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Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017






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Brasil cria uma medida protecionista a cada 17 dias, diz OMC

O Brasil adotou uma medida protecionista a cada 17 dias em média, desde a eclosão da crise econômica mundial, que completa sete anos. Um informe publicado pela Organização Mundial do Comércio (OMC) indicou que, desde 2008, o governo brasileiro implementou 148 novas barreiras comerciais, um dos números mais elevados entre todos os governos do G-20.

Entre maio e outubro de 2015, o Brasil voltou a estar entre as economias que mais aplicaram barreiras comerciais. Neste período, Índia e Indonésia implementaram dez barreiras, contra nove do Brasil e dos EUA. No caso brasileiro, foram adotadas 11 medidas liberalizantes neste mesmo período.

Desde a eclosão da crise econômica de 2008, um total de 1,4 mil barreiras foram criadas pelos países do G-20. Dessas, apenas 354 foram retiradas. “Apesar das promessas do G-20 de retirar as medidas protecionistas, mais de 75% daquelas implementadas desde 2008 continuam em vigor”, disse a OMC.

O que também deixa a OMC preocupada é que, enquanto 17 novas medidas foram adotadas por mês neste sentido, apenas 12 medidas de facilitação ao comércio foram implementadas, o número mais baixo desde 2013. Parte do motivo poderia ser a desaceleração na economia mundial e que obrigou a OMC a reduzir sua previsão de crescimento do comércio para 2015 de 3,3% para apenas 2,8%.

“A desaceleração do comércio mundial que foi observada no último informe continuou no segundo trimestre”, disse a OMC. “O crescimento econômico global foi modesto.”

Entre os fatores que pesaram estão os tombos nas economias do Brasil e da Rússia. “Preços de commodities caíram de forma acentuada desde o ano passado, estrangulando exportadores como o Brasil e a Rússia”, constatou a OMC.

No segundo trimestre, esses exportadores registram quedas significativas da renda com suas vendas. A redução no caso brasileiro foi de 7,2%, ante 7,8% na Rússia. Exportadores de recursos naturais também viram a queda na entrada de dólares afetar o valor de suas moedas. Na Rússia, o rublo caiu 37% em um ano. O real caiu 28%.

Apelo

Desde 2008, a OMC estima que 5,9% do comércio global foi atingido por barreiras, num total de US$ 851 bilhões. Diante desses valores, a entidade apela para que os líderes do G-20 se comprometam a “dar exemplo” e “eliminar restrições ao comércio”.

Para a OMC, as “incertezas sobre a economia global continuam a ter um impacto sobre o comércio internacional” e os países do G-20 estão diante de “importantes desafios”. Para a entidade, governos devem evitar implementar novas medidas restritivas e começar a retirar as barreiras já criadas, processo que tem “fracassado”.

Fonte: O Estado de São Paulo

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Balança atinge superávit de quase US$ 2 bi em outubro

Após um ano de reversão do déficit na balança comercial, motivada principalmente pela queda da atividade econômica e seus reflexos no volume de produtos importados, o governo vê sinais de uma discreta recuperação das exportações e aposta que as vendas externas vão finalmente entrar em trajetória de alta nos próximos meses.

Em outubro, pela primeira vez em dois anos, os embarques para a Argentina voltaram a aumentar. Além disso, houve dois meses consecutivos de crescimento forte para a China, incluindo mercadorias que não constavam da pauta.

azul

No mês passado, a balança voltou a ficar no azul, com superávit de US$ 1,996 bilhão. No melhor resultado para outubro desde 2011, o saldo foi formado por US$ 16,049 bilhões em exportações (que registraram queda de 4,1% sobre igual período de 2014) e US$ 14,053 bilhões em importações (recuo de 21,1% na mesma comparação). O superávit acumulado nos dez primeiros meses atinge US$ 12,224 bilhões, segundo números divulgados ontem pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento.

