Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Sbado, 18 de Novembro de 2017






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Brasil precisa de plano nacional de longo prazo, diz criador do Bric

RIO  –  O Brasil deve se concentrar em dois pontos fundamentais para atrair investidores externos a seus programas de infraestrutura: garantir as condições certas para os investimentos e implementar um plano nacional de longo prazo.

A opinião é do economista Jim O’Neill, ex-Goldman Sachs e criador do acrônimo Bric – grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia e China. Atualmente, ele é Lord O’Neill of Gatley, secretário de comércio do Tesouro do Reino Unido.

“A crise não deve ser desperdiçada”, afirmou, “e o país deve aproveitar oportunidades”, acrescentou O’Neill, para quem o Brasil tem condições de retomar o crescimento.

“Todos os países do mundo têm períodos de desafios, e é a maneira como se lida com esses desafios é que o coloca no lugar certo. Os investimentos são o que definem o quão forte se sairá da crise”, completou. Segundo ele, mais de 40% dos investimentos britânicos vêm de fora.

Durante a mesa de abertura do seminário organizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) sobre os 20 anos da lei de concessões, O’Neill disse que o Brasil vive uma “montanha russa de emoções”, se referindo à atual crise política e econômica, mas que é preciso olhar as oportunidades que surgem nesse tipo de cenário. “Os desafios são frutíferos em alguns sentidos e, na minha opinião, é uma grande oportunidade”.

Uma comitiva britânica deve se reunir ainda hoje com o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, para discutir a melhoria do ambiente de negócios para investimentos em infraestrutura.

“Estou particularmente feliz. Nos últimos dias confirmamos que haverá um diálogo formal econômico que vai acontecer em Londres, a respeito de investimentos em infraestrutura, que será crucial. Acredito que será uma conversa frutífera”, disse o economista.

Valor Econômico – 05/10/2015

 

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Brasil mantém regra própria sobre preço de transferência

Ao menos num ponto o Brasil terá sua própria regra: continuará com sua forma de calcular preço de transferência, no projeto Beps (Erosão da Base e Transferência de Lucros, na sigla em inglês), da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Economico (OCDE) que visa evitar a evasão fiscal por multinacionais.

Preço de transferência é usado para calcular a venda de serviços, bens tangíveis ou intangíveis e juros de empréstimos entre múltis e suas subsidiárias no exterior.

A OCDE nota que o Brasil faz uso de margens fixas derivadas de práticas da indústria e considera estar em linha com o princípio de “arm’s lenght”, que exige que as transações entre empresas do mesmo grupo sejam cobradas como se fossem entidades independentes.

O Brasil continuará a aplicar essa abordagem. Quando houver caso de dupla tributação, haverá discussões entre os países.

Mais medidas continuarão a ser negociadas na OCDE para assegurar o alinhamento de resultados do preço de transferência com criação de valor, incluindo na integração de cadeias globais de valor.

O pacote de reformas contém orientações tambem sobre transações intragrupos envolvendo commodities e serviços de baixo valor agregado. No caso específico do conteúdo de vários documentos que serão exigidos das múltis, nos “country-by-country reports”, alguns países defendem a cobrança de dados adicionais. Por exemplo, sobre juros das transações intragrupo, pagamento de royalties e especialmente sobre pagamento de taxas de serviços.

O Brasil e outros emergentes – China, India, Africa do Sul, Turquia, Argentina, Colômbia e México – dizem precisar desses dados adicionais para f avaliação dos riscos. Acham que é um desafio obter informações sobre o funcionamento global de um grupo multinacional com sede em outro lugar.

Mas outros países se posicionaram contra essa demanda dos emergentes, achando que as exigencias que serão anunciadas hoje são suficientes. Nesse cenário, o projeto Beps vai reavaliar até o fim de 2020 se modificações precisarão ser feitas para requerer dados adicionais ou diferentes.

Valor Econômico – 05/10/2015

 

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Brasil deve abandonar metas de inflação e adotar banda cambial flutuante, diz analista

O Brasil deveria abandonar temporariamente o sistema de metas de inflação e adotar um regime de banda cambial flutuante (crawling band), segundo a pesquisadora do Instituto Peterson de Economia Internacional Monica Baumgarten de Bolle.

Em artigo divulgado no blog do instituto, ela afirma que o País vive uma situação de dominância fiscal e que nesse contexto é preciso abandonar temporariamente o sistema de metas de inflação e reinstituir um regime cambial de bandas flutuantes, que serviria por um período como uma âncora nominal, já que a política monetária se tornou ineficaz para combater a inflação.

