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Sbado, 23 de Setembro de 2017






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Brasil e Japão podem fortalecer laços econômicos, diz embaixador japonês

A visita do príncipe Akishino a dez cidades brasileiras, embora tenha apenas um caráter simbólico pelo fato de a família imperial do Japão não exercer nenhuma função política, é vista pela diplomacia japonesa no Brasil como mais um sinal de fortalecimento das relações bilaterais em 2015, quando se comemoram os 120 anos do tratado de amizade entre os dois países.

Em entrevista por e-mail à Folha, o embaixador japonês no Brasil, Kunio Umeda, celebra a vinda de um membro da família imperial —o que não ocorria desde 2008— e espera que a ida da presidente Dilma Rousseff ao Japão, prevista para dezembro, reforce a parceria. Na parte comercial, Umeda vê ainda um “um grande espaço para o fortalecimento do relacionamento econômico”, apesar da crise vivida pelo Brasil

Leia abaixo a entrevista.

Folha – Qual é a expectativa do sr. para esta visita dos príncipes Akishino? Houve algum motivo especial para a Casa Imperial escolher o príncipe e a princesa Akishino como representantes da Casa nos festejos dos 120 anos de amizade Brasil-Japão?

Kunio Umeda – Neste ano de 2015, comemoramos os 120 anos do estabelecimento das relações diplomáticas entre o Japão e o Brasil. Assim sendo, no ensejo deste ano especial, Suas Altezas Imperiais, o príncipe e a princesa Akishino, irão realizar a visita oficial a convite do governo brasileiro.

A última vez em que um membro da família imperial do Japão visitou oficialmente o Brasil foi há sete anos, em 2008, quando esteve aqui o príncipe herdeiro Naruhito, irmão mais velho do principe Akishino.

O príncipe Akishino já esteve em visita oficial ao Brasil em 1988, aos 22 anos de idade, por ocasião das comemorações dos 80 anos da imigração japonesa. Ou seja, Sua Alteza Imperial Akishino retorna ao Brasil após 27 anos, desta vez acompanhado da princesa Kiko, que vem ao Brasil pela primeira vez.

Ao longo deste ano, em todo o Brasil, estão sendo realizados cerca de 450 eventos comemorativos desses 120 anos de amizade entre nossos países. E a visita de Suas Altezas Imperiais será o ponto alto dessa série de celebrações.

Espero que essa visita seja um fator para um aprofundamento ainda maior da compreensão mútua entre os povos de ambos os países, bem como da amizade nipo-brasileira.

Como foi escolhido o roteiro da visita de Suas Altezas Imperiais? O príncipe Akishino fez algum pedido para visitar determinada cidade ou local, uma vez que já esteve no Brasil, em 1988?

Em Brasília, Suas Altezas Imperiais irão realizar uma visita de cortesia à presidente Dilma Rousseff. Participarão de um almoço oferecido pelo governo brasileiro e também estarão presentes em uma solenidade no Congresso Nacional em homenagem aos 120 anos das relações diplomáticas entre Japão e Brasil.

Além de Brasília, Suas Altezas visitarão outros cinco Estados: São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Pará e Rio de Janeiro. Saliente-se que em São Paulo reside a maior comunidade japonesa do mundo fora do Japão, e o Paraná está celebrando, neste ano de 2015, o centenário da colonização japonesa no Estado.

Nos Estados por onde o príncipe e a princesa irão passar, estão planejadas visitas a autoridades brasileiras, como governadores, além de encontros com representantes da comunidade nipo-brasileira, dentre outros eventos.

No Pantanal, também está programada uma visita a uma área de preservação natural. Em uma estada de cerca de duas semanas, Suas Altezas terão a oportunidade de conhecer muitas pessoas, e vão tomar contato com a exuberante natureza brasileira e a rica cultura deste país.

Como o sr. avalia a relação atual entre Brasil e Japão no campo comercial? O que pode ser melhorado?