Herlon Brandão, diretor de Estatística e Apoio à Exportação do ministério, encontrou sinais de melhoria também no desempenho das exportações. Parte disso, afirmou, é o fim de um mero efeito matemático. O derretimento das commodities agrícolas e metálicas se concentrou nos três primeiros trimestres do ano passado.

Quando se comparavam as vendas brasileiras ao exterior com um período de cotações um pouco mais altas, o resultado era inevitavelmente desfavorável. A partir de agora, o retrato começa a ser menos alarmante, pois os preços de commodities entraram em um processo de estabilização em outubro de 2014.

Em função disso, as exportações brasileiras em outubro caíram no menor ritmo mensal de 2015. “A redução deve ser bem menor de agora em diante e poderemos ter até algum crescimento nos próximos meses”, disse Brandão. “Parou de piorar e é possível contar com um aumento das exportações em 2016.”

No caso da China, há redução acumulada de 27,8% nos dez primeiros meses do ano, mas houve crescimento de 31,9% das exportações quando se observa o mês de outubro isoladamente. Brandão vê a estabilização no preço das commodities como um dos fatores para isso, mas destaca que a pauta exportadora para o maior mercado asiático tem sido ampliada. Ele citou a carne bovina como exemplo. Graças à liberação da carne brasileira na China, as vendas passaram de menos de US$ 1 milhão entre janeiro e outubro de 2014 para US$ 305 milhões em igual período deste ano.

Pela primeira vez em dois anos, as vendas de produtos brasileiros à Argentina cresceram de um mês para o outro (0,7%). Para o ministério, ainda é cedo para analisar o motivo da reação, mas o desempenho está associado à indústria automotiva. Houve aumento dos embarques de automóveis de passageiros, veículos de carga, chassis e motocicletas.

No acumulado do ano, porém, ainda há redução dos embarques para todos os principais mercados brasileiros: União Europeia (-19,4%), Mercosul (-14,7%), China (-13,3%) e Estados Unidos (-8,2%).

Valor Econômico – 04/11/2015

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Atividade do setor de serviços da China avança em outubro

PEQUIM  –  O índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços da China medido pelo Caixin, em parceria com o Instituto Markit, subiu para 52,0 em outubro, acima dos 50,5 registrados em setembro, quando o indicador de atividade havia tido seu pior número em 14 meses.

Os dados foram divulgados nesta quarta-feira. O Caixin substituiu o HSBC na medição do PMI a partir de agosto.

Leituras acima de 50 indicam expansão da atividade de serviços sobre o mês anterior, enquanto leituras abaixo desse patamar indicam contração.

“O resultado mostra que as políticas de estímulo tomadas pelo governo podem ter começado a fazer efeito”, disse He Fan, economista-chefe do Grupo Caixin.

“A economia começou a mostrar sinais de estabilização, reduzindo a necessidade de mais estímulos”, disse ele, acrescentando que o governo precisa fazer avançar sua agenda de reformas para libertar o potencial de longo prazo para um crescimento econômico sustentável.

O setor de serviços da China tem sido um dos poucos pontos brilhantes na economia, ajudando a compensar o acentuado abrandamento nas indústrias tradicionais, que lutam contra a capacidade ociosa e o enfraquecimento da demanda. Nos três primeiros trimestres de 2015, os serviços representaram 51,4% do Produto Interno Bruto (PIB), acima dos 49,1% no mesmo período do ano anterior.

O PMI de serviços do Caixin de outubro contrastou com o PMI de serviços medido pelo governo chinês e anunciado neste domingo. O PMI oficial registrou 53,1 em outubro, pior marca em sete meses, ante 53,4 em setembro. O PMI oficial inclui o setor de construção e tem em sua amostragem mais empresas de grande porte do que o medidor do Caixin.