“Com as grandes reservas internacionais do Brasil, essa estratégia pode comprar ao governo o tempo suficiente para formular um plano fiscal adequado, que aborde e elimine a dominância fiscal nos próximos dois anos”, afirma Monica.

Segundo a economista, se o Brasil mantiver as políticas atuais, os modelos econômicos sugerem que o Banco Central precisaria elevar a Selic, já que as expectativas de inflação não se estabilizaram e estão longe do centro da meta, de 4,5%. “Entretanto, se o BC elevar os juros em 200 ou 300 pontos-base, a conta de juros e o déficit nominal sairiam de controle”. Para ela, isso destruiria a sustentabilidade fiscal, produzindo novas turbulências nos mercados de câmbio.

Essa fragilidade do câmbio, por sua vez, mais do que ofuscaria os efeitos deflacionários da recessão, deixando o País na pior situação possível: uma forte contração da atividade com alta inflação. “O PIB brasileiro encolheu 3% no segundo trimestre de 2015, enquanto a inflação está rodando a 9,5%. Por todos os parâmetros, o País já está nessa situação”, alega.

Ao mesmo tempo, tentar reduzir os juros no contexto atual só aumentaria a turbulência entre os investidores, levando a um retorno da estrutura macroeconômica disfuncional da década de 1980 e início dos anos 1990. “Um governo que criou a dominância fiscal não pode ser encarregado de resolvê-la com a adoção de políticas que prejudicariam ainda mais a reputação do BC”, diz Monica.

Em último caso, se o abandono do sistema de metas de inflação e a adoção do regime cambial de bandas flutuantes falhar, a pesquisadora afirma que o Brasil poderia ser obrigado a recorrer a controles de capital. Para ela, o País ainda tem condições de evitar se transformar em uma Argentina, com uma combinação perversa de dominância fiscal, inflação elevada, fuga de investidores e controles de capital. “Esta janela, no entanto, está se fechando rapidamente”.

Fonte: O Estado de São Paulo

 

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EUA e 11 países fecham maior acordo comercial regional da história

WASHINGTON  –  (Atualizada às 12h11) Os Estados Unidos e outros 11 países concordaram com um pacto comercial ambicioso para reduzir as barreiras comerciais, estabelecer padrões ambientais e trabalhistas e proteger a propriedade intelecutal das empresas multinacionais.

O acordo da Parceria Transpacífico (TPP, na sigla em inglês), o maior acerto comercial regional da história, foi alcançado nesta segunda-feira depois de uma maratona de negociações em Atlanta no fim de semana.

“Acreditamos que ele ajuda a definir as regras da rota para a região Ásia-Pacífico”, comentou o representante de Comércio dos EUA, Michael Froman.

O TPP foi elaborado para incentivar o comércio entre os Estados Unidos, Austrália, Brunei, Canadá, Chile, Japão, Malásia, México, Nova Zelândia, Peru, Cingapura e Vietnã.

O acerto deve eliminar gradualmente centenas de tarifas de importação assim como outras barreiras ao comércio internacional, apontou o jornal New York Times. Como esse processo ocorrerá gradualmente ao longo dos anos, os benefícios para a economia americana devem levar tempo para se materializar.

A Parceria Transpacífico estabelece ainda regras uniformes sobre a propriedade intelectual, abre a internet e trata do tráfico de animais silvestres e violações ambientais.

O premiê japonês, Shinzo Abe, congratulou o acordo básico, que ainda precisa de aprovação do Congresso americano, onde a oposição é generalizada.

(Associated Press)

Valor Econômico – 05/10/2015

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Coreia do Sul reitera seu interesse em aderir à Parceria Transpacífico

SEUL  –  A Coreia do Sul reiterou o seu interesse em aderir à Parceria Transpacífico (TPP, na sigla em inglês), indicando que o bloco comercial tem o potencial de crescer além dos seus 12 membros iniciais após um acordo ser alcançado nesta segunda-feira para reduzir as barreiras comerciais entre as nações do bloco.

Seul vai “considerar ativamente se juntar à TPP”, disse Yeo Han-Koo, vice-chefe do gabinete da TPP do Ministério de Comércio coreano, ao The Wall Street Journal. “Nós queremos o acordo. É importante que a TPP se torne uma plataforma aberta, transparente e inclusiva”, disse. Em uma declaração, o ministério disse que analisará minuciosamente o impacto que uma adesão teria na economia do país.

