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Quarta-feira, 20 de Setembro de 2017






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Exportação cresce e balança ganha US$ 1 bi na semana

A balança comercial registrou superávit de US$ 1 bilhão na segunda semana de novembro, resultado de exportações no valor de US$ 3,900 bilhões e importações de US$ 2,890 bilhões. No mês, o saldo positivo é de US$ 1,154 bilhão. No ano, chega a US$ 13,399 bilhões. Na segunda semana, a média diária das exportações aumentou 4,1% na comparação com a primeira, enquanto as importações caíram 19%. As vendas foram puxadas pela soja, milho, petróleo, minério de ferro, carne de frango entre outros produtos. As vendas de manufaturados subiram 1,7%, mas as de semimanufaturados caíram 13,7%.

Houve queda nos gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, veículos automóveis e partes, químicos orgânicos/inorgânicos, plásticos e obras, instrumentos de ótica e precisão. No mês, comparadas as médias até a segunda semana de novembro deste ano com a de novembro do ano passado, houve queda de 2,0% nas vendas externas em razão do recuo de 10% nos produtos semimanufaturados e de 0,7% nos produtos básicos. Mas cresceram as vendas de manufaturados (1,1%).

Nas importações a média diária até a segunda semana de novembro ficou 29,4% abaixo da média de novembro de 2014. Nesse comparativo, caíram os gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes (-58,6%), adubos e fertilizantes (-57,3%), automóveis e partes (-35,3%), aparelhos eletroeletrônicos (-33,3%), siderúrgicos (-31,7%) e equipamentos mecânicos (-21,5%).

Valor Econômico – 17/11/2015

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Companhias norueguesas mantêm interesse no Brasil

André Ramalho – Do Rio

Mesmo num cenário de retração econômica, as empresas norueguesas da indústria naval e do setor de petróleo e gás devem manter estáveis seus investimentos no Brasil este ano, num patamar próximo dos US$ 800 milhões registrados em 2014. Os empresários nórdicos, no entanto, estão mais cautelosos em anunciar novos negócios no país, ressalva o vice-ministro de Petróleo e Energia da Noruega, Kâre Fostervold.

Em visita oficial ao Brasil, Foster vold desembarca no país ao lado ;uma comitiva de cerca de 70 executivos de diferentes áreas da eco nomia e conta que, embora menos otimistas do que há alguns anos, os noruegueses ainda miram o mercado brasileiro e que a depreciação do real abre oportunidades “particularmente interessantes”.

“É justo dizer que ainda há um número significativo de empresas norueguesas olhando para o mercado do Brasil, embora talvez menos do que durante o ‘boom’ de 2008 a 2012”, disse, Fostervold, em entrevista ao Valor, por email.

O vice-ministro, que acompanha o príncipe herdeiro da Noruega, Haakon Magnus, em visita real ao Brasil, afirma que os empresários noruegueses aumentaram o rigor na hora de avaliar novos investimentos no mercado brasileiro, mas que para empresas interessadas em negócios de longo prazo no país, o momento de crise da economia brasileira pode ser favorável para novos investimentos.

“Essas empresas estão levando mais tempo hoje para fazer a devida diligência e avaliar o escopo de trabalho antes deentrar no país”, disse. “No geral, o Brasil é.um mercado interessante para a Noruega em muitos setores e,com os atuais níveis de crise e de taxa de câmbio, os investidores de longo prazo podem encontrar algumas oportunidades de investimento particularmente interessantes”, afirmou.

Segundo Fostervold, os investimentos noruegueses no país continuarão sendo puxados, nos próximos anos, pela Statoil, que anunciou em 2014 a intenção de investir cerca de US$ 3,5 bilhões no desenvolvimento da segunda fase de produção do campo de Peregrino, na Bacia de Campos, até o fim da década.

O vice-ministro, contudo, destaca que as oportunidades são avaliadas por empresas norueguesas de diferentes setores que, segundo ele, estão de olho em negócios como armazenamento e transporte de gás, energias renováveis, tecnologia sustentável, frutos do mar e aquicultura, tecnologias da informação e agricultura.

No fluxo oposto, os noruegueses avaliam que também há oportunidades para negócios brasileiros no país europeu.

