Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Sbado, 23 de Setembro de 2017






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Índia tenta se tornar a nova China na indústria

A massa de modelar Play-Doh, o jogo Banco Imobiliário e praticamente todos os demais brinquedos da Hasbro foram fabricados na China durante décadas. Agora, a Hasbro está mudando de rumo. Embora a empresa ainda encomende da China os brinquedos mais complexos e caros, como o eletrônico Fur Real Friends, a empresa tem contratos de produção em Turquia, Indonésia, Vietnã e México. Sua expansão mais agressiva se deu na Índia, onde a Hasbro agora compra de várias fábricas de porte considerável, e planeja a construção de outra instalação.

As multinacionais de todo o mundo começaram a pensar seriamente no setor manufatureiro da Índia, com sua mão de obra farta e barata. Mas o investimento não significa que fazer negócios na Índia se tornou mais fácil. Em vez disso, parece que fazer negócios na China se tornou mais difícil.

O Musical Group, com sede em Hong Kong, decidiu construir a mais nova fábrica da Hasbro na Índia depois de enfrentar agudos períodos de escassez de mão de obra e rápida alta nos salários em sua fábrica principal no sul da China. Mas o Musical, como tantas outras empresas, está trombando de frente com o pântano burocrático da Índia envolvendo a questão da compra de terras, e o projeto está atrasado há meses.

“Tivemos uma negociação muito difícil com o governo local”, disse Christopher Tse, diretor administrativo do Musical Group, que durante quase 35 anos obteve toda a sua manufatura da China. “É necessário mais tempo que o esperado.”

Para o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, a situação representa um desafio político e econômico. Há mais de um ano, Modi, usando um tradicional colete amarelo e apresentando-se diante do imenso logotipo de um tigre indiano, revelou um ambicioso esforço para intensificar a atividade manufatureira.

A campanha “Fabrique na Índia” prometeu reduzir a burocracia e melhorar a infraestrutura, abrindo caminho para as grandes multinacionais e outros investidores estrangeiros. Essa foi uma das principais plataformas de sua candidatura.

Desde então, quase nada saiu como o planejado. O progresso na melhoria das inadequadas estradas, ferrovias e portos do país tem sido lento. A corrupção segue perniciosa. A poluição do ar nas cidades é ainda pior na Índia do que na China, e pode se agravar ainda mais se novas fábricas forem construídas.

Os planos para reescrever a legislação trabalhista e o direito à propriedade de terra e reformar os impostos estaduais empacaram no Parlamento. E um esforço de Modi no sentido de dispensar a aprovação do Parlamento com ordens executivas temporárias também encontrou problemas.

Risco. A ordem executiva mais controvertida, e potencialmente de maior impacto emitida por Modi – facilitando a conversão de terras agrícolas em terrenos industriais -, venceu no dia 31 de agosto. Ele optou por não renová-la. A medida se converteu em um risco político nas eleições estaduais, com os agricultores temendo seu uso para expulsá-los de suas terras.

“Ainda estamos trabalhando na facilidade de fazer negócios”, disse o ministro indiano de Finanças, Arun Jaitley, acrescentando que governos estaduais estavam começando a reformar suas leis de terras e trabalho.

Mas, de maneira lenta e um pouco imprevisível, o setor indiano da manufatura está começando a atrair o investimento estrangeiro.

A Foxconn, maior fabricante terceirizada de smartphones e outros eletrônicos, que tem o maior número de suas fábricas na China, concordou em agosto em abrir de 10 a 12 instalações no oeste da Índia até 2020, empregando até 50 mil trabalhadores. Uma semana antes, a General Motors anunciou planos de investir US$ 1 bilhão no desenvolvimento de modelos de carros para o mercado indiano e quase dobrar o tamanho de sua fábrica nos arredores de Pune, inaugurada há sete anos.

A italiana CNH Industrial está construindo nas imediações uma fábrica de colheitadeiras. A Ford abriu uma imensa linha de montagem de carros no noroeste da Índia este ano, e a Daimler acrescentou à sua fábrica de caminhões uma grande linha de montagem para ônibus no sudeste da Índia.

“Se conseguirmos fabricar um produto de nível mundial na Índia, a dinâmica econômica da exportação será bastante lucrativa”, disse Rustom Desai, diretor administrativo das operações da Corning na Índia, que incluem uma fábrica de fibra óptica altamente automatizada em Pune.

Os governantes da Índia enxergam a manufatura como algo essencial para o futuro do país. Eles têm 10 milhões de jovens entrando anualmente na força de trabalho e poucas alternativas para criar empregos suficientes.

O Estado de S.Paulo – 15/10/2015

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Governo tenta intensificar missões comerciais

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Armando Monteiro, afirmou ontem que o Brasil está fazendo intenso programa de missões comerciais como parte de estratégia de inteligência para identificar mercado prioritários e fortalecer a imagem do País.

