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Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017






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Empresário quer Selic mais baixa

Enquanto economistas veem insuficiência na política monetária, representantes de empresários têm a queixa oposta: a manutenção dos juros em um patamar excessivamente alto e o risco de que venham a subir ainda mais.

A decisão do Banco Central de manter a Taxa Básica de Juros (Selic) em 14,25% ao ano foi criticada por diversas entidades setoriais. Para a Associação Paulista de Supermercados (Apas), a deliberação do Comitê de Política Monetária (Copom) é um reflexo do descompasso da política econômica do governo. A instituição ainda comentou que a medida compromete a retomada da atividade econômica.

O gerente do departamento de Economia e Pesquisa da Apas, Rodrigo Mariano, comentou que a combinação de ajuste fiscal e da possibilidade de elevação de juros pode agravar a recessão da economia brasileira.“O custo desta política monetária contracionista tem se traduzido em uma perda do ritmo da atividade econômica, prejudicando ainda mais o crescimento econômico para 2015. A continuidade do aumento dos juros irá prejudicar, também, a atividade econômica em 2016”, disse.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) afirmou que esperava a manutenção da Selic em 14,25% ao ano. A entidade avaliou que um eventual aumento da taxa no cenário atual seria ineficaz para o controle da inflação e teria consequências devastadoras para a economia, com o aumento dos juros da dívida pública e o agravamento das dificuldades das empresas.

Para a entidade, embora a política monetária deva se manter vigilante, o país precisa consolidar o ajuste das contas públicas e criar um ambiente compatível com a queda nos juros, aliado a medidas que promovam a competitividade das empresas.

A Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) avaliou que o ajuste fiscal é a única âncora capaz de recuperar a confiança de empresas e consumidores e dar início a um processo de retomada do crescimento.

Correio Braziliense – 22/10/2015

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No ano, 17 indústrias já fecharam as portas

Empresas da cadeia de autopeças já estão fechando as portas devido a crise e as demissões continuam. Apesar disso, representantes do setor projeta uma ligeira melhora do cenário para o ano que vem, apoiada no segmento de reposição e nas exportações.

De acordo com o presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças), Paulo Butori, 13 empresas fecharam em 2014 e, até julho deste ano, pelo menos 17 fabricantes decretaram falência.

“Este foi um ano muito ruim, que precisa acabar logo”, avaliou o dirigente durante o congresso da agência de notícias Autodata.

Desde 2013, último ano em que o setor de autopeças registrou crescimento, as indústrias demitiram 56 mil funcionários. Na visão de Butori, o volume maior de demitidos está entre as empresas de maior porte, que são mais capitalizadas.

Ele admite que há problemas na base da cadeia, nos níveis 2 e 3. Na última terça-feira (20), o presidente da sistemista Bosch, Besaliel Botelho, afirmou que a situação está cada vez mais difícil entre as empresas do setor.

“Diversos fabricantes ficaram no caminho. Tivemos que trocar alguns fornecedores, que não conseguiam mais nos atender”, reclamou o executivo. Ele acrescenta que, diante do cenário atual, a Bosch projeta uma queda em torno de 10% para 2015. “Também não esperamos uma retomada para o ano que vem”, ponderou.

Butori observa que o programa Inovar-Auto não trouxe, de fato, benefícios para a cadeia de autopeças. “Os projetos novos devem ter mais nacionalização. Mas os que já estão em curso não trouxeram aumento de conteúdo local”, diz.

Câmbio

Segundo o presidente do Sindipeças, a apreciação do dólar frente ao real tem favorecido uma nacionalização maior de componentes. “Importar peças com o câmbio atual tira a competitividade das empresas”, avalia. A alta da moeda norte-americana também será o responsável pela redução do déficit da balança comercial, informa o Sindipeças. Neste ano, a diferença negativa deve ficar em US$ 5 bilhões. Para 2016, a projeção é de US$ 3 bilhões de déficit do setor.

Paulo Butori salientou ainda que os acordos comerciais fechados recentemente pelo setor automotivo, com Colômbia e México, por exemplo, “parecem mais do mesmo”.

O dirigente estima que, para o ano que vem, o faturamento da indústria de autopeças deva registrar um crescimento de 2% na comparação com o desempenho de 2015, para cerca de R$ 62,9 bilhões. “Esta projeção leva em conta a base fraca deste ano”, concluiu.

DCI – 22/10/2015

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Desemprego fica estável em 7,6% em setembro, o pior resultado para o mês desde 2009

A taxa de desemprego brasileira ficou em 7,6% em setembro, informou o IBGE nesta quinta-feira, estável em relação a agosto. No entanto, para meses de setembro é o pior resultado desde 2009. O dado faz parte da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), que engloba seis regiões metropolitanas do país (Rio, São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Salvador e Porto Alegre).

Depois de ter fechado 2014 em 4,3%, menor patamar da série histórica, a taxa de desocupação medida pela PME tem subido constantemente neste ano.

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, levantamento mais abrangente do IBGE, com informações de todas os estados brasileiros e do Distrito Federal, também mostram deterioração no mercado de trabalho.

Segundo os números mais recentes, divulgados no fim do mês passado, a taxa de desemprego no país ficou em 8,6% no trimestre encerrado em julho — a maior da série histórica iniciada em 2012 e a sétima alta seguida. No mesmo período do ano anterior, a taxa ficou em 6,9%, enquanto no trimestre encerrado em abril de 2015, que serve de base de comparação, ficou em 8%.

O Globo – 22/10/2015

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Bancários rejeitam nova proposta de reajuste

Os bancários não aceitaram a proposta de reajuste de 8,75% feita pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). Com isso, a paralisação, que já dura 16 dias continua. Segundo o presidente do Sindicato dos Bancários de Curitiba e região, Elias Jordão, na reunião desta quarta-feira, o comando de greve informou à Federação que está aberto a negociação, mas mantém a proposta de 16% de reajuste, sendo 5,6% de aumento real.

— Essa proposta feita pela Fenaban só quer contempla a inflação. Não podemos aceitar um reajuste nesse nível. Mas, estamos dispostos a negociar e amanhã (quinta-feira), às 14h, está marcada uma nova reunião com a Federação. Enquanto isso, a greve continua —, disse Jordão acrescentando que no Brasil 12,7 mil estabelecimentos, entre agências e centros administrativos, não abriram as portas nesta quarta.

Os bancários pedem índice de 16% (aumento real de 5,6%), o piso salarial no valor de R$R$ 3.299,66 e a PLR (três salários base mais parcela adicional fixa de R$ 7.246,82). Os bancários também pedem a valorização dos vales refeição e alimentação (um salário mínimo de R$ 788) e melhores condições de trabalho, com o fim das metas individuais e abusivas. Também reivindicam abono assiduidade.

— Vamos manter a negociação pelo terceiro dia consecutivo. Esperamos uma proposta condizente aos lucros bilionários dos bancos —, disse Roberto Von der Osten, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) e um dos coordenadores do Comando Nacional.

O Globo – 22/10/2015

Redação On outubro - 22 - 2015
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