Sindicato Nacional da Indústria de
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Indústria de SP registra pior patamar desde dezembro de 2008, vê IBGE

RIO  –  (Atualizada às 12h19) A indústria de São Paulo recuou 12,8% em setembro, na comparação com igual mês do ano passado. Foi o terceiro resultado negativo consecutivo acima de 12% e a 19ª queda seguida, conforme Pesquisa Industrial Mensal Regional (PIM Regional) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A indústria paulista está 21,4% abaixo do melhor momento, alcançado em março de 2011. Além disso, tem o pior setembro desde o início da série, em 2002, e registra agora o pior patamar desde dezembro de 2008, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O tombo da indústria paulista é disseminado, com 15 das 18 atividades com queda na produção em setembro, no confronto com igual mês de 2014. “É um reflexo da conjuntura econômica desfavorável da indústria, com aumento da taxa de juros, inflação elevada, crédito está mais caro e seletivo, que afeta setores importantes para São Paulo, como o automobilístico”, afirmou o economista da coordenação de indústria do IBGE Fernado Abritta.

A produção da indústria de veículos automotores cedeu 31,9% no período, principalmente por causa da menor produção de automóveis e caminhões. “O cenário da economia afeta o consumo, principalmente de bens de consumo duráveis que são produtos que necessitam de crédito”, lembrou Abritta. O IBGE também mostra que houve queda de 18% em máquinas e equipamentos e de 31,1%, em equipamentos de informática.

valor Econômico – 10/11/2015

 

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Produção industrial cai 2,3% em Minas Gerais, diz IBGE

Com a economia desaquecida, a produção industrial brasileira recuou em 10 dos 14 locais pesquisados no país pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) passagem de agosto para setembro. Em Minas Gerais, houve queda de 2,3% no período, o quinto pior resultado entre as áreas e mais intenso que a média nacional (-1,3%).

Na comparação com períodos do ano anterior, todos os indicadores para o estado foram negativos. Em relação a setembro de 2014, houve queda de 11,1%, a 18ª taxa negativa consecutiva nesse tipo de confronto e a mais intensa desde agosto de 2009 (-13,3%). No acumulado no ano, o recuo foi de 7,2% e no acumulado em 12 meses, 6,7%.

Segundo o IBGE, a indústria mineira vem apresentando resultados negativos desde maio do ano passado.

Em setembro, as quedas mais intensas foram registrados por Bahia (-7,6%) e Rio de Janeiro (-6,6%), que mostrou a redução mais acentuada desde janeiro de 2012 (-12,7%).

No maior parque industrial nacional, São Paulo, a redução foi de 0,2%. Os demais resultados negativos foram verificados na Região Nordeste (-3,3%), Ceará (-2,7%), Rio Grande do Sul (-1,0%), Santa Catarina (-0,7%), Goiás (-0,6%) e Pernambuco (-0,4%).

Na direção oposta, tiveram avanço Pará (12,6%), Paraná (5,1%), Espírito Santo (1,3%) e Amazonas (0,1%).

Estado de Minas – 10/11/2015

 

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Editorial econômico

O que atenua a derrocada do mercado de veículos Outubro costuma ser um mês importante para a comercialização
de veículos novos. Em 2014, foi o segundo melhor em vendas, abaixo apenas de dezembro; em 2012 e em 2013, ficou em quarto lugar.

Mas outubrode2015 foi ruim: as vendas de 162,1 mil veículos nacionais foram 4% menores que as de setembro e só superaram as de fevereiro, sazonalmente o mês mais fraco do ano. A produção de veículos, de 205 mil unidades, subiu 17,4% em relação a setembro, mas foi 30,1% inferior à de outubro de 2014.

Se há uma exceção é o mercado de automóveis usados e seminovos,com pequeno aumento em relação a 2014, mas que também enfraqueceu muito no mês passado. Por ora, é esse mercado que reduz o temor de derrocada do setor, com operações que asseguram a sobrevivência das revendas, que não dispõem da capacidade financeira das montadoras.

Alguns nichos, como o de veículos luxuosos, ainda se preservam, mas neste caso as vendas anuais são inferiores a 100 mil unidades, num mercado de 2,8 milhões de veículos. Muito pouco, portanto.

Entre os primeiros dez meses de 2014 e de 2015, a produção de 2,11 milhões de unidades caiu 21,1%, mas ainda assim o estoque correspondia a 53 dias de vendas, segundo a associação das montadoras (Anfavea).

As exportações de US$ 8,82 bilhões até outubro foram 10,5% inferiores às de igual período de 2014.

Mesmo crescendo no último bimestre, não sustentam a atividade, ao alcançar 400 mil unidades/ano.

Ainda mais fraca é a venda de caminhões (-52,8% entre outubro de 2014 e outubro de 2015) e de ônibus (-69,3%, no mesmo período de comparação). Até as vendas internas no atacado de máquinas agrícolas e rodoviárias indicaram queda de 31,4% entre 2014 e 2015, apesar do vigor do agronegócio.

O enfraquecimento do setor automobilístico se reflete sobre vasta cadeia produtiva, sobre a arrecadação tributária federal, estadual e municipal e, em especial, sobre a força de trabalho. Em dois anos (de outubro de 2013 a outubro de 2014), 26,9 mil postos foram cortados nas montadoras, dos quais 14,3 mil nos últimos 12 meses e 867 no mês passado.

Não há perspectivas de retomada no curto ou no médio prazos. Crédito escasso e caro afasta consumidores temerosos quanto ao emprego e à renda, enquanto a inflação esbarra nos 10% ao ano.Com esse desempenho, o setor automotivo teve papel decisivo na queda da produção industrial de 10,9% entre os meses de setembro de 2014 e de 2015.

Redação On novembro - 10 - 2015
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