Sindicato Nacional da Indústria de
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Sbado, 18 de Novembro de 2017






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STJ começa a julgar cobrança contra a Kia

A 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) começou a julgar ontem processo que discute o redirecionamento de uma dívida tributária da Asia Motors do Brasil para a Kia Motors. O valor da cobrança é de aproximadamente R$ 2 bilhões. Depois do voto do relator, ministro Og Fernandes, porém, o julgamento foi interrompido por um pedido de vista.

O valor é referente a benefícios fiscais obtidos pela Asia Motors nos anos 90. Por dois anos, a companhia pagou menos IPI na importação de carros. A contrapartida seria a construção de uma fábrica em Camaçari (BA), que acabou não saindo do papel.

Desde então, a União tenta cobrar a dívida, que foi redirecionada para a Kia por considerar que era a sócia majoritária na época dos fatos. Para a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), esse foi “um dos maiores calotes que o erário já sofreu”.

Em segunda instância, a Fazenda Nacional havia sido derrotada, o que a levou a recorrer ao STJ. O Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região excluiu a Kia da execução fiscal.

No STJ, o procurador Leonardo Furtado alegou que a Asia Motors foi dissolvida irregularmente. Portanto, a cobrança deveria ser direcionada a seu acionista majoritário na época, a Kia Motors.

Já o advogado da empresa, Sérgio Bermudes, alegou que, na época, a Kia Motors era “mera acionista” e não exercia controle. Além disso, sustentou que a análise do ocorrido demandaria reexame de provas, o que não é possível no STJ, seguindo a súmula 7.

O advogado defendeu ainda que o fato de a Asia Motors não ter patrimônio é irrelevante. “Não se pode responsabilizar um acionista que nunca foi mandatário”, disse.

Por enquanto, apenas o relator, ministro Og Fernandes, votou. O magistrado entendeu que a dívida não pode ser redirecionada à Kia Motors e determinou o retorno dos autos para a instância inferior indicar os administradores e diretores da Asia Motors na época da dissolução irregular.

De acordo com o relator, o valor em discussão é alto, mas deve ser direcionado às pessoas corretas. Para ele, a responsabilidade tributária em sucessão de empresa precisa de comprovação, o que não teria ocorrido no caso.

Em seu voto, Og Fernandes lembrou que a 2ª Turma já firmou o entendimento de que o redirecionamento da obrigação quando há dissolução irregular da sociedade deve recair sobre gerente que exercia o cargo no momento da dissolução irregular.

Sobre a possível irregularidade no encerramento da empresa, o magistrado afirmou que o TRF não analisou um ponto importante ao considerar que a empresa foi devidamente citada e encontrada em sua sede. Quando o oficial de justiça foi realizar a citação, havia um bilhete na sede indicando outro local para entrega de correspondências.

Após o voto do relator, o ministro Herman Benjamin pediu vista antecipada no caso. Ainda faltam quatro votos.

Valor Econômico – 28/10/2015

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Indústria eletroeletrônica fecha quase 29 mil vagas até setembro

SÃO PAULO  –  As indústrias elétrica e eletrônica fecharam 28,6 mil vagas de janeiro a setembro, segundo a associação que reúne as empresas do setor, a Abinee. O número de funcionários chegou a 264,9 mil. No período, foram contratadas quase 61 mil pessoas. Nos nove meses de 2014, a Abinee registrou 7,1 mil vagas fechadas, com 89,2 mil contratações.

No acumulado de 12 meses de setembro de 2014 a setembro de 2015, a Abinee estima em 36,5 mil o número de demitidos. No fim do ano passado, o número de empregados no setor ficou em 293,6 mil. Para 2015, a projeção é de 260 mil.

Valor Econômico -28/10/2015

 

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Deere adere a programa federal para cortar jornada de trabalho

A John Deere vai aderir ao Programa de Proteção ao Emprego (PPE) do governo federal para reduzir em 30% a jornada de trabalho de 900 dos 1,5 mil funcionários da fábrica de colheitadeiras de Horizontina (RS). A adesão foi aprovada em assembleia dos trabalhadores na semana passada e agora aguarda a homologação do Ministério do Trabalho.

