Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Sbado, 18 de Novembro de 2017






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Samsung criará equipe para setor automotivo em busca de crescimento
Se Young Lee

SEUL (Reuters) – A Samsung Electronics disse nesta quarta-feira que criará uma equipe para desenvolver os negócios relacionados ao setor de automobilismo, conforme busca um novo motor para os lucros enquanto as dificuldades na divisão de smartphones se aprofundam.

A Samsung disse em comunicado que a equipe trabalhará fora das divisões existentes para aumentar as vendas de componentes de automóveis, com foco inicial em entretenimento dentro do veículo, navegação por satélite e tecnologias para direção autônoma. A equipe também trabalhará com outras divisões de tecnologia do grupo Samsung.

Investidores e analistas têm aumentado os pedidos à Samsung para impulsionar suas forças em áreas como chips e displays para alcançar a demanda das montadoras buscando tecnologias cada vez mais sofisticadas para seus veículos. Enquanto isso, as estimativas de mercado sugerem lucros para os smartphones.

Dados de apresentações de patentes dos EUA compilados pela Thomson Reuters IP & Sciences mostraram aumento nos esforços da maior fabricante de smartphones do mundo e suas afiliadas para entrar no crescente mercado para componentes, softwares e serviços automotivos que está avaliado em cerca de 500 bilhões de dólares.

A Samsung Electronics e as afiliadas como a fabricante de baterias Samsung SDI e a fabricante de componentes eletrônicos Samsung Electro-Mechanics podem se tornar grandes forças em tecnologia automotiva ao combinar ofertas dentro de uma única plataforma, disseram investidores e analistas.

Fonte: Reuters

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Whirlpool só vê recuperação em 2018

As vendas de eletrodomésticos no Brasil têm apresentado um desempenho ruim desde 2013, quando venceu o incentivo fiscal para os produtos da categoria. E com a atual crise econômica, a perspectiva é que só haja melhora em 2018, depois que um novo governo for eleito, avalia o presidente da Whirlpool para a América Latina, João Carlos Brega.

“Em 2016, teremos um desempenho parecido com 2015, com queda de 3%. Em 2017, a coisa se estabiliza e em 2018 volta o crescimento”, disse o executivo em entrevista ao Valor. A Whirlpool é dona das marcas Brastemp, Consul e Kitchen Aid.

De acordo com o executivo, seja quem for que dispute as próximas eleições, terá que ter em suas propostas reformas que garantam o crescimento do país no longo prazo. A campanha também deverá ser feita de forma mais honesta. “A gente aprendeu muita coisa [com os acontecimentos recentes]. E uma delas é que não dá pra mentir na campanha”, disse.

No terceiro trimestre de 2015, a Whirlpool registrou um prejuízo líquido de R$ 29 milhões, revertendo lucro de R$ 157 milhões no mesmo período de 2014. A receita líquida caiu 4,3% na comparação anual, para R$ 2,13 bilhões. Os custos cresceram 5,1% e as despesas saltaram 26,9%.

Principal rival da companhia, a Electrolux também apresentou um desempenho ruim no país, que contaminou o resultado na América Latina. Na região, a receita líquida caiu 17%. O lucro operacional caiu pela metade, para 110 milhões de coroas suecas, puxado pelo Brasil. Na semana passada, a fabricante anunciou perspectivas negativas para o país em 2016.

O desempenho das companhias reflete o cenário geral do mercado. Segundo a empresa de pesquisa GfK, no acumulado de janeiro a agosto, as vendas do setor encolheram R$ 1,4 bilhão, para R$ 12,9 bilhões. De acordo com Brega, os consumidores que fazem compras planejadas (por mudança de residência, ou por vontade de renovação) não estão investindo. Já aqueles que precisam repor um equipamento quebrado estão optando por equipamentos mais baratos.

Ao mesmo tempo, os aumentos de custo de mão de obra, energia elétrica e de insumos estão causando impacto nas despesas. O executivo, que sempre destacou os esforços da companhia para ganhar produtividade, ressaltou que sob esse cenário, é difícil manter-se competitivo sem aumentar preços. Mesmo assim, ele disse que a companhia tem ganhado espaço. “Quem tem marca forte consegue ir bem”, afirmou.