(Dow Jones Newswires)/Valor Econômico – 04/11/2015

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BCE vê sucesso no plano de estímulos

Crédito de longo prazo para bancos e impressão de dinheiro estão facilitando a tomada de empréstimos por empresas e pessoas, disse o Banco Central Europeu (BCE) nesta terça-feira em relatório semanas antes de possível extensão desses programas.

O estudo, assinado pelo Conselho Executivo do BCE, que inclui o presidente do banco, Mario Draghi, mostra sua contínua confiança em dois pilares da estratégia do BCE para reacender a vacilante economia da zona do euro. Draghi tem sinalizado que uma ação para afrouxar ainda mais a oferta de dinheiro é possível na próxima reunião de definição de política monetária do banco central em 3 de dezembro.

“Ambos os programas têm tido impacto positivo nos custos de financiamento dos bancos, o que os têm incentivado a repassar a economia para os tomadores finais através de melhores condições de crédito”, escreveram em nota os autores do relatório.

No estudo, as autoridades do BCE disseram que os empréstimos baratos de longo prazo dados aos bancos se traduziram em mais de 100 bilhões de euros em crédito para as companhias.

No total, os bancos já tomaram 400 bilhões de euros desse crédito do BCE. É um número bem inferior ao valor originalmente previsto, mas o banco central europeu concluiu que essa medida, combinada com o programa de compra de títulos, cortou os custos de empréstimo.

Grã-Bretanha

A chanceler alemã, Angela Merkel, disse nesta terça-feira que quer que a Grã-Bretanha continue como membro da União Europeia, acrescentando que vai fazer o que for possível para convencer os britânicos a continuarem no bloco.

“Iremos fazer o que pudermos para que a Grã-Bretanha continue”, disse Merkel durante evento da associação industrial BDI, acrescentando que a decisão final, no entanto, será dos britânicos.

DCI – 04/11/2015

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Expansão em torno de 7% é possível nos próximos 5 anos, segundo a China

A China pode manter crescimento econômico anual de cerca de 7% ao longo dos próximos cinco anos. Mas as incertezas permanecem, incluindo o comércio global fraco e o alto nível de endividamento doméstico. A informação foi dada ontem pelo presidente, Xi Jinping, à agência de notícias estatal Xinhua.

O crescimento anual não ficará abaixo de 6,5% nos próximos cinco anos. Para o país alcançar a meta de dobrar o Produto Interno Bruto (PIB) e a renda per capita de 2010 até 2020, disse Xi. “É possível para a economia da China manter o crescimento de cerca de 7% no futuro, mas ela também enfrenta mais incertezas”, disse o presidente, afirmando que as principais instituições de pesquisa nacionais e estrangeiras acreditam que o potencial de crescimento do país pode ficar entre 6% e 7% no período de 2016 a 2020.

O comércio global deve permanecer fraco e o crescimento do consumo e investimento da China pode desacelerar, e ainda pode haver riscos dos altos níveis de endividamento, disse Xi.

O desenvolvimento ao longo dos próximos cinco anos não deve focar apenas no ritmo do crescimento, mas também na qualidade e no volume, disse Xi, explicando uma proposta para o 13º plano quinquenal do país, um projeto de desenvolvimento econômico e social para o período de 2016 até 2020.

O primeiro-ministro, Li Keqiang, disse que a China precisa de crescimento anual de ao menos 6,53% nos próximos cinco anos.

Os investidores estão aguardando o anúncio de uma meta de crescimento econômico para os próximos cinco anos. Um documento divulgado após reunião do Partido Comunista que discutiu o plano quinquenal afirmou que a China busca manter a expansão da economia a “uma taxa alta”.

Desafios

As autoridades podem enfrentar mais desafios para decidir a meta de crescimento de longo prazo dadas as incertezas na economia global e sinais de fraqueza na demanda doméstica, disseram fontes envolvidas nas discussões.

O governo pode estar inclinado a um crescimento anual de entre 6,5% e 7% para 2016 a 2020, dizem algumas fontes. A meta de crescimento precisa de aprovação do Parlamento, após reunião em março.