“Estamos reposicionando nossa política comercial”, disse, durante seminário em comemoração ao cinquentenário de criação do Departamento de Promoção Comercial e Investimentos, em Brasília

Monteiro lembrou que, até o fim do ano, será realizada troca de acordos entre o Mercosul e a União Europeia e citou acordo fechado com a Colômbia na semana passada. “Estamos tirando barreiras tarifárias e não tarifárias, apoiando nossas empresas com os instrumentos adequados”, afirmou.

O ministro disse que é preciso integrar o Brasil de forma efetiva aos acordos internacionais que têm sido firmados recentemente. Ele destacou que o mundo vive um processo de reconfiguração de blocos econômicos e que o País tem buscado avançar em meio a esse novo cenário com foco na ampliação das relações com os Estados Unidos.

Por outro lado, após um resultado negativo de US$ 111 milhões em setembro, o fluxo cambial registrou saídas maiores do que entradas em outubro até o dia 9. Segundo o Banco Central, o saldo está negativo em US$ 1,618 bilhão no período. A saída de dólares pelo canal financeiro foi de US$ 651 milhões em outubro até o dia 9.

DCI – 15/10/2015

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Brasil deve mais de US$ 15 milhões à OEA

O Brasil acumula uma dívida de US$ 15,29 milhões na OEA (Organização dos Estados Americanos), o que tem enfraquecido a voz do país nos debates do organismo.

Uma parcela de US$ 3,1 milhões da contribuição do Brasil de 2014 foi paga em junho, mas não há previsão para quitar o restante. O total da dívida equivale a US$ 5 milhões da cota de 2014 mais os US$ 10,28 milhões de 2015.

Dentre os 34 países-membros da OEA, o Brasil é o que tem a maior dívida com a organização, seguido da Venezuela, com US$ 5,1 milhões (Caracas, por sua vez, está inadimplente há mais tempo). A contribuição de cada país é proporcional a seu PIB.

Fontes diplomáticas afirmam que a inadimplência do Brasil debilita sua atuação no organismo e a autoridade para “falar grosso” em casos de crises ou controvérsias envolvendo os países-membros.

Diplomatas brasileiros têm sido cobrados. Barbados, que lidera um grupo de países do Caribe, sugeriu que o Brasil fosse punido pelo atraso, mas a ideia não prosperou.

A ameaça de perda de espaço político começa a se refletir na representatividade do Brasil no dia a dia.

Algumas sessões da organização estão sem tradução para o português, um das quatro idiomas oficiais da OEA (com espanhol, francês e inglês). Não é uma punição direta ao calote, já que os fundos arrecadados em tese são encaminhados de forma indiscriminada às atividades da organização, mas diplomatas veem relação entre as coisas.

Esse é mais um compromisso com um organismo internacional que o brasileiro deixa de honrar, alimentando uma dívida que soma dezenas de milhões de dólares.

Só recentemente, após quatro anos, o Brasil voltou a ter embaixador na OEA, José Luiz Machado e Costa.

A relação com a organização entrou em crise em 2011, quando a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, ligada ao organismo, sugeriu suspender a licença à usina de Belo Monte devido a seu impacto na comunidade local. Em resposta, Dilma Rousseff retirou da OEA o embaixador do país, Ruy Casaes.

Folha de S.Paulo – 15/10/2015

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Livro Bege, do Fed, aponta expansão americana modesta

A economia dos Estados Unidos teve um crescimento modesto, com pouca pressão inflacionária, entre meados de agosto e início de outubro. A análise faz parte do “Livro Bege”, relatório do banco central americano (Fed) divulgado ontem. As vendas do varejo em setembro também não exibiram grande força, com avanço de 0,1%.

De acordo com dados do Departamento do Comércio, os consumidores moderaram as compras e embolsaram as economias obtidas com os preços mais baixos do combustível, o que contribuiu para que o fim do trimestre fosse fraco. A lentidão das vendas poderia gerar preocupações com a resistência dos gastos com o consumo, responsável por cerca de 70% da economia, em um momento em que a demanda externa também está esfriando.

“O consumo tem sido um forte pilar do crescimento durante o terceiro trimestre, mas esse pilar provavelmente é mais frágil do que se esperava”, disse Thomas Costerg, economista sênior para os EUA no Standard Chartered Bank.

Segundo o “Livro Bege”, algumas regionais do Fed apontaram a alta do dólar como motivo para a retração da atividade manufatureira e dos gastos com turismo. “A manufatura teve uma performance em geral mais fraca no período mais recente de observação, com alguns distritos notando efeitos adversos do setor de energia”, disse o relatório do Fed.

Valor Econômico – 15/10/2015

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BC dos EUA vê expansão ainda fraca de salários

A expansão modesta do mercado de trabalho americano não foi suficiente para elevar salários naquele país. O dado reforça questionamentos sobre a elevação da taxa de juros nos EUA ainda neste ano, já que indica uma pressão inflacionária modesta.

Segundo o “Livro Bege”, documento que reúne dados regionais do Fed (BC americano), em alguns mercados, houve escassez de emprego, em particular para trabalhadores qualificados.

Os preços permaneceram relativamente estáveis em todo o país, embora algumas regiões tenham relatado quedas em preços de energia e outros insumos.

