Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

Filiado a FIESP

Tera-feira, 26 de Setembro de 2017






Associe-se!
Clique aqui e conheça as vantagens

Brasil vai à OMC contra restrições da Indonésia

O Governo brasileiro solicitou ao Órgão de Solução de Controvérsias (OSC) da OMC estabelecimento de painel para examinar medidas restritivas impostas pela Indonésia à importação de carne de frango e produtos de frango provenientes do Brasil

A decisão têm mantido o mercado fechado às exportações brasileiras. As medidas questionadas estão em desacordo com o Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio (GATT 1994), do Acordo sobre Medidas Sanitárias e Fitossanitárias (Acordo SPS), do Acordo sobre Barreiras Técnicas ao Comércio (Acordo TBT) e do Acordo sobre Licenciamento à Importação.

Desde 2009, o Governo brasileiro, em coordenação com o setor privado, tem realizado tentativas de negociação com a Indonésia, não havendo, até o momento, indicação de uma solução por essa via. Diante desse quadro, o Brasil solicitou consultas à Indonésia no âmbito do mecanismo de solução de controvérsias, as quais tampouco permitiram equacionar as dificuldades de acesso ao mercado daquele país.

O Brasil é o terceiro maior produtor e o maior exportador de frangos do mundo, e seus produtos são consumidos em 155 países em todos os continentes. O Brasil segue os mais rigorosos padrões sanitários em toda a sua cadeia produtiva, e a produção brasileira é reconhecida internacionalmente por sua sanidade e qualidade. O setor privado brasileiro mantém grande interesse no mercado indonésio, cuja população é de mais de 250 milhões de habitantes, e estima um potencial de exportação de ao menos US$ 70 milhões.

A expectativa brasileira é a de que o contencioso permita eliminar os entraves que impedem a exportação de frangos à Indonésia, propiciando maiores oportunidades de negócios entre os dois países.

DCI – 22/10/2015

continue lendo:

Cai o crédito externo a empresas brasileiras

ECONOMIA

Dados do Banco de Compensações Internacionais mostram queda de US$ 5,460 bi no segundo trimestre, liderada pelos bancos

Fernando Nakagawa

O estoque de empréstimos tomados por clientes brasileiros em bancos no exterior diminuiu em US$5,460 bilhões no segundo trimestre de 2015. Os dados foram divulgados ontem pelo Banco de Compensações Internacionais (BIS, na sigla em inglês).

A queda do endividamento foi liderada pelos bancos, mas as empresas não financeiras voltaram a tomar crédito.

Dados trimestrais do BIS revelam quea exposição do setor privado brasileiro à dívida bancária internacional diminuiu no agregado no segundo trimestre para US$ 295459 bilhões. O valor está bem abaixo do pico histórico registrado em março de 2013, quando bancos internacionais declararam empréstimos totais de US$ 325,634 bilhões aos clientes brasileiros.

Enquanto o Brasil convivia com as incertezas econômicas e políticas no segundo trimestre, bancos adotaram estratégia mais prudente ao quitar dívidas e, assim, reduziram a exposição total em US$ 6,716 bilhões entre abril e junho.

O mesmo não aconteceu com o setor não financeiro.

Empresas brasileiras que não são parte do setor bancário adotaram estratégia contrária e aumentaram o endividamento em US$ 1474 bilhão no trimestre.

No total, o setor bancário terminou junho de 2015 com estoque de dívida de US$ 134,643 bilhões em instituições financeiras internacionais. Já as empresas não financeiras registravam estoque maior, de US$ 159,773 bilhões. Os dados do BIS mostram que havia, ainda, US$1,043 bilhão em empréstimos bancários internacionais sem alocação específica no Brasil.

Risco. Apesar dos alertas dos economistas sobre o risco das dívidas em moeda estrangeira em tempos de desvalorização do real, empresas não financeiras voltaram o tomar crédito no exterior. Dados do Banco de Compensações Internacionais revelam que companhias brasileiras visitaram bancos para tomar crédito pelo segundo trimestre seguido e, a despeito da recessão e da turbulência cambial, o endividamento cresceu US$ 9,6 bilhões de janeiro a junho de 2015.

