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Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017






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Mercado piora previsões para inflação e PIB em 2015 e 2016

SÃO PAULO  –  As expectativas para a inflação neste e no próximo ano continuam a se deteriorar e, com isso, o mercado espera uma queda menor na taxa de juros em 2016, de acordo com o boletim Focus, do Banco Central. As previsões para a atividade econômica também pioraram.

De acordo com a pesquisa semanal do BC, a mediana das previsões para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para este ano subiu de 9,70% para 9,75% e, para o próximo, saiu de 6,05% para 6,12%. Em 12 meses, a estimativa subiu de 6,24% para 6,27%. Assim, a previsão para o IPCA em 2016 se aproxima do teto da meta, de 6,5%. Há apenas quatro semanas, a expectativa era de que a inflação subisse 5,70% no período.

Apesar de o IPCA estar chegando próximo aos 10%, os analistas não acreditam numa alta de juros este ano. A taxa Selic está atualmente em 14,25%. Na quarta-feira, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, decide se ela continuará neste nível.

Para 2016, o mercado ainda vê uma redução na Selic, mas menor do que se esperava antes. Agora, a expectativa é que a taxa caia a 12,75% ao fim do ano que vem. Na semana anterior, a aposta estava em 12,63% e, há um mês, em 12,25%.

A inflação tem sido pressionada pela desvalorização do câmbio e também pela alta dos preços administrados, como energia elétrica e gasolina. Em 2015 esses preços devem subir 16% e, em 2016, 6,35%, taxas acima da inflação prevista para ambos os períodos. No Focus, os analistas não mexeram na previsão para o dólar em 2015 (R$ 4,00), mas reduziram ligeiramente a estimativa para 2016, de R$ 4,15 para R$ 4,13.

Entre os analistas Top 5, a mediana das estimativas de médio prazo para o IPCA deste ano subiu de 9,61% para 9,81%. Para o próximo, seguiu em 6,72%. Quanto à Selic, as projeções são as mesmas do mercado em geral.

Atividade

Enquanto a inflação sobe, a atividade cai. A previsão para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano saiu de queda de 2,97% para retração de 3% e a do próximo ano cedeu de menos 1% para recuo de 1,22%. A produção industrial deve cair 7% em 2015 e 1% em 2016, estimativas inalteradas.

Os dados mais recentes sobre a economia indicam uma deterioração maior que a esperada. Na sexta-feira, o BC divulgou seu Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), que veio pior (-0,76%) que o previsto (-0,6%) em agosto ante julho, e reforçou a expectativa de recuo de 3% no PIB deste ano, segundo economistas.

Ainda na semana passada, o IBGE informou que as vendas do varejo restrito caíram 0,9% em agosto, bem mais que o 0,6% esperado. O tombo no ano chega a 3%. Em 12 meses, a 1,5%. Inflação e desemprego em alta continuam a afetar o setor, que teve o pior agosto desde 2000, disse o IBGE. Os serviços tiveram queda real de 3,5% no mês e de 1,1% em 12 meses. Para a FGV, o recuo de serviços indica que a retração da economia está se acelerando. Aqueles  prestados às famílias recuaram 8,2%.

Em meio à série de dados negativos, a Fitch rebaixou a nota brasileira, de BBB para BBB-, com perspectiva negativa, citando o peso da dívida pública, piora no cenário econômico e desafios na consolidação fiscal.

Valor Econômico – 19/10/2015

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Perspectivas para o Brasil pioram com a deterioração da cenário político, diz BofA

As perspectivas para o Brasil ficaram mais sombrias e o País aparece como uma das situações mais problemáticas entre os emergentes, em meio ao ambiente político conturbado e obstáculos para tocar o ajuste fiscal. As conclusões vieram de um evento que o Bank of America Merrill Lynch (BofA) fez em Lima, às margens da reunião anual do FMI e do Banco Mundial, que terminou ontem (18). China, Brasil e Rússia tiveram destaque nas discussões e, de acordo com especialistas, o cenário chinês e russo se mostra um pouco mais ‘construtivo’, quando comparado com o Brasil.

DCI – 19/10/2015

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Fitch poderá reavaliar a nota do Brasil se Levy sair da Fazenda

A diretora de ratings soberanos da América Latina da Fitch, Shelly Shetty, afirmou na última sexta-feira que a agência internacional de classificação de risco pode reavaliar a nota do Brasil se o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, deixar seu cargo no governo federal.

Questionada sobre os constantes rumores de saída do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e as recentes declarações do ex-presidente Lula contra o ajuste fiscal, Shelly disse que o ministro tem credibilidade e um papel importante no programa de ajuste fiscal do governo brasileiro.

