Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Tera-feira, 21 de Novembro de 2017






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Indústria compra peças em vez de máquinas

Enquanto a importação de máquinas e ferramentas diminuiu 24,2% em agosto, a compra de partes e peças do exterior caiu 10,9%, segundo a Abimei (associação dos importadores de máquinas e equipamentos industriais).

Os números mostram que os investimentos têm sido direcionados para manutenção e não para renovação do maquinário, destaca a entidade, que percebe esse movimento associado à crise do setor pela primeira vez.

“É um claro reflexo da retração da indústria”, afirma Ennio Crispino, presidente da Abimei. “Os investimentos em modernização e melhoria da produtividade acabam em segundo plano, e a meta das empresas é a sobrevivência.”

Ele aponta que o empresário ainda não se sente seguro para modernizar seu parque.

“A indústria, então, recorre a soluções alternativas para se manter operante em condições minimamente aceitáveis”, acrescenta.

Entre os que mais aderiram à importação de peças, o setor de petróleo e gás se destaca, diz Crispino, que lembra que, por exigir investimento alto, a troca desse maquinário é preterida pela modernização do equipamento.

Em agosto, o volume de importações de bens de capital foi de US$ 2,9 bilhões, uma queda de 18,6% ante o mês anterior. As projeções mais recentes da Abimei apontam que 2015 deverá terminar com retração de 24,6%.

“Quando as empresas tiverem o mínimo de confiança para investir, o que deve demorar a acontecer, será uma corrida contra o tempo para não perder competitividade. E não haverá alternativa à importação dessas máquinas.”


REDE MINEIRA DE SUPERMERCADOS INVESTE R$ 150 MI EM EXPANSÃO

A Verdemar, rede mineira de supermercados, planeja a abertura de oito novas unidades na região metropolitana de Belo Horizonte. O investimento será de aproximadamente R$ 150 milhões.

“Nossa clientela está concentrada nos segmentos A e B, então traçamos um plano que inclui regiões com esse perfil e onde hoje ainda não estamos”, afirma o sócio da empresa Alexandre Poni.

Bairros de classe média-alta da capital, como Savassi, Serra e Castelo, deverão receber lojas. Para o aporte, o grupo vai apresentar um projeto de financiamento ao BNDES, segundo o empresário.

A crise deverá frear o ritmo de crescimento da rede neste ano. A estimativa é que o faturamento tenha uma alta nominal de 9%.

“Vamos apenas acompanhar a inflação.” Em 2014, houve evolução real de 5%.

“Como temos lojas fortes em gastronomia, com muitos importados, a alta do dólar também atrapalha”, diz Poni, que preside a associação de supermercados de Minas.

R$ 515 milhões
foi o faturamento em 2014

3.000
é o número de funcionários

1.800 m² A 2.000 m²
é a área média de vendas de cada uma das lojas do grupo


NO ESPAÇO DAS GRANDES

A construtora A.Yoshii, que atua no norte do Paraná, entrará no mercado curitibano, onde deverá investir cerca de R$ 210 milhões em projetos imobiliários.

“A ideia é aproveitar oportunidades que surgiram após empresas listadas na Bolsa deixarem Curitiba”, afirma o sócio Leonardo Yoshii.

O primeiro projeto demandará R$ 65 milhões e será um residencial de alto padrão, com unidades com preço médio de R$ 4,4 milhões.

“Esse segmento [de luxo] sente menos a crise e não depende tanto de crédito”, diz.

A empresa atua ainda com construções para terceiros, principalmente indústrias. Hoje, esse braço representa 15% do faturamento total.

“Procuramos trabalhar em setores que estão em crescimento. O de celulose, por exemplo, está aquecido por ser bastante voltado ao mercado externo.”

A companhia participou da construção da fábrica da Celulose Riograndense em Guaíba (RS) e está envolvida nas obras da planta de R$ 5,8 bilhões da Klabin no Paraná.