OBIS aponta queo setor não financeiro brasileiro aumentou o estoque de dívida externa nos bancos estrangeiros em US$1.474 bilhão entre abril e junho de 2015. A estratégia é idêntica à usada nos três primeiros meses do ano, quando empresas brasileiras elevaram dívidas em US$ 8,134 bilhões. Enquanto isso, bancos fizeram exatamente o contrário: o setor financeiro reduziu o estoque de dívidas no exterior em US$ 13,164 bilhões no acumulado dos dois trimestres.

Com isso, o estoque de dívida do setor não bancário – atualmente em US$ 159,7 bilhões está muito próximo do máximo histórico registrado em março de 2013, quando bancos internacionais reportaram exposição total de VS$ 163,6 bilhões às companhias brasileiras.


Balanço
US$ 134,6 bi foi o estoque da dívida do setor bancário

US$ 159,7 é o estoque da dívida do setor não financeiro

Estado de São Paulo – 22/10/2015

continue lendo:

HSBC: Brasil e Rússia são países mais sujeitos a enfrentar problemas

WASHINGTON  –  O Brasil aparece ao lado da Rússia no topo da lista de países mais sujeitos a enfrentar problemas no futuro, devido a vulnerabilidades acumuladas ao longo do tempo, segundo um relatório do HSBC. A economia brasileira tem dificuldades em cinco de seis áreas analisadas pelo banco – crescimento, finanças públicas, desequilíbrios externos, saída de capitais e exposição a commodities. A situação do país é tranquila quanto ao risco de bolhas de ativos como ações ou imóveis.

“Apesar de [o Brasil] já estar em recessão, não há nada em nossos dados indicando que uma melhora pode estar próxima”, escreve James Pomeroy, economista do HSBC. Ele destaca a inflação elevada, que forçou o Banco Central a subir os juros, observando ainda que a conta corrente continua deficitária enquanto o resultado fiscal segue em deterioração. Pomeroy diz ainda que a incerteza política afeta a confiança empresarial. Mas, se houver algum fortalecimento do governo, pode haver maior capacidade para aprovar medidas do ajuste fiscal, avalia ele.

Ao falar da Rússia, Pomeroy afirma que a queda adicional dos preços de petróleo amplificou os problemas do país. “Números sobre a atividade permanecem muito fracos e a inflação ainda é muito alta. As reservas internacionais continuam a cair e a posição fiscal segue enfraquecendo.” O Fundo Monetário Internacional (FMI) estima que o PIB da Rússia encolha 3,8% neste ano – para o Brasil, a expectativa é de um recuo de 3%.

O relatório ressalta que muitos dos países da lista das economias que podem enfrentar problemas têm grande exposição aos mercados de commodities. Esses produtos respondem por mais de 50% das exportações de Brasil, Rússia, Colômbia e Chile, nota Pomeroy, afirmando que todos esses países sofrem os efeitos desse fato de modo mais amplo.

“Isso significa que nós temos preocupações em relação ao crescimento entrando em 2016”, diz o economista do HSBC, ressaltando que a Arábia Saudita e a União dos Emirados Árabes deverão ter posições fiscais mais fracas devido aos preços mais baixos do petróleo. O Canadá, um país desenvolvido que é um grande exportador de commodities, também enfrenta uma situação mais complicada.

Pomeroy também enfatiza a fraqueza de alguns países asiáticos. “Além de ser afetados negativamente pelos preços de commodities mais baixos, saída de capitais também prejudicou a Malásia e a Indonésia. Embora ainda não tenhamos vistos muita deterioração nos dados, nós estamos preocupados com perspectivas de crescimento”, escreve ele.

O relatório também diz que África do Sul e Turquia continuam a sofrer de “problemas separados”. A economia sul-africana é parcialmente exposta a preços mais baixos de commodities, além de ter inflação elevada e problemas estruturais que vão manter o crescimento restrito. A Turquia, por sua vez, sofre com a falta de investimento e um cenário político desafiador.