O crescimento chinês caiu para 6,9% no terceiro trimestre, o mais fraco desde a crise financeira global, afetado em parte pelo enfraquecimento dos investimentos e levando o banco central a cortar as taxas de juros e de compulsório.

Cotas

A China vai remover de forma gradual as cotas limites para investimentos internos e externos ao longo dos próximos cinco anos, disse o Partido Comunista nesta terça-feira. A promessa de reforma veio em comunicado divulgado quase uma semana após a reunião de definição do 13º plano quinquenal de políticas do Comitê Central do Partido Comunista.

As ações chinesas fecharam com queda nesta terça-feira, em um dia de poucas operações em meio à cautela dos investidores, que esperavam mais detalhes sobre o 13º plano quinquenal de Pequim, projeto de prioridades políticas do Comitê Central do Partido Comunista da China.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, recuou 0,3%, para 3.465 pontos. O índice de Xangai caiu 0,2%, para 3.318 pontos.

O volume total de operações do índice SSEC atingiu a mínima de um mês. O volume total de ações negociadas em Xangai foi de 19,2 bilhões de ações, enquanto em Shenzhen o volume foi de 22,4 bilhões de ações.

DCI – 04/11/2015

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Pane no mercado de trabalho americano

Martin Wolf – 04/11/2015

Em 2014, 12% – ou quase um em cada oito – dos homens americanos entre 25 e 54 anos estavam desempregados ou não buscavam trabalho. Essa taxa é muito próxima do percentual na Itália e muito maior do que em outros membros do grupo dos sete principais países de alta renda: Reino Unido (8%); Alemanha e França (7%); e Japão (apenas 4%).

No mesmo ano, a proporção de mulheres americanas nessa faixa etária desempregadas ou que não buscavam trabalho era de 26%, praticamente igual à prevalente no Japão e inferior apenas à italiana. O desempenho do mercado de trabalho americano mostrou-se excepcionalmente fraco para homens e mulheres cujas responsabilidades implicam ser vital auferir uma boa renda. O que está acontecendo?

O debate nos EUA centrou-se no declínio pós-crise das taxa de participação de pessoas com mais de 16 anos (empregadas ou buscando emprego). Essa taxa caiu de 65,7% no início de 2009 para 62,8% em julho de 2015. De acordo com o Conselho de Assessores Econômicos, 1,6 ponto percentual desse declínio deveu-se ao envelhecimento populacional e 0,3 ponto percentual a (decrescentes) efeitos cíclicos. Isso deixa cerca de um ponto percentual inexplicado. Alan Krueger, de Princeton, e ex-presidente do Conselho, argumenta que muitos dos desempregados desistiram de buscar trabalho. Assim, o desemprego cíclico prolongado provoca um encolhimento permanente da força de trabalho.

Assim, as taxas de desemprego podem cair por duas razões opostas: a bem-vinda seria pelo fato de as pessoas encontrarem emprego; a indesejável seria por desistirem de buscar emprego.

Felizmente, nos EUA, a primeira alternativa tem superado a segunda. A taxa de desemprego total (em base internacionalmente comparável) caiu 5 pontos percentuais desde seu pico, de 10%, em 2009. No geral, a proporção da queda na taxa de desemprego devida a menor participação (empregados e em busca de emprego) não pode ser maior do que um quarto. O desempenho relativo do desemprego nos EUA também tem sido bastante bom: em setembro de 2015, a taxa era a mesma que no Reino Unido e um pouco acima da alemã e da japonesa, porém muito abaixo dos 10,8% prevalentes na zona do euro.