A empresa informou, por meio de sua assessoria, que o ingresso no PPE se deve à retração das vendas no setor e evitará 300 demissões na fábrica. No acumulado de janeiro a setembro, o mercado de colheitadeiras no país recuou 34,8% ante igual período de 2014, para 2.925 unidades, enquanto as vendas da John Deere caíram 38,8%, para 1.265 máquinas, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

A redução da jornada vai vigorar de dezembro deste ano a abril de 2016. Uma eventual prorrogação dependerá da reação do mercado e de negociações com o Sindicato dos Metalúrgicos e com os empregados, explicou a empresa. Segundo a John Deere, não há previsão de estender a medida para outras unidades no país.

Com a adesão ao PPE, os salários dos empregados atingidos na fábrica – todos da área de produção – também serão reduzidos em 30%, mas a metade do corte será coberta pelo governo federal com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Os funcionários incluídos no programa ainda terão garantia de emprego durante a diminuição da jornada e mais um terço do período após o retorno às operações normais.

Valor Econômico – 28/10/2015

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Klabin prevê que o 4º trimestre será o melhor do ano puxado por câmbio

O quarto trimestre deve ser “extremamente forte” para a Klabin e, “de longe, o melhor trimestre do ano diante do crescimento significativo das exportações e do impacto positivo do câmbio, na avaliação do diretor-geral da companhia, Fabio Schvartsman.

De julho a setembro, o maior direcionamento de cartões e kraftliner ao mercado externo teve contribuição importante para o crescimento dos resultados. No período, as exportações atingiram 154 mil toneladas, crescimento de 8% na comparação anual e de 11% em relação ao segundo trimestre.

Para os três últimos meses do ano, diante da aceleração das vendas externas, a expectativa é a de alta de 10% nos embarques frente ao terceiro trimestre e de 30% ante o quarto trimestre de 2014. “Isso ensejará um bom trimestre para companhia”, afirmou Schvartsman, em teleconferência. “Podemos afirmar que o quarto trimestre apresentará crescimento robusto de resultado em relação ao quarto trimestre do ano passado.”

Segundo o executivo, os mercados em que a empresa atua, sobretudo o de cartões, tem mostrado demanda forte neste momento no mercado externo. “Tudo aquilo que a Klabin tiver para exportar será absorvido com grande facilidade e a preço máximo”, destacou. As exportações de kraftliner também seguem em rota de crescimento, “sem praticamente nenhum sacrifício de preços”.

Em relação à construção da nova fábrica de celulose, Schvartsman afirmou que, no fim deste mês, o chamado Projeto Puma terá alcançado mais de 90% das obras executadas. “É a confirmação de que o projeto ficará pronto de acordo com o previsto e em tempo suficiente para correto e completo comissionamento”, ressaltou.

Os pagamentos referentes ao projeto ocorrerão até junho ou julho de 2016, ano em que os desembolsos relativos ao empreendimento devem somar R$ 1,6 bilhão. No ano que vem, a nova fábrica, que deve entrar em operação no fim do primeiro trimestre, vai produzir 900 mil toneladas.

A partir do início de operação da fábrica, o foco da companhia estará voltado à redução da alavancagem financeira. No fim do terceiro trimestre, a dívida líquida correspondia a 6,2 vezes o resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) em reais e 4,6 vezes em dólar, refletindo o investimento no Puma e o impacto da variação cambial no endividamento em moeda estrangeira.

Segundo Schvartsman, a companhia tem mantido conversas regulares com as agências de análise de risco de crédito. “O ‘x’ da questão não é onde está a alavancagem atual. Essa não é a preocupação das agências, mas sim como vai se comportar a alavancagem [a partir do início de operação da nova fábrica]”, afirmou.

O processo de desalavancagem da Klabin será acelerado ao longo do ano que vem e, até dezembro, esse índice estará “em nível absolutamente normal em relação a companhias do tipo da Klabin”.