Outra fonte de preocupação são bolhas em países desenvolvidos, na visão de Pomeroy. Preços exuberantes de ativos e elevados níveis de dívida das famílias são um sinal de alerta. “Na Suécia e na Noruega, a dívida elevada se combina com relaxamento da política monetária, enquanto o aumento dos preços de imóveis em Hong Kong é preocupante”, aponta o relatório, divulgado nesta quarta-feira.

Pomeroy também menciona a Nova Zelândia como um país que deve ser monitorado, embora o risco seja baixo. Segundo ele, como na Suécia, a inflação muito baixa levou o banco central a reduzir os juros. Os preços de ativos subiram muito e a recente queda nos preços do leite e da demanda da China são ameaças.

O relatório diz que há menos preocupação com as Filipinas do que havia antes, “devido à relativa imunidade do país a uma desaceleração da China”. O Japão, por sua vez, também não perturba mais o economista, por não haver sinais de enfraquecimento adicional da atividade, num quadro de perspectivas já baixas de crescimento.

Valor Econômico – 22/10/2015

continue lendo:

Presidente da China diz que país reduziu capacidade da indústria de ferro e aço em 700 mi t

Guy Faulconbridge

O presidente Xi Jinping disse nesta quarta-feira que a China reduziu capacidade da sua indústria de ferro e aço em cerca de 700 milhões de toneladas.

“A indústria de ferro e aço da China também está enfrentando excesso de capacidade”, disse Xi em uma conferência de imprensa com o primeiro-ministro britânico David Cameron, em Londres.

Fonte: Reuters

continue lendo:

Parceria Transpacífico renova a força da globalização

A globalização parece bem abalada ultimamente. Imigração, multinacionais e o livre comércio estão sendo alvo de populistas tanto de direita quanto de esquerda na Europa e nos Estados Unidos. A atividade comercial está estagnada, com as importações e exportações crescendo de forma mais lenta que a produção global.

Isso torna ainda mais notável que 12 países tenham acabado de fechar um acordo sem precedentes criando novas regras para políticas comerciais domésticas e internacionais na Parceria Transpacífico. Ainda mais memorável é o amplo apoio político à TPP nesses países.

Para citar um exemplo, em 1988, o Partido Liberal do Canadá, de posição centrista, tentou sem sucesso impedir o acordo de livre comércio com os EUA negociado pelo Partido Conservador, que estava no poder na época. Esta semana, os liberais venceram a eleição apoiando amplamente a TPP negociada pelos conservadores, que saíram derrotados da disputa. O Novo Partido Democrático, que foi contra a TPP, acabou em um distante terceiro lugar.

Isso sugere que, pelo menos entre as elites governantes, o apoio ao modelo expansionista americano de livre comércio – em vez da variante mais restrita da China – permanece intacto. É, então, irônico que o único país onde a aprovação da TPP parece incerta seja os EUA.

A TPP seria o primeiro grande acordo comercial multilateral dos EUA em mais de 20 anos. O livre comércio se tornou uma via mais difícil com a própria evolução do comércio em si. Nas décadas seguintes à assinatura do Acordo Geral de Tarifas de Comércio, em 1947, os países reduziram tarifas e quotas principalmente em produtos manufaturados. (A agricultura permaneceu em grande parte restrita.) À medida que as barreiras aos produtos caíam, o foco migrou para os serviços, propriedade intelectual, investimento estrangeiro e compras estatais.

O acordo entre o Canadá e os EUA foi um divisor de águas nessas áreas. Em 1994, o Tratado Norte-Americano de Livre Comércio foi além ao exigir que o México cumprisse certos requisitos especiais sobre trabalho e meio ambiente.