Assim, o desempenho do desemprego cíclico nos EUA tem sido razoável, pelo menos em comparação com os padrões exibidos por países comparáveis. Mas, como observa o Relatório Econômico do Presidente de 2015, o Reino Unido não registrou um declínio da participação na força de trabalho depois da Grande Recessão, apesar da tendência ao envelhecimento semelhante à ocorrida nos EUA. Mesmo em base cíclica, esse declínio preocupante. No entanto, são as tendências de longo prazo as mais preocupantes. Isso é particularmente verdadeiro para os adultos com 25 a 54 anos.

Em 1991, a proporção de homens americanos nessa faixa etária que não estavam trabalhando nem em busca de emprego era de apenas 7%. Assim, a proporção de trabalhadores em potencial “desaparecidos” aumentou 5 pontos percentuais desde então. No Reino Unido, a proporção de homens com 25 a 54 anos na força de trabalho foi de apenas 6% para 8% durante esse período. Na França, a taxa foi de 5% para 7%. Assim, os supostamente esclerosados mercados de trabalho franceses funcionaram melhor no sentido de manter os homens de 25 a 54 anos na força de trabalho do que o flexível mercado de trabalho americano. Além disso, as taxas de participação masculina vêm diminuindo nos EUA desde logo após a Segunda Guerra Mundial.

O que vem acontecendo com a participação feminina nessa mesma faixa etária não é menos surpreendente. Nos EUA, a participação feminina na força de trabalho aumentou até 2000, quando o país era um dos líderes nesse aspecto. Os EUA são o único país do G-7 que tiveram um declínio sustentado da taxa de participação feminina da referida faixa etária desde então. O Japão, antes muito atrás, alcançou essa tendência.

O que pode explicar a a intensidade com que homens e mulheres entre 25 e 54 anos vêm abandonando o mercado de trabalho americano ao longo de um período prolongado? Os confortos de ociosidade não podem ser uma explicação plausível, pois os EUA tem o estado de bem-estar menos generoso entre os países de alta renda. Salários mínimos elevados não podem estar bloqueando a criação de emprego e, assim, persuadindo os trabalhadores pouco qualificados a abandonar a busca de emprego. De acordo com a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em termos reais, o salário mínimo nos EUA esteve 20% abaixo do nível no Reino Unido em 2014 e bem mais abaixo do nível mais generoso na França. Além disso, os EUA continuam com o mercado de trabalho menos regulamentado na OCDE.

Então, o que poderia explicar as tendências? No caso de mulheres entre 25 a 54 anos, a ausência de creches a preços acessíveis parece uma explicação plausível. A sociedade, aparentemente, decidiu que não quer pagar para manter as mulheres na força de trabalho.

Outra explicação possível é que a flexibilidade do mercado de trabalho permite aos empregadores substituir trabalhadores de 25 a 54 anos por jovens e idosos. Os EUA têm uma taxa relativamente elevada de participação de pessoas com 15 a 24 anos de idade. Ele também experimentou um grande aumento da taxa de participação das pessoas acima de 65 anos: de 13% em 2000 para 19% em 2014. Assim, em 2014, no G-7, os EUA ficaram apenas atrás do Japão. Baixos salários mínimos e altos custos de transporte para os trabalhadores que vivem nas espraiadas conurbações americanas também podem tornar empregos de baixa remuneração inviáveis. Especialmente no caso dos homens, o grande número deles com antecedentes criminais devido ao encarceramento em massa também poderia ajudar a explicar a dificuldade para encontrar emprego e, assim, a saída dessa gente do mercado de trabalho.

Finalmente, será o declínio da participação de pessoas de 25 a 54 anos importante? Sem dúvida, sim: é relevante o fato de muita gente acreditar que não consegue ganhar o suficiente no mercado de trabalho para sustentar sua família; e é relevante se mães perdem sua ligação com o mercado de trabalho. O declínio incessante na proporção de adultos americanos com 25 a 54 anos no mercado de trabalho indica uma disfunção significativa. Isso merece atenção e análise. Mas também merece ação.

Valor Econômico – 04/11/2015

Redação On novembro - 4 - 2015
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