A Standard & Poor’s (S&P) manteve ontem a nota de crédito da Klabin em “BBB-“. Ao mesmo tempo, retirou a companhia da observação com implicações negativas na qual a companhia havia sido colocada após o rebaixamento da nota soberana brasileira, de “BBB-” para “BB+”.

Valor Econômico – 28/10/2015

 

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WEG encerra terceiro trimestre com lucro 2,6% maior

SÃO PAULO  –  A fabricante de máquinas e equipamentos WEG lucrou R$ 265,4 milhões no terceiro trimestre, avanço de 2,6% na comparação com o ganho de um ano antes. A receita líquida de vendas subiu 23,9% no trimestre, passando para R$ 2,55 bilhões.

Nos três meses até setembro, as vendas no mercado externo subiram 37,9% e do mercado interno avançaram 9,4%. O crescimento no mercado externo tem sido fortemente influenciado pelas variações das taxas de câmbio das diversas moedas dos mercados em que a empresa atua, diz a WEG.

A companhia afirmou ainda no relatório da administração que não houve, no terceiro trimestre, mudança relevante nas tendências de mercado observadas ao longo da primeira metade de 2015.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) foi de R$ 395,1 milhões, 12,7% a mais.

Valor Econômico – 28/10/2015

 

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Startups aceleram busca pelo Uber dos caminhões

No exemplo mais recente dos esforços do Vale do Silício para revolucionar a economia tradicional, investidores estão injetando milhões de dólares em jovens empresas de tecnologia que pretendem revolucionar o bilionário setor de transporte rodoviário de cargas.

Várias “startups” estão na briga para se tornar um “Uber de caminhões”, transformando os smartphones de caminhoneiros numa ferramenta para conectá-los rapidamente com empresas próximas que precisam transportar mercadorias. Essas firmas novatas pretendem reinventar a fragmentada indústria de transporte rodoviário de carga dos Estados Unidos, que há muito depende de intermediários que essencialmente atuam como agentes de viagem, conectando caminhoneiros a clientes potenciais.

O interesse do Vale do Silício no transporte por caminhão acelerou nos últimos meses. A Trucker Path Inc., que tem sede em San Francisco, afirma que planeja fazer rodadas de captação que a avaliem em US$ 1 bilhão no próximo ano. A mais recente participante desse mercado, a Convoy, com sede em Seattle, anunciou na terça-feira passada que captou US$ 2,5 milhões em financiamento-semente de investidores, incluindo Jeff Bezos, fundador da Amazon.com Inc., Marc Benioff, fundador da Salesforce.com Inc., Pierre Omidyar, fundador do eBay Inc., e Garrett Camp, um dos fundadores da Uber Technologies Inc.

“Eu nunca vi uma oportunidade de mercado maior” que essa, diz Hadi Partovi, um dos primeiros investidores do Facebook Inc., Airbnb Inc. e Dropbox Inc., que também está investindo na Convoy.

Partovi e outros estão de olho num setor que gerou receitas de US$ 700 bilhões no ano passado. Em comparação, ele diz que a maioria das startups mira mercados que movimentam de US$ 1 bilhão a US$ 2 bilhões por ano.

As startups de caminhões, porém, enfrentam grandes obstáculos, incluindo transportadoras avessas ao risco e caminhoneiros avessos à tecnologia. Analistas dizem que essas firmas novatas podem ser eficazes na organização de entregas locais, mas acrescentam que essa é apenas uma fração do mercado global de transporte por caminhão.

“Os caminhoneiros são bastante reticentes no que se refere à adoção das opções tecnológicas disponíveis”, diz Jack Atkins, analista de transporte do banco de investimentos Stephens Inc. “Há um monte de peças em movimento e eu não vejo a possibilidade de um aplicativo criado por alguém de fora da indústria – dadas, simplesmente, as complexidades do mercado de transporte de carga por caminhões – realmente chegar e ter um impacto transformador.”

