Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

Filiado a FIESP

Quinta-feira, 23 de Novembro de 2017






Associe-se!
Clique aqui e conheça as vantagens

Nissan planeja aproveitar dólar alto e iniciar exportações a partir do Brasil

Com o dólar valorizado e com folga de capacidade devido à crise no mercado doméstico, a Nissan começou a trabalhar num plano de exportar os carros produzidos na fábrica inaugurada há um ano e meio no sul do Rio de Janeiro, cujo objetivo inicial era atender apenas ao mercado doméstico.

François Dossa, presidente da montadora no Brasil, informa que a empresa está, nesse momento, estudando oportunidades em outros mercados, principalmente da América Latina. Embora o foco do investimento de R$ 2,6 bilhões na produção local de automóveis tenha sido o mercado brasileiro, ele diz que a valorização do dólar abriu o caminho para as exportações, avaliadas agora pela companhia “com muita atenção”.

A Nissan, pondera o executivo, ainda não tem uma definição a anunciar sobre o assunto. Suas declarações, porém, mostram uma evolução no discurso oficial da montadora que, até então, tratava as exportações a partir do Brasil apenas como uma possibilidade para o futuro.

Ao reduzir o custo em dólares da produção brasileira, o real mais barato deu condições para a Nissan colocar os modelos montados no país – o hatch compacto March e o sedã Versa – em mercados vizinhos hoje abastecidos pela fábrica da marca no México. Antes da unidade no Rio de Janeiro, a operação mexicana também supria cerca de 70% dos veículos vendidos pela Nissan no Brasil.

Dossa, que está em Yokohama participando de reuniões periódicas na sede da matriz da multinacional japonesa, respondeu por e-mail a questões encaminhadas pelo Valor sobre o efeito da disparada do dólar sobre os negócios no Brasil. A respeito do tema, informou que a empresa alcançou um percentual superior a 70% no índice de peças nacionais dos carros produzidos no parque industrial de Resende, no sul do Rio de Janeiro. Com isso, a montadora dá sequência a um programa de nacionalização que, mais do que atender às exigências de conteúdo local do regime automotivo brasileiro, visa reduzir a exposição ao câmbio nas importações de insumos. Quando a fábrica foi inaugurada, em abril do ano passado, esse índice estava em 60%.

“A desvalorização acentuada do real é um fator que só nos faz ter certeza que este caminho que estamos seguindo é o correto e, em função do cenário atual, estamos acelerando nosso projeto de integração local”, escreveu Dossa.

O trabalho de desenvolvimento de fornecedores domésticos e nacionalização de peças não para porque a meta ainda é subir o índice de conteúdo local dos carros para 80% até o ano que vem. “Não é um trabalho apenas nosso, estamos envolvendo nossos fornecedores diretos para eles também localizarem mais peças usadas em seus componentes. A cadeia toda precisa se envolver para realmente conseguirmos aumentar os índices e conter o impacto do dólar”, afirma o executivo.

Hoje, seis multinacionais japonesas de componentes como assentos automotivos, suspensão e borrachas de vedação estão instaladas dentro do parque de fornecedores ou na linha de produção da Nissan em Resende. Mas a ideia, conforme anunciado há um ano, é atrair pelo menos outros seis fornecedores ao entorno da fábrica para também reduzir os custos relacionados à logística.

Para aliviar o impacto do câmbio nos custos de produção – já que cerca de 30% das peças continuam sendo importadas -, o presidente da Nissan diz que a empresa está enxugando custos em todas as áreas. “Economia é fundamental, tanto em dólares quanto em reais. Gastando menos, conseguimos minimizar os aumentos de despesas provocados pela valorização do dólar.”

Neste ano, as vendas da Nissan no Brasil recuam 5%, mas como os concorrentes estão caindo mais, a marca melhorou de 2% para 2,4% sua participação de mercado. Está, portanto, no meio do caminho dos hoje distantes 5% almejados até o ano que vem e, ainda mais longe, da meta de se tornar a maior montadora japonesa do país, uma vez que a Toyota e a Honda já respondem, respectivamente, por 7% e 5,9% de todos os carros de passeio e utilitários leves vendidos no Brasil.