Seul tem acordos de livre comércio com 10 dos 12 membros fundadores da TPP, incluindo os EUA, o que reduziria o impacto de uma potencial adesão ao acordo. No entanto, autoridades em Seul expressaram preocupação por estar de fora do acordo enquanto o Japão, que é um competidor em muitas das mesmas indústrias de exportação, como carros e eletrônicos, se beneficia das menores barreiras comerciais.

A Coreia do Sul participa de um total de 16 acordos comerciais com países individuais ou blocos econômicos regionais – 11 dos quais já estão em efeito e cinco em projeto. O país expressou o seu interesse em aderir à TPP pela primeira vez em novembro de 2013. Outros países que também disseram estar interessados na adesão incluem a Tailândia e as Filipinas.

O acordo foi anunciado oficialmente nesta segunda-feira em Atlanta pelo representante de Comércio dos EUA, Mike Froman.

(Dow Jones Newswires)

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OCDE lança pacote para conter evasão de múltis

A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) anuncia hoje um pacote de 15 medidas com a mais ampla reforma do padrão tributário internacional em quase um século. O objetivo é forçar empresas multinacionais a declarar seus lucros nos países onde têm atividade economica e obtêm os rendimentos.

Astúcias de multinacionais, várias delas ilegais, causam perdas de arrecadação aos governos estimadas entre € 100 bilhões e € 240 bilhões anualmente. Isso representa 4% a 10% do rendimento que deveria ser tributado. Na prática, os lucros das companhias “desaparecem” ou são artificialmente transferidos para países com baixa taxação, onde elas têm pouca ou nenhuma atividade econômica. O impacto dessa evasão é particularmente significativo sobre os países em desenvolvimento.

O pacote final do projeto denominado Beps (Erosão da Base e Transferência de Lucros) e negociado durante dois anos e meio entre dezenas de países desenvolvidos e emergentes, estabelece novos padrões mínimos em nível internacional para fechar lacunas e zonas cinzentas que permitem o deslocamento de lucros para paraísos fiscais.

Multinacionais com receita anual acima de € 750 milhões serão obrigadas, a partir de 2017, a declarar anualmente a cada jurisdição fiscal onde têm negócios os montantes de rendimento, lucro, ativos, empregados, impostos e provisionamentos. As informações serão trocadas entre os fiscos dos países, o que vai evitar dupla taxação, mas também forçar o pagamento do imposto no local do ganho.

Também foram criadas regras para as transações eletrônicas, para garantir que o imposto sobre valor agregado (VAT, em inglês) seja recolhido onde o consumidor está localizado.

Um país que se recusar a adotar as medidas não poderá ser forçado a isso. Mas a OCDE estima ter agora grande apoio político, porque os governos precisam desesperadamente de recursos. O Brasil manterá sua própria regra, que é mais rigorosa, para os preços de transferência, mas adotará as demais.

Valor Econômico – 05/10/2015

 

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EUA e mais 11 países perto do acordo do Pacífico

Os Estados Unidos e outros 11 países do Pacífico estão perto de fechar aquele que será o maior acordo comercial regional da História, abrangendo grupo que concentra 40% do Produto Interno Bruto ( PIB) mundial. Mas, antes, será preciso enfrentar meses de debates no Congresso americano em plena disputa presidencial.

O Acordo de Parceria Transpacífico ( TPP, na sigla em inglês), que vem sendo elaborado ao longo dos últimos oito anos, prevê eliminar gradualmente milhares de tarifas de importação entre as nações da região do Pacífico, bem como retirar barreiras não tarifárias ao comércio. O texto também estabelecerá regras uniformes sobre propriedade intelectual de empresas, liberalizar a internet mesmo no Vietnã, um país comunista, e reprimir o tráfico de animais selvagens.

No encontro realizado ontem em Atlanta, os negociadores chegaram ao consenso quanto sobre vários pontos sensíveis. Entre os assuntos discutidos estão as proteções comerciais para a indústria farmacêutica — um dos principais entraves — uma abertura maior dos mercados para laticínios e açúcar e uma redução gradual das tarifas de importação para veículos.

Se aprovado pelo Congresso no início do próximo ano, o acordo representará um legado do presidente Barack Obama, que contatou vários líderes mundiais nos últimos dias para enfatizar a importância do projeto regional.