As startups têm como alvo tanto cargas completas de caminhões quanto o transporte de volumes menores.

A Convoy, incorporada como Greypoint Inc., informa que empresas que precisam transportar mercadorias localmente podem usar seu site para contratar o serviço, obter um preço de forma instantânea e acompanhar o transporte da carga em tempo real. A Convoy define o preço com base numa fórmula.

Mike Williams, diretor global de rede de suprimento da World Vision, uma organização humanitária cristã, diz que, em dois meses usando a Convoy, o serviço o conectou com um caminhoneiro geralmente dentro de quatro a cinco minutos, enquanto alguns intermediários levam horas. Williams diz que rapidez é fundamental porque a organização faz reservas de último minuto para muitas das 3 mil entregas domésticas que faz todo ano de itens como roupas, móveis e materiais escolares e médicos.

Pelo menos sete outras startups estão se concentrando num mercado semelhante, incluindo a KeyChain Logistics, a Transfix e a Trucker Path, que captou US$ 20 milhões em julho.

A Cargomatic Inc., baseada em Los Angeles, procura preencher espaços vazios em caminhões ao conectar empresas que querem enviar artigos com caminhoneiros que passarão em sua área. A empresa, que foi fundada há dois anos, tem 58 funcionários e captou US$ 12 milhões, já facilitou dezenas de milhares de entregas em Nova York e Los Angeles até agora neste ano, diz o diretor-presidente, Jonathan Kessler.

Kessler diz que a Cargomatic espera aplicar ao transporte de cargas os princípios da “economia compartilhada”, cujos pioneiros foram o Uber e o Airbnb. “Isso significa que os caminhões ficam mais cheios por mais tempo e tomam rotas mais curtas para coletar cargas”, diz ele.

Dan Lewis, de 34 anos, diretor-presidente da Convoy, diz que a empresa fortalece firmas de transporte pequenas e caminhoneiros independentes, dando a eles acesso direto a um fluxo constante de clientes.

“Você não pode ter um milhão de pequenas empresas de transporte de carga por caminhão sem intermediários, mas eles estão cobrando tarifas pesadas sem adicionar muito valor”, diz ele, observando que a tarifa média cobrada por esses corretores é de aproximadamente 20%. Lewis diz que a comissão da Convoy varia, mas é inferior a 20%. “Isso a torna muito mais eficiente e (os caminhoneiros) podem ganhar muito mais por cada trabalho.”

A XPO Logistics Inc., que faz a corretagem de fretes, entre outros serviços, afirma que está investindo milhões de dólares em tecnologia. “Muitos aspectos da corretagem de transporte acabarão sendo revolucionados pela tecnologia”, diz Bradley Jacobs, o diretor-presidente.

O transporte de carga rodoviário não é o único setor de logística vivendo uma possível transformação. O Uber e outros rivais já estão tentando roubar negócios de gigantes da entrega de encomendas menores, como a United Parcel Service Inc. e os serviços de entrega no mesmo dia da FedEx Corp. Para cargas maiores que precisam ser transportadas a longa distância, há a Roadie Inc., que procura atrair estudantes universitários e outros viajantes interessados em ganhar um dinheiro extra entregando encomendas no caminho de onde já estão indo.

Valor Econômico – 28/10/2015

 

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Desoneração ou majoração?

Marcello Pedroso – 28/10/2015

Visando incentivar determinados setores da economia brasileira, o governo federal editou a lei 12.546/2011, criando uma forma alternativa de recolhimento das contribuições previdenciárias (sobre a receita bruta). Na ocasião e até novembro 2015, a lei estipulava alíquotas de 2,0% e 1% sobre o valor da receita bruta. Em agosto deste ano, a lei 13.161 implementou alterações importantes com vigência a partir de dezembro deste ano. A mais importante é a majoração das alíquotas aplicáveis.

Algumas empresas de serviços que deveriam contribuir com base em uma alíquota de 2%, passarão a contribuir entre 3% e 4,5%, dependendo da atividade. Já fabricantes de produtos pagarão de 1%, 1,5% ou 2,5%, dependendo da atividade, contra 1% fixo anteriormente.

