Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Sbado, 18 de Novembro de 2017






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Aço sem retorno elástico promete carros mais leves

Retorno elástico

Engenheiros apresentaram uma solução para um dos mais antigos problemas da indústria metal-mecânica, abrindo caminho para a fabricação de carros e outros equipamentos mais leves e mais seguros.

O problema é o chamado molejo de retorno, ou retorno elástico (springback), uma espécie de efeito mola que as chapas de metal apresentam quando são dobradas sob pressão.

A chapa é adequadamente conformada, mas, tão logo a prensa é liberada e a peça é retirada do molde, ela apresenta uma tendência de retornar ao seu formato anterior de chapa.

Esse retorno elástico é descrito na forma de um ângulo em que o metal consegue “desdobrar-se” rumo ao seu formato anterior.

A questão é particularmente séria no aço de alta resistência, ou aço rápido, conhecido como HSS (High-Strength Steel) – quanto mais forte o material, maior é o retorno elástico.

Conformação sem retorno

A equipe do professor Komgrit Lawanwong, da Universidade de Hiroshima, no Japão, fez alguns refinamentos sutis na técnica de dobramento das chapas por prensamento e estampagem e adicionou um passo extra para se livrar do “ângulo de springback” – ou, pelo menos, minimizá-lo.

Primeiro a chapa é pressionada por um pistão e um contrapistão, sendo então dobrada em U com uma força constante; o contrapistão, que é a grande novidade da técnica, entra então em ação, empurrando para cima a parte inferior do U; finalmente, a peça é removida do molde.

Retorno elástico é eliminado na conformação do aço rápido

“O novo método apresentou o melhor resultado para o ângulo de retorno elástico – quase zero – juntamente com uma base plana,” destaca a equipe em seu artigo, descrevendo um teste com o aço 980Y, de alta resistência, em que a nova técnica é comparada com o método atual.

“O retorno elástico está se tornando um problema cada vez maior conforme tentamos utilizar materiais de alta resistência em muitas aplicações,” disse o professor Komgrit. “Este método é uma forma útil para eliminar o retorno elástico dos aços de alta resistência na conformação por prensa.”

Fonte: Inovação Tecnológica

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Custo de produção cresce para 70% das pequenas indústrias de SP em novembro

O cenário para a micro e pequena indústria paulista continuou a se degradar em novembro, de acordo com pesquisa do Datafolha para o Sindicato da Micro e Pequena Indústria de São Paulo (Simpi). A pressão de alta nos custos foi a principal responsável pela piora.

A pesquisa mensal indica que 70% das indústrias de pequeno porte tiveram aumento de custos no mês passado. Foi o pior índice da série histórica, iniciada em março de 2013. Dentre os empresários que apontaram alta de custos, 60% afirmam que o maior impacto ocorreu em matérias-primas e insumos. Também pesaram as pressões de custo na áreas de transporte e logística (6% dos entrevistados) e mão de obra e salários (5%).

A pesquisa também detectou tendência de crescimento no endividamento das empresas do segmento, sendo que 32% delas deixaram de efetuar algum pagamento por não conseguir equacionar o caixa. Em novembro do ano passado, a proporção de empresas com pagamentos atrasados era de 25%.

Chegou a 27% o total de empresários que recorreu a algum tipo de financiamento para fechar as contas do mês, contra 21% em novembro do ano passado. Dos que conseguiram crédito, 17% afirmam que o usaram para renegociar ou pagar outras dívidas e 14% para honrar despesas. Quase metade (49%) das empresas deixaram de receber algum pagamento devido ao longo do mês.

O Índice de Expectativa também atingiu patamar negativo em novembro, chegando aos 94 pontos. Abaixo de 100, o quadro é negativo. A proporção de empresários do segmento que considera a possibilidade de encerrar as atividades no curtíssimo prazo (até três meses) chegou a 30%. Em maio, esse percentual era de 16%.

Aplicado ao número total de micro e pequenas indústrias do Estado, o percentual indica que 84 mil estabelecimentos do gênero correm risco de encerrar as atividades em até três meses. São Paulo responde por 42% das micro e pequenas indústrias do país. As demissões fizeram parte da realidade de 21% das empresas consultadas (contra 19% um ano antes).

