Sindicato Nacional da Indústria de
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Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017






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Artigo: Chega de cortar na carne alheia (*)

05/10/2015

A cada dia temos sido obrigados a lidar com uma nova surpresa desagradável nas ações do governo em busca do reequilíbrio de suas contas.

Fica evidente que a via encontrada pela equipe econômica é o aumento da arrecadação, ao invés da racionalização dos gastos e despesas de uma máquina pública inchada, que não cabe mais no PIB.

Como que transferindo o problema, as medidas adotadas sacrificam as empresas e a população com o peso de mais e mais impostos.

A situação já chegou ao insuportável, e o grito de basta pode ser ouvido na Campanha “Não Vou Pagar o Pato”, contra o aumento de impostos, liderada pela Fiesp – ao lado entidades empresariais como a Abinee – e que tem mobilizado diferentes setores da sociedade civil organizada.

No atual pacote do governo, além de providências de caráter horizontal, que prejudicam a atividade produtiva como um todo, o setor eletroeletrônico foi particularmente surpreendido com a MP 690, que propõe o fim da isenção do PIS/Cofins nas vendas ao varejo de produtos eletrônicos.

Esta proposta acaba com o importante programa de inclusão digital, contido na Lei do Bem, e possibilita o aumento do mercado cinza, o que, ao final, diferente do que pensa o governo, provocará queda de arrecadação. Sobre isso, temos nos desdobrado para explicar, e até mesmo impedir, que a medida seja levada adiante no Congresso.

O que o governo precisa entender é que a estratégia de superação da crise não pode se limitar a medidas conjunturais ou de curto prazo. Para fugir da crise, entendemos que o primeiro e essencial procedimento consiste na busca de uma concertação política, que supere a atual fragilidade nas relações entre os poderes estabelecidos, que, ora provoca inércia, ora provoca ações desencontradas e descabidas. Ou seja, a bússola da economia segue desorientada em razão das intempéries políticas que a fazem girar sem que se consiga definir um rumo correto.

Um segundo aspecto para a superação da crise tem que ser o fortalecimento da posição do setor industrial no cenário econômico nacional e internacional. Em outras palavras, a situação crítica que acolheu a indústria de transformação brasileira na última década extravasou para os demais setores da economia e nos levou à atual situação.

Embora a desvalorização cambial – bolha especulativa à parte – estimule as exportações, levaremos algum tempo para que os bens manufaturados voltem a figurar como protagonistas desse processo. A negligente política cambial dos últimos dez anos – ao que tanto alertamos – promoveu a desindustrialização do país, ceifando elos da cadeia produtiva e inibindo a ação dos empresários em direção a uma pauta exportadora.

Análise recente feita pela CNI mostrou que a indústria de transformação deverá encerrar 2015 representando apenas 9,0% do PIB, enquanto, em 2004, correspondia a 17,9% do PIB. Portanto, pode-se dizer que a indústria de transformação encolheu à metade nesse período.

Igualmente, é necessário mencionar os custos tributários que oneram a produção e impactam negativamente a competitividade. A participação da indústria de transformação no total arrecadado atingiu 31,2%, em 2014. Logo, cerca 1/3 de tudo o que foi recolhido pelos Fiscos nos três níveis de governo proveio da indústria. Em comparação aos demais setores, a indústria é mais tributada por ser mais formalizada e concentrada e por comportar uma cadeia produtiva mais longa, sofrendo a incidência de todas as figuras tributárias.

Portanto, uma verdadeira revolução no setor industrial brasileiro precisa ser feita. O foco dessa transformação encaminha-se por ações que permitam o aumento da produtividade, equacionando o custo unitário do trabalho, que, segundo dados da Firjan e CNI, cresceu 11,6%, entre 2010 e 2014, na indústria de transformação, enquanto no setor eletroeletrônico atingiu 12,8%.

