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Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017






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Preços administrados devem ter reajuste de 15,4% neste ano, projeta BC

BRASÍLIA  –  O Banco Central (BC) trabalha com um aumento de 15,4% para o conjunto de preços administrados neste ano, conforme o Relatório de Inflação de setembro. Na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), essa alta estava em 15,97%. No relatório de junho, a autoridade monetária previa um acréscimo de 13,7%.

Para 2015, a conta do BC leva em consideração as variações já ocorridas até agosto no preço da gasolina (9,6%) e do gás de bujão (15%), bem como as hipóteses de redução das tarifas de telefonia de 3,5% e de alta de 49,6% no preço da eletricidade.

Para 2016, a estimativa para o reajuste dos preços administrados passou de 5,3% para 5,7%.

Valor Econômico – 24/09/2015

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BC piora estimativa de recessão em 2015 para 2,7%

SÃO PAULO  –  O Banco Central (BC) piorou consideravelmente sua previsão para a atividade econômica brasileira neste ano. De acordo com o Relatório Trimestral de Inflação divulgado hoje, o Produto Interno Bruto (PIB) nacional deve diminuir 2,7% em 2015. No relatório anterior, de junho, a estimativa era de retração de 1,1%.

Com isso, a estimativa do BC ficou em linha com a projeção do mercado, expressa no boletim Focus, também de recuo de 2,7% neste ano. A previsão do BC e do mercado é pior do que a projeção do governo federal, que incluiu uma expectativa de contração econômica de 2,44% neste ano em seu elatório de avaliação de receitas e despesas do quarto bimestre, que faz uma revisão das expectativas para o cumprimento da meta fiscal neste ano.

O BC vê quedas mais acentuadas na indústria, serviços e no consumo das famílias além de um tombo ainda maior nos investimentos. A demanda do governo deve recuar, mas de forma menos intensa que a prevista no relatório anterior, de junho.

O PIB da indústria geral deve cair 5,6% neste ano, mais do que os 3% previstos anteriormente, reflexo da forte retração de 8,2% no segmento de transformação e da queda de 7,8% na construção civil.

Essas estimativas para a indústria, diz o BC, se devem a “impactos de eventos não econômicos” e à menor produção de insumos típicos da construção. A deterioração no mercado de trabalho resultante da recessão econômica também tem parte nesse desempenho negativo.

Ainda sob a ótica da oferta, O BC revisou a produção do setor de serviços de queda de 0,8% para recuo de 1,6%, com diminuições nas atividade de comércio (-6,7%) e transporte, armazenagem e correio (-5%).

Apenas a agropecuária deve ter um ano positivo. O desempenho do setor foi revisado para aumento de 2,6%, de 1,9% antes, em 2015.

Demanda agregada

Sob a ótica da demanda, o consumo das famílias foi revisado de recuo de 0,5% para retração de 2,4% neste ano, abatido pela piora no mercado de trabalho e queda na confiança. Mas a queda no consumo do governo foi revisada de 1,6% para 1,4%.

A perda do dinamismo na construção civil e o recuo expressivo na produção de bens de capital fez o BC revisar a formação bruta de capital fixo (medida de investimentos no PIB) de recuo de 7% para um tombo de 12,3% em 2015.

Em relação ao componente externo da demanda agregada, a variação anual das exportações foi revista de alta de 5,5% para aumento de 8% e a das importações de queda 6% para recuo de 10,7%, resultados, segundo o BC, consistentes com o cenário de desaceleração do consumo e depreciação cambial.

A contribuição da demanda interna para a expansão do PIB em 2015 é estimada em -5,1 pontos percentuais e a do setor externo, em 2,4 pontos percentuais.