A expectativa é que a montadora termine o ano fiscal, que se encerra em março, com aproximadamente 50 mil automóveis produzidos no parque industrial fluminense, ou apenas um quarto da capacidade de produção no local, de 200 mil veículos.

Valor Econômico – 25/09/2015

continue lendo:

Indústria perde fôlego e PIB paulista cai 1,4% em julho

A atividade econômica do Estado de São Paulo voltou a recuar no início do terceiro trimestre. Segundo medição mensal divulgada ontem pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), o Produto Interno Bruto (PIB) paulista caiu 1,4% entre junho e julho, após ajustes sazonais, depois de subir 0,9% na comparação anterior.

Todos os setores da economia do Estado tiveram desempenho negativo no período: de acordo com a Seade, o maior tombo na passagem mensal, de 2,6%, ocorreu na indústria, seguido pela redução na atividade agropecuária (-2,1%) e dos serviços (-0,4%).

Ante igual mês de 2014, os resultados também foram predominantemente negativos: na média, o PIB paulista caiu 5,8%, com redução de 10,9% da indústria e de 4% nos serviços. Só o setor agropecuário cresceu, com alta de 1,3%.

Em 12 meses, a tendência de desaceleração observada desde fevereiro do ano passado foi acentuada, com recuo de 3,6% da atividade até julho. Considerando os primeiros sete meses de 2015, a economia do Estado está em nível 4% inferior ao observado em igual período de 2014, com queda no setor industrial (-7,4%) e em serviços (-2,5%) e alta de 5,9% no PIB agro.

Segundo a Seade, a economia paulista é mais industrializada e integrada ao mercado interno, com peso de 28,7% no PIB brasileiro. O desaquecimento econômico no Estado, na avaliação da fundação, teve início com a perda de fôlego da atividade industrial, mas, nos últimos meses, os serviços – com destaque para o comércio – também passaram a sofrer mais intensamente com a piora do cenário no país.

Valor Econômico – 25/09/2015

continue lendo:

Adoção de padrões pelas PMEs é um desafio distante

Desde a entrada em vigor da Lei 11.638/2007, que instituiu, no Brasil, a convergência com os padrões internacionais de normas contábeis, há um esforço do Comitê de Pronunciamento Contábeis (CPC) – que inclui entre seus membros o Conselho Federal de Contabilidade (CFC) e o Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon) – em orientar e alertar o mercado no que se refere à adoção dos padrões de contabilidade internacionais no âmbito das pequenas e médias empresas.

Em consonância com o International Accounting Standards Board (Iasb), o CPC emitiu, em 16 de dezembro de 2009, o Pronunciamento Técnico “PME Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas, Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade – The International Financial Reporting Standard for Small and Medium-sized Entities (IFRS for SMEs).” Porém, é consenso no mercado que a adoção do IFRS na esfera de PMEs ainda corresponde a um longo caminho a ser trilhado.

Mônica Foerster, diretora de Firmas de Auditoria de Pequeno e Médio Portes do Ibracon, diz que o maior desafio na adoção dos padrões internacionais de contabilidade nas empresas pequenas é o conflito com o aspecto fiscal. Ela explica que, em muitos casos, a característica contábil nem sempre está alinhada com a característica ou com o tratamento fiscal.

“Antes da adoção do IFRS, isso já acontecia com as normas contábeis brasileiras, o tratamento não era o mesmo. Do lado das empresas de pequeno e médio portes que não têm a obrigação de divulgar informações publicamente, como balanços, há uma preocupação em adotar as normas contábeis internacionais e, ao mesmo tempo, sofrer implicações do ponto de vista fiscal. Essas empresas ficam ponderando entre os benefícios da convergência contábil, como maior transparência e comparabilidade de dados para o mercado, e os custos, como a adoção de uma série de controles e acompanhamentos, além de investimentos em tecnologia”, detalha Mônica.