Neste contexto, retirar estímulos existentes, como a desoneração da folha e a Lei do Bem, é justamente o caminho para depreciar ainda mais a indústria no país. Além disso, constantes mudanças de regra no meio do jogo, como temos observado, só contribuem para aumentar a desconfiança, a insegurança e inibir o apetite por investimentos.

Ao mesmo tempo, precisamos pensar seriamente no que virá depois da crise. Qualquer esforço de garantia de governabilidade não deve bastar em si mesmo, mas deve servir para que, neste momento de dificuldades, possamos discutir, para valer, ações modernizadoras e estruturantes.

A paulatina recuperação da credibilidade e da confiança na economia virá das ações focadas para o momento e da organização de uma estratégia maior, com a proposição das reformas tributária, previdenciária, sindical, trabalhista, das agências reguladoras, etc. Sabemos que nada foi feito neste sentido em um momento de bonança, mas, agora, em situação dramática, esta pode ser nossa garantia de futuro.

Se o Brasil quer sair desta situação e partir para uma nova fase de desenvolvimento, precisa agir já, pois não será possível, mais uma vez, perder o bonde e se afastar do novo padrão produtivo que surge, onde a tecnologia desenvolve papel de extrema relevância.

Os desafios para a recuperação econômica do Brasil são imensos, mas, certamente, a melhor opção não é o corte na carne alheia, especialmente da indústria que é o setor que mais sangra.

(*) Humberto Barbato, presidente da Abinee

Abinee – 05/10/2015

 

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Setembro foi o pior mês para a produção das montadoras em quase 7 anos

SÃO PAULO  –  As montadoras brasileiras terminaram o mês passado com 174,2 mil veículos produzidos, o pior resultado mensal desde dezembro de 2008, quando o setor montou 91,3 mil unidades. Na comparação com o mesmo período de 2014, a produção do setor recuou 42,1%, segundo informou nesta terça-feira a Anfavea, entidade que representa a indústria nacional de veículos.

Também houve queda expressiva, de 19,5%, em relação a agosto, quando, além das paradas de produção – rotineiras neste ano -, a atividade do setor foi afetada por greves que interromperam a operação em parques industriais paulistas da General Motors (GM), em São José dos Campos, da Volkswagen, em Taubaté, e da Mercedes-Benz, no ABC.

No mês passado, uma greve também parou por oito dias a Ford no ABC. Fora isso, as atividades foram suspensas por períodos de uma a três semanas em fábricas da Ford e da General Motors (GM), ao passo que a Iveco suspendeu a montagem de caminhões pesados.

Entre carros de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus, a produção da indústria automobilística no acumulado dos nove primeiros meses do ano somou 1,9 milhão de veículos, uma queda de 20,1%. É o número mais baixo entre períodos equivalentes desde 2006. Além da demanda fraca, a produção das montadoras é pressionada pelo excesso de veículos em estoques de fábricas e concessionárias.

Só nas fábricas de carros de passeio e utilitários leves, 166,7 mil unidades saíram das linhas de montagem no mês passado, 41,8% menos do que o volume de um ano antes. Frente a agosto, a produção recuou 20,8%.

Na indústria de caminhões, as quedas foram de 50,6% ante setembro de 2014. Na comparação com agosto, porém, houve alta 14,5% nesse segmento.

As fábricas de ônibus, por sua vez, produziram 37,9% menos do que em um ano antes, somando 1,7 mil unidades. Na comparação com agosto, a fabricação de coletivos avançou 54,2% no mês passado.

Segundo o balanço da Anfavea, a ocupação nas montadoras, incluindo o setor de máquinas agrícolas, teve queda de 0,6% na passagem de agosto para setembro, somando agora 133,6 mil empregados.

