Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

Filiado a FIESP

Sbado, 25 de Novembro de 2017






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Vendas de aços planos por distribuidores caem 24,6% no País
As vendas de aços planos por distribuidores do Brasil em outubro caíram 24,6% sobre um ano antes, para 247,1 mil toneladas, informou ontem a associação que representa o setor (Inda). Sobre setembro, porém, houve alta de 13,1%. No ano, o recuo foi de 22,6%, a 2,84 milhões de toneladas. Os estoques caíram 2% ante setembro, correspondendo a 3,4 meses de vendas. Em relação a outubro de 2014, os estoques diminuíram 9,3%. O consumo aparente, que inclui vendas internas e importações de aços planos, caiu 20,6% no último ano. / Reuters
DCI – 25/11/2015
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Parceria da Gerdau com a UFRGS possibilita a otimização de processos da usina de Charqueadas

Considerada referência mundial na linha de aços especiais, a usina da Gerdau em Charqueadas (RS), que conta com parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) para aprofundar conhecimentos técnicos, tem nos estudos realizados pela universidade oportunidades de otimizar sua produção. Pesquisas relacionadas à redução de perdas no processo de fabricação do aço, ao aumento de desempenho dos produtos e de novas empregabilidades para coprodutos, além de contribuírem para maior competitividade do negócio, são valiosas fontes de iniciativas de inovação.

A parceria teve início nos anos 90, envolvendo dezenas de alunos e professores da graduação e da pós-graduação da UFRGS. “Além de ser uma oportunidade para identificar novas soluções para a empresa a partir de aprofundamentos técnicos, a parceria contribui para que os alunos tenham a oportunidade de desenvolver soluções que podem se tornar referência no segmento do aço”, afirma Maurício Metz, gerente Executivo da planta de Charqueadas.

A contribuição da academia tem sido significativa para a unidade. Até o momento, já foram desenvolvidos mais de 40 projetos, dos quais três estão em andamento. Com o apoio das pesquisas, já foi possível para a usina, por exemplo, utilizar modelamentos matemáticos e físicos para a otimização de processos como o de desgaseificação a vácuo, de lingotamento contínuo, de conformação mecânica a quente, de laminação e de tratamentos térmicos que permitiram obter ganhos em qualidade, custos e produtividade.

 Assessoria de Imprensa Gerdau – 25/11/2015
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Para pequeno empresário, crise tem origem política

A crise política tem forte correlação com a piora da conjuntura econômica, não apresenta perspectiva de melhora no curto prazo e está agravando ainda mais o quadro para este ano e para 2016 na avaliação de empresários da indústria de pequeno porte.

Pesquisa do Datafolha sobre a avaliação da economia e do ajuste fiscal, feita por encomenda do Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Estado de São Paulo (Simpi), indica que 99% dos entrevistados consideram que a crise tem origem política. Desse total, 87% atribuem o mau momento da economia ao conturbado cenário político, que por sua vez emperra a recuperação da economia.

A confiança na economia de acordo com os entrevistados foi de 24% (apenas 3% “confiam muito”), ao passo que 75% dos entrevistados disseram não ter nenhuma confiança nela nesse momento. No grupo dos que demonstram alguma confiança, 67% consideram que o ajuste fiscal ajuda, de alguma maneira, a superar a crise.

Para 41% dos empresários do segmento, a tentativa de ajuste fiscal em curso pode favorecer a retomada da atividade, mas a maioria, 58%, não consegue ver no esforço de ajuste das contas do governo a possibilidade de retirar a economia de seu estado letárgico.

Questionados se aceitariam pagar 1% a 1,5% a mais de imposto como forma de ajudar a tirar o país da crise, 79% dos entrevistados rejeitaram a proposta. Apenas 21% dos consultados concordaram, com a ressalva de que seria necessário, antes, debelar dificuldades no plano político e institucional.

O quadro de ceticismo quanto ao ajuste repete-se em relação às perspectivas das empresas para a atividade. “O quadro do último trimestre está dado e é de piora”, comenta Joseph Couri, presidente do Simpi. “Em uma época que deveria ser de contratações, as empresas estão demitindo e fazendo ajustes para baixo.”