Segundo a embaixadora da Noruega no Brasil, Aud Marit Wiig, a exportação de soja é uma das principais oportunidades de negócio a serem trabalhadas pela indústria brasileira durante a visita do príncipe Haakon ao Brasil, onde ele se encontrará com o vice-presidente da República e presidente em exercício, Michel Temer,nesta que será a primeira visita oficial da família Real norueguesa ao Brasil desde 2003.

“O mercado norueguês de soja é uma boa oportunidade para empresas brasileiras. A Noruega está elevando a produção de peixes e esse crescimento depende de ração a base de soja”, disse embaixadora.

O fortalecimento das relações comerciais entre os dois países está no centro da pauta do encontro, que deve contar ainda com a assinatura de acordos bilaterais nas áreas de pesquisa e no setor naval.

Segundo a diplomata, o grupo financeiro norueguês DNB e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) devem assinar memorando de entendimento para financiamento de pesquisa em petróleo e gás. A visita também deve marcar a assinatura de um acordo marítimo entre os dois países. Questionada sobre a possibilidade de investimentos de norueguesas na indústria naval brasileira, ela disse apenas que se trata de um “primeiro passo” no intercâmbio entre os dois países na área.

Valor Econômico – 17/11/2015

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Sequelas econômicas

Os ataques que mataram dezenas e feriram centenas em Paris na última sexta feira geram questionamentos sobre os possíveis impactos para as economias de França e União Europeia, especialmente, bem como para o mundo. Especialistas veem prejuízos para o turismo, e há temores sobre o preço do petróleo e a confiança de consumidores e investidores. A cúpula do G- 20 ( grupo das principais economias do mundo), que terminou ontem em Antália, na Turquia, ressaltou em nota que o avanço do terrorismo pode ser um fator adicional de estresse para a economia global e ameaçar os esforços para estimular o crescimento sustentável do Produto Interno Bruto ( PIB) mundial. Alguns economistas, no entanto, alertam que ainda é prematuro para avaliar as consequências na esfera econômica. Mesmo assim, o euro recuou ontem 0,8% frente ao dólar, para US$ 1,0686, o menor patamar em sete meses.

“A disseminação das organizações terroristas e o importante aumento dos atos de terrorismo minam a manutenção da paz internacional e a segurança e ameaçam os esforços em andamento para fortalecer a economia global e garantir o crescimento e o desenvolvimento sustentáveis”, diz o documento, publicado separadamente do comunicado final.

Na própria sexta- feira foram divulgados os dados das economias francesa e europeia no terceiro trimestre. Na França, o PIB cresceu 1,2% frente ao mesmo período de 2014, a maior alta desde o quarto trimestre de 2011. O ministro das Finanças francês, Michel Sapin, afirmou na ocasião que o baixo crescimento havia ficado para trás. Já a zona do euro registrou expansão de 1,6%.

— É difícil dizer, mas um ataque terrorista como esse certamente não favorece a economia. Um episódio assim afeta a confiança e pode piorar o sentimento de consumidores e investidores. Não acho que vai reverter o processo de recuperação, mas representa elementos negativos, principalmente para a França e a zona do euro, e menores para o resto do mundo — afirma o economista da Tendências Consultoria Silvio Campos Neto.

E isso acontece justamente no fim do ano, quando os tradicionais mercados de Natal ajudam a impulsionar as vendas do varejo europeu.

TURISMO É 9% DA ECONOMIA DA FRANÇA
Mostrando mais preocupação, o professor de Economia da FEA/ USP Simão Davi Silber alerta para os riscos da escalada do terrorismo para os preços do petróleo, que, segundo ele, “ainda são decisivos para a economia mundial”:

— A questão é o que acontece com a oferta de petróleo. Os interesses dos grandes produtores são conflitantes, e o grande perigo é a redução da oferta, que pressionaria os preços para cima. O ataque joga um pouco mais de água fria, incerteza e turbulência sobre a economia mundial.

O setor de turismo é o mais preocupado. A França é o país que mais recebe turistas em todo o mundo: foram 83,7 milhões no ano passado, segundo dados do governo francês. A atividade corresponde a 8,9% do PIB francês, ou € 191,4 bilhões em 2014, considerando os efeitos diretos e indiretos, de acordo com o Conselho Mundial de Viagens e Turismo ( WTTC, na sigla em inglês). O setor emprega, direta e indiretamente, 2,714 milhões de pessoas na Fraça.