Essas barreiras “por trás das fronteiras” são politicamente mais sensíveis do que tarifas porque elas afetam políticas internas, desde temas referentes a direitos humanos até quanto o sistema público de saúde paga por medicamentos. Argumentos clássicos para o livre comércio também são menos relevantes: um país que concede às farmacêuticas proteções de patentes mais longas está elevando os preços para seus próprios consumidores. Leis trabalhistas mais restritivas corroem a vantagem competitiva do país em relação à mão de obra barata. Ainda assim, esses tipos de regras são as condições que países ricos exigem para que os países em desenvolvimento possam ter acesso a seus mercados.

É por isso que a importância da TPP recai não sobre seu impacto econômico – modesto para a maior parte dos signatários -, mas sobre como ela restringe a soberania interna dos países integrantes. O único sindicato dos trabalhadores do Vietnã é um órgão do partido comunista. Pelas regras da TPP, terá que ser permitida a criação de sindicatos independentes.

A Malásia há tempos beneficia as empresas do país nas regras de compras estatais; ela terá que flexibilizar essas regras para fornecedores estrangeiros.

Cinco países da TPP não oferecem um período de exclusividade para produtores de itens complexos e caros, como medicamentos biológicos. Quatros deles oferecem apenas cinco anos. Os detalhes são complexos, mas todos terão que oferecer efetivamente oito anos.

O Japão terá que abrir mais o seu mercado de arroz, altamente protegido, e o Canadá terá que fazer o mesmo para os mercados de lácteos, frango e ovos. Empresas que lidam com grandes volumes de dados, como o Facebook, não podem ser forçadas a armazenar dados de clientes dos países da TPP em servidores localizados nesses países.

Cada país terá de pagar algum preço político. Na Nova Zelândia e Austrália, há temores de que preços dos remédios subam e que multinacionais entrem com processos alegando discriminação. Agricultores japoneses se sentem traídos. Mesmo assim, nos três países, os partidos da oposição apoiam o acordo.

Por outro lado, a TPP exige relativamente pouco dos EUA. As tarifas sobre autopeças vão desaparecer e as sobre os veículos importados do Japão vão ser reduzidas ao longo de um período glacial de 25 a 30 anos. Ainda assim, o apoio politico à TPP no país é, de longe, mais morno que nos outros países. Sua aprovação na Câmara dos Deputados está longe de estar garantida.

Valor Econômico – 22/10/2015

continue lendo:

Austrália amplia vantagem sobre Brasil nas vendas de minério de ferro para China

Roberto Samora

As importações de minério de ferro brasileiro pela China cresceram apenas 0,67 por cento em setembro ante o mesmo mês de 2014, para 17,24 milhões de toneladas, segundo dados da alfândega chinesa divulgados nesta quarta-feira.

Já as importações de minério da Austrália, grande concorrente do Brasil, aumentaram 7,3 por cento na mesma comparação, para 55,7 milhões de toneladas.

O preço médio do minério de ferro do Brasil, que em geral apresenta melhor qualidade, foi de 63,91 dólares por tonelada, ante 55,62 dólares do produto australiano.

Os embarques de minério de ferro do Brasil para a China são feitos majoritariamente pela Vale.

Contando todos os fornecedores, a China elevou as compras da matéria-prima do aço em 1,69 por cento em setembro.

No acumulado do ano, as importações do produto brasileiro pela China apresentam um crescimento 7,2 por cento, para 134 milhões de toneladas, enquanto as compras do produto da Austrália aumentaram em 11 por cento, para 449,5 milhões de toneladas.

As importações totais da China de janeiro a setembro somaram 699,1 milhões de toneladas.

Fonte: Reuters

continue lendo:

Deflação, e não inflação, é o principal problema na Europa e nos EUA

Enquanto no Brasil se discute o que é possível fazer para conter a alta de preços, em países da Europa e também nos Estados Unidos o que assusta os governos é o problema oposto: a deflação.

Ainda se recuperando dos efeitos da crise de 2008, eles tentam reverter a tendência de queda nos preços que, além de ser um sintoma do desempenho fraco, pode contribuir, no longo prazo, para piorar a situação econômica.

