essas pessoas ocupem funções que hoje são executadas por trabalhadores terceirizados.

Insatisfação

O presidente do Sindicato dos Engenheiros na Baixada Santista, Newton Guenaga Filho, e o líder do Sindicato dos Metalúrgicos, Florêncio Resende de Sá, o Sassá, admitem que saíram frustrados do encontro. Ambos estão lutando pela preservação dos empregos.

Guenaga Filho sugeriu algumas propostas para minimizar os cortes, como a realocação de funcionários para outros setores – desde que acompanhados por treinamentos –, criação de um plano de demissão voluntária (PDV), contribuição complementar para a previdência privada e manutenção do plano de saúde por um prazo maior.

Porém, os representantes da empresa destacaram que “o cobertor está curto”. Os pedidos serão avaliados pela direção da empresa. Uma devolutiva sobre as propostas deverá ser apresentada na tarde da próxima quarta-feira (o horário ainda não está definido), durante uma reunião no Ministério Público do Trabalho, em Santos.

“É importante frisar que a empresa vai manter uma equipe mínima para manutenção dos equipamentos que serão desligados. Isso vai permitir um possível retorno da produção no futuro”, cita Guenaga.

Para Sassá, o cenário não é animador, porque não foi apresentada a proposta para reverter os futuros cortes. “Não compactuamos de jeito nenhum com as demissões”, frisa.

Fonte: A Tribuna

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CSN deverá parar com o Alto-Forno 2 e trabalhadores temem demissões

CSN deverá parar com o Alto-Forno 2 e sendo assim as demissões dos funcionários e a dispensa das terceirizadas seriam certas

Muitos funcionários da Companhia Siderúrgica Nacional estão preocupados. Desde a noite de quarta-feira, boatos ‘rolam’ pela cidade de que demissões em massa irão ocorrer na empresa. A informação inicial era de que três mil funcionários perderiam o emprego. Ontem, esse número subiu para cinco mil.

A informação é de que a CSN deverá parar com o Alto-Forno 2 e sendo assim as demissões dos funcionários e a dispensa das terceirizadas seriam certas. Um grupo de trabalhadores aceitou a falar com a equipe de reportagem do A VOZ DA CIDADE sobre o caso, mas pediu para não se identificar. Os funcionários informaram que a demissão de cinco mil pode não ser verdade, mas que vai acontecer vai.

Os funcionários declararam que há meses foram informados de que as demissões seriam em março de 2016, mas que agora anteciparam para janeiro próximo. “Muitas coisas que estão dizendo pode ser boato, mas muitas não. Demissões, com certeza, vão acontecer, mas não sabemos ainda quantas, mas cinco mil, acho que não”, declarou um dos trabalhadores, ressaltando que também está preocupado. Lembrou ainda que os boatos iniciaram nas redes sociais, mas com informações que têm fundamento.

A Assessoria de Imprensa da CSN, procurada, informou que a empresa não vai se manifestar sobre o assunto. Não negou e nem afirmou. Sabe-se que, em relação à paralisação do Alto Forno, isso poderá ocorrer no próximo mês, mas não para sempre e sim pelo fato de ser período de baixa. Acredita-se que a empresa não estaria interessada em paralisar de vez as atividades do Alto Forno e muitos menos demitir cinco mil funcionários, já que o quadro atual da empresa com funcionários diretos é e dez mil e mais dez mil indiretos. “Com certeza a empresa não iria reduzir seu quadro de funcionários em 50%. Desligar todas as empresas contratadas também, acho que não faz nenhum sentido para a empresa”, declarou um funcionário, lembrando que no caso das demissões não é novidade, mas não de cinco mil. Também procurado, o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Sul Fluminense, Silvio Campos, até o fechamento desta edição não havia retornado de um compromisso fora onde estava engajado em outra luta sindical.

OUTROS BOATOS

Vale ressaltar que boatos sobre demissões na CSN são antigos. Desde a privatização da empresa, essas informações, de vez em quando pegam não só os funcionários, mas a população de Volta Redonda de surpresa, mas logo a seguir se confirmam, em parte. Em julho de 2007, boatos apontaram demissão em massa de trabalhadores na empresa. Seriam na época, 250 funcionários demitidos. Em abril de 2012, mais um boato, Desta vez a informação era de que 10% dos funcionários seriam demitidos. A empresa planejava enxugar o quadro. Neste ano, em julho, a informação era de 1,5 mil perderiam o emprego. Na ocasião, o presidente do Sindicato, Silvio Campos, que estava em negociação com a empresa do Acordo Coletivo, também ficou surpreso co os boatos.

Fonte: A Voz da Cidade

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Trabalhadores da Vale ficarão sem reajuste

Os trabalhadores da Vale devem ficar sem reajuste salarial em 2015. As negociações travadas desde agosto não avançaram e a proposta da companhia de pagar apenas o abono tende a prevalecer.

Os sindicatos pediam a recomposição da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), mais um ganho real de 5% e aumento do vale alimentação. Para enfrentar o atual cenário de queda do preço do minério de ferro – cotado a US$ 37 por tonelada, piso dos últimos dez anos -, a Vale passa por um período de corte de custos, venda de ativos e redução do orçamento.

O Sindicato Metabase de Itabira e Região, em Minas Gerais, aprovou a proposta da Vale em assembleia anteontem. Ela prevê o pagamento de um abono de R$ 4,6 mil, além de pagamento de R$ 1,2 mil relativos a alterações no plano de assistência médica. Outros sindicatos ainda deverão votar ao longo da próxima semana. A Vale não comenta as negociações em andamento.

“O trabalhador aprovou não por concordar com a proposta, mas por não ver alternativa. Fizemos quatro rodadas de negociações e resistimos ao máximo, mas a Vale diz que chegou ao seu limite”, diz o diretor de comunicação do sindicato, Marcos dos Santos Oliveira.

Resultado

No terceiro trimestre, a mineradora brasileira registrou um prejuízo de R$ 6,6 bilhões – praticamente o dobro do que foi registrado no mesmo período de 2014. No segundo trimestre, a empresa tinha lucrado R$ 5,1 bilhões. A variação cambial fez com que a receita da Vale crescesse 8,8% do segundo para o terceiro trimestre, alcançando a cifra de R$ 23,7 bilhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: JCNet

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Manchester investe no setor comercial em 2016

A Manchester Distribuidora de Ferro e Aço vai expandir e reestruturar a área comercial da empresa. Para 2016, vai ampliar os investimentos nos departamentos de logística, distribuição e cercamentos.

De acordo com o Diretor Geral da Manchester, Sidnei Louro, estas medidas irão contribuir para o crescimento da distribuidora, mesmo diante do cenário de crise. A empresa forneceu recentemente 500 toneladas de aço para um novo trecho do Porto do Açu, no Norte Fluminense e mais de 300 toneladas para a obra do novo pavilhão do Riocentro, no Rio de Janeiro.

Fonte: Investimentos e Notícias

Redação On dezembro - 14 - 2015
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