Procurado, o WTTC informou que outros atentados em capitais europeias — como Madri, em 2004, e Londres, em 2005 — tiveram influência limitada no turismo. A questão, ressaltou, é qual será a reação em termos de segurança nas próximas semanas e meses. O grupo espera “aumento significativo dos procedimentos de segurança”.

“Os ataques brutais de Paris ocorreram no contexto de um debate sobre segurança, fronteiras, vistos e liberdade de movimento. Se os últimos incidentes influenciarem na decisão de políticas mais restritivas, isso pode ter impacto significativo nas viagens para destinos na Europa e em torno dela”, afirmou o WTTC.

Restaurantes de Paris já organizaram o movimento “Tous au Bistrot” ( Todos ao bistrô), com o objetivo de atrair os franceses e turistas para apoiar os trabalhadores do setor do entretenimento e manter os estabelecimentos cheios.

Hoje, às 21h, haverá um minuto de silêncio pelas vítimas nos restaurantes e cafés do país.

— Acho que o impacto dos atentados na economia da França será sobretudo pelo turismo. Não me parece que haverá impacto significativo em investimentos na França, nem no preço do petróleo ou na economia internacional — diz o professor de Economia Internacional do IbmecRio e da Uerj Fernando Padovani.

Cauteloso, o professor do Instituto de Economia da UFRJ Luiz Carlos Prado afirma que é prematuro estimar qualquer impacto. Os primeiros efeitos, diz, são políticos. E possíveis consequências para a economia só serão estimadas a partir das decisões políticas.

Em um caso mais extremo, por exemplo, em que a França decida mandar tropas para a Síria, haverá aumento de gastos públicos e tendência de alta da inflação e do preço do petróleo. Já se forem tomadas medidas de restrição na circulação de pessoas, os possíveis efeitos serão no mercado de trabalho.

— É muito cedo para imaginar consequências para a economia — afirma Prado, que só vê prejuízos para o turismo se a queda no número de viajantes for prolongada.

DILMA: CRESCIMENTO EM DOIS OU TRÊS ANOS
Diante do já fraco desempenho das economias do G- 20 no último ano, os líderes do bloco se comprometeram a manter o compromisso firmado no ano passado, de elevar em 2% o PIB global até 2018, ainda que o crescimento continue desigual e mais fraco que o previsto. Embora o documento final não mencione a situação das economias em desenvolvimento, a presidente Dilma Rousseff afirmou que o G- 20 reconheceu que a crise agora atinge os emergentes. Por outro lado, segundo ela, há a expectativa de que estas economias voltem a crescer nos próximos dois ou três anos.

— Há a certeza de que países em desenvolvimento voltarão a crescer em horizonte mais próximo. Isso porque não temos grandes bolhas financeiras para superar.

Eventuais bolhas que existam nos emergentes são superáveis — afirmou Dilma pouco antes de voltar ao Brasil.

Embora os emergentes estejam em uma situação menos favorável neste momento, a avaliação é a de que a sua contribuição para o crescimento mundial ainda é positiva. O documento tampouco menciona as mudanças na política econômica do governo chinês, apesar de esta ser uma das principais preocupações manifestadas pelos japoneses. O crescimento menor da China impõe uma demanda menor para o Japão, que ontem anunciou retração de 0,7% do PIB no terceiro trimestre.

Também não houve menção clara ao apoio dos países para que o yuan passe a ser considerado moeda de reserva pelo Fundo Monetário Internacional ( FMI). Os americanos ofereceram apoio à iniciativa em troca de mais flexibilização do mercado de câmbio.

Brasil, Argentina e Rússia tentaram incluir o compromisso de não conceder novos subsídios à agricultura, nem aumentar os existentes. Mas o documento fala apenas em “resistir a todas as formas de protecionismo”. Para muitos dos presentes, o foco no terrorismo acabou por esvaziar outros temas. Os líderes do G- 20 também reforçaram que irão “comunicar claramente” decisões de política monetária, num aceno aos mercados financeiros, que vêm sofrendo fortes oscilações este ano devido à expectativa de juros maiores nos EUA.