Vagner Antônio Marques, professor assistente do Departamento de Ciências Contábeis da PUC Minas, comenta que, na maior parte das empresas de pequeno porte, o proprietário também é o administrador. “Quando isso ocorre, fica mais difícil para a administração da empresa identificar a contabilidade como um instrumento necessário para a tomada de decisão. A preocupação principal do administrador é atender às exigências fiscais. Além disso, vemos, por pesquisa acadêmica, que a maioria dos profissionais de contabilidade que lida com pequenas empresas ainda está se preparando para entender as particularidades das normas internacionais”, explica.

No Ibracon, onde 90% das firmas associadas são de pequeno e médio porte, a preocupação em capacitar os profissionais de contabilidade sobre as particularidades e atualizações das normas referentes à convergência ao padrão contábil internacional é constante. “Temos ciência de que parte das firmas de auditoria incluem outras atividades da rotina contábil, portanto é fundamental que este profissional esteja preparado para orientar e atender a pequena e média empresa. Entre os 13 grupos de trabalho do Ibracon, há um específico para discutir questões de firmas de pequeno e médio portes e as demandas de seus clientes”, diz.

Monica ressalta que entre os pontos mais críticos, com relação à adoção dos IFRS no âmbito das PMEs, estão o cálculo de depreciação, cuja regra é distinta do critério fiscal, e a adoção do valor justo (valor de mercado). “São conceitos que estão nas normas internacionais, mas exigem um julgamento profissional, há um nível de subjetividade. Portanto, as empresas pequenas e médias precisam de muita orientação, além de capacitar também seus preparadores internos. Percebemos que existem PMEs adotando as normas internacionais, mas não integralmente. Não há uma adaptação imediata até por conta dos aspectos fiscais”.

Segundo a diretora do Ibracon, ao adotar as normas contábeis internacionais, as PMEs têm muitos ganhos, como demonstrar mais transparência e clareza nas informações contábeis. Monica ressalta que a fidedignidade da informação é outro ponto positivo.

Por Suzana Liskauskas – Valor Econômico – 25/09/2015

 

continue lendo:

CPC Receita anda a passos lentos

Parte significativa das empresas no Brasil ainda não iniciou análise para implementação dos requerimentos do CPC Receita, afirma Rogério Lopes Mota, gerente sênior da área de auditoria da Deloitte no Brasil. “Temos observado iniciativas pontuais de algumas empresas multinacionais motivadas pela análise iniciada em suas matrizes na Europa e nos Estados Unidos”, afirma. Parte disso, acrescenta, se deve a uma questão cultural no país de fazer tal análise próximo à data limite e também de subestimar a complexidade na implementação.

O International Financial Reporting Standards (IFRS), na norma 15, requer que as empresas divulguem informação suficiente para permitir aos usuários das demonstrações financeiras entender a natureza, o montante, o momento e as incertezas relacionadas ao reconhecimento da receita e dos fluxos de caixa originados de contratos com clientes. Portanto, uma empresa precisa divulgar mais informações quantitativas e qualitativas a respeito de seus contratos com clientes.

Apesar de o objetivo da norma ser simples, a implementação pode ser trabalhosa no sentido de abrir campos nos relatórios financeiros. O CPC Receita visa detalhar as receitas das empresas em seus diferentes segmentos de atuação na economia e forma na qual o produto foi comercializado (on-line ou venda física no varejo, por exemplo) para que cada receita seja alocada em um item específico do balanço e assim os impostos incidentes sejam mais transparentes.

Ramon Jubels, sócio do Departamento de Práticas Profissionais da KPMG no Brasil, explica que o objetivo do International Accounting Standards Board (Iasb) é que todo mundo ganha com normas contábeis de alta qualidade fornecendo princípios contábeis sólidos, fornecendo melhor informação para usuários, estimulando comparabilidade e confiança e reduzindo os custos de captação de dinheiro.