CANTEIRO DE OBRAS
R$ 679,9 milhões
foi a receita líquida da empresa no ano passado, quando registrou alta de 20%

4.500
é o total de funcionários diretos da construtora, que atua sobretudo no norte do PR


Encontro… O SindusCon-SP (sindicado da construção civil do Estado) assinou contrato com a Reed Exhibitions Alcantara Machado (empresa que organiza feiras).

…agendado A parceria foi fechada para a realização de um evento com discussões sobre produtividade e potencial de crescimento (o ConstruBR) durante a Feicon Batimat 2016.

União… A companhia de TI Honeywell, de equipamentos como sensores, anunciará a fusão das empresas Honeywell Sensing & Control e Honeywell Scanning & Mobility.

…tecnológica A nova empresa, que se chamará Honeywell Sensing and Productivity Solutions, deverá fortalecer a oferta de produtos. A integração será finalizada neste ano.

Folha de S.Paulo – Mercado Aberto – 29/09/2015

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Exportações da GM no Brasil devem crescer mais de 70% em 2015, diz presidente
Igor Gadelha

Puxadas pelas vendas para México e África do Sul, as exportações de veículos da General Motors (GM) fabricados no Brasil devem crescer mais de 70% neste ano em relação a 2014, afirmou nesta terça-feira, 29, o presidente da montadora no País, Santiago Chamorro. De acordo com ele, a marca deve exportar um total de 60 mil unidades em 2015, ante 35 mil veículos vendidos para fora no ano passado.

Em entrevista após participar de fórum promovido pela revista Quatro Rodas na capital paulista, o executivo ressaltou que as exportações estão crescendo mesmo a despeito de os termos de câmbio relativos não estarem melhorando. Isso porque, segundo ele, apesar da desvalorização do real, as moedas de países que são potenciais mercados importadores do Brasil, como México, Colômbia, Chile e Peru, também estão se desvalorizando.

O presidente da GM no Brasil prevê que, com a ampliação do acordo comercial com a Colômbia, prevista ainda para este ano, as exportações da marca no País devem aumentar. “Seria importante exportar para os Estados Unidos, mas, como vocês puderam ver na discussão no fórum, no Brasil não temos desenvolvimento tecnológico suficiente para isso”, comentou Chamorro.

Fonte: A Tarde Online

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Japão e Europa ameaçam política industrial do Brasil

OMC abre processo contra Brasil e coloca pressão sobre regime de incentivos fiscais; um dos principais alvos é o programa Inovar Auto

Jamil Chade

A Organização Mundial do Comercio (OMC )pressiona a política industrial brasileira e abre mais uma investigação contra o País. Ontem, a entidade atendeu a um pedido do Japão alegando que a política de incentivos fiscais aos setores de telecomunicações, automóveis e tecnologia é ilegal e afeta empresas estrangeiras de forma “injusta”. O principal foco é o Inovar Auto, mecanismo que garantiu redução de impostos para o setor automotivo com fábricas instaladas no País.

Esse é o segundo caso nos tribunais da entidade que tem o regime de incentivos brasileiros como alvo. A Europa também questiona a política nacional e exige o fim dos programas. Agora, Tóquio e Bruxelas devem se aliar e transformar as duas queixas contra o Brasil em uma ofensiva única, colocando ainda mais pressão sobre o governo de Dilma Rousseff.

O estabelecimento do processo ainda vai contar com a participação de Estados Unidos, Argentina, Austrália, China, Indonésia, Rússia e Coreia, todos na condição de observadores.

“O Brasil introduziu uma série de medidas permitindo que as empresas domésticas reduzam suas obrigações tributárias”, indicou a delegação japonesa.”

Ao lado de um sistema de impostos pesado e complexo, essas medidas tiveram sérios impactos no comércio e afetaram uma ampla série de produtos japoneses.”

Em setembro de 2011, o governo deu isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros de montadoras que se comprometessem a investir no País e comprassem peças locais.Em2012, o plano foi renovado por mais cinco anos, deixando os países ricos irritados. Incentivos fiscais também foram dados à indústria de computadores, smartphones e semicondutores.