O Globo – 17/11/2015

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Segurança maior não deve afetar comércio, diz Azevêdo

Os países do G-20 anunciaram que vão trabalhar juntos para reforçar a segurança no transporte aéreo, com objetivo de prevenir atentados terroristas. Mas a medida pode não afetar muito o comércio mundial em razão do Acordo de Facilitação do Comércio (AFC) que está para ser implementado.

A avaliação é do diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo, depois de participar da cúpula dos líderes do G-20 na Turquia.

“Nossa expectativa é de que, se [novas medidas de segurança no transporte aéreo] tiverem algum impacto na liberalização ou no trânsito de bens, não deve ser tão agudo quanto seria se não tivéssemos o AFC”, afirmou Azevêdo em entrevista ao Valor.

Ele lembrou que esse compromisso, que visa reduzir barreiras aduaneiras, já prevê várias situações em que é necessário controle adicional tanto por razões de segurança nacional como por segurança alimentar, pestes, inspeções mais intensas em mercadorias sob suspeita, inclusive para que bens perecíveis não sejam tão afetados por essas situações de emergência.

O setor aéreo representa apenas 10% do comércio internacional em volume, mas em valor aumenta significativamente, para mais de 30% das trocas globais. Isso significa que o transporte aéreo é orientado mais para produtos de alto valor agregado ou mais sensíveis.

No debate sobre comércio, no G-20, vários chefes de Estado manifestaram preocupação sobre a desaceleração das trocas globais. Alguns notaram que os relatórios da OMC mostram que medidas protecionistas continuam sendo usadas. Somente 20% das medidas introduzidas desde 2008 foram retiradas. O estoque de barreiras continua crescendo, mesmo que moderadamente.

A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) nota que o comércio só crescerá 2% neste ano, ante 2,9% de crescimento da economia global. E quando o comércio cresce pouco assim, a experiência mostra que pode ocorrer recessão em seguida.

De seu lado, o diretor da OMC nota que se nova recessão mundial ocorrer será “por causa de políticas monetárias e fiscais em vários países, e será o comércio que vai sofrer, e não causar essa situação”.

Para Azevêdo, as exportações e importações estão caindo porque a economia continuou a desacelerar e alguns modelos de crescimento mudaram. “Os emergentes, que vinham de certa forma compensando a desaceleração dos desenvolvidos, também desapareceram, e alguns como a China mudaram também o modelo de crescimento, de investimentos, que absorvia muitas commodities, para modelo de consumo interno”.

Ele nota que houve aumento exponencial de consumo de commodities e agora a oferta está se ajustando em meio a um modelo que importa menos matérias-primas.

Valor Econômico – 17/11/2015

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Ritmo de recuperação global é desigual e abaixo da expectativa, avalia G-20

O ritmo da recuperação global é desigual e abaixo do esperado. A avaliação consta do comunicado divulgado no final da reunião de cúpula do grupo das 20 maiores economias do mundo, o G-20, que alerta para o aumento de incertezas financeiras, desafios geopolíticos e os problemas estruturais e na demanda global.

“O crescimento da economia global é desigual e continua abaixo das nossas expectativas, a despeito da perspectiva positiva em algumas grandes economias.

Riscos e incertezas nos mercados financeiros continuam e desafios geopolíticos estão crescendo e estão se tornando uma preocupação global”, diz o comunicado divulgado há pouco na Turquia.

Ainda para explicar o cenário econômico pouco favorável, os líderes do G-20 concordam que “a queda na demanda global e problemas estruturais continuam a pesar no crescimento atual e potencial”.

Diante do quadro desfavorável, os líderes do G-20 reafirmaram a promessa de continuar a adotar políticas macroeconômicas para atingir um crescimento mais forte, sustentável e balanceado. “Nossas autoridades monetárias continuarão a garantir estabilidade de preços e apoio à atividade econômica, consistentes com os seus mandatos”, diz o texto.

Sobre a política fiscal, o comunicado diz que os líderes concordaram em adotar políticas fiscais flexíveis para levar em conta as condições de curto prazo da economia, assim como levem em conta a criação de empregos e a manutenção da dívida pública em “uma trajetória sustentável”.