Valor Econômico – 05/10/2015

 

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ArcelorMittal investe no Sistema Zenith da Savcor para melhorar gestão e eficiência da produção de carvão vegetal

Empresa se destaca como referência no Brasil na produção sustentável de carvão vegetal

A ArcelorMittal Bioflorestas, empresa controlada pela ArcelorMittal Brasil S.A., tem como objetivo principal atender as unidades do segmento de aços longos fornecendo biorredutor sólido renovável (carvão vegetal a partir de florestas plantadas) para seus processos produtivos.

A empresa se destaca como referência no Brasil na produção sustentável de carvão vegetal. Para a ArcelorMittal Bioflorestas (Bioflorestas) o processo de produção de carvão vegetal requer alta eficiência, agilidade e rentabilidade.

Como parte do planejamento da empresa para melhorar ainda mais a área de produção de carvão, a empresa decidiu investir na revitalização do modelo de gestão através da implantação de um sistema capaz de suportar os processos de produção de carvão e de forma integrada aos demais processos florestais.

Desta forma, a empresa decidiu pela implantação do módulo do sistema Zenith da Savcor para a gestão dos processos de produção de carvão, integrado ao suprimento de madeira. A implantação acaba de ser concluída em todas as 5 regiões produtivas da empresa. O sistema suporta, de forma independente, as necessidades de cada uma das regiões e, ao mesmo tempo, apoia a consolidação dos processos produtivos seguindo os critérios corporativos.

O Zenith foi inicialmente fornecido para o controle de ativos e a gestão dos processos de produção florestal da Bioflorestas, tais como silvicultura e colheita. Neste segundo momento, a Savcor forneceu o Zenith para a gestão da produção de carvão de modo a operar de forma integrada aos processos florestais do Zenith, já implantados na empresa, refletindo em toda a gestão da cadeia produtiva dentro do ERP da Bioflorestas.

O objetivo da Bioflorestas é melhorar a gestão, agilidade e eficiência da produção de carvão. Com o Zenith a empresa ganha bases para aprimorar o planejamento e controle operacional, ganhar eficiência e previsibilidade, melhorar a confiabilidade das informações e beneficiar o processo de tomada de decisões. Como o sistema opera de forma integrada ao ERP, a Bioflorestas também ganhará com transparência ainda maior do processo produtivo, tanto do ponto de vista físico como financeiro. (Assessoria)

Fonte: Painel Florestal News

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Competitividade do Brasil continua em queda livre

A forte desvalorização do real tem sido comemorada especialmente pela indústria, que considera o movimento do câmbio um ajuste importante para melhorar a competitividade do produto brasileiro, que já produz resultados positivos na balança comercial. De fato, a Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex) calculou que a apreciação do dólar aumentou a margem de ganho médio das exportações da indústria de transformação ao redor de 10% nos primeiros sete meses do ano, sem contar ainda a esticada recente das cotações.

Está claro, porém, que o real apreciado dos últimos anos, em parte para conter a inflação, não é o único motivo da baixa competitividade do produto brasileiro e, da mesma forma, não se pode esperar que o câmbio faça agora sozinho o trabalho para a indústria ganhar mercado, tanto entre os compradores nacionais quanto entre os internacionais. Especialistas reunidos no 12º Fórum de Economia da Fundação Getulio Vargas há duas semanas concordaram que a recuperação da competitividade da economia brasileira depende de uma correção de rota que passa pela volta da confiança, equilíbrio fiscal, queda dos juros, melhoria da infraestrutura, reforma trabalhista e abertura comercial.

A longa lista coincide com o diagnóstico do país que acaba de ser feito pelo World Economic Forum (WEF) no Relatório Global de Competitividade de 2015-2016. O relatório informa a queda de 18 posições, a maior entre os 140 países analisados, levando o Brasil do 57º para o 75º posto, a pior colocação já registrada. Na avaliação do WEF, as principais causas da perda de competitividade brasileira são a corrupção, déficit fiscal elevado, inflação alta, incertezas políticas, perda de confiança nas instituições e fraco desempenho econômico.