Ao longo dos anos, os dois países vieram promovendo uma relação de confiança mútua através da realização de projetos conjuntos, como o Prodecer (para o desenvolvimento agrícola do Cerrado), a Usiminas (siderurgia), a Cenibra (celulose), a Albras (alumínio) etc.

Nesta vinda ao Brasil, Suas Altezas também visitarão, em Brasília, o Centro de Pesquisa Agropecuária dos Cerrados, que está fortemente engajado no desenvolvimento agrícola do Cerrado.

Atualmente, apesar de cerca de 700 empresas japonesas estarem atuando no Brasil, o comércio bilateral mantém-se em cerca de US$ 13 bilhões, em cifras de 2014. Acho que, se levarmos em consideração o potencial econômico dos dois países, ainda há um grande espaço para o fortalecimento do relacionamento econômico.

O empresariado japonês tem mostrado interesse em investir no Brasil em áreas como infraestrutura, agricultura, automobilismo, tratamento médico, saúde, meio ambiente, finanças e seguros, dentre outras.

Atualmente, o Brasil enfrenta grandes dificuldades, e o mundo está preocupado com os rumos do Brasil. Mas, quando converso com lideranças políticas e empresariais do Japão, tenho dito o seguinte a respeito do Brasil: “As instituições fundamentais para a governança, como a democracia, a independência do Poder Judiciário e liberdade de imprensa estão firmemente enraizadas.

Portanto, estou convicto de que o Brasil vai superar a presente situação adversa e vai avançar vertiginosamente, com vistas à consecução de uma economia e de uma sociedade com menos corrupção e com mais justiça e prosperidade.

No momento, o Brasil está passando por um histórico período de transição. Portanto, quando forem analisar as possibilidades de investimentos no Brasil, peço-lhes que pensem com uma ótica de médio e longo prazos.
Este ano tem sido marcado por visitas de autoridades japonesas ao Brasil, e em dezembro está prevista a ida da presidente Dilma Rousseff ao Japão. O que o governo japonês espera da viagem de Dilma, em termos políticos e econômicos?

Em agosto do ano passado, o primeiro-ministro, Shinzo Abe, visitou o Brasil e, naquela ocasião, juntamente com a presidente Dilma Rousseff, emitiu o documento “Declaração Conjunta de Parceria Estratégica e Global entre o Japão e o Brasil”.

Acredito que a visita da presidente ao Japão tem um significado muito importante para o aperfeiçoamento dessa parceria estratégica. A propósito, esta será a primeira visita oficial de um presidente brasileiro em uma década.

Também neste ano, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, e o ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, visitaram o Japão.

O vice-presidente da Câmara dos Conselheiros da Dieta (Senado) do Japão, senador Azuma Koshiishi, esteve no Brasil recentemente. Em setembro, foi realizada a reunião de cúpula do G4 nas Nações Unidas.

Creio que é importante fortalecer o diálogo de alto nível, entre chefes de governo e ministros, bem como fortalecer largamente o intercambio na área de segurança e defesa.

Particularmente, nas relações econômicas, é importante, daqui para a frente, darmos um impulso para a expansão do comércio e dos investimentos nas áreas já mencionadas.

Além disso, para o futuro de ambos os países, penso que seja de suma relevância a cooperação nas áreas de educação e de formação de recursos humanos. Nessa área, quero mencionar quatro iniciativas que estão em curso.

Em primeiro lugar, através do programa “Ciência sem Fronteiras” mais de 500 brasileiros estudam ou já estudaram no Japão até este momento. Em segundo, através das bolsas concedidas pelo Ministério da Educação do Japão, a cada ano, cerca de 60 estudantes brasileiros de nível de graduação e pós-graduação são aceitos nas universidades japonesas.

Em terceiro, com o apoio do Ministério da Educação japonês, a partir deste ano fiscal, será iniciado o intercâmbio estudantil entre oito universidades japonesas e nove universidades brasileiras.