Vários setores são impactados de formas diferentes. Os consultores citam dois exemplos. Empresas de telefonia tendem a ter impacto por oferecer pacotes de serviços que em alguns casos incluem a venda de aparelhos celulares. “Na área de produtos de consumo é comum haver negociações com o varejo onde diversos descontos são concedidos. Também na indústria de construção pode haver impactos. Isso tudo é uma percepção. Sem que seja feita uma avaliação caso a caso, não é possível afirmar que haverá impactos e se serão significativos”, alerta Mota.

As empresas, na verdade, ainda aguardam uma maior definição das regras do CPC Receita. “O Comitê de Pronunciamentos Contábeis tem em seu plano de trabalho de 2015 a análise do IFRS 15 para emissão em 2016. Assim espera-se para os próximos meses a colocação deste documento em audiência publica”, afirma Edison Arisa, sócio de auditoria da PwC e coordenador técnico do Comitê de Pronunciamentos Contábeis. Embora o CPC ainda não tenha emitido um pronunciamento equivalente, as empresas têm utilizado a norma emitida pelo Iasb em inglês ou utilizado a tradução oficial para o português feita pelo Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon), afirma Jubels.

Mota lembra que após a emissão da nova norma contábil sobre reconhecimento de receitas, Iasb e Fasb formaram o Transition Resource Group (TRG) for Revenue Recognition com objetivo de fornecer suporte no processo de adoção desta norma contábil. Segundo ele, o TRG tem se reunido para discutir questões enviadas pelo público e como consequência tem manifestado entendimento sobre a aplicação dessa norma para a maioria dos assuntos. “No entanto, foram identificados cinco tópicos específicos com potenciais diferenças de visão sobre como implementar os requerimentos da nova norma, para os quais o TRG requereu considerações do Isab e Fasb. Como consequência, o Iasb disponibilizou para audiência pública em seu site uma proposta de alteração na norma”, afirma Mota.

Por isso é preciso ficar atento e por dentro do assunto. Segundo os especialistas, atualmente é reduzido o número de entidades brasileiras por dentro do tema, mas há análises sendo feitas no âmbito do CPC por representantes de diversos segmentos, auditores, acadêmicos, contadores, reguladores e a Receita Federal. “Ao alterar a forma de reconhecimento da receita pode-se alterar a base de cálculo de vários tributos”, afirma Arisa. Segundo Jubels, as indústrias de construção e telecomunicações já iniciaram as avaliações dos efeitos potenciais do CPC Receita. Porém, afirma, parte da economia ainda precisa se mobilizar. “É ilusão pensar que falta bastante tempo, já que a adoção foi postergada até 2018, pois a norma é complexa e impacta na grande parte dos casos, principalmente os sistemas e processo”. Segundo os consultores, o custo e o tempo da implementação do CPC Receita ainda não podem ser mensurados, pois depende da natureza de cada negócio.

Valor Econômico – 25/09/2015

continue lendo:

Código único pode melhorar mercado

 Fortalecer as boas práticas e garantir maior transparência das informações prestadas pelas empresas de capital aberto. Esses são os principais objetivos do código brasileiro ou código único de governança corporativa, documento cuja elaboração está nas mãos do GT Interagentes, grupo de trabalho que reúne 11 entidades do mercado de capitais, entre elas, Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), Associação de Investidores no Mercado de Capitais (Amec), BM&FBovespa e Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC). Além de representantes das 11 entidades, o GT Interagentes tem o acompanhamento da CVM e do BNDES.

A ideia é que o código seja uma espécie de mapa mais completo da governança corporativa nas empresas, explica Sandra Guerra, presidente do conselho de administração do IBGC e coordenadora do GT Interagentes. “Hoje temos códigos referenciais, como o do IBGC. Com o código brasileiro, você passa a ter um conjunto mais amplo e mais profundo de boas práticas”, afirma.