O ranking é elaborado com base em entrevistas e na avaliação de cerca de 100 critérios, distribuídos em temas que vão da confiança nas instituições públicas e privadas ao ambiente macroeconômico, incluindo infraestrutura e passando pelo suporte básico da saúde e educação. Um dos maiores reveses foi registrado na capacidade de formar e reter talentos, critério em que o país despencou 33 posições para o 94º lugar. Diretamente relacionado a isso está a perda de 32 posições para o 117º posto no ambiente macroeconômico, a queda de 18 posições para a 122ª em confiança dos empresários nas instituições, e de 19 postos para o 58º no ambiente para a transferência de tecnologia por parte do investidor estrangeiro.

Houve alguma melhora na avaliação da infraestrutura para o transporte aéreo por conta dos investimentos feitos para a Copa do Mundo e para a Olimpíada de 2016. Mas o Brasil continua mal colocado nos setores que realmente importam para a produção e comércio exterior, como portos e rodovias (120º e 121º lugares, respectivamente). Na relação entre as exportações e o PIB, uma das medidas do grau de abertura da economia, o país, com sua opção pelo Mercosul, ficou em 138º lugar, só à frente de Nepal e Burundi.

As investigações de corrupção levaram o Brasil para o penúltimo lugar no critério de desvio de dinheiro público, pior do que o Paraguai, Chade e Argentina e apenas melhor do que a Venezuela. Em desperdício de gastos públicos, o país ficou em 133º lugar e, naturalmente em consequência disso tudo, em 138º em confiança nos políticos.

Avaliações feitas por outras fontes confirmam a baixa competitividade da economia brasileira, como a recentemente elaborada pela americana Cornell University, pela francesa Insead e pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), que colocaram o Brasil em 70º lugar entre 141 países no Global Innovation Index.

Às voltas com a crise econômica, o governo pouco tem feito para mudar essa situação. Na verdade, tem até trabalhado contra. No início do mês, foi editada MP 694 que suspende no ano de 2016 a permissão dada às empresas para excluir os gastos com pesquisa tecnológica e desenvolvimento de inovação da apuração do lucro líquido e da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Com esses incentivos, a chamada Lei do Bem, de 2005, o Brasil havia conseguido atrair centros globais de pesquisa tecnológica de multinacionais, que resolveram tocar no país projetos que levam de 8 a 10 anos para dar resultados e que agora correm o risco de serem abortados no meio do caminho.

Valor Econômico – 06/10/2015

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Construção recebe o golpe mais pesado da crise
Thiago Ricci

Após seguidos anos de bonança nas gestões petistas, o setor de construção, enfim, ruiu aos escândalos da “Lava Jato” e às crises política e econômica pelas quais atravessa o país. Líderes de investimento da União até recentemente, as construtoras e empreiteiras foram excluídas do rol dos principais destinos de verba federal e amargam, até agora, um corte de quase R$ 10 bilhões se comparados aos R$ 18,3 bilhões recebidos durante o ano passado.

Levantamento realizado pelo Hoje em Dia através do Portal da Transparência revela a concretização do cenário alardeado pelo setor há quase um ano. Pela primeira vez desde 2004 (a página virtual do governo não permite consultas antes desse ano), a construção recebe menos de 7% dos gastos diretos da União. No ano passado, as empresas já haviam atingido um marco negativo: ficaram com menos de 8% (confira no infográfico).

“Nas gestões petistas, tivemos uma política voltada ao consumo, taxa de juros subsidiada pelo governo, por bancos públicos, algumas privatizações acertadas. Acabou crédito do dinheiro público, acabou ciclo positivo. E agora temos que trabalhar com pés no chão”, resume o vice-presidente da Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração, Eurimilson João Daniel.

Fim da hegemonia?