Para Tóquio, “as medidas de forma injustificada protegem as indústrias domésticas, desorientam investimentos e manipulam a balança comercial em detrimento de interesses legítimos do Japão”.

Alvos. Um dos ataques é dirigido ao Inovar Auto. Se condenado, o Brasil terá de modificar o programa e os incentivos dados a montadoras. O ataque também mira os incentivos fiscais a exportadores que se beneficiam do Regime Especial de Aquisição de Bens de Capital para Empresas Exportadoras, ou Recap.O programa reduz o custo de produção ao exportador.

Para os japoneses, isso seria uma forma de subsídio.

Tóquio questiona ainda a Lei de Informática, o Programa de Inclusão Digital, o Programa de Incentivos ao Setor de Semicondutores, e o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Equipamentos para TV Digital. Para o governo asiático, todos esses programas criam reservas de mercado e dificultam as importações.

Aliança. Nas próximas semanas, a queixa japonesa deve ainda ser unida a um processo já aberto pela União Europeia que, ontem, atacou o que chamou de “manobras” do Brasil para tentar impedir uma aliança entre Bruxelas e Tóquio. “A Europa compartilha das preocupações japonesas com respeito ao programa brasileiro”, disse a delegação europeia. Segundo os europeus, o Itamaraty tentou evitar que japoneses e europeus apresentassem inicialmente uma queixa conjunta.

Marcos Galvão, o embaixador do Brasil na OMC, garantiu que os “programas questionados pelo Japão fazem parte do esforço para promover um desenvolvimento econômico em linha com os objetivos e princípios da OMC”.

Segundo ele, as medidas não têm nenhum “efeito negativo nas importações”.

O Brasil também deixou claro seu desagrado com a atitude do Japão, depois que o País adotou o modelo asiático para aTVdigital, preterindo o lobby de EUA e Europa.

O Estado de São Paulo – 29/09/2015

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Índia realiza corte maior na taxa de juro para impulsionar economia

SÃO PAULO  –  O banco central da Índia cortou a taxa de juro de curto prazo em 0,5 ponto percentual, para 6,75%. Com isso, o custo do dinheiro se situa no menor nível em quatro anos. A decisão vai permitir que os bancos comerciais ofereçam taxas de empréstimos menores para o consumidor, para a aquisição de veículos e moradia e para empréstimos comerciais.

“Na Índia, está em curso um princípio de recuperação econômica, mas ainda está longe de ser robusto”, afirmou o presidente do BC indiano, Raghuram Rajan, em nota. A redução no juro promovida nesta terça-feira, acrescentou, visa garantir o crescimento forte e sustentável.

O tamanho do corte causou surpresa em alguns economistas. Foi a quarta vez neste ano que a autoridade monetária da Índia reduziu o juro – nas três outras ocasiões, a taxa foi cortada em 0,25 ponto percentual.

Rajan citou as influências da situação externa sobre a economia indiana, especialmente a desaceleração da China.

Valor Econômico – 29/09/2015

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Lucro da indústria chinesa tem maior queda em 4 anos

As companhias chinesas do setor industrial divulgaram a maior retração dos lucros em pelo menos quatro anos, em meio a queda do mercado de ações, a fraqueza da demanda e ao abalo causado pela desvalorização do yuan nos pilares do modelo de crescimento do país liderado pela infraestrutura.

O lucro do setor industrial caiu 8,8% em agosto em relação ao mesmo período do ano passado, com a maior queda se concentrando nas empresas produtoras de carvão, petróleo e metais, segundo informou ontem a Agência National de Estatísticas em Pequim. Foi a maior queda desde que o governo começou a divulgar os dados mensais em outubro de 2011, segundo dados compilados pela Bloomberg.

A queda do mercado de ações da China e a desvalorização cambial estão impondo novos desafios para a segunda maior economia do mundo, que já enfrenta excesso de capacidade, investimentos lentos e uma produção industrial mais fraca. O índice oficial chinês da atividade industrial caiu no mês passado ao menor nível em três anos, enquanto o índice da Bloomberg que monitora o PIB mensal permaneceu abaixo da meta de 7% do governo em agosto, com leitura de 6,64%.

