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Sbado, 23 de Setembro de 2017






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Brasil e Suíça acertam troca de informações tributárias

O secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, e o embaixador Christoph Schelling, do Departamento Federal de Finanças da Suíça, assinaram acordo para troca de informações tributárias.

Segundo Rachid, as negociações em torno do acordo começaram há dois anos e não são consequência direta da Operação Lava-Jato, efetivada em março de 2014. “Começamos a fazer a negociação há dois anos. Não tem efeito direto [da Lava-Jato]”, disse Rachid.

O acordo ainda precisa ser aprovado pelo Congresso dos dois países. Rachid explicou que as informações sobre “movimentação financeira” poderão ser trocadas a partir do ano seguinte à aprovação parlamentar. Hoje a troca de informações requer decisão judicial.

“O acordo de natureza tributária abrange informações financeiras”, disse o secretário da Receita, focando que poderão ser trocadas informações como por exemplo do Imposto de Renda.

O embaixador da Suíça no Brasil, André Regli, considerou a assinatura do acordo “muito importante” porque o país “não só não quer, como não precisa [de dinheiro ilegal]” depositado no país. “Para nós é importante demonstrar que a praça financeira Suíça mudou completamente. Não é bom se chega dinheiro que não seja legal”, disse ele. Para o embaixador, é preocupante que a imagem do país seja associada com desvio de recursos públicos.

“Para a imagem da Suíça não é bom quando tem esse dinheiro ilegal. Para a imagem da Suíça é muito ruim e não precisamos mais desse dinheiro lá”, disse Regli.

Valor Econômico – 24/11/2015

 

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Cisa Trading e americana Steel Warehouse anunciam joint venture

A Cisa Trading, maior trading privada no Brasil, que oferece soluções logísticas, operacionais, tributárias e financeiras na importação e exportação para mais de 200 clientes do mercado, e a americana Steel Warehouse, líder na indústria da linha Temper Pass Cut to Length e no processamento de bobinas de aço de maior espessura, anunciaram a criação da Steel Warehouse Cisa, companhia de serviços siderúrgicos, que fornecerá tecnologia de processamento e beneficiamento do aço para aplicação em vários setores, como agricultura, construção, mineração, máquinas e equipamentos, guindastes e automotivo. Cada uma terá participação de 50% da nova companhia.

Por meio da parceria, as empresas trazem ao Brasil uma solução inédita no país para o processamento do aço com a linha Temper Pass Cut to Length, que fornece chapas de aço com as melhores tolerâncias e planicidade e livre de tensões residuais. Para isso, será construída uma unidade industrial em Paulínia, a 119 quilômetros de São Paulo. O projeto de instalação conta com apoio da Investe São Paulo, agência de promoção de investimentos ligada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo.

“Há uma sinergia muito grande entre as duas empresas e estamos aqui a pedidos dos próprios clientes que já são atendidos pela Steel Warehouse nos Estados Unidos e no México e que queriam uma atuação direta no Brasil”, explica explica David Sánchez, Diretor Geral da Steel Warehouse Cisa, que diz que a nova companhia inicia suas atividades totalmente comprometida com o país, com um projeto de longo prazo e bem planejado.

A sede da Steel Warehouse Cisa será em um terreno de 100 mil m², sendo 27 mil m² de área construída. “Paulínia está localizada em uma região de alta pujança econômica do Estado, que é a de Campinas. Tenho certeza de que a infraestrutura de rodovias, aeroporto e facilidade de acesso ao porto da região vão contribuir para o sucesso do projeto”, disse o presidente da Investe São Paulo, Juan Quirós. A agência está dando suporte principalmente em questões relacionadas às licenças ambientais da fábrica e assuntos tributários.

Neste momento, a empresa está preparando a infraestrutura para receber os equipamentos, que chegam em outubro no Porto de Santos. São 45 containeres distribuídos em cinco embarques, mais outras peças break bulk que saem dos portos de Baltimore e Houston (Estados Unidos). “Serão 50 caminhões para transporte dos componentes da linha até a base de produção para sua instalação. A montagem, treinamento e operação demandarão três meses e esperamos iniciar as operações em fevereiro do próximo ano”, conclui David Sánchez, Diretor Geral da Steel Warehouse Cisa.

Fonte: América Economia

 

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Brasil e Chile assinam acordo de investimento

O governo brasileiro firmou ontem um acordo de cooperação e facilitação de investimentos com o Chile. Mais conhecido como ACFI, o tratado tem o objetivo de facilitar o ambiente para investimentos de empresas dos dois países. O acordo foi assinado em Santiago pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro.

