Sindicato Nacional da Indústria de
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Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017






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Câmbio pode provocar alta de 2% nos IGPs em outubro, prevê FGV

O impacto do câmbio na inflação provocou alta de 1,86% na segunda prévia do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), maior elevação do indicador desde dezembro de 2002, quando atingiu 3,26%. No mês passado, o aumento foi de 0,65%.

O comportamento dos preços na prévia indica que a família dos IGPs pode fechar este mês em patamar próximo de 2%, o que não acontecia desde 2008, afirmou Salomão Quadros, do Ibre-FGV). Segundo ele, o índice divulgado ontem está bem próximo do observado na segunda prévia de julho de 2008 (1,79%), às vésperas da crise econômica global.

A influência do câmbio elevou fortemente os preços de commodities dentro do atacado, que representa 60% do total do IGP-M. Nesta segunda prévia, a inflação atacadista registrou aceleração de 0,89% para 2,63%, também a mais forte taxa desde dezembro de 2002 (3,69%). Os insumos industriais também sentiram o efeito do câmbio, como no caso dos materiais de manufatura, com aumento de 1,38% para 3,59%.

Outro aspecto que deve contribuir para o patamar elevado dos IGPs em outubro é o efeito dos aumentos de gasolina e diesel, anunciados pela Petrobras.

Valor Econômico – 21/10/2015

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Mercado vê manutenção do juro na reunião do Copom desta 4ª feira e queda da taxa em 2016

Certos de que o mergulho do Produto Interno Bruto (PIB) empurrará a inflação mais para perto do centro da meta em 2016, os 73 analistas do mercado financeiro consultados pelo AE Projeções, serviço de estimativas da Agência Estado, afirmaram que a taxa Selic permanecerá em 14,25% ao ano na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que começou hoje e se encerra nesta quarta-feira, 22, após o fehcamento do mercado. A taxa deve estacionar neste patamar até o fim do ano. Quando perguntados sobre como esperam a Selic para o fim de 2015, apenas dois dos profissionais consultados acreditam que o colegiado vai elevar a taxa de juros na última reunião do ano.

O maior aumento na reunião do fim de 2015, de 0,50 ponto porcentual, é esperado por Luis Fernando Horta, chefe do Departamento de Economia da Kinea Investimentos. A previsão dele está atrelada à crença de que o Banco Central (BC) terá de elevar os juros ainda neste ano para conter a pressão inflacionária decorrente do nível de câmbio em R$ 4. “Na Focus, as estimativas para o IPCA estão acima de 6,50%”, disse. Na pesquisa do BC, as instituições que mais acertam as projeções já veem o IPCA em 2016 em 6,72%, conforme o levantamento do dia 13 deste mês.

Já para 2016, a maioria dos especialistas acredita na queda do juro, pois a atividade fraca pode afetar com mais intensidade a inflação no ano que vem. De um total de 65 instituições participantes, 47 acreditam que a taxa de juros fechará 2016 com queda entre 11% e 13,75% ao ano. Já 17 casas estimam que a Selic ficará inalterada em 14,25%, enquanto uma espera elevação dos juros para 16%.

Pressão inflacionária. Outro que prevê aumento do juro nominal até o fim do ano é o superintendente de câmbio da SLW Corretora, João Paulo de Gracia Corrêa. Ele trabalha com a Selic encerrando 2015 em 14,50% ao ano. Para ele, o BC deverá elevar a Selic na última reunião do ano para conter o aumento da inflação no começo do próximo ano, período em que há registros de aumentos de preços de alimentos, gastos com educação e aumento impostos.

Horta, da Kinea, por sua vez, avalia que o rebaixamento do rating de BBB para BBB- e a manutenção da perspectiva negativa para a economia não deve mover o BC a elevar a taxa de juros no fim do ano. “Acho que não. Nem que tivesse perdido o investment grade. Expectativas de inflação na Focus acima de 6,5% para a reunião de novembro é que deve levar o BC a subir juros”, reforçou.