Entre os anos 2009 e 2012, uma construtora foi a responsável pela maior quantia de investimento direto do governo federal – posição ocupada uma oportunidade pela Odebrecht e três vezes pela Delta, envolvida nos escândalos do Caso Cachoeira, em 2012.

Sempre presente entre as três primeiras posições desde 2006, quando a escalada de investimentos no setor de construção ganhou força, a construtora mais bem colocada neste ano – Queiroz Galvão – ocupa apenas a 9ª colocação. “Evidentemente o governo está fazendo um esforço para fazer investimento através de concessão, a fim de evitar gastos”, afirma o diretor do Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada-Infraestrutura, Petrônio Lerche.
Operação “Lava Jato” contribuiu para a derrocada do setor

Além da gravidade das crises política e econômica que atormentam o Brasil, é consenso entre construtores e especialistas o impacto causado pela Operação “Lava Jato”, da Polícia Federal, no setor. Responsáveis pela prisão de diretores das principais empreiteiras do país, as investigações de fraudes na Petrobras criam efeito cascata.

“É uma situação delicada para a Petrobras, preço do papel está despencando, a “Lava Jato” ainda está em andamento, pode explodir mais escândalos, o que tende a atrapalhar ainda mais o governo nos investimentos em infraestrutura”, afirma o professor de Economia do Ibmec Felipe Leroy.

Uma das saídas para driblar a crise já anunciada pelo governo é justamente fazer concessões e parcerias. Nesse caso, a operação da PF, mais uma vez, impacta negativamente, já que as principais construtoras do país estão envolvidas. “O governo tem que fazer parcerias para reduzir o déficit orçamentário, mas o difícil é torná-las atrativas”, analisa o professor do Ibmec.

‘Brasil parado’

O resultado dos fatores citados é dramático para quem trabalha no setor. “A impressão é que o Brasil parou. O mercado está hoje trabalhando 20% a menos do que o projetado”, diz o vice-presidente da Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração, Eurimilson Daniel. Segundo levantamento da entidade, até 2019, estava previsto cerca de R$ 1,2 trilhão de investimentos (incluindo também repasses e gastos de estatais) na área. Do total, no entanto, R$ 810 bilhões estavam destinados a projetos de intenção, impactados pelo atual cenário.

Caged aponta o corte de 406 mil empregos em 12 meses

O setor de construção perdeu, entre agosto do ano passado e o mesmo mês deste ano, 406 mil postos de trabalho. Os números são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do governo federal, e foram organizados pelo Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada-Infraestrutura (Sinicon).

“A maior crise é aí. A construção pesada é uma das primeiras afetadas, depois afeta setores. Se não tem obra, não tem serviços bancários, administrativos. Tem uma cadeia, comércio é um dos últimos a chegar e já está sendo atingido”, diz o diretor do Sinicon, Petrônio Lerche.

“A construção pesada hoje responde por quase 2% dos empregos no Brasil. A civil, cerca de 4%. Juntas, chegam a 6%. E elas foram responsáveis por 406 mil dos 843 mil postos de trabalho extintos entre agosto de 2014 e deste ano”, diz Lerche. Considerado apenas 2015, 191 mil postos foram encerrados no setor de construção, ante 389 mil em todos os setores.

O cenário pouco animador não remete nem mesmo ao início do primeiro Governo Lula. Naquele momento, em 2004, o setor de construção não estava entre os prediletos da União para investimentos diretos. Com R$ 2,2 bilhões, a área ficou atrás de Informação e Comunicação (R$ 2,7 bilhões), Comércio e Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas (R$ 3,1 bilhões) e o sempre líder Atividades Financeiras, de Seguros e Serviços Relacionados (R$ 8,1 bilhões). Hoje, o setor se mantém na segunda colocação, mas é pior em outros parâmetros: recebe um percentual menor (6,2% ante 8,2%), tem apenas uma construtora entre as dez empresas que mais ganharam da União.

Fonte: Hoje em Dia

Redação On outubro - 6 - 2015
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