O ministro explicou que o acordo proporcionará, por exemplo, instrumentos de resolução de conflitos para as empresas chilenas que atuam por aqui. Segundo ele, o Brasil é o principal destino dos investimentos chilenos no mundo, cerca de US$ 25 bilhões. “Já os investimentos brasileiros no Chile não são tão expressivos, mas o acordo pode ajudar muito”, completou Monteiro.

Monteiro lembrou que os diversos acordos bilaterais e multilaterais já assinados pelo governo chileno podem ajudar empresas brasileiras que querem acessar outros mercados. A ideia é que o novo parceiro funcione como uma espécie de plataforma de exportação a países com os quais o Chile tem acordos de livre comércio, como Turquia e Austrália.

Os ACFI são estruturados sob a ótica da prevenção de controvérsias. Um comitê conjunto bilateral cuida da promoção de condições adequadas de investimento por meio de uma agenda que envolve uma série de condições, como, por exemplo, vistos e licenças. O Brasil firmou neste ano acordos semelhantes: em maio, com o México, e em setembro, com a Colômbia. “O acordo é muito importante para a internacionalização das empresas dos dois países”, disse Monteiro.

Valor Econômico – 24/11/2015

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Exportação cai 27% e balança registra déficit na 3ª semana

A balança comercial teve déficit de US$ 396 milhões na terceira semana de novembro, resultado de exportações de US$ 2,798 bilhões e importações de US$ 3,194 bilhões. As vendas externas caíram 27% na comparação com o acumulado até a segunda semana, enquanto as importações cresceram 0,11% no período. No acumulado de novembro, o saldo positivo é de US$ 758 milhões. No ano, o superávit chega a US$ 13,003 bilhões.

A média de exportações da terceira semana chegou a US$ 559,6 milhões, 27% abaixo da média de US$ 766,4 milhões até a segunda semana, em razão da queda de 35,2% nas vendas de semimanufaturados como açúcar bruto, couro e peles, celulose e óleo de soja.

As vendas de produtos básicos caíram 31,3% puxadas pelo petróleo bruto, milho em grão, carne de frango e bovina, café em grão e farelo de soja. As vendas de produtos manufaturados caíram 19,7%, em razão, principalmente, de aviões, óxidos e hidróxidos de alumínio, autopeças, motores para veículos e veículos de carga.

Do lado das importações, houve crescimento de 0,11% para uma média diária de US$ 638,9 milhões, devido ao aumento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, adubos e fertilizantes e cereais e produtos de moagem.

Valor Econômico – 24/11/2015

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Analistas esperam avanço em acordo comercial com UE

Ancorado em uma visão mais “pró-mercado”, o novo governo de Mauricio Macri deve contribuir para que o Mercosul feche acordos de livre-comércio, sendo o primeiro deles com a União Europeia, avaliam especialistas. “Acredito também em acordos com os EUA”, disse Juan Jensen, sócio da 4E Consultoria, em evento sobre as eleições argentinas organizado ontem pela GO Associados.

Um pouco mais cético, o embaixador Regis Arslanian não descarta a hipótese de o novo governo argentino desejar agenda comercial mais produtiva, mas avaliou não ser possível dar como certa a capacidade de Macri de eliminar barreiras não alfandegárias “de uma hora para outra”, ainda que o país precise de US$ 12 bilhões ao ano em divisas. “Mas haverá mais diálogo e negociações, o que já é muito para a relação bilateral”.

Para Arslanian, que representou o Brasil junto ao Mercosul e à Associação Latino-Americana de Integração até 2012, o diálogo entre os dois principais sócios do Mercosul tem sido prejudicado por uma agenda “politizada”. Para ele, a cúpula do Mercosul, marcada para 21 de dezembro, em Assunção, será fundamental para avaliar para onde irá o bloco. “Resta saber se Macri terá nova atitude e como o Brasil reagirá a isso.”

A inflação, segundo os especialistas, deve ser um dos principais desafios do novo governo neoliberal, ao lado das contas públicas – o país registra um déficit primário de cerca de 4% do PIB. O consenso, no entanto, é que embora as condições macroeconômicas na Argentina sejam piores, a confiança, que deve ser recuperada mais rapidamente com a eleição de Macri, marca o diferencial com relação ao Brasil. Para Jensen, uma das vias mais rápidas de ajuste seria o corte de subsídios econômicos, que representam atualmente cerca de cinco pontos do PIB do país.