Outra mudança significativa foi a facultatividade, pois a partir da vigência da nova lei a forma de recolhimento será optativa, podendo a empresa escolher, anualmente, a partir do primeiro recolhimento, que forma pretende adotar.

Essas alterações trazem também argumentos para antigas discussões sobre o tema, como a possibilidade de facultatividade antes da alteração da lei e a exclusão de certas receitas da base de cálculo utilizada.

Além disso, a majoração das alíquotas pode ser interpretada como um possível desvio de finalidade da norma, pois a exposição de motivos da criação da primeira lei trazia claramente o conceito de que a finalidade era impulsionar a contratação de empregados via CLT no objetivo de diminuir a informalidade no mercado laboral, bem como proporcionar a criação de novos postos de trabalho.

Com a majoração da alíquota, é possível que os resultados das companhias que adotaram os procedimentos, venham a ser seriamente afetados, considerando que a vantagem econômica não será mais a mesma, propiciando a eventual propositura de ações judiciais sobre o tema.

DCI – 28/10/2015

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Chinesa Zotye compra a nacional TAC Motors

A montadora chinesa Zotye anunciou a aquisição da brasileira TAC Motors. A empresa injetou R$ 190 milhões na negociação para a compra da fabricante de jipes localizada em Sobral (CE), e faz parte da estratégia da marca para sua chegada ao País. As marcas estavam em negociação desde março.

Com esse aporte, a TAC volta a produzir normalmente e não mais apenas sob encomenda. Além de melhorar o jipe Stark que tem motor turbodiesel 2.3 de 127 cv e 32,6 mkgf e câmbio manual de cinco marchas, a marca já desenvolve uma inédita picape com tração 4×4 – que deve chegar às lojas no final de 2016 -, uma versão flexível do jipe com câmbio automático e uma variante elétrica.

Os chineses pretendiam estar comercializando seus produtos já em 2015, com lançamento da marca no Salão do Automóvel 2014. “A fábrica que estava certa para ser instalada em Colatina (ES), a 150 km da capital Vitória, será levantada em outro lugar. O anúncio deve ser feito até o final do mês que vem”, diz o Diretor da Zotye Brasil, Cadu Barbosa.

Inicialmente serão fabricados apenas o compacto Z100 – que aqui será chamado de Lodge – que tem motor 1.0 três cilindros de 68 cv, e o utilitário-esportivo T200 (Hunter) com propulsor 1.5 de 110 cv, os dois motores serão “nacionalizados” para contar com a tecnologia flexível. Os preços divulgados para os modelos em 2014 iniciavam em R$ 23 mil e R$ 49.900, respectivamente.

Além dos dois modelos citados acima, a Zotye pretende trazer via importação um jipinho maior, o T600 com câmbio automático e motor 2.0, que brigaria com o competitivo segmento de Honda HR-V e Jeep Renegade, entre outros. O quarto veículo, também vindo da China, é o sedã Z500, que contará com motor 1.5 turbo a gasolina.

Além do Stark elétrico, a empresa pretende produzir um Zotye elétrico, a aposta é que seja o E01, que tem dimensões de um Smart Fortwo, mas aparência que remete ao Range Rover Evoque. Ele promete autonomia de 150 km e velocidade máxima de 80 km/h.

História da TAC Motors. Apresentado como protótipo em 2006, o jipinho Stark só chegou às ruas três anos depois, em uma série limitada de 199 unidades. A fábrica, que inicialmente ficava em Santa Catarina foi transferida de para Sobral, no Ceará, mas permaneceu parada de 2012 a 2014.

Atualmente, unidades do jipinho eram produzidas somente sobre encomenda e desde o início do ano os acionistas buscavam novos investidores para injetar dinheiro, o que permitiria aumentar a produção, além de fazer melhorias e mudanças visuais no 4×4.

Fonte: Jornal do Carro

Redação On outubro - 28 - 2015
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