Ontem, a empresa de pesquisa Euromonitor informou que as vendas da linha branca no Brasil fecharão 2015 com queda de 6% no volume. A previsão para o país só não é pior que a da Ucrânia, da Rússia e da Venezuela. A Euromonitor inclui na linha branca as vendas de fogões, geladeiras, máquinas de lavar louça, lava-roupa e micro-ondas. No mundo, o mercado de eletrodomésticos (linha branca e eletroportáteis) deve fechar 2015 com uma alta de 2% em volume, com a linha branca registrando 1% de crescimento. No Brasil, quinto maior mercado no mundo, as vendas cairão 3%, como efeito da retração da economia, da alta da inflação e da restrição no crédito.

Entre os eletroportáteis, que vão recuar 2% em volume, a única categoria com crescimento será a de ventiladores, aparelhos de ar-condicionado, umidificadores e similares: avanço de quase 10%.

Valor Econômico – 10/12/2015

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Empresas ajustam metas à nova realidade econômica.

A conhecida frase “Não sabendo que era impossível, foi lá e fez”, frequentemente evocada como mote de autoajuda, certamente não se aplica quando o assunto são as metas corporativas. “Ao perceber que as metas são inatingíveis, as pessoas se desmobilizam. Esse é um comportamento natural do ser humano”, diz a consultora Magui Castro, sócia da Caldwell Partners.

Esse tema se apresentou especialmente delicado em um ano atingido em cheio pela crise econômica e política. Nesse cenário, a tênue fronteira entre metas desafiadoras e metas impossíveis passou a ser rompida com frequência por empresas de todos os setores e portes, por conta de fatores imprevisíveis que alteraram o rumo das coisas em relação ao início do ano.

A discussão volta a se tornar relevante neste momento do ano, em que as metas para 2016 estão sendo traçadas e servirão como guia para vários outros processos das empresas, incluindo a participação nos resultados e a concessão de bônus.

A Cemar, Companhia Energética do Maranhão, de administração privada, viu ao longo do ano diversos fatores que influenciam o desempenho da empresa sendo diretamente impactados pela crise. As metas de receita e de perda na distribuição, por exemplo, foram afetadas pelas dificuldades financeiras dos consumidores – o que leva ao aumento da inadimplência e do número de ligações ilegais, exigindo mais investimentos para combater os chamados “gatos”.

“Não é fácil administrar essa imprevisibilidade diante da equipe. As pessoas querem ter referências sólidas dos objetivos que precisarão alcançar e não lidam bem com mudanças, por mais que a gente tente ser transparente ao justificá-las”, diz a diretora de gente e gestão, Carla Medrado. Para não dar a sensação de que está mudando as regras no meio do jogo, a empresa cogita até adiar a definição das metas para 2016, tradicionalmente feita em fevereiro, à espera de maior clareza sobre as perspectivas do ano novo.

Na Sol Informática, rede paraense de lojas de equipamentos e suprimentos de tecnologia da informação, lidar com as metas não tem sido fácil – em 2015, as vendas caíram quase 30% em relação ao ano passado. Entre os inevitáveis efeitos, houve corte de benefícios e redução do quadro de funcionários.

Na tentativa de elevar o ânimo da equipe e talvez recuperar parte do prejuízo, a empresa decidiu retomar as metas originais para os dois últimos meses do ano, por conta do Natal. Como as expectativas de novembro não se comprovaram, no entanto, foi preciso voltar atrás e admitir que o cenário continua ruim. “As vendas de fim de ano não serão boas, e não adianta a gente se iludir ou tentar iludir as pessoas que trabalham aqui. Acreditamos que todos farão o máximo que podem nas semanas que restam este ano, mas certamente não é hora de estipular metas fora da realidade”, diz a gerente de recursos humanos da Sol, Kelly Silveira.

As dificuldades em relação à definição das metas são intensamente vividas também pelas subsidiárias brasileiras de multinacionais. Em muitos casos, os números são estabelecidos pela matriz sem levar em conta as especificidades locais. “Nem sempre os CEOs brasileiros têm firmeza suficiente para dizer que as metas que estão recebendo são impossíveis diante do cenário atual. Muitos preferem engolir algo empurrado pela matriz e tentar convencer a equipe local de que é possível chegar lá, quando nem mesmo eles acreditam”, afirma Magui Castro.

Ela considera que a estratégia para definir metas mais realistas e conquistar a confiança da matriz sobre a pertinência do raciocínio é a parceria entre o CEO e o diretor financeiro. Eles precisam desenvolver e apresentar um estudo detalhado sobre a indústria e a realidade econômica do país. “É preciso demonstrar que a previsão apresentada não é um chute, e sim o resultado de uma análise criteriosa envolvendo fatores diversos”, aconselha.