Os economistas avaliam ainda que o câmbio teria espaço para chegar próximo de 15 pesos (cotação do dólar paralelo), empurrando os preços ainda mais para cima. A necessidade de recomposição das tarifas públicas seria outra fonte de pressão sobre a inflação: uma conta de energia elétrica de uma família de classe média em Buenos Aires, exemplificou Jensen, custaria cerca de R$ 10 reais, ou “duas empanadas”. Diante disso, disse, a inflação teria fôlego para encerrar 2016 em 40%. Um pouco menos pessimista, o economista Fabio Giambiagi, disse que uma vez equacionado o problema da medição oficial de preços, a inflação deve ficar entre 20% e 25% em 2016.

Em uma sugestão que chamou de “breve provocação intelectual”, o economista de origem argentina afirmou que, em prol de suas relações com a Argentina, o Brasil deveria retirar de suas reservas e considerar um empréstimo entre US$ 2 bilhões e US$ 5 bilhões ao governo daquele país em troca de concessões comerciais e investimentos – mesmo em meio ao difícil cenário brasileiro. “Do ponto de vista de interesses estratégicos do Brasil, o país deveria colocar isso na agenda”, sugeriu Giambiagi.

Valor Econômico – 24/11/2015

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Brasil vê integração com UE mais perto e divergência sobre Venezuela

Apesar de ter demonstrado preferência pelo candidato governista na eleição presidencial da Argentina, o governo brasileiro recebeu com otimismo a vitória do oposicionista Mauricio Macri. Mas, se as perspectivas na seara econômica são bastante positivas, na esfera política os primeiros ruídos podem aparecer logo, especialmente se o assunto for o governo da Venezuela.

Ontem pela manhã, a presidente Dilma Rousseff telefonou para Macri e o cumprimentou pela vitória. Na conversa, de cerca de cinco minutos, Dilma confirmou presença na posse do novo presidente argentino, marcada para 10 de dezembro. Dilma também convidou o colega para uma visita a Brasília e Macri disse que, se não puder vir antes de assumir, o Brasil será o seu primeiro destino como presidente.

Durante toda a campanha eleitoral, o argentino defendeu o fortalecimento da relação bilateral com o Brasil, sobretudo na esfera comercial. O discurso foi muito bem recebido por aqui. Ao Valor, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, afirmou que a vitória de Mauricio Macri vai ajudar na maior integração do Mercosul aos principais acordos comerciais atualmente vigentes no planeta.

“O Macri tem uma visão mais pró-comércio, de maior extroversão econômica. Vai permitir que o Mercosul se abra do regional para interagir mais com a rede de acordos globais”, explicou o ministro. “O novo presidente apoia a troca de ofertas com a União Europeia e com a Aliança do Pacífico, uma visão que combina muito com a nossa”, complementou o ministro.

No Itamaraty, o entendimento também é de que o governo Macri vai dar mais “ênfase” à relação com o Brasil. Outra expectativa é de que o novo presidente retome o diálogo da Argentina com nações que não estavam no “primeiro plano” da presidente Cristina Fernández Kirchner, principalmente os Estados Unidos.

Confiante na vitória do candidato governista, Dilma recebeu Daniel Scioli em outubro no Palácio do Planalto. Já o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi mais enfático. Viajou em setembro para a Argentina e pediu votos para Scioli. Em uma das agendas, Lula participou da inauguração de uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento) batizada com o seu nome.

Apesar disso, interlocutores de Macri já deixaram claro que essas atitudes não vão afetar a relação entre os dois governos. Diplomatas brasileiros lembraram que, em fevereiro deste ano, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, se reuniu com Macri em Buenos Aires. O plano original era conversar com todos os candidatos à Casa Rosada, mas só houve coincidência de agenda com Macri.

Além da aproximação com o Brasil, uma das principais bandeiras do novo presidente argentino diz respeito à Venezuela. Durante toda a campanha, Macri prometeu que, se eleito, pediria a aplicação da cláusula democrática do Mercosul para questionar a perseguição aos adversários políticos e o boicote à liberdade de imprensa por parte do governo de Nicolás Maduro. Ontem, em entrevista coletiva, Macri confirmou que fará o pedido já na próxima cúpula do Mercosul, marcada para o dia 21 de dezembro em Assunção, no Paraguai.

A diplomacia brasileira viu na manifestação do novo presidente argentino um gesto imediato ao público que o elegeu no último domingo. “Isso serve para ele marcar posição junto ao público interno, como o cumprimento de uma promessa de campanha”, avaliou um diplomata brasileiro, sob a condição de anonimato.

O governo brasileiro, contudo, não deve engrossar o coro contra Caracas. Apesar da expectativa de melhoria nas relações com o país vizinho, o assunto Venezuela ainda é considerado bastante delicado pelo Itamaraty. “Cada país tem sua própria orientação. É possível divergir também, o que não cria qualquer dificuldade na relação com o novo governo”, disse a fonte.