No entendimento do economista-chefe da SulAmérica Investimentos, Newton Camargo Rosa, o BC deve manter a Selic em 14,25% até parte de 2016, pois acredita que a taxa neste nível poderá fazer com que as expectativas de inflação desacelerem, levando o IPCA para 4,50% no fim do ano que vem. “A convergência das expectativas é que vai ser um sinal de mudança na condução da política monetária”, disse.

De certa forma, Camargo Rosa acredita que o BC não está mais olhando tanto para a inflação de 2016, mas para a de 2017. Conforme ele, no ano que vem ainda haverá algum realinhamento dos preços administrados que tende a afetar a inflação daquele período. Se a CPMF voltar, disse, a pressão deve ser ainda maior. “Aí, fica difícil buscar 4,50%”, afirmou.

O diretor de Pesquisas Macroeconômicos do Bradesco, Octavio de Barros, também acha que não há razão para o BC elevar juros por causa do rebaixamento do rating do Brasil. “Nenhuma razão para mudanças. A Fitch estava totalmente no preço”, disse.

2016. Para o economista-chefe da ModalMais, Álvaro Bandeira, a inflação pode começar a desacelerar e permitir um recuo da taxa básica no ano que vem, com os juros podendo fechar em 12,75%. “Com a atividade mais fraca, a inflação pode passar a pressionar menos e o BC ceder um pouco”, estimou.

Embora faça parte da corrente que estime queda dos juros em 2016, o economista Alexandre Andrade, da GO Associados, admite que a crise política vem colocando mais incerteza e diminuindo a probabilidade de aperto monetário. “Por um lado, acredito que o BC não irá subir os juros, mas como as expectativas de inflação estão piorando, inclusive no cenário do Banco Central, pode ser que a Selic fique no atual nível de 14,25%”, disse, ao fazer referência ao Relatório Trimestral de Inflação (RTI) de setembro.

O Estado de S.Paulo – 21/10/2015

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Dilma pede opções para flexibilizar meta de 2016

Diante da necessidade de alterar pela terceira vez no ano a meta de superávit primário, a presidente Dilma Rousseff pediu aos ministros da área econômica propostas para que a meta fiscal de 2016 tenha alguma “flexibilidade” para acomodar choques. De acordo com duas fontes ouvidas pelo Valor, a presidente não pretende reduzir o superávit de 0,7% do PIB previsto para o ano que vem, mas procura uma forma de evitar que imprevistos obriguem o governo a mudar a meta ao longo do ano.

As projeções feitas pela equipe econômica estimam que o déficit de 2015 pode chegar, no pior cenário, a R$ 49 bilhões, próximo a 0,8% do PIB. A expectativa, no entanto, é que feche mais próximo de 0,5% do PIB. Nos dois casos, sem incluir eventuais pagamentos das chamadas “pedaladas fiscais”.

A presidente Dilma se mostrou disposta a discutir uma forma de flexibilizar a meta fiscal, mas não bateu o martelo. De acordo com interlocutores pediu apenas alternativas para analisar o assunto. As mudanças de metas de superávit precisam ser sempre aprovadas pelo Congresso Nacional. Em 2014, o governo precisou de 72 horas de negociações ininterruptas para conseguir mudar a Lei de Diretrizes Orçamentárias, o que permitiu ao governo ter déficit.

Durante o primeiro mandato da presidente, o governo abatia os investimentos do PAC como uma forma de reduzir o superávit fiscal. Esse modelo pode ser usado novamente em 2015, mas não é considerado uma boa saída para 2016.

De um lado, estão aqueles que sugerem abater o PAC. Essa seria uma forma de construir um discurso político para mostrar que o governo se esforça para preservar investimentos. Mas essas mesmas autoridades reconhecem que o mecanismo foi uma das principais fontes de perda de credibilidade do governo. Do outro lado da discussão, há quem defenda simplesmente um resultado deficitário em 2015.