Valor Econômico – 11/12/2015

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CNI: custos industriais sobem 2,9%

Os custos industriais continuaram subindo no terceiro trimestre deste ano, divulgou ontem a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O Indicador de Custos Industriais avançou 2,9% do segundo para o terceiro trimestre (sem efeitos sazonais). Sobre o mesmo período do ano passado, houve alta de 11%. “O aumento dos custos industriais vem sendo superior ao aumento dos preços dos produtos manufaturados, o que indica uma perda de margem de lucro das empresas”, mostra a pesquisa.

Os custos com tributo subiram 0,2% na mesma comparação e o custo com produção (bens intermediários, pessoal e energia) cresceram de 3,3% .

DCI – 11/12/2015

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Setor de eletroeletrônicos encolhe 10%

O setor eletroeletrônico fechará o ano de 2015 com queda real de 10% na receita, para R$ 148,3 bilhões, segundo a associação das empresas do setor, a Abinee. Com isso, o setor volta aos níveis de 2012, quando faturou R$ 144 bilhões. No fim do ano passado, a Abinee projetava recuo de 3% para este ano.

Dos nove setores acompanhados, apenas as vendas de celulares apresentaram avanço: 3% no faturamento, apesar da queda de 27% no volume. “Ninguém podia prever que seria um ano de tanta dificuldade. E as perspectivas não são das melhores”, disse o presidente da Abinee, Humberto Barbato, ontem, em São Paulo.

Para 2016, a Abinee projeta recuo real nas vendas do setor de 6%, com queda de 2% no emprego e investimentos estáveis. Já as exportações podem avançar 2%, impulsionadas pela desvalorização do real. As importações cairiam 3%.

Em 2015, o nível de investimento feito pelas empresas do setor caiu 10%, para R$ 3,5 bilhões por conta das incertezas sobre os rumos do país. Já o número de pessoas empregadas encolheu em 38 mil, devendo fechar o ano em 256 mil trabalhadores. É o mesmo patamar de 2009, quando o número foi de 255 mil.

De acordo com Hugo Valério, vice-presidente da Abinee, a maior parte das demissões aconteceu no segmento de computadores, que encolheu 19% na receita e 37% no número de unidades vendidas.

Com produção em queda, caiu a importação de componentes: 19%, para US$ 33,2 bilhões em 2015. Mesmo com o dólar registrando valorização de 45% no ano, as exportações caem 11%, passando de US$ 6,6 bilhões para US$ 5,8 bilhões. Houve redução em todos os destinos, inclusive para América Latina e os EUA, que absorvem 70% das vendas externas do setor.

Com as retrações, o déficit na balança comercial apresentará queda de 21%, estima a Abinee, fechando o ano em US$ 27,4 bilhões, contra US$ 33,2 bilhões em 2014. “A única forma de reduzir esse déficit é aumentando as exportações. Mas isso leva tempo porque é preciso reconquistar clientes perdidos com os anos de uma política cambial feita para mostrar uma realidade do país que não existia realmente. E reconquistar é muito mais difícil do que conquistar”, disse Barbato.

Sobre o processo de impeachment da presidente Dilma Roussef, Barbato disse que a expectativa é que o processo caminhe de forma mais célere possível para destravar o país. Pessoalmente, ele acha que a melhor opção seria Dilma sair. Destacou, no entanto, que mesmo com a destituição da presidente, pode não haver governabilidade, uma vez que é possível que o PT faça oposição ferrenha à nova administração. “O ex-presidente Lula faz um desserviço ao dizer que o impeachment é golpe. É preciso pensar mais no país”, disse.

Valor Econômico – 11/12/2015

 

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Vale propõe reajuste zero de salários por crise no mercado de minério

RIO  –  A crise no mercado de minério de ferro deve deixar os empregados da Vale sem reajuste salarial neste ano. A proposta da empresa, que prevê apenas o pagamento de abono, já começou a ser votada em assembleias.

Os sindicatos pediam pelo menos a reposição da inflação, mas a companhia diz que o cenário atual não permite aumento de custos.