Valor Econômico – 24/09/2015

 

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Queda de braço bilionária

Em um pregão dominado pelo nervosismo, o Banco Central ( BC) reforçou ontem a sua artilharia para tentar conter a volatilidade no mercado de câmbio. Foram anunciados dois leilões de linha, no total de US$ 4 bilhões, e uma nova oferta de contratos de swap cambial ( que equivalem a uma venda de moeda no futuro), de US$ 1 bilhão. Mas essa intervenção de US$ 5 bilhões não foi o bastante para segurar a cotação do dólar comercial, que encerrou a R$ 4,145, com alta de 2,24%, um novo recorde desde o início do Plano Real, em 1994.

Pouco depois do meio dia, quando o dólar comercial subia de forma consistente, o BC anunciou o primeiro leilão de linha ( em que recompra, mais à frente, o montante vendido), no valor de US$ 2 bilhões, além da oferta de novos contratos de swap — a estratégia, até então, era apenas rolar os já existentes, pois o estoque desse instrumento financeiro chega a US$ 104 bilhões. Com a moeda ainda em trajetória de alta, o BC anunciou no meio da tarde mais um leilão de US$ 2 bilhões com recompra para 2016. Hoje ainda haverá outra oferta de novos contratos de swap, também de US$ 1 bilhão. Na avaliação de analistas, o pouco efeito dessas intervenções indica que os investidores estão demandando dólar no mercado à vista, ou seja, querem que o BC venda parte de suas reservas internacionais, atualmente em mais de US$ 370 bilhões, que são mais do que suficientes para cobrir todos os compromissos em moeda estrangeira do governo. No leilão de linha, como os dólares voltam para o BC, não há efeito sobre o preço da cotação. Já os contratos de swap estão tendo pouca demanda: apenas 20% dos contratos ofertados ontem foram vendidos.

— A intenção do BC com esses leilões é reduzir a volatilidade, que está em um nível elevado. Mas nem sempre isso funciona, já que depende de outros fatores que estejam ocorrendo — disse Tatiana Pinheiro, economista do Santander.

‘ LEILÃO DE LINHA NÃO ALIVIA A TAXA DO DÓLAR’
Cleber Alessie, operador de câmbio da corretora H. Commcor, acredita que, para lidar com a atual escalada do dólar, uma vez que o ajuste fiscal ainda está sendo discutido, o BC deve, em algum momento, fazer o uso das reservas:
— Neste momento o mercado está demandando moeda e não instrumentos derivativos, como os Nossas reservas vão continuar elevadas mesmo que o BC use uma parcela significativa desse montante, como 10% ou 20% do total.

O governo, no entanto, não dá sinais de que irá utilizar as reservas a curto prazo. O chefe da mesa de operações do BC, Alan Mendes, frisou ontem que, apesar da volatilidade no câmbio, não está havendo saída de moeda estrangeira do país.
Segundo Italo Abucater, gerente de câmbio da corretora Icap do Brasil, a atuação mais intensa do BC tinha como objetivo mostrar que ele está atento aos movimentos do mercado.

— O BC agiu porque havia uma grande pressão para ele agir, uma vez que o dólar chegou em um patamar muito alto, subindo quase 2% todo dia e suscitando cobranças na imprensa. Mas o leilão de linha não alivia a taxa do dólar e, sim, o cupom cambial, que são os juros cobrados sobre aplicações sobre o dólar — explicou. — Para ter efeito na cotação do dólar, o BC teria de vender dólares à vista, mas aí iria queimar reservas. E o ( ministro Joaquim) Levy já deixou muito claro que não vai mexer nas reservas. O que o BC fez foi oferecer liquidez, apenas isso.

Outras fontes da equipe econômica que avaliaram a atuação do BC consideraram que ofertar empréstimos em dólar foi a ação adequada para tentar acalmar o mercado financeiro, além de aliviar a pressão sobre os cupons cambiais. Como não quer queimar reservas, o BC usou o leilão de linha para irrigar o sistema, combinado com operações de swap. Segundo essas fontes, não adiantaria vender dólares no mercado à vista, ou seja, sem o compromisso de recompra.

— Se abrir a guarda, o mercado vem e demanda uma fortuna. A gente não está vivendo uma crise cambial, mas política. Não é o caso de vender — disse um técnico.

O BC também resolveu oferecer swaps mