Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017






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Fabricante de válvulas abre serviços de fundição ao mercado

A fabricante de válvulas especiais AZ Armaturen do Brasil começa a disponibilizar para o mercado serviços de fundição de peças, inicialmente em microfusão, fundição de precisão ou por cera perdida. A companhia coloca à disposição dos clientes um amplo know-how adquirido ao longo dos últimos 5 anos, período no qual produzia peças microfundidas apenas para consumo próprio, para a matriz na Alemanha, bem como para as outras unidades do grupo em diversos países.

“Agora o fornecimento também está aberto a outras empresas. Para atender a rigorosos padrões de qualidade, montamos nossa fábrica nos moldes alemães, com os equipamentos mais modernos do mercado, materiais da mais alta qualidade e pontualidade na entrega”, informa Alexander Schmidt, diretor da AZ Armaturen do Brasil. O foco são peças de alta complexidade, de engenharia, aços em geral, Inox, alto e baixo carbono, superligas, Monel, Hastelloy, entre outros.

A unidade executa peças sob encomenda atendendo indústrias dos mais diversos segmentos, como químico, petroquímico, petróleo e gás, papel e celulose, mineração e siderurgia.

Localizada em Itatiba (SP), a fábrica de fundiçãoda AZ Armaturen investe na diversificação de mercado e, por isso, não limita pedidos por volume, grau de criticidade, certificações ououtros fatores.

Sobre a AZ Armaturen do Brasil – Contando com uma experiência de mais de 50 anos na fabricação de válvulas especiais de alta performance, a AZ Armaturen é uma empresa de origem alemã e uma das mais respeitas companhias em seu segmento em todo o mundo. Além do Brasil, possui unidades fabris na China, Singapura e África do Sul, bem como centros de serviços espalhados por toda a Europa.

A filial brasileira, que está completando 20 anos, é responsável pelo atendimento de toda a América Latina. Localizada em Itatiba (SP), conta com um moderno parque fabril de 25.000 m² onde produz toda sua linha de produtos, os quais geralmente são utilizados em processo críticos, especialmente nas indústrias Químicas, Petroquímicas Siderúrgicas, de Papel & Celulose, Petróleo & Gás, Mineração, entre outras.

Fonte: IBRAM

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Com prejuízo, Romi vai manter estrutura mais leve durante a crise

Com resultados fortemente impactados pela retração do mercado interno de máquinas e equipamentos e pela sazonalidade da subsidiária alemã, a Romi busca manter uma estrutura flexível e leve para garantir a possibilidade de reação quando houver retomada de demanda, afirma o presidente Cassiano Rosolen. Quando isso vai acontecer, porém, é uma questão que executivos do setor ainda não conseguem prever.

A fabricante, sediada em Santa Bárbara do Oeste, fechou terceiro trimestre com prejuízo de R$ 478 mil atribuído aos acionistas controladores, base para o pagamento de dividendos. O valor é 51,7% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado. Em nove meses, a empresa já acumula R$ 16 mil de prejuízo, quando no mesmo intervalo em 2014 registrava lucro de R$ 1,7 mil.

A expectativa do presidente é que os números da subsidiária alemã B+W sejam melhores no último trimestre, quando, sazonalmente, são feitas as entregas das máquinas encomendadas.

Com uma dinâmica operacional de prazo maior, mesmo a boa notícia para a empresa, de aumento na carteira de pedidos, só deve se refletir sobre o faturamento em 2016. O aumento de pedidos é proveniente principalmente da carteira de fundidos e usinados e, de acordo com Rosolen, são pedidos para o próximo ano. “No último trimestre, o faturamento dessa unidade costuma ser menor”, explica.

Embora esteja investindo na estratégia de crescimento no mercado externo, e, no curto prazo, contando com a ajuda de um real mais barato, a atuação no exterior ainda não dá conta de compensar as perdas que a Romi tem tido no mercado doméstico, que responde por 68% da sua receita.

Mesmo o faturamento obtido no exterior, que cresceu 12,5% em reais no terceiro trimestre, para R$ 59,7 milhões, em dólar, mostrou retração de 35,6%, para US$ 15 milhões. O executivo explica que parte dessa redução é efeito da subsidiária alemã.

Ainda que esteja acumulando prejuízo no ano, o executivo não trabalha com a expectativa de fazer uma nova reestruturação. Em reunião feita com analistas e investidores da Apimec, o comendo da empresa afirmou que o movimento depende das oscilações de demanda.

Valor Econômico – 29/10/2015

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Gerdau vê prejuízo de quase R$ 2 bilhões no 3º trimestre

SÃO PAULO  –  A siderúrgica Gerdau saiu de lucro de R$ 261,95 milhões no terceiro trimestre de 2014 para prejuízo de R$ 1,96 bilhão no mesmo período deste ano. O resultado foi fortemente influenciado pelas baixas contábeis realizadas pela empresa no período.

A companhia fez uma baixa de R$ 1,87 bilhão com perdas pela não recuperabilidade de ativos (impairment) e de R$ 284 milhões em ativos fiscais diferidos. Com isso, o impacto negativo foi de R$ 2,15 bilhões no trimestre.

A receita da empresa somou R$ 11,93 bilhões nos três meses até setembro, avanço de 11,4% na comparação anual. A melhora é efeito da variação cambial, principalmente sobre a receita líquida de vendas da América do Norte.

Os custos avançaram 13,6% na mesma base de comparação, para R$ 10,71 bilhões.

O resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização saiu de lucro de R$ 1,22 bilhão no terceiro trimestre de 2014 para prejuízo de R$ 602 milhões em igual intervalo deste calendário. A margem saiu de um número positivo em 11,4% para negativo de 5%.

O resultado financeiro também exerceu impacto negativo, com a despesa financeira líquida crescendo 140,2%, para R$ 1,38 bilhão. Esse indicador subiu com a influência da disparada do dólar nos passivos contratados na moeda americana.

Valor Econômico – 29/10/2015

 

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Volks tem primeiro prejuízo em 15 anos

A Volkswagen apresentou, no terceiro trimestre, seu primeiro prejuízo líquido em pelo menos quinze anos e advertiu o mercado que o lucro operacional do ano como um todo cairá “significativamente” devido aos custos referentes ao escândalo das emissões dos veículos a diesel. A montadora fez uma provisão de € 6,7 bilhões a fim de arcar com os custos previstos para consertar os veículos a diesel equipados com os dispositivos responsáveis por burlar os testes de emissões.

O valor é ligeiramente maior que os € 6,5 bilhões anunciados anteriormente. Ao divulgar pela primeira vez os resultados financeiros desde que as autoridades ambientais americanas revelaram a manipulação dos testes de emissões de carros a diesel, a montadora reportou um prejuízo líquido de € 1,7 bilhão aplicável aos acionistas controladores. A quantia reverte os € 2,9 bilhões de lucro líquido computados no mesmo período do ano passado.

Embora reconheça que a culpa da fraude na mensuração das emissões seja de seus funcionários, a empresa declarou que as provisões para reparos são fiscalmente dedutíveis, segundo preveem normas contábeis classificadas pela direção como “muito legítimas e corretas”. O tratamento fiscal de quaisquer multas ou penalidades pecuniárias será, “provavelmente, muito diferente”, acrescentou.

A montadora prevê agora que o lucro operacional do grupo no ano como um todo cairá em comparação com os US$ 12,7 bilhões obtidos nessa rubrica em 2014. “Faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para reconquistar a confiança perdida”, disse o principal executivo da montadora, Matthias Müller, que, contrariando as práticas habituais da Volks, fez breve aparição na teleconferência sobre os resultados trimestrais.

A maior montadora da Europa em vendas reconheceu que nada menos que 11 milhões de veículos no mundo inteiro portam o software de gerenciamento eletrônico do motor capaz de subestimar as emissões de óxido de nitrogênio em laboratório. As ações da Volks caíram quase 35% desde que os órgãos reguladores americanos divulgaram a fraude, em 18 de setembro, menos de duas semanas antes do fim do terceiro trimestre.

Alguns analistas estimam que o total dos custos causados pelo escândalo supera os € 30 bilhões, mas a multinacional disse ontem que os riscos judiciais decorrentes da fraude não podem ser quantificados no momento e que a empresa, portanto, não fez novas provisões agora.

“Poderemos incorrer em despesas financeiras consideráveis com a cristalização dos riscos judiciais”, advertiu a montadora.

O diretor financeiro da empresa, Frank Witter, resumiu que os ônus gerados pelo escândalo do diesel são “enormes, mas administráveis”. De fato, a Volks disporá de recursos financeiros significativos para fazer frente à maior crise de sua história.

A liquidez imediata da Volks, definida como caixa e valores mobiliários menos dívidas, aumentou de € 21,5 bilhões, contabilizados no fim de junho, para € 27,8 bilhões, apurados no fim de setembro. Parte disso se deve à venda de uma participação de € 3,1 bilhões na Suzuki. Excetuando-se a provisão, até agora a Volks sofreu pouco impacto financeiro decorrente do escândalo. A montadora não detectou impacto negativo sobre as encomendas de automóveis ou sobre o valor residual de carros usados.

Valor Econômico – 29/10/2015

 

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Prejuízo da Usiminas dispara no terceiro trimestre

SÃO PAULO  –  A Usiminas apresentou prejuízo líquido atribuível a controladores de R$ 1,03 bilhão em seu balanço do terceiro trimestre. No mesmo período do ano passado, a siderúrgica havia amargado perdas de R$ 24,4 milhões.

A deterioração foi tão forte que as contas da empresa ficaram negativas já na linha de resultado bruto. Enquanto a receita líquida caiu 16,6% entre julho e setembro, também em comparação anual, e terminou em R$ 2,42 bilhões, os custos de vendas recuaram apenas 9%, para R$ 2,53 bilhões. O prejuízo bruto foi de R$ 109,7 milhões, ante lucro de R$ 124,9 milhões um ano antes.

Além disso, a companhia mineira informou que suas despesas operacionais mais que triplicaram, indo de R$ 95,7 milhões para R$ 331,3 milhões em um ano. O principal motivo foi a cifra negativa em R$ 147,5 milhões na linha de outras receitas e despesas operacionais, ante ganho de R$ 79,7 milhões no mesmo trimestre de 2014.

Essa piora nos gastos operacionais está ligada à venda de energia elétrica excedente. Há um ano, a Usiminas embolsava R$ 124,4 milhões com a prática, sendo que teve de pagar R$ 2,2 milhões de julho a setembro de 2015. Despesas de R$ 71 milhões com a parada temporária de equipamentos também enfraqueceram o balanço.

A siderúrgica mostra ainda que seu prejuízo operacional foi de R$ 1,27 bilhão no trimestre, ante R$ 168,2 milhões no vermelho um ano antes. O resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) também foi negativo, em R$ 96,6 milhões, segundo o método de cálculo da instrução 527 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). No terceiro trimestre do ano passado, o Ebitda foi positivo em R$ 344,5 milhões.

Valor Econômico – 29/10/2015

 

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Votorantim Participações nomeia três conselheiros independentes

A Votorantim Participações, holding do conglomerado da família Ermírio de Moraes, informou ontem que nomeou três membros independentes para compor seu conselho de administração. A iniciativa faz parte de um processo de ampliação da governança corporativa. Com isso, vai manter sempre quatro nomes que não pertencem à família controladora no colegiado da VPar.

Foram indicados Oscar Bernardes Neto, ex-presidente da Bunge e membro de conselhos em empresas como Gerdau e Suzano; José Luiz Majolo, que preside o conselho do Fundo Garantidor de Crédito (FGC); e Sergio Eraldo Pinto, presidente da Bozano.

Hoje, quem preside o conselho da VPar já é um membro não integrante da família Ermírio de Moraes. Raul Calfat, que já foi diretor-geral e presidente da Votorantim Industrial e antes comandou a Votorantim Celulose e Papel e a Fibria (fusão com Aracruz), continua como presidente do colegiado.

“Nesta evolução, a holding passou a focar sua atuação na gestão do portfólio de negócios, na governança e na preservação dos valores e da cultura da Votorantim”, disse o grupo, em nota.

Bernardes e Majolo já iniciaram as atividades, mas Eraldo Pinto assume a partir de janeiro.

Os conselheiros representantes da família serão Luís Ermírio de Moraes (vice-presidente), Cláudio Ermírio de Moraes, Clóvis Ermírio de Moraes, Fábio Ermírio de Moraes, José Ermírio de Moraes Neto e José Roberto Ermírio de Moraes.

A Votorantim, com receita anual superior a R$ 30 bilhões, atua em cimento, metais não ferrosos, aço, celulose, geração de energia, suco de laranja e área financeira. No primeiro semestre, a VPar obteve lucro de R$ 804 milhões, com alta de 24,8%.

Valor Econômico – 29/10/2015

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Resultado trimestral da Duratex recua 66%

SÃO PAULO  –  A fabricante de painéis de madeira, louças e metais sanitários Duratex registrou lucro líquido de R$ 28 milhões no terceiro trimestre, queda de 65,9% na comparação anual. O número é atribuído aos controladores da empresa, base para o cálculo de dividendos.

A receita líquida da companhia recuou 1,5% no trimestre, para R$ 1,04 bilhão. Os custos subiram 1,8% na mesma base de comparação, para R$ 741,3 milhões, enquanto as despesas ficaram 14,3% maiores, em R$ 206,3 milhões.

A despesa financeira líquida cresceu 28,8% no trimestre, para R$ 56,8 milhões.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ficou em R$ 241,1 milhões, 20,8% menor.

Valor Econômico – 29/10/2015

Redação On outubro - 29 - 2015
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