O Globo – 05/10/2015

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Fed deve adiar alta do juro se dados de emprego continuarem fracos

WASHINGTON  –  O presidente do Federal Reserve (Fed) Bank de Boston, Eric Rosengren, disse que diminuiu sua confiança de que o banco central americano pode aumentar o juro após dados de emprego decepcionantes divulgados na sexta-feira.

“O relatório de emprego foi decepcionante e parece validar a decisão das autoridades do Fed de adiar a elevação das taxas dos juros na reunião de setembro”, disse Rosengren em uma entrevista publicada no domingo no “The Wall Street Journal”. É preciso continuar a monitorar os dados que chegam para determinarmos quando será apropriado aumentar os juros, afirmou.

Rosengren se recusou a dizer quando o Fed vai elevar o custo do dinheiro, mas sua entrevista marcou uma mudança em relação a seus recentes comentários públicos. Em entrevista à “Fox Business Network” na sexta-feira passada, antes da divulgação do relatório de emprego, ele tinha avaliado que seria apropriado começar a elevar as taxas até o fim do ano, se os dados continuassem positivos.

O relatório de setembro mostrou a abertura de 142 mil vagas, bem abaixo das 200 mil esperadas para o período.

(Dow Jones Newswires) – Valor Econômico – 05/10/2015

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Mercado de trabalho decepciona nos EUA

O desempenho do mercado de trabalho americano em setembro foi decepcionante, levantando dúvidas sobre o ritmo de expansão da economia nos EUA. A criação de empregos ficou muito abaixo do esperado, os salários ficaram estagnados em relação a agosto e há uma fatia muito expressiva da população fora do mercado de trabalho. Dois dos problemas são o dólar forte e o fraco crescimento global, combinação que tem afetado o setor manufatureiro.

“Não há nada bom para ver aqui”, resumiu o Barclays, em nota sobre o relatório de emprego do mês passado. Em setembro, foram gerados 142 mil postos de trabalho, muito abaixo dos cerca de 200 mil esperados pelos analistas.

Para piorar, a revisão dos números de julho e agosto indicou uma criação de 59 mil empregos a menos do que o estimado anteriormente. Com isso, a geração de postos de trabalho em 2015 caiu para uma média de 198 mil por mês, comparado aos 260 mil do ano passado, como ressalta a IHS Global Insight. A média dos últimos três meses ficou em 167 mil.

O setor manufatureiro teve um dos piores resultados, com o fechamento de 9.000 vagas em setembro e 11 mil em agosto. Para o Barclays, resultados como esse estão em linha com o nível fraco da atividade manufatureira apontado pelo Índice de Gerenciamento de Oferta (ISM) de setembro. Na visão do banco, a indústria continua a enfrentar os ventos contrários dos preços baixos de energia, do dólar forte e especialmente da fraqueza da economia de outros países. O cenário está complicado para muitos mercados emergentes. Há temores em relação ao ritmo de desaceleração da China, enquanto Brasil e Rússia estão em recessão.

Para a IHS, dois meses decepcionantes da criação de empregos sugerem que a “poderosa máquina americana” de geração de postos de trabalho pode de fato estar perdendo força. Entre os potenciais culpados, aponta o baixo crescimento de outros países, que atinge a manufatura, a volatilidade nas bolsas, que torna as empresas mais cautelosas, e a fraca expansão da produtividade, que força algumas companhias a aumentar a eficiência cortando funcionários.

Outra notícia ruim foi o comportamento dos salários. Em setembro, os ganhos por hora dos trabalhadores ficaram praticamente estáveis em relação com agosto, caindo de US$ 25,10 para US$ 25,09. Em um ano, a alta foi de 2,2%, um ritmo ainda modesto. A recuperação do mercado de trabalho não tem sido suficiente para levar a um aumento mais forte dos salários, embora a taxa de desemprego siga baixa – manteve-se em 5,1%, a menor desde abril de 2008.

A taxa de participação na força de trabalho também trouxe uma informação preocupante, ao cair para 62,4%, a menor desde outubro de 1977. O indicador mede a fatia da população em idade para trabalhar que está empregada ou em busca emprego, mostrando que uma parcela significativa dos trabalhadores está fora do mercado de trabalho, mesmo com o crescimento mais forte da economia.

Uma das consequências do relatório de emprego mais fraco é que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) poderá adiar por mais tempo a alta dos juros, aumentando-os apenas em 2016. Para a Capital Economics, por exemplo, “as chances de um aumento das taxas neste ano caíram bastante”.

Valor Econômico – 05/10/2015

Redação On outubro - 5 - 2015
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