Desde o começo da queda dos preços do minério, a Vale vem adotando medidas para enxugar operações, como demissão de trabalhadores e venda de ativos.

Além da crise do minério de ferro, a companhia pode ser chamada a resgatar a controlada Samarco, que corre o risco de fechar após o rompimento da barragem em Mariana (MG).

A proposta atual, além de não prever aumento, reduz os benefícios com o plano de saúde, segundo sindicatos. A oferta é de um abono de R$ 4.600 mais uma compensação de R$ 1.200 pelas mudanças no plano de saúde.

A proposta será votada pelos trabalhadores até a semana que vem.

Os trabalhadores do Rio criticam também a mudança da sede do Centro para a Barra da Tijuca (zona oeste).

Folhapress – 11/12/2015

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Estatal e Braskem acertam preço da nafta

A Petrobras e a Braskem chegaram a um acordo sobre o preço da nafta que constará de um novo contrato de longo prazo de fornecimento, apurou o Valor. A estatal e a petroquímica concordaram em estabelecer um preço fixo para o insumo, muito próximo de 100% da cotação ARA (Amsterdã, Roterdã e Antuérpia), que é usada no mercado europeu e está entre as mais caras do mundo. O contrato definitivo, porém, ainda não foi assinado. “É caro, mas foi o acordo possível”, disse uma fonte.

A assinatura do acordo, de dez anos, dependeria agora da definição de certas condições complementares, como local de entrega da matéria-prima e prazos de pagamento, e estaria esbarrando na burocracia da estatal. Também não havia ainda uma posição definitiva quanto a uma cláusula de renegociação dos termos do contrato caso as condições de mercado se tornem muito desfavoráveis para uma das partes

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Havia expectativa de que o contrato pudesse ser anunciado ainda hoje, durante o Encontro Anual da Indústria Química (Enaiq), em São Paulo, conforme acertado em reunião na semana passada entre conselheiros da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) e o diretor de Abastecimento da estatal, Jorge Celestino Ramos. “A informação que recebi é que o problema não é mais o preço”, disse ao Valor o presidente-executivo da Abiquim, Fernando Figueiredo. “Mas começo a ficar preocupado porque o dia 15 está próximo e não há uma confirmação oficial.”

Na terça-feira, termina o prazo do último aditivo ao contrato assinado em 2009 e encerrado pela Petrobras em fevereiro de 2014. O aditivo em curso tem vigência de 45 dias e há receio de que nova prorrogação possa ser proposta pela estatal. O Valor apurou que o preço da nafta já estava praticamente acertado antes da celebração do aditivo atual, após intervenção do governo federal, incluindo a presidente Dilma Rousseff.

O novo preço praticamente mantém os valores pagos atualmente pela petroquímica à Petrobras, ou 100% da cotação ARA. Sob o contrato que venceu em 2014, a Braskem pagava de 92,5% a 105% do preço europeu conforme as condições de mercado. Neste momento, com o petróleo negociado abaixo de US$ 40 o barril, o percentual estaria próximo ao teto.

O acerto põe fim a um impasse que perdura há mais de dois anos. Braskem e Petrobras, que é a segunda maior acionista da companhia controlada pela Odebrecht, discutem desde 2013 um novo acordo de compra e venda para a principal matéria-prima da petroquímica. Durante as negociações, o acordo de 2009 passou a ser investigado pela Operação Lava-Jato, após o ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa ter afirmado, em depoimento à Justiça, que recebia US$ 5 milhões por ano para beneficiar a petroquímica na compra de nafta.

Procurada, a Braskem informou que “segue firme nas negociações de um contrato de longo prazo para o fornecimento de nafta com a Petrobras de forma a reduzir as incertezas que já afetam gravemente o setor industrial do Brasil e especialmente a indústria química”.

A estatal, por sua vez, informou que não vai comentar o assunto e que o último comunicado sobre a negociação, emitido em 6 de novembro, ainda é válido. No documento, a estatal diz que, em relação ao contrato de longo prazo, a “Petrobras mantém tratativas com a Braskem, buscando uma solução equilibrada e comutativa para ambas as companhias. As negociações seguem em andamento”.

Valor Econômico – 11/12/2015

Redação On dezembro - 11 - 2015
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