Nos 12 meses encerrados em setembro, a inflação norte-americana não variou, fechando o período em 0%.

Na zona do euro, os preços tiveram queda de 0,1%. Países da região mais prejudicados pela recessão, como Espanha e Grécia, sofrem ainda mais com a desvalorização (veja mapa nesta página).

“A deflação é um problema muito mais grave do que a inflação”, afirma Clemens Nunes, professor de economia da FGV. A redução de preços faz com que os consumidores adiem compras, na expectativa de que, no futuro, seu dinheiro renda mais.

Como consequência, cai a demanda, o que derruba a receita das empresas, que deixam de investir e contratar.

O passo seguinte é o aumento do desemprego e cortes nos salários, que prejudicam ainda mais a economia.

Além disso, a deflação torna mais difícil o pagamento de dívidas, já que a renda diminuiu, mas o valor a pagar permanece o mesmo —diminuindo a busca por crédito.

Por isso, grandes bancos centrais defendem a meta mínima de 2% de inflação anual, sob o argumento de que uma leve alta de preços contribui para o crescimento da economia. No Brasil, o piso da meta é de 2,5%.

MEDIDAS

Os problemas enfrentados pelo Japão são o exemplo mais atual das consequências da deflação. Há duas décadas, o país busca saída para o cenário de recessão e queda de preços em que mergulhou após uma crise nos anos 1990. É o chamado processo deflacionário crônico.

Nos casos de EUA e Europa, o cenário é outro. Nesses países, a atuação dos bancos centrais pretende evitar que a situação de queda de custos, para a qual contribui também a redução nos preços das commodities, se prolongue.

Para fazer isso, o Fed (Federal Reserve, o BC americano) reduziu, a partir de 2008, a taxa de juros da economia dos EUA para um nível próximo de zero e realizou até o fim de 2014 um amplo programa de recompra de títulos para injetar recursos na economia e estimular o crescimento da atividade.

O BCE (BC europeu) segue o mesmo caminho e conduz, atualmente, um programa de compra de € 1,1 trilhão (R$ 4,9 trilhões) em títulos, além de manter os juros baixos.

As atuações, porém, têm resultados distintos. Enquanto a economia norte-americana, mais dinâmica, já voltou a crescer e têm registrado queda no desemprego, a zona do euro ainda sofre para melhorar o desempenho econômico. Por isso, enquanto o Fed já prevê o início de um novo ciclo de alta de juros, a Europa deve aumentar os estímulos nos próximos dias.

“Os países da Europa sofrem com um problema mais estrutural, causado pelo alto endividamento de países periféricos e pela rigidez no mercado de trabalho. Por isso, a tendência deflacionária é muito mais difícil de reverter”, diz Nunes.

E, de acordo com Michael Klein, analista de economia internacional do instituto Brookings, nos EUA, a atuação dos BCs pode não ser suficiente para contornar os problemas. “É preciso haver uma combinação de fatores. A austeridade fiscal, por exemplo, pode prejudicar a economia e contribuir para pressões deflacionárias. Portanto, os BCs ajudam, mas não fazem tudo sozinhos.”

‘BOA DEFLAÇÃO’

Em meio à discussão sobre os malefícios da deflação, a Suíça se destaca como exceção. Com queda nos preços nos últimos quatro anos, registra, também, crescimento econômico e baixo desemprego. O caso leva alguns economistas a defenderem a existência da chamada “boa deflação”. Mas, para Klein e Nunes, não é o caso.

“O que existe na Suíça é uma queda transitória de preços, causada pela moeda muito apreciada e a redução das commodities. Não é que haja excedente de oferta ou que os consumidores estejam com medo de consumir”, afirma o professor da FGV.

Folha de S.Paulo – 22/10/2015

Redação On outubro - 22 - 2015
  • Central de atendimento
  • Telefone: (11) 3285-3522 / e-mail: sicetel@sicetel.com.br
Associe-se!
        Clique aqui
Cadastre seu e-mail e receba periodicamente notícias do SICETEL.