O grupo reafirmou que está comprometido em atingir a ambição de elevar o crescimento global em 2 pontos porcentuais até 2018, como anunciado no ano passado na Austrália. “Nossa mais alta prioridade é adotar efetivamente e a tempo as estratégias de crescimento que incluem medidas para apoiar a demanda e reformas estruturais para elevar o potencial de crescimento, criação de empregos e promover inclusão e redução da desigualdade”.

O Estado de S.Paulo – 17/11/2015

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Exportações de fabricante de calçados crescerão 30%

Mercado Aberto – 17/11/2015

A alta do dólar deverá ajudar a elevar em 30% as exportações da fabricante de calçados Piccadilly no próximo ano. Hoje, elas representam entre 25% e 30% do total produzido em suas seis plantas.

Além da cotação da moeda, a troca de presidente na Argentina -que terá o segundo turno de sua eleição no próximo domingo (22)- também deverá favorecer os embarques da empresa.

Há cerca de cinco anos, o país era o principal destino das vendas internacionais da companhia, com 70% do total exportado. Após a adoção de medidas protecionistas pelo governo Kirchner, a participação dos vizinhos caiu para 20% em 2014.

“Estamos bem esperançosos com as eleições. A expectativa é que possa haver uma retomada. Com as restrições na Argentina, tivemos de diversificar as exportações”, diz a presidente da Piccadilly, Cristine Grings Nogueira.

A empresa não divulga dados de vendas deste ano. “Ainda não jogamos a toalha. Estamos trabalhando para fechar 2015 positivo.”

Nesta segunda-feira (16), foi lançada uma nova marca para o público de seis a 12 anos que poderá alavancar o segmento infantil. Batizada de Lilybi, irá substituir a Piccadilly For Girls.

“Queremos descolar de possíveis comparações com [os sapatos da] Piccadilly. Não havia uma rejeição clara à marca [For Girls], mas um potencial não explorado.”

Com a mudança, alguns processos, como o de distribuição, vão passar a ser feitos de modo independente ao da Piccadilly.

Mudança de status

A exportação brasileira de cafés especiais cresceu 10,5% no acumulado até outubro em relação ao mesmo período do ano passado.

Em 2015, 7,5 milhões de sacas de 60 kg do produto foram embarcadas para o exterior, 25% de um total de 29,8 milhões exportados.

“Atendemos a uma demanda global. Tanto os países produtores quanto os consumidores tradicionais têm procurado cafés de maior qualidade”, afirma Luciana Florêncio, do Cecafé (conselho dos exportadores).

O produto diferenciado (orgânico ou com certificação de origem, entre outras categorias) custa, no mínimo, 20% a mais que a média do goma arábica natural e responde por 33% (US$ 1,67 bilhão) do valor das exportações.

Apesar de a alta do dólar ter ajudado na venda internacional, Florêncio não credita o aumento de negócios do segmento à moeda estrangeira.

“É possível dizer é que existe uma elevação do consumo. Há uma maior atratividade de preço, mas não se pode fazer uma correlação exata.”

US$ 5 BILHÕES é o valor total das exportações de café até outubro

US$ 156 foi o preço médio da saca de 60 kg dos dois tipos de café em setembro de 2015

36 MILHÕES é a quantidade de sacas que a Cecafé, entidade que reúne exportadores, planeja embarcar neste ano

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PRESENÇA ESTRANGEIRA

Alemanha, Reino Unido e Espanha aparecem entre os países europeus mais receptivos a quem vem de fora, segundo pesquisa do instituto Pew Research Center.

Para 66% dos alemães, os imigrantes trazem talentos e força de trabalho útil. Em seguida, vêm os britânicos, com 52%, e os espanhóis -47%.

A maior parte dos entrevistados gregos (70%), italianos (69%) e franceses (52%), no entanto, admite crer que os estrangeiros que decidem morar em seus países ameaçam empregos e benefícios.

Natal Virtual Cerca de 72% dos consumidores brasileiros pretendem fazer suas compras de Natal pela internet, segundo levantamento da Deloitte, que ouviu mil pessoas.

Convenção… O Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), uma associação civil de empresas, definiu a delegação para a COP 21, em Paris.

…verde As 12 empresas escolhidas são: CPFL Energia, CPFL Renováveis, Ecofrotas, EDP, Fibria, Itaú, KPMG, Vale, Votorantim, Santander, CEMIG e Schneider Electric.

Folha de S.Paulo

Redação On novembro - 17 - 2015
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