Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Tera-feira, 21 de Novembro de 2017






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Indústria perde espaço na exportação

O Brasil voltou a perder espaço no mercado internacional de produtos manufaturados. Um levantamento do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) com base em dados da Organização Mundial do Comércio (OMC) colocou o País no 32.º lugar entre as economias que mais exportaram manufaturas em 2014 – duas colocações abaixo do apurado no ano anterior.

Pelo estudo, a parcela do Brasil no comércio internacional de manufaturas foi de apenas 0,61%. A perda de participação da indústria brasileira no comércio internacional tem sido constante ao longo dos últimos anos, segundo o levantamento. Em 2005, o Brasil ocupava a 26.ª posição, e a fatia internacional era de 0,85%.

As manufaturas brasileiras têm sido menos demandadas globalmente por uma conjunção de fatores. Nos últimos anos, o real valorizado em relação ao dólar tirou a competitividade dos produtos brasileiros. O chamando Custo Brasil – que envolve desde uma carga tributária complexa aos problemas de logística do País – também impediu um aumento das exportações da indústria.

“Os fatores que impedem um aumento das exportações já são conhecidos de longa data e continuam o mesmo: uma tributação em cascata, que onera demais o setor produtivo. Há um problema sério de logística com os gargalos de infraestrutura.

E, a taxa de câmbio apreciada nos últimos anos, fez com que a estrutura produtiva perdesse ainda mais espaço”, diz Rafael Fernandes Cagnin, economista do Iedi. “Hoje, a taxa de câmbio está melhor, mas a reação leva um pouco de tempo”, afirma Cagnin.

A perda do mercado internacional fez com que a pauta de exportação brasileira se invertesse nos últimos dez anos. Em 2005, os manufaturados correspondiam a 53% das vendas do País. No ano passado, a fatia diminuiu para 34%. No caso dos produtos agrícolas, houve um processo contrário. A participação aumentou de 30% para 40% no período analisado.

Economia fechada. O estudo aponta que a economia brasileira também permaneceu bastante fechada para o comércio global quando se leva em conta a exportação total.

No ano passado, o Brasil foi o 25.º maior exportador, três posições abaixo do apurado em 2013. O País foi ultrapassado por Suíça, Malásia e Tailândia, nações com uma economia bem menor do que a brasileira.

No ranking das importações, a economia do Brasil se manteve na 22.ª colocação.
Em 2014, as exportações brasileiras somaram US$ 225 bilhões, uma queda de 7% ante 2013. E as importações foram de US$ 239 bilhões, um recuo de 5% no período.
“O quadro da inserção da estrutura produtiva brasileira no comércio mundial se deteriora sobretudo para as exportações”, afirma Cagnin.

O Estado de S.Paulo – 18/11/2015

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Yellen diz que projeto de reforma do Fed ‘é um erro’

A presidente do Federal Reserve, Janet Yellen, reiterou que o projeto de lei de reforma do banco central americano, previsto para ser levado à votação no plenário da Câmara dos Deputados esta semana, é “um grande erro”. Em uma carta enviada ao presidente da Câmara dos Representantes, o republicano Paul Ryan, e a líder da minoria democrata na casa, Nancy Pelosi, divulgada nesta terça-feira, Yellen disse que a proposta vai politizar a decisão sobre a taxa de juro básica.

O projeto de lei, chamado de Ato para Reforma, Supervisão e Modernização do Fed (Form, na sigla em inglês), aprovado pela comissão de finanças da Câmara, vai exigir que o Fed adote uma regra política aprovada e monitorada pelo Escritório de Prestação de Contas do Governo. Yellen disse que não existe uma regra para guiar o Fed quando os juros estão próximos de zero.

“Infelizmente, a lei Form tenta aumentar a transparência e a prestação de contas através de provisões equivocadas que vão expor o Federal Reserve a pressão política no curto prazo”, diz Yellen na carta. “A lei vai severamente enfraquecer a capacidade do Fed de executar seus mandatos e será um grave erro, prejudicial à economia e ao povo americano”, acrescentou.

Yellen disse ainda que a proposta, caso seja aprovada, vai limitar a capacidade do Fed de agir durante uma crise. A lei “provavelmente vai resultar na elevação do temor de inflação e dos juros de mercado, vai diminuir o status do dólar nos mercados financeiros globais e reduzir a estabilidade econômica e financeira”.

Valor Econômico – 18/11/2015

Redação On novembro - 18 - 2015
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