E, em quarto, o primeiro-ministro Abe, em sua visita ao Brasil no ano passado, anunciou a admissão de 900 estagiários brasileiros, em três anos, através dos programas da Jica, a Agência de Cooperação Internacional do Japão.

Somando-se a essas iniciativas, os dois governos irão discutir um programa de intercâmbio desportivo para jovens, no ensejo das Olimpíadas e Paralimpíadas do Rio de Janeiro e de Tóquio, em 2016 e 2020, respectivamente.

É preciso salientar também as negociações em curso para a difusão em todo o país do sistema de polícia comunitária “koban”, como parte da cooperação na área da segurança pública e da cidadania.

Folha de S.Paulo – 29/10/2015

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OMC estende prazo no caso de denúncia contra o país

A Organização Mundial do Comércio (OMC) só tomará uma decisão sobre as denúncias da União Europeia (UE) e do Japão contra a política industrial do Brasil no fim de 2016. A entidade informou que o comitê de investigação (painel) vai demorar mais do que o limite máximo de nove meses.

Na prática, isso dará mais tempo para o Brasil preparar seus argumentos, ou, no mínimo, para manter os programas contestados. Depois da decisão da OMC, um país envolvido na disputa poderá recorrer ao Orgão de Apelação, o que fará o caso durar ainda mais.

Essa demora na OMC ocorre porque é pequeno o número de assessores em trabalham em muitos casos. A Coreia do Sul recentemente reclamou formalmente que uma reclamação que fez contra os EUA só começará a ser examinada um ano e meio depois da abertura do comitê de investigação, ou seja, quase no fim de 2016.

Na disputa envolvendo o Brasil, a OMC juntou os casos abertos separadamente pela UE e o Japão, e manteve os juízes. A investigação sobre se os programas brasileiros violam ou não as regras internacionais continuará sendo presidida pelo norueguês Eirik Glanne.

Participam como terceira parte, com interesses econômicos em questões como o programa Inovar-Auto, países como EUA, China, Coreia, Canadá, Argentina, Austrália, Colômbia, Índia, Rússia, África do Sul, Taiwan, Cingapura e Turquia. São alvos da queixa as exigências de conteúdo local, normalmente proibidas pelas regras da OMC. Além disso, alguns parceiros consideram discriminatórias uma série de medidas fiscais adotadas pelo governo brasileiro contra produtos estrangeiros.

Valor Econômico – 29/10/2015

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Japão é o 6º importador de produtos do Brasil, mas intercâmbio desaba

A despeito da queda recente nas vendas, o Japão segue como um dos alvos prioritários do setor privado brasileiro, que tenta convencer o governo a buscar um acordo comercial com o país.

Indústria e agronegócio estão de olho no potencial do mercado japonês, o sexto maior destino de produtos brasileiros no exterior.

Somente a retomada das vendas perdidas nos últimos anos já renderia bilhões de dólares em negócios.

Até setembro deste ano, o Brasil embarcou US$ 3,4 bilhões em produtos para o Japão, a metade do que exportara para os japoneses nos primeiros nove meses de 2011.

Em relação ao ano passado, a queda é de mais de 30%. A retração das vendas neste ano pode ser explicada, em parte, pela queda no preço das commodities. Os japoneses são grandes consumidores de produtos básicos brasileiros.

Carne de frango, minério de ferro e café respondem por 54% de tudo que o país enviou ao país asiático de janeiro a setembro.

Atrapalhou ainda o bloqueio à entrada de carne bovina brasileira em 2012. O embargo, mantido até hoje, foi uma reação ao anúncio de que o país registrou um caso da doença conhecida como mal da vaca louca.

Mas o Brasil vem enfrentando também maior concorrência e cedendo espaço aos concorrentes.

No primeiro semestre deste ano, enquanto caíram 8% as importações de mercadorias do Brasil, subiram 12% as encomendas de produtos dos Estados Unidos, um dos principais rivais dos brasileiros no mercado japonês.

O avanço da concorrência tende a se intensificar com a entrada em vigor da Tratado Transpacífico, o TTP. O acordo prevê a criação de uma área de livre comércio entre o Japão, os Estados Unidos e mais dez países. A Austrália e o Canadá, outros dois grandes concorrentes dos brasileiros no Japão, também fazem parte do tratado.

O acordo não é isolado. O Japão já firmou cerca de 15 acordos de livre comércio e mantém outras negociações em andamento.

Atenta ao movimento, a CNI (Confederação Nacional da Indústria) lançou no ano passado uma proposta de acordo comercial com o Japão, na tentativa de estimular o governo Dilma Rousseff a se aproximar do país.

O documento foi produzido em conjunto com a Keidanren, a federação das indústrias do Japão.

Para os empresários dos dois países, é preciso eliminar barreiras e criar regras únicas para facilitar vendas e investimentos.

Na proposta, 90% das tarifas seriam zeradas em até dez anos.

Em média, a taxa de importação cobrada pelo Japão é baixa. Mas chega a 25% para o suco de laranja e a 30% no caso de couros. Há ainda quotas tarifárias para a importação de manufaturados como calçados.

“Queremos um acordo de nova geração, que inclua investimentos, propriedade intelectual, compras governamentais. Seria uma forma de estarmos próximos de pelo menos um membro do TTP”, diz Carlos Abijaodi, diretor da CNI que participou das discussões sobre a proposta.

INVESTIMENTOS

A aproximação comercial também permitiria que as compras de produtos do Japão ficassem mais baratas. Ao contrário do Brasil, cujas vendas se concentram em produtos primários, a pauta exportadora do Japão tem grande concentração de manufaturados.

Além de automóveis, o principal produto vendido aos brasileiros, os japoneses enviam motores, partes de bicicletas e aviões.

É do interesse dos fabricantes locais que estes insumos fiquem mais baratos.

A aproximação pode aumentar ainda o interesse dos investidores japoneses. No ano passado, o Japão foi o sexto que mais injetou dinheiro no país.
Mas, na opinião do embaixador do Japão no Brasil, Kunio Umeda, há espaço para que os negócios se ampliem.

Segundo ele, há hoje cerca de 700 empresas japonesas em atividade no Brasil, um número ainda baixo. “O empresariado japonês tem mostrado interesse em investir no Brasil em áreas como infraestrutura, agricultura, automobilismo, tratamento médico, saúde, meio ambiente, finanças e seguros, entre outras”, afirmou.

Folha de S.Paulo – 29/10/2015

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EUA sinalizam alta dos juros

O comitê de política monetária do Federal Reserve (Fed), banco central norte-americano, manteve a sua taxa básica de juros entre zero e 0,25% ao ano. Mas, em comunicado, a autoridade monetária surpreendeu ao sinalizar que pode promover a alta ainda neste ano. Além de considerar a possibilidade de subirem os Fed Funds no encontro do Fomc (comitê do Fed) em dezembro, outra novidade do documento foi o abandono da referência à influência de acontecimentos internacionais. A decisão, avalizada pela presidente do Fed, Janet Yellen, abalou os mercados em todo o mundo, com as bolsas globais em queda e o dólar passando a subir frente às principais moedas.

No Brasil, o dólar, que passou parte do dia em queda, terminou a sessão cotado a R$ 3,920, com alta de 0,59%. Na mínima, marcou R$ 3,8565 e, na máxima, R$ 3,9360. No mês, a moeda norte-americana acumula perda de 0,83% e, no ano, tem alta de 47,26%. O comportamento volátil durante o dia ocorreu em todo o mundo, diante da perspectiva de que o Fed só indicaria aumento das taxas em 2016.

Na opinião do economista-chefe do Banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves, a mudança de tom no comunicado abalou os mercados de todo o mundo. “O Fed sinalizava há algum tempo que poderia promover a alta, mas agora o tom foi bem mais enfático, com os dirigentes avaliando subir a taxa e não mantê-la. O efeito foi global”, afirmou.

Diante disso, os especialistas acreditam que há possibilidade de o dólar fechar acima de R$ 4 no país, dependendo dos próximos dados econômicos nos EUA. Nesse cenário, a atuação do Banco Central do Brasil no mercado de câmbio vai depender da velocidade do movimento de desvalorização do real e se ele acompanhará o desempenho das outras moedas emergentes.

Os juros futuros passaram o dia com pouca oscilação e volume reduzido, também à espera do resultado de política monetária do Fed. No fechamento, depois do comunicado do Fed, a reação foi de alta generalizada, com todos os vencimentos terminando nas máximas. O contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2016 foi a 14,30% ao ano, ante 14,25% na véspera. O DI para janeiro de 2017 ficou em 15,38%, ante 15,22% no ajuste anterior.

Balanço

Na Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBovespa), a queda foi de 0,64%, aos 46.740,84 pontos. Na mínima da sessão, marcou 46.338 pontos (-1,39%) e, na máxima, 47.441 pontos, com alta de 0,85%. No mês, a bolsa paulista acumula ganho de 3,73% e, no ano, perda de 6,53%. O giro financeiro totalizou R$ 7,210 bilhões.

Os papéis da Petrobras seguraram um pouco o tombo. Os ordinários fecharam com alta de 1,73% e os preferenciais subiram 1,32%, mas estavam subindo 4% antes da decisão do Fed. As ações da Vale, por outro lado, cederam 2,70% nas ordinárias e 3% nas preferenciais, influenciadas pela perspectiva de crescimento menor na China e pelo recuo do preço do minério de ferro. Os ativos do Bradesco foram destaque de alta, com investidores otimistas com a divulgação do balanço da instituição. Os papéis do banco fecharam o pregão com alta de 2,65%.

Correio Braziliense – 29/10/2015

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Fed mantém taxa de juros nos EUA, mas sinaliza possível elevação em dezembro

O Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) manteve inalterada a taxa básica de juros entre 0% e 0,25%. A decisão teve nove votos a favor e um contra. O dissidente foi o dirigente da distrital de Richmond, Jeffrey Lacker.

Apesar da manutenção, o Fed sinalizou que pode elevar os juros na próxima reunião, que está marcada para dezembro. No comunicado após a decisão, os dirigentes do Fed mostraram estar menos preocupados com a turbulência nos mercados financeiros e as incertezas econômicas internacionais.

“Para determinar se será apropriado elevar a faixa dos juros na próxima reunião, o Fed vai avaliar o progresso – realizado e esperado – em direção a seus objetivos de máximo emprego e inflação de 2%”, diz o documento.

Investidores esperam que, com uma alta de juros nos EUA, haja uma fuga de capital de mercados emergentes – como o Brasil -, fazendo o dólar subir.

Segundo o economista-chefe do Haitong Banco de Investimento do Brasil, Jankiel Santos, se apenas com a expectativa de aumento de juros nos EUA o Brasil já está enfrentando problemas com o câmbio, quando de fato os Feds Funds subirem o real poderá se desvalorizar ainda mais. Só com a divulgação do comunicado o dólar bateu nos R$ 3,92. “Para o ano que vem trabalhamos com o dólar em R$ 4,20”, disse
Os juros estão na faixa entre 0% e 0,25% desde dezembro de 2008. A última vez que o BC norte-americano iniciou um período de aperto monetário foi em junho de 2004.
Após reunião de dois dias, o Fed informou que ainda está monitorando os desenvolvimentos econômicos e financeiros no exterior, mas não repetiu que os riscos globais terão impacto provável na economia dos EUA, como havia advertido na reunião anterior, em setembro.

A omissão marcou uma suavização no tom quando comparado ao comunicado do mês passado.

O Estado de S.Paulo – 29/10/2015

Redação On outubro - 29 - 2015
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