O documento enfatizou que a alta do dólar tem afetado negativamente as empresas americanas, segundo relatos da indústria à autoridade, o que corroborou a expectativa de manutenção dos juros nos EUA por ora.

Dados fracos vindos da economia da China também alimentaram esta avaliação, uma vez que o Fed já demonstrou estar monitorando a crise global –em especial a desaceleração chinesa.

A inflação ao consumidor da China desacelerou para 1,6% em setembro. Um ano antes, estava em 2%. O índice de preços ao produtor chinês se manteve em deflação de 5,9%, no 43º resultado negativo consecutivo.

Folha de S.Paulo – 15/10/2015

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Inflação na China cai com freada

A inflação ao consumidor na China baixou mais que esperado em setembro, ao passo que os preços dos produtores estenderam sua queda pelo 43º mês consecutivo, intensificando as preocupações sobre as pressões deflacionárias na segunda maior economia do mundo.

O índice de preços ao consumidor (IPC) subiu 1,6% em setembro, em comparação com 12 meses antes, abaixo das expectativas de 1,8% e abaixo dos 2,0% em agosto, informou ontem o Bureau Nacional de Estatísticas (BNE). Num sinal de fraca demanda, o IPC referente a produtos não alimentícios revelou-se ainda mais contido, exibindo uma taxa de crescimento anualizada de 1,0% em setembro. A queda no IPC deveu-se principalmente à elevada base de comparação do ano passado, disse Yu Qiumei, um estatístico sênior do BNE.

Refletindo os obstáculos ao crescimento com que se defrontam as empresas chinesas devido a uma demanda persistentemente fraca e excesso de capacidade, os fabricantes continuaram a reduzir os preços de venda de seus produtos para manter sua participação de mercado. O índice de preços do produtor (IPP) caiu 5,9% em relação a 12 meses atrás.

“No geral, o IPP fraco evidencia o grave problema de excesso de capacidade e da desaquecida demanda doméstica por investimentos”, disseram economistas do Nomura. “Em vista das fracas perspectivas de crescimento, continuamos esperando moderado estímulo fiscal do governo central e prolongado alívio da política monetária.”

O Nomura acredita em mais um corte no percentual de reservas obrigatórias imposto aos bancos no fim deste ano e em outros quatro cortes em 2016, cada um deles da ordem de 50 pontos-base (pb), juntamente com mais dois cortes de juros de 25 pb cada um no ano que vem.

De todo modo, como a inflação ao consumidor permanece bem abaixo da meta de Pequim (3%) as autoridades dispõem de ampla margem para anunciar um estímulo adicional à economia.

Valor Econômico – 15/10/2015

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Alemanha vê expansão menor

A Alemanha deve crescer um pouco menos neste ano que o previsto anteriormente, mas a economia do país segue em uma trajetória positiva, diante do forte consumo privado. A análise é do Ministério da Economia alemão.

Agora, o governo prevê crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 1,7% para este ano, pouco abaixo da estimativa inicial de 1,8%.

O governo alemão manteve, porém, a expectativa de crescimento de 1,8% em 2016. No ano passado, a Alemanha cresceu 1,6%.

“A economia alemã continua a crescer. Ela segue nos trilhos, apesar da piora na perspectiva econômica global, com menor crescimento na China e em mercados emergentes que são ricos em matérias-primas”, disse o ministro da Economia, Sigmar Gabriel. “O principal pilar do desempenho positivo é o gasto com consumo”, apontou o ministro.

Berlim projeta que as exportações da Alemanha aumentem 5,4% em 2015, avançando ainda 4,2% no próximo ano. No caso das importações, a expectativa oficial é de um crescimento de 5,9% neste ano, seguido de expansão de 5,3% em 2016.

DCI – 15/10/2015

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Produção industrial do Japão recua 1,2% em agosto

TÓQUIO  –  O governo do Japão revisou para baixo a leitura final de agosto da produção industrial para uma queda de 1,2% em relação a julho, ante recuo de 0,5% na leitura preliminar. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira e podem ser um forte golpe nos esforços do Banco do Japão para dissipar o pessimismo sobre a economia do país.

Em julho, a produção industrial havia recuado 0,8% ante junho.

Na comparação anual, a produção industrial de agosto recuou 0,4% ante o mesmo mês do ano passado. Na leitura preliminar, a comparação anual havia apontado para alta de 0,2%.

Em julho, a produção industrial havia ficado estável (variação zero) ante o mesmo mês do ano passado.

Embora os gastos dos consumidores tenham mostrado alguns sinais de melhora em agosto, os dados da produção industrial provavelmente vão se somar às previsões de que a economia japonesa pode ter entrado em recessão novamente durante o verão.

A leitura preliminar já tinha sido uma grande decepção para a maioria dos economistas e para o mercado, quando foi divulgado há algumas semanas. A produção industrial influencia bastante a previsão para o Produto Interno Bruto, uma vez que historicamente os dois indicadores caminham na mesma direção.

(Dow Jones Newswires)

Redação On outubro - 15 - 2015
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