A solução para 2016, no entanto, será bem mais complicada, pois deve opor novamente o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, ao ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, que já propôs a ideia de uma banda de variação da meta. Levy, segundo interlocutores, considera que mecanismos desse tipo enfraquecem a posição fiscal do governo e dão ideia de falta de compromisso com o resultado das contas públicas.

Diante da disputa, a definição sobre como conduzir a política fiscal em 2016 pode acabar restrita ao abatimento de receitas que, se não forem aprovadas pelo Congresso, reduzem o superávit de 0,7% do PIB, saída que já foi adotada pelo governo este ano. A presidente, dizem autoridades, pode acabar mantendo a meta de 0,7% do PIB sem qualquer alteração para evitar novas dúvidas fiscais.

As estimativas preliminares da equipe econômica mostram que a frustração de receitas em relação ao que o governo havia previsto no último decreto de avaliação de receitas e despesas chega a R$ 55 bilhões. Em setembro, a estimativa era de uma receita de R$ 1,112 trilhão até o fim do ano.

Além disso, a situação da arrecadação piora porque parte das receitas previstas com mudanças em legislações tributárias, caso do projeto de repatriação de recursos, não se confirmará. A equipe econômica estima, no entanto, que haverá algum ganho de arrecadação com concessões e o Prorelit, programa de redução de litígios tributários. A estimativa das despesas foi mantida em R$ 1,106 trilhão até dezembro.

A discussão sobre o pagamento das “pedaladas” corre em paralelo às conversas sobre o superávit de 2015 e 2016. O governo procura uma forma para que qualquer acerto de contas referente ao passivo tributário não seja visto como uma piora do resultado fiscal. De acordo com uma autoridade ouvida pelo Valor, “trata-se muito mais de decidir a forma como comunicar essa decisão”. Isso é considerado importante por causa da avaliação das agências de risco.

A presidente Dilma Rousseff vem acompanhando de perto as discussões, mesmo em viagem ao exterior. Ontem pela manhã, o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, falou com a presidente e a decisão deve sair até sexta-feira.

Valor Econômico – 21/10/2015

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Um rombo que só aumenta

A equipe econômica estuda uma forma de limpar das contas públicas os efeitos das pedaladas fiscais ( atrasos nos repasses de recursos devidos pelo Tesouro a bancos públicos) e, para isso, deve encaminhar ao Congresso até o fim da semana uma proposta de revisão da meta fiscal de 2015, admitindo um déficit, ou seja, resultado negativo nas contas. O valor ainda não está fechado, mas, no limite, pode chegar a R$ 76 bilhões, se consideradas todas as frustrações de receitas e o reconhecimento integral dessas dívidas com os bancos. É mais que o dobro do déficit do ano passado, que foi de R$ 32,5 bilhões.

A Junta Orçamentária vai apresentar hoje à presidente Dilma Rousseff alguns cenários que variam dependendo da forma como as pedaladas fiscais serão incluídas nas contas. Caso opte por quitar o passivo com o BNDES, por exemplo, o déficit ficará em torno de R$ 50 bilhões. No entanto, se o governo conseguir realizar o leilão das usinas hidrelétricas previsto para o início de novembro e arrecadar os R$ 11 bilhões esperados com essas operações, o saldo negativo cairia para R$ 39 bilhões.

EXIGÊNCIA DO TCU
No cenário mais pessimista e menos provável, se a conta incluir a regularização das pedaladas com todos os bancos públicos ( BNDES, Banco do Brasil e Caixa) e a frustração dos leilões das usinas, o saldo negativo saltaria para o montante de R$ 76 bilhões.

Além das pedaladas, o resultado de primário deste ano ficará negativo por causa da frustração nas receitas, em especial as extraordinárias, previstas na previsão das contas públicas. De acordo com técnicos do governo, a frustração já chega a R$ 50 bilhões. Significa que somente a queda da arrecadação já faria com que o resultado deste ano deixasse de ser um superávit de R$ 8,7 bilhões ( ou 0,15% do Produto Interno Bruto, PIB) — que é a última versão da meta com a qual o governo se comprometeu para 2015 — para se transformar em um déficit de R$ 41,3 bilhões.