Ele prevê para 2016 a repetição da retração econômica deste ano. O Simpi projeta queda de até 3,5% no Produto Interno Bruto (PIB) em 2015 e de 3% no ano que vem.

Couri classifica o quadro como “preocupante” e revela que, pelos dados do sindicato, 77% dos empresários do setor acreditam que possam encerrar as atividades no médio prazo. De acordo com o Simpi, 26% dos empresários do setor acreditam que em função do cenário ruim podem ter de fechar suas empresas nos próximos três meses.

O Datafolha entrevistou 307 empresários do segmento da micro e pequena indústria do Estado de São Paulo entre 11 e 13 de novembro. O intervalo de confiança da pesquisa é de 95% e a margem de erro, de seis pontos percentuais.

Valor Econômico – 25/11/2015

 

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Após cair quatro meses, confiança da construção sobe em novembro

SÃO PAULO  –  O Índice de Confiança da Construção apurado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) aumentou 2,3% entre outubro e novembro, ao passar de 68 para 69,6 pontos. O resultado sucede quatro recuos seguidos, que haviam levado o índice ao nível mínimo histórico no mês anterior.

“Vários indicadores da sondagem apresentaram alguma melhora em novembro. No entanto, a confiança setorial continua muito baixa, bastante inferior à de 12 meses atrás, e não há elementos que permitam vislumbrar uma mudança mais significativa do cenário de retração dos investimentos, possibilitando uma recuperação consistente da atividade,” observou Ana Maria Castelo, coordenadora de projetos da construção da FGV/Ibre.

Melhoraram as avaliações quanto ao presente e também ao futuro próximo. O Índice de Expectativas subiu 2,9% para 72,9 pontos, e o Índice da Situação Atual aumentou 1,17%, para 66,9 pontos. Em nenhum dos casos, no entanto, houve mudança da tendência dos indicadores quando medidos em médias móveis trimestrais, observa a FGV.

A melhora das expectativas ocorreu majoritariamente no componente que capta o grau de otimismo em relação à evolução da demanda nos três próximos meses. No caso da situação atual, a maior contribuição para a alta de novembro foi dada pelo indicador que mede o grau de satisfação das empresas com a situação atual dos negócios.

Emprego

Em outubro, os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, referentes ao setor da construção, mostraram um recorde negativo de demissões no ano: o setor registrou o fechamento líquido – admissões menos demissões – de mais de 250 mil postos. Esse número coincidiu também com o pior resultado do indicador de mão de obra prevista para os próximos três meses (67 pontos) na sondagem da FGV.

Em novembro, junto com a melhora no indicador de confiança, houve também uma redução nas assinalações de demissões por parte dos empresários. Embora o resultado seja ainda insuficiente para se identificar um ponto de virada, esse aspecto positivo da edição de novembro da sondagem pode sinalizar uma suavização da queda do emprego no setor ao longo dos próximos meses, diz a FGV.

A edição de novembro coletou informações de 729 empresas entre os dias 2 e 23 deste mês.

Valor Econômico – 25/11/2015

 

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Desemprego chega ao interior, mostra Pnad

Os números mais negativos do mercado de trabalho relativos à ocupação que há meses se repetem nas seis principais regiões metropolitanas, acompanhadas pela Pesquisa Mensal de Emprego (PME), começam a se espalhar para o restante do país. O volume de postos de trabalho contabilizados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, que abrange cerca de 3,5 mil municípios, registrou no trimestre encerrado em setembro a primeira variação negativa da série, que começa em 2012, e encolheu 0,2% sobre o igual período de 2014. Com 179 mil vagas a menos, o total de empregados caiu a 92,1 milhões.