“Os ratings tendem a se focar mais na performance econômica e fiscal [não nas pessoas]. Se Joaquim Levy sair, analisaríamos como seria o novo ambiente político, quais seriam as orientações para as políticas econômicas, o ritmo do ajuste”, diz Shelly Shetty.

Sobre o rebaixamento da nota do Brasil na última quinta-feira, a diretora da Fitch afirmou que, quando um país recebe perspectiva negativa, normalmente a situação se resolve entre 12 e 18 meses, mas que a agência vai continuar monitorando de perto o Brasil. “O intervalo desde a nossa última ação de rating [em abril] foi menor que esse prazo e a gente sabe que a situação do Brasil é bastante dinâmica.”

Ela lembrou que o Brasil foi rebaixado na quinta por conta da deterioração macroeconômica mais rápida que o esperado, com uma piora fiscal e as incertezas políticas. “A esta altura é difícil ser otimista sobre mudanças no curto prazo no Brasil”, comentou a diretora.

Shelly disse que o governo tem prometido voltar a um superávit primário este ano, após o déficit do ano passado, mas que existem riscos materiais para essa meta, até porque muitas medidas precisam de apoio do Congresso.

A Fitch estima que o resultado primário este ano ficará negativo em 0,2% do PIB, seguido de um orçamento equilibrado em 2016. Segundo ela, a dívida bruta vai continuar crescendo nos próximos anos, a menos que haja um superávit maior ou crescimento mais acelerado. “A dívida deve crescer para quase 70% no próximo ano”, apontou a diretora da Fitch.

Rio de Janeiro é rebaixado

Na última sexta-feira, a Fitch Ratings – na sequência da redução da nota soberana – rebaixou os ratings de probabilidade de inadimplência do emissor de longo prazo em moedas estrangeira e local do município do Rio de Janeiro para BBB- para BBB. “A perspectiva do rating é negativa.”

Segundo comunicado da agência Fitch, os ratings de subnacionais brasileiros não podem ficar acima dos ratings soberanos, dada a forte influência do governo federal sobre estados e municípios no País.

DCI – 19/10/2015

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“Levy não vai sair”, pontua presidenta

Em entrevista concedida na tarde de ontem, na Suécia, a presidente Dilma Rousseff reiterou a permanência de Joaquim Levy no Ministério da Fazenda. A líder brasileira classificou os rumores sobre sua saída do governo de ‘especulação’ e disse que a opinião do presidente do PT, Rui Falcão – que, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, afirmou que o ministro deve deixar o cargo se não mudar -, não é a opinião do governo.

“O presidente do PT pode ter a opinião que ele quiser. Mas não é a opinião do governo”, disse Dilma, emendando: “Se eu disse que não é a opinião do governo, o ministro Levy fica”.

A garantia de que Levy permanece na equipe econômica, no comando da Fazenda, foi feita em sua primeira entrevista concedida após reunião realizada na sexta-feira, em Brasília, quando cresceram os rumores sobre a suposta saída do ministro. Dilma negou ter discutido com Levy na ocasião, sobre sua saída, e afirmou que ele não falou sobre alguma insatisfação no cargo. “Se ele fica, é porque concordamos com a política econômica dele”, apontou.

Irritada com as perguntas, a presidente quis colocar um ponto final nas questões sobre o tema. “Ele [Levy] não está saindo do governo. Ponto. Eu não trato mais desse assunto”, finalizou a presidente.

DCI – 19/10/2015

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Índices confirmam recessão

O Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE) para o Brasil teve queda de 1,4% em setembro, para 86,2 pontos, divulgaram, na última sexta-feira o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) e o Conference Board.

Este é o décimo primeiro recuo seguido do indicador.

Seis das oito variáveis integrantes contribuíram negativamente para o resultado de setembro: os índices de Expectativas do Consumidor, da Indústria e do Setor de Serviços; a Taxa Referencial de Swaps (invertida); o de Produção Física de Bens de Consumo Duráveis; e o Ibovespa.

As regiões Norte e Centro-Oeste levaram o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) a registrar queda de julho para agosto. O índice registrou baixa de 0,76% pela série com ajuste sazonal.

Sudeste, Nordeste e Sul registraram crescimento na margem em agosto na comparação com o mês anterior. Os dados regionais foram atualizados na última sexta-feira pelo Banco Central.