O fortalecimento das práticas de governança nas empresas é um dos elos para destravar o mercado de capitais brasileiro, abrindo caminhos para o financiamento do setor de infraestrutura, exemplifica Sandra. “Nosso país precisa desesperadamente de recursos para voltar ao crescimento”, diz. A retomada, segundo ela, passa pelo desenvolvimento do mercado de capitais, cujo suporte virá do código único, modelo que já provou gerar bons frutos em países como Reino Unido e Colômbia.

De acordo com os especialistas, desenvolver o mercado de capitais requer, acima de tudo, aprimorar as práticas e controles internos das empresas, um dos principais benefícios com a adoção do código único. Para Brusce Mescher, sócio da área de auditoria da Deloitte no Brasil, é fundamental que as práticas de governança corporativa saiam do papel. “O código não pode ser visto apenas como um check-list”, diz. René Martinez, sócio líder de consultoria no setor de riscos da EY para o Brasil e América do Sul, partilha de opinião semelhante. “As ações precisam fazer parte do DNA da empresa”, pontua.

Na visão de Adelmo Emerenciano, especialista em direito empresarial e tributário do escritório Emerenciano, Baggio & Associados, as regras de governança deveriam resultar da cultura de cada companhia, e não de um código único. “A imposição do código de conduta está na cultura de cada empresa. Cabe ao mercado avaliar se aquele grau de governança é ou não suficiente”, defende.

Já o presidente da Amec, Mauro Rodrigues da Cunha, acredita que a implantação do código único deva contribuir, inclusive, para aprimorar o ambiente de negócios no país. “No longo prazo, pode estimular a entrada de empresas na Bolsa por ser uma ferramenta de benchmarking”, sinaliza. Antonio Castro, presidente da Abrasca, também enxerga potencial no código de servir como estímulo para novos pedidos de abertura de capital. “Um guia bem feito serve para orientar, desmistificar e tem a capacidade de atrair empresas a abrir capital”.

O documento vai seguir o modelo “pratique ou explique”, proposta já adotada pelo código de autorregulação da Abrasca. “Se uma regra que faz parte do código não for adequada para determinada empresa, a companhia deve explicar o motivo para não adotar aquele item”, afirma Castro. Mesmo com a flexibilidade, ao deixar de cumprir alguma prática, a empresa precisa garantir explicações que convençam o mercado, segundo Sandra, do IBGC. “A companhia vai ter de entender cada uma das práticas, discutir internamente e posicionar-se sobre os itens”, diz.

Com expectativa de ficar pronto no primeiro semestre de 2016, o código brasileiro traz uma série de discussões que começou há dois anos com a análise de modelos de governança corporativa implantados em 56 países. Desse grupo, o GT Interagentes compilou 18 países para estudos mais detalhados (Alemanha, África do Sul, Argentina, Austrália, Chile, Colômbia, Espanha, França, Hong Kong, Japão, Malásia, México, Peru, Reino Unido, Rússia, Suécia, Cingapura e Tailândia), além do Código da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico). “Selecionamos em torno de 50 itens e comparamos esse conjunto de aspectos com o que é aplicado nesses 18 países”, diz Sandra.

A diferença entre os códigos, segundo ela, é a forma de supervisão. Dos 18 países, sete adotam o modelo de supervisão via órgão regulador (CVM local); nove fazem por meio da bolsa de valores local; e em dois, a supervisão é feita por entidades privadas de autorregulação. No Brasil, lembra Sandra, a CVM já anunciou a intenção de supervisionar a aplicação do código. No 17º Encontro Nacional de Relações com Investidores, em julho, o presidente da autarquia, Leonardo Pereira, afirmou que “um código único proporciona unidade, é um movimento importante”.

Valor Econômico – 25/09/2015

Redação On setembro - 25 - 2015
  • Central de atendimento
  • Telefone: (11) 3285-3522 / e-mail: sicetel@sicetel.com.br
Associe-se!
        Clique aqui
Cadastre seu e-mail e receba periodicamente notícias do SICETEL.