A retração aconteceu a despeito do avanço expressivo do emprego por conta própria, destaca o economista da LCA Consultores Bruno Campos, de 3,5% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. Outras modalidades também precárias do emprego, às quais os trabalhadores costumam recorrer em momentos de desaceleração da economia para garantir algum nível de renda, também cresceram – o emprego doméstico, por exemplo, subiu 0,6% em relação a julho-setembro de 2014.

tendencia

O avanço, contudo, não compensou a perda de 1,2 milhão de vagas com carteira assinada, um corte de 3,4% no estoque. A terceira queda consecutiva no indicador reduziu o espaço do emprego formal de 39,7% para 38,5% do total da ocupação de um ano para outro. “E a tendência é que ele continue perdendo participação”, pondera o economista, ressaltando que o ajuste pelo qual passa o mercado de trabalho deve se estender ao longo de todo o próximo ano.

Para o coordenador da pesquisa, Cimar Azeredo, os dados reforçam uma tendência de mudança na estrutura do mercado de trabalho. O escasseamento dos postos com carteira induz o aumento do contingente de trabalhadores por conta própria, ele diz, e empurra trabalhadores inativos de volta ao mercado na tentativa de recompor parte da renda familiar perdida.

Ao contrário da PME, que deve ser substituída como indicador oficial de emprego pela Pnad Contínua a partir do próximo ano, o levantamento segue mostrando uma procura por vagas bem mais intensa do que nas seis regiões metropolitanas. No trimestre até setembro, a força de trabalho avançou 2,1% em relação ao mesmo período de 2014 e acumula alta de 1,9% no ano – mais que o dobro do apurado pela PME, 0,8% até setembro. Assim, mesmo com a contração menor do total de vagas, o desemprego da Pnad Contínua aumentou 2,1 pontos percentuais sobre igual intervalo de 2014 e chegou a 8,9% em setembro, atingindo 8,9 milhões de pessoas.

A taxa continua avançando mais entre os mais novos, destaca Thaís Zara, economista-chefe da Rosenberg Associados. Nas faixas de 14 a 17 anos e de 18 a 24 anos, ela subiu de 21% para 26,5% e de 15,3% para 19,7%, nessa ordem, de um ano para outro. E a tendência, ela afirma, é que a procura por trabalho avance ainda mais entre esses grupos, diante da redução dos subsídios à educação superior, relacionada à menor disponibilidade de crédito pelo Fies, e da desaceleração da renda familiar, que pressiona aqueles que antes se dedicavam apenas à qualificação a contribuir com as contas de casa. Nesse sentido, a alta do desemprego entre aqueles de 25 a 39 anos – de 6,4% para 8,6%, na mesma comparação – é considerada preocupante, já que inclui a maior parte dos chefes de família.

Tanto a Rosenberg quanto a equipe do Fator chamam atenção para o comportamento menos negativo da renda na Pnad Contínua. Para eles, ela pode ajudar a explicar a resistência da inflação, em especial a de serviços, que se mantém alta a despeito do aprofundamento da recessão.

No trimestre encerrado em setembro, o rendimento médio, que chegou a R$ 1.889, e a massa salarial caíram 0,1% sobre o mesmo período do ano passado, contra uma retração de 7% na renda e de 10,3% na massa apurada pela PME em setembro, na mesma comparação. A renda real de todos os trabalhos oscila bastante desde o início da série da Pnad. Só nos três trimestres anteriores ao encerrado em setembro, a variável subiu 1% (outubro-dezembro), manteve-se estável (janeiro-março) e cresceu 1,4% (abril a junho).

A tendência, contudo, é de aprofundamento da queda, com posterior efeito sobre os preços. “Como a ocupação está caindo mais rápido entre os empregos com carteira assinada, a deterioração do mercado de trabalho prossegue e sugere efeito claro sobre a inflação adiante”, avalia o Fator em relatório.

Campos, da LCA, acrescenta que a contaminação das expectativas, o nível alto de indexação e a alta expressiva dos preços administrados também têm tido papel importante na resistência dos índices. Sua expectativa, entretanto, é de continuidade do ciclo de deterioração do mercado de trabalho observado desde o início deste ano – processo que levaria o desemprego da Pnad Contínua a 8,6% neste ano, contra 6,8% em 2014, e a 11,4% no próximo ano. A Rosenberg tem estimativa semelhante para 2015 e é um pouco mais otimista para o próximo ano, com taxa média de 10%.

 

Redação On novembro - 25 - 2015
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