DCI – 19/10/2015

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Conquistas do real em risco

Ministro da Fazenda de Itamar Franco, Rubens Ricupero vê riscos às conquistas do Plano Real, relata O embaixador Rubens Ricupero tem uma fisionomia que remete à imagem de um religioso. O olhar tranquilo, a fala suave, mas enfática. O presidente Itamar Franco recordava que o embaixador fora o primeiro nome em quem pensara para conduzir a economia quando tomou posse interinamente, em outubro 1992. Na época em Washington, Ricupero preferiu ficar naquele que sempre foi o principal posto brasileiro no exterior. Dois anos depois, acabou aceitando o convite. Na história do Plano Real, que agora, será recontada no Memorial da República Itamar Franco, o diplomata aparece ao lado de Itamar, sorridente, segurando a nova moeda: o real. Itamar o chamava de “o sacerdote do real”. Hoje, Ricupero teme que a estabilidade alcançada com tanto trabalho seja perdida.

— O Plano Real e todas as conquistas que ele nos trouxe correm perigo. A inflação rompeu o patamar simbólico dos dois dígitos. E, se O PT e o ex- presidente Lula, como os jornais noticiam, pretendem tirar da Fazenda Joaquim Levy, o dia de amanhã será pior que o de hoje — alertou.

Itamar Franco convidou Ricupero para a Fazenda novamente quando o então titular da pasta, Fernando Henrique Cardoso, teve que deixar o cargo. FH, estimulado pelo presidente, disputaria a sucessão ao Palácio do Planalto. O sociólogo fez aliança com o PFL e o PTB, e ficou em segundo lugar nas pesquisas até a metade do ano. O sucesso da moeda, lançada em julho, e a desconfiança que o candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, despertava nos agentes econômicos decidiram a eleição, e FHC venceu.

Até chegar a Fernando Henrique — que liderara uma equipe de economistas para criar o Plano Real — e, depois, nomear Ricupero, Itamar já tivera outros três ministros da Fazenda. O primeiro, o advogado pernambucano Gustavo Krause, mal completou dois meses na função. Depois, foi o economista mineiro Paulo Haddad que, até então, ocupara o Ministério do Planejamento. Menos de cem dias depois, outro ministro: o engenheiro civil e mineiro Eliseu Resende ( morto em 2011).
— Ele estava no cargo e veio a denúncia de que tinha ligações com a construtora Odebrecht. Não havia nada a fazer senão trocá- lo — contou o presidente do Instituto Itamar Franco, Marcelo Siqueira.

O ministro da Fazenda, soube Itamar pelos jornais, viajara a Nova York com as passagens e o hotel pagos pela construtora Odebrecht. Ele chamou Resende, e a conversa foi curta: “Tenho muito apreço pelo senhor. Mas ministro do meu governo não viaja com os custos pagos por empreiteiras”, disse.

Itamar, afirmam ex- colaboradores e amigos, tinha duas obsessões. A primeira era implementar um plano social de combate à fome. Criou o Conselho de Segurança Alimentar ( Consea), organismo ligado à presidência que tinha entre seus integrantes o sociólogo Herbert de Souza ( o Betinho), e é considerado o precursor das políticas compensatórias dos governos petistas, como o Bolsa Família, e do Programa Fome Zero, do governo FHC.

— Ele achava que o governo tinha que lutar contra a desigualdade brasileira, por isso também era imprescindível terminar com a inflação — observou Ricupero.

Ao convidá- lo, recorda o diplomata, o presidente só lhe pedira que mantivesse a equipe de Fernando Henrique e levasse o Plano Real adiante. Ricupero assim o fez.

Lidou com a maior habilidade possível com Itamar, que insistia num congelamento de preços e se recusava a conversar com os economistas da Fazenda indicados por FH. Negociou com o Congresso, conversou com empresários e sindicatos. Fez palestras e deu entrevistas. Até que, numa delas, a Carlos Monforte, da TV Globo, já em plena campanha eleitoral, escorregou e disse: “O que é bom a gente mostra; o que é ruim gente esconde”.

— Foi um momento terrível, do qual me penitencio até hoje. A frase vazou pelas antenas parabólicas. Se é possível justificar ou explicar, eu estava dizendo o que é mais ou menos óbvio. Ninguém quer contar o que é ruim — disse o embaixador.

A frase era injustificável. Ricupero mesmo tomou a iniciativa de deixar o cargo.

A campanha estava no auge, e Itamar convidou o então governador do Ceará, Ciro Gomes, para a Fazenda. Ciro, como fizera seu antecessor, levou adiante as medidas até a eleição de Fernando Henrique.

Então, toda uma geração cresceu sem saber o que era a inflação que tanto incomodava Itamar.

O Globo – 19/10/2015

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Aneel prevê tarifas dentro da ‘normalidade’ em 2016

Os reajustes tarifários de energia em 2016 vão retornar à normalidade, com pequenas variações, para mais ou para menos, de acordo com sinalização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Segundo o diretor-geral da autarquia, Romeu Rufino, todos os efeitos de maior proporção já foram assimilados nas tarifas neste ano e há, inclusive, possibilidade de a conta de luz de algumas distribuidoras sofrem reduções em 2016.