“As empresas estão enfrentando pressões operacionais enormes”, diz Liu Xuezhi, um analista macroeconômico do Bank of Communications em Xangai. “O crescimento está fraco e as pressões sobre a economia estão relativamente grandes.” Os lucros com a mineração de carvão caíram 64,9% nos primeiros oito meses do ano em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto os lucros com a exploração de petróleo e gás recuaram 67,3%, diz um relatório do banco. Os lucros com a fundição de metais ferrosos caíram 51,6%.

A queda dos lucros foi atribuída à redução dos preços dos produtos, menores retornos dos investimentos e perdas cambiais, afirma He Ping, diretor da Agência Nacional da Estatísticas em uma análise disponibilizada em seu site na internet. O relatório é uma medida dos lucros das empresas do setor industrial com 20 milhões de yuans (US$ 3,1 milhões) ou mais obtidos em receitas anuais com os “negócios principais”, segundo a Agência Nacional de Estatísticas.

Os preços ao produtor, o preço dos bens quando eles deixam as fábricas, caíram ao menor patamar em seis anos em agosto,. Os preços estão em queda há mais de três anos, segundo mostram os dados.

“A grave deflação de porta de fábrica e os juros altos são venenos duplos para os lucros”, diz Uwe Parpart, estrategista-chefe da Reorient Securities de Hong Kong. “A mensagem aos planejadores econômicos é perfeitamente clara: afrouxar drasticamente a política monetária para um alinhamento com o resto do mundo que está praticando juros perto de zero.”

As contribuições dos retornos de investimentos caíram em meio à grande contração do mercado de ações chinês, enquanto as perdas cambiais aumentaram “visivelmente” por causa da volatilidade do yuan, elevando os custos financeiros das empresas em 23,9% no mês passado, em relação ao mês anterior, segundo dados oficiais.

“Velhos motores do crescimento continuam engasgando, e os novos motores ainda são apenas um desejo”, diz Pauline Loong, diretora-gerente da Asia-Analytica Research, de Hong Kong. “O BC chinês pode diminuir o custo do dinheiro o quanto quiser e jogar ainda mais dinheiro no sistema bancário, mas os problemas que o mundo corporativo chinês enfrenta dizem mais respeito à falta de clientes do que à falta de crédito, mais sobre a insolvência do que sobre a falta de liquidez.”

Valor Econômico – 29/09/2015

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Juro nos EUA sobe em 2015

O presidente do Federal Reserve (Fed) de Nova York, William Dudley, afirmou ontem que o banco central dos Estados Unidos está na iminência de elevar a taxa de juros neste ano. Segundo ele, a primeira alta poderia vir já em outubro, levando em conta a melhora da economia norte-americana. A medida deve atrair recursos aplicados em países emergentes e provocar alta do dólar em todo o mundo.

Em evento patrocinado pelo Wall Street Journal, Dudley afirmou que o BC dos EUA “provavelmente vai elevar a taxa de juros neste ano”. O Fed adiou a alta na reunião de setembro devido à incerteza sobre a economia global e à preocupação de que a inflação pode ficar muito aquém da meta de 2% em 2015. Dudley, porém, disse que essa meta pode ser alcançada em algum momento do próximo ano. Segundo ele, a fraqueza das condições econômicas globais e o dólar forte são influências passageiras.

O ponto de vista, no entanto, não é consensual entre os integrantes da autoridade monetária norte-americana. Para o presidente do Federal Reserve de Chicago, Charles Evans, os juros deveriam ser mantidos perto de zero por mais tempo. No entanto, ela acrescentou que estaria aberto a dar início à alta das taxas ainda neste ano se a economia dos EUA melhorar o suficiente para justificar o movimento, e desde que seja seguida uma estratégia de aperto gradual. “Ouvirei os argumentos para formar minha opinião”, disse. E acrescentou: “Não estamos distantes (do aumento na taxa)”.

Correio Braziliense – 29/09/2015

Redação On setembro - 29 - 2015
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