Somando a esse valor o estoque das pedaladas ainda pendente, que está em R$ 35 bilhões, o resultado negativo subiria para R$ 76,3 bilhões. Segundo técnicos da área econômica, o governo gostaria de zerar a conta das pedaladas, que foram condenadas pelo Tribunal de Contas da União ( TCU). A prática consistiu em atrasar repasses de recursos do Tesouro Nacional para bancos públicos, com o objetivo de melhorar artificialmente os resultados fiscais de 2013 e 2014.

Segundo o TCU, isso gerou um passivo de R$ 40 bilhões que precisa ser acertado pelo governo.

No entanto, como a regularização imediata elevaria muito o déficit público, há estudos dentro do governo considerando que o melhor caminho seria fazer o pagamento dessas pedaladas gradualmente, num cronograma mais dilatado. Assim, o déficit não ficaria tão elevado em 2015, e a equipe econômica conseguiria melhorar o caminho para a realização de um superávit primário ( economia para pagamento de juros da dívida) em 2016. Esse hoje é o foco dos técnicos. A meta do ano que vem prevê um superávit de 0,7% do PIB.

Técnicos lembram que um dos principais motivos que levaram a agência de classificação de risco Standard & Poor ´ s ( S& P) a rebaixar o Brasil e retirar o grau de investimento do país foi justamente a perspectiva de três anos consecutivos de déficit nas contas públicas.

— Por isso, é crucial que o governo faça algum superávit em 2016 — disse um interlocutor da equipe econômica.

Ele lembrou, no entanto, que o cenário do ano que vem ainda não está fácil e que, portanto, não está descartada a possibilidade de o governo também propor uma alteração na meta de 2016, prevendo alguma cláusula de abatimento da meta em caso de frustração de receitas:

— Pode haver algum mecanismo de amortecer choques — afirmou um técnico.

PARCELAMENTO DE PEDALADA
No acerto das pedaladas exigido pelo TCU, o governo também trabalha com a perspectiva de um encontro de contas entre Tesouro e BNDES. Isso porque a União também tem recursos para receber do banco.

Técnicos em Orçamento apostam que o déficit deste ano fique em R$ 60 bilhões. Segundo integrantes da Comissão Mista de Orçamento, o governo pediu mais prazo para fechar as contas.

O relator do Orçamento de 2015, senador Romero Jucá ( PMDB- RR), defende uma meta verdadeira e com todas as pedaladas fiscais incluídas. Para ele, o governo precisa mostrar a verdadeira situação fiscal do país e encerrar este ano a fase do déficit e das pedaladas.

— Esse ano de 2015 terá déficit. Digo isso há muito tempo. E defendo que a meta coloque todas as pedaladas, sem maquiagem. Fazemos isso e trabalhamos por um déficit zero em 2016. Na minha avaliação, o déficit, com todas as pedaladas, será entre R$ 60 bilhões a R$ 80 bilhões. O governo tem que acabar com a fase do déficit e mostrar a realidade fiscal — disse Jucá.

Jucá disse ainda que é contra o parcelamento do pagamento dos recursos que foram antecipados pelos bancos.

— Não se faz pagamento parcelado de pedalada — disse Jucá.

O relator do Orçamento da União de 2016, deputado Ricardo Barros ( PP- PR), disse que espera a definição da meta de 2015 até para fazer contas sobre ajustes na proposta do ano que vem.