Fonte: Valor Econômico, por Maurício Oliveira, 09.12.2015

Os artigos reproduzidos neste clipping de notícias são, tanto no conteúdo quanto na forma, de inteira responsabilidade de seus autores. Não traduzem, por isso mesmo, a opinião legal de Granadeiro Guimarães Advogados.

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Para FGV, crise política frustra recuperação do emprego

O acirramento da crise política deve reverter sinais de melhora, em novembro, nas projeções de emprego do brasileiro para os próximos meses, apurada pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Ontem, a fundação anunciou o Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp), que subiu 4,8%, para 68,2 pontos no mês passado, beneficiado por expectativa de maior ritmo de contratações temporárias para o período de férias no segmento de serviços, explicou Itaiguara Bezerra, economista da fundação. A sinalização de melhora delineada em novembro está desatualizada frente ao contexto político turbulento, disse o técnico, diante do processo de impeachment.

O economista explicou que o IAEmp é muito sensível ao sentimento do brasileiro em relação à política do país. Com o atual cenário de turbulências, a cautela aumenta e as expectativas ficam menos positivas de ambos os lados, setor privado e famílias. “O consumidor é muito afeito às notícias nos jornais. Creio ser provável que o IAEmp volte a cair em dezembro”, resumiu ele. Além disso, a alta apontada pelo IAEmp em novembro é de pequeno porte, se comparada com a taxa negativa acumulada do indicador no ano, que mostra recuo de 10,3% de janeiro a novembro, salientou ele.

Ele alertou, ainda, que essa queda deve ocorrer em quadro onde a avaliação atual do brasileiro sobre trabalho já se mostra fortemente negativa. Outro índice divulgado ontem pela FGV, o Indicador Coincidente de Desemprego, mostrou piora, com alta pelo terceiro mês consecutivo, desta vez de 1,4%, para 99 pontos em novembro, o mais alto desde março de 2007.

Valor Econômico – 10/12/2015

 

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Campanha Salarial:“União dos sindicatos foi fundamental para avançar nas conquistas”, avaliam dirigentes

FEM-CUT/SP apresentou balanço para os metalúrgicos de Matão, Monte Alto e Araraquara, no último sábado (5)

O balanço da Campanha Salarial da FEM-CUT/SP foi considerado positivo para os dirigentes do Sindicato dos Metalúrgicos de Matão, Monte Alto e Araraquara.

Dirigentes da Federação apresentaram, no último sábado (5), o balanço da Campanha Salarial deste ano. A atividade contou com a participação do assessor jurídico da FEM, Raimundo Oliveira.

Na opinião do diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de Araraquara, Sérgio Frigieri, o Serjão, a campanha da FEM conseguiu aglutinar os sindicatos da sua base, fazendo com que todos caminhassem juntos durante as negociações. “A FEM deu salto de qualidade nessas negociações, conquistando mais avanços e mantendo o grupo unido”, atesta.

Ainda segundo o sindicalista, outro fator positivo foi a criação da agenda permanente de negociação para discutir as cláusulas sociais. “É um grande desafio que nós fizemos apostando nessas mudanças, isso mostra o interesse de ambas as partes, não só da Federação, mas também da bancada patronal em continuar avançando”, finaliza Sérgio.

O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Monte Alto, Vanderlei Tavares de Menezes, também avalia que a Federação teve um papel importante nas negociações. “Para nós este balanço que a FEM fez foi muito positivo, principalmente, para mostrar aos diretores de base como é feita uma negociação com as bancadas patronais”, conta.

Na avaliação do presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Matão, Renato Pereira Novaes, o Buzina, a Campanha deste ano foi vitoriosa. “Nós conseguimos avançar nas cláusulas sociais sem nenhum direito a menos, pelo contrário, conquistamos melhorias nas cláusulas dos jovens e nas cláusulas sindicais”, finaliza Buzina.

Salto e Pindamonhangaba

A FEM-CUT/SP apresenta, nessa quinta-feira (9), o balanço da Campanha Salarial para os metalúrgicos de Salto e na sexta-feira (11) para os metalúrgicos de Pindamonhangaba.

Por: Viviane Barbosa, Redação FEM-CUT/SP, com Bruna Martucchi –

Redação On dezembro - 10 - 2015
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