Valor Econômico – 24/11/2015

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Presidente eleito na Argentina usará Mercosul para pressionar Venezuela

Poucas horas depois de confirmada sua vitória, o presidente eleito da Argentina, Mauricio Macri, começou a dar indicações de como será sua política exterior.

Ele disse que pretende tirar o Mercosul do estágio de “congelamento” e classificou o Brasil como “principal sócio”.

Um tema, porém, pode causar atrito entre os dois principais parceiros do bloco: o tratamento dado à Venezuela de Nicolás Maduro.

Em entrevista coletiva nesta segunda (23), Macri reafirmou a promessa de que vai propor ao Mercosul acionar a cláusula democrática contra o país, em razão dos políticos presos pelo governo Maduro.

O Brasil tem mantido silêncio sobre o caso da Venezuela.

Para acionar a cláusula democrática, que pode levar à suspensão do país do Mercosul, é necessário que a sanção seja aprovada por todos os sócios por unanimidade.

Nas palavras de Macri, o líder venezuelano age com “abuso e perseguição” contra seus opositores.

“É evidente que se deve aplicar essa cláusula, porque as denúncias são claras e contundentes. Não são uma invenção”, disse. “Não tem a ver com o compromisso democrático que assumimos.”

A mulher do venezuelano preso Leopoldo Lopez, Lilian Tintori, esteve neste domingo (22) em Buenos Aires, onde acompanhou a apuração na sede da coligação Mudemos, encabeçada por Macri.

A vitória do político na Argentina representa uma baixa na esquerda latino-americana, que congrega lideranças como o boliviano Evo Morales e o equatoriano Rafael Correa, além de Maduro.

Falando a jornalistas, Macri tentou minimizar contradições. “Insisto que nossa intenção é construir boas relações, previsíveis, com todas as nações latino-americanas”, disse. “Tenho as melhores expectativas na relação com o Mercosul, mais além da questão da cláusula democrática, que acredito que procede no caso da Venezuela, pelos abusos na perseguição aos opositores e na [falta] de liberdade de expressão”.

O argentino reiterou que sua primeira viagem oficial deverá ser a Brasília, mas ainda não há data definida.

Os líderes do Mercosul têm encontro marcado para o dia 21, em Assunção. Estreando na cúpula, Macri pretende acelerar as negociações do acordo de livre comércio com a União Europeia e de aproximação com a Aliança do Pacífico.

O argentino ainda adiantou que proporá o cancelamento do acordo com o Irã, costurado pela presidente Cristina Kirchner em 2013. O relato oficial é que o tratado permitiria interrogar os suspeitos iranianos do ataque à bomba em Buenos Aires, em 1994.

Mas investigação do promotor Alberto Nisman, encontrado morto em janeiro em caso ainda sem solução, dizia que Cristina tentou encobrir suspeitos em troca de vantagens comerciais.

Folha de S.Paulo – 24/11/2015

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Zona do euro cresce, mas ainda precisa de estímulo

A atividade econômica na zona do euro atingiu em novembro o nível mais alto em quatro anos e meio, de acordo com relatório divulgado ontem pela consultoria Markit Economics.

O índice PMI composto, que mede os setores de serviços e manufatura, chegou a 54,4 pontos em comparação aos 53,9 pontos registrados em outubro. Esse é nível mais alto desde maio de 2011. Pelo indicador, números abaixo de 50 indicam contração da atividade e acima, expansão.

A pesquisa indica um crescimento contínuo nos 19 países que usam a moeda comum. Na Alemanha, o indicador ficou em 54,9 pontos, maior índice desde agosto. Já na França houve uma freada de 52,6 pontos para 51,3, com o impacto dos ataques terroristas em Paris sobre o setor de serviços.

A deflação regional, porém, continua a preocupar autoridades econômicas da região, como o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, que já disse que precisará dar mais estímulos para que os preços reajam. O relatório mais recente da Markit apontou queda nos preços do atacado pelo nono mês consecutivo.

“O BCE segue decepcionado com a força da recuperação neste momento”, disse Chris Williamson, economista-chefe da Markit. “A leve melhora do PMI em novembro sem dúvida pouco fará para dissuadir as autoridades de que é preciso mais ação.”

O relatório da Markit mostra “pressões deflacionárias contínuas” na zona do euro. Os custos dos insumos subiram muito pouco, um fenômeno fundamentalmente ligado à queda dos preços globais das commodities. “Essa pesquisa sobre a economia europeia deixou de mostrar um aspecto importante: a inflação”,disse Bert Colijn, economista da ING. “É improvável que o otimismo dessa pesquisa leve a menos estímulo no encontro [do BCE] de dezembro.”

Valor Econômico – 24/11/2015

Redação On novembro - 24 - 2015
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