O Globo – 21/10/2015

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Luz deve subir até 15% em 2016 com alta do dólar e poucas chuvas

Vilão da inflação em 2015, com alta de 47,74% de janeiro a setembro, o custo da energia deve voltar a ser fator de preocupação no próximo ano. O resultado do leilão para relicitar hidrelétricas antigas, marcado para 6 de novembro, a alta do dólar, os efeitos do socorro às distribuidoras e até mesmo o impacto do fenômeno El Niño sobre o regime de chuvas são algumas das fontes de pressão sobre as tarifas em 2016. Com base nestes itens, cálculo da consultoria Safira Energia indica que o reajuste anual médio no próximo ano deve ficar entre 10% e 15%.

O leilão de usinas antigas é um dos desafios. Ele representará um custo de geração de energia maior porque, pelos critérios definidos pelo governo para arrecadar R$ 17 bilhões em bônus de assinatura ( dos quais R$ 11 bilhões entrariam nos cofres este ano) , o preço da energia passará a ser maior do que os R$ 37 por Megawatt- hora ( Mwh) que o consumidor paga hoje. Segundo o diretor- geral da Agência Nacional de Energia Elétrica ( Aneel), Romeu Rufino, se o leilão sair pelo preço- teto definido no edital, os preços da energia ficariam acima de R$ 37.

— Aponta na direção de pressionar a tarifa, mas não é nada tão expressivo, porque isso está diluído nas concessionárias — disse Rufino.

REAJUSTE DA LIGHT
Segundo fontes, o custo dos 6 mil MW gerados pelas usinas deve superar R$ 100 por Mwh. O valor só será incorporado às tarifas após o leilão.

Outro elemento a pressionar a tarifa é a variação cambial. As distribuidoras que tiveram reajuste autorizado no primeiro semestre sentiram pouco o efeito da alta do dólar, que se intensificou nos últimos meses. É no próximo ano, portanto, que parte dos consumidores perceberá o efeito da variação da moeda americana na conta de luz. O aumento na tarifa como resultado do dólar tem impacto maior nas regiões Sul e Sudeste, que compram energia de Itaipu, usina binacional com tarifa dolarizada.

No Rio, o reajuste da Light entra em vigor no próximo dia 7. A Safira prevê alta de 10% a 15%. Parte da variação cambial de 2015, porém, só será computada no reajuste de 2016. Como a revisão tarifária de Itaipu ocorre em dezembro, o impacto do dólar no custo da energia é “carregado ao ano seguinte”.

O efeito do dólar foi a justificativa para a Eletronuclear pleitear reajuste de 28% para a energia de Angra 1 e 2. Ontem, a Aneel abriu audiência pública com proposta de alta de 16,91%. O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, destacou que a tarifa das usinas não tinha reajuste há mais de dois anos. Ele avalia que o cenário para 2016 é muito diferente do que o país enfrenta neste ano:

— Não deveremos ter os mesmos impactos porque os preços administrados do setor elétrico deste ano foram alterados na sua arquitetura para um realismo tarifário. Tivemos uma revisão extraordinária que reposicionou os preços e teve um impacto. Isso não acontecerá em 2016.

Outro elemento- surpresa é o El Niño. No Sudeste, explica Fábio Cuberos, gerente de regulação da Safira, ele pode levar a mais chuvas, caso alcance a divisa entre São Paulo e Paraná, ou a menos chuvas, se levar a um bloqueio das massas frias para a região. Com menos chuvas, o país recorre a usinas térmicas, mais caras.

Segundo Cuberos, o socorro às distribuidoras nos últimos anos também terá reflexo em 2016, mas menor, porque não são esperados reajustes extraordinários.

O pedido de indenização de R$ 25 bilhões do grupo Eletrobras à União por ter aderido à Medida Provisória 579 também preocupa. Quem aceitasse reduzir a tarifa teria a renovação da concessão antecipada mediante compensação. Isso ocorreria ou com pagamento da União ou autorização para elevar a tarifa. Segundo José da Costa Neto, presidente da estatal, a compensação deve vir com aumento da tarifa, que pode ter efeito diluído em 30 anos.

O Globo – 21/10/2015

Redação On outubro - 21 - 2015
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