“O potencial grande que existe de impacto na tarifa é o custo da energia. Se este ano já está tudo na base [tarifária], não tem como aumentar. O cenário é de haver uma variação tarifária dentro da normalidade, que pode ser para mais ou para menos”, contou Rufino, em entrevista ao Valor, após participar de reunião interna do conselho empresarial de energia elétrica da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), na última semana, na capital fluminense.

Segundo ele, há alguns efeitos positivos e negativos previstos para as tarifas de energia em 2016. Entre os fatores que vão influenciar o aumento das tarifas está a bonificação das outorgas do leilão das hidrelétricas existentes, marcado para novembro, que será repassada às tarifas. Trata-se de valor que será pago pelas geradoras de imediato pela aquisição das concessões. O montante retornará ao bolso das companhias, por meio do preço da energia negociada no leilão, por um prazo de 30 anos.

Por outro lado, haverá alívio tarifário com relação à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), em que não há previsão de crescimento do encargo para ser repassado. “No item ‘encargo CDE’, é provável que haja até redução”.

Sobre o custo da energia, como boa parte do custo de geração de termelétricas mais caras já foi repassado ao consumidor por meio das bandeiras tarifárias, não há volume significativo desse custo a ser aplicado nas tarifas das distribuidoras no próximo ano. Além disso, se houver um regime de chuvas melhor no próximo verão, é possível desligar um número maior de termelétricas, reduzindo o custo da energia para todo o sistema.

Rufino adiantou também que a autarquia vai decidir nesta semana sobre a versão final da regra para a renovação da concessão das distribuidoras de energia. Com a aprovação do modelo final pela diretoria da agência, o documento será encaminhado ao Ministério de Minas e Energia, que convidará as empresas para assinar os aditivos contratuais.

Segundo Rufino, o Tribunal de Contas da União (TCU) acatou integralmente o embargo apresentado pela agência que, na prática, permite à autarquia aprovar a regra para a assinatura do contrato antes da regulamentação de alguns itens do modelo. O acórdão do TCU determinava a regulamentação de um conjunto de itens antes da assinatura dos contratos. “Temos agora já todas as condições de fechar o assunto”, explicou.

Ao todo, os contratos de 41 distribuidoras de energia vencem entre 2015 e 2017. Desses, 36 venceram em julho deste ano. Estão nessa situação a paranaense Copel, a catarinense Celesc, a goiana Celg, a gaúcha CEEE e algumas distribuidoras integrais da Eletrobras (Ceal, Cepisa e Amazonas Energia). No ano que vem, termina o contrato de concessão da mineira Cemig.

Segundo Rufino, também deve ser aprovado ainda este mês o modelo para a redução do déficit hídrico. “Nossa expectativa é de que até o fim do mês consigamos deliberar qual a regra que a Aneel vai definir, dentro do parâmetro estabelecido pela Medida Provisória [MP 688], para que o agente possa aderir ou não [à proposta]”.

Conforme antecipado pelo Valor, as geradoras em geral criticaram a proposta da agência de impedir que usinas que não aceitaram prorrogar antecipadamente as concessões possam aderir ao modelo de repactuação do risco hidrológico (medido pelo GSF, na sigla em inglês). “Isso certamente será levado em consideração. É claro que não são eles que vão dizer como vamos fazer. Nós vamos reunir um conjunto de contribuições. Certamente há contribuições do outro lado também, eventualmente de quem vai pagar a conta”.

A Aneel também já entregou ao MME a proposta para a remuneração da indenização às transmissoras por ativos antigos ainda não amortizados. O órgão sugere que a indenização bilionária seja repassada, de forma escalonada, por meio da tarifa de uso do sistema de transmissão (Tust) encargo cobrado dos consumidores. Segundo ele, esse modelo seria mais “suave” do que uma cobrança via CDE.

Caso a proposta seja aprovada pelo MME, a autarquia fará os cálculos para o pagamento às transmissoras. A expectativa é que isso aconteça em julho de 2016, quando ocorre o processo tarifário das empresas do segmento. “Dependendo do momento, da relevância e da quantidade de empresas que já tenham o caso resolvido, podemos até fazer um processo extraordinário. Mas não é o desejável”, explicou.

Entre as transmissoras, apenas o grupo Eletrobras pleiteia indenizações da ordem de R$ 20 bilhões. A Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (Cteep) pede R$ 5,1 bilhões e a paranaense Copel, outros R$ 882 milhões.

Valor Econômico – 19/10/2015

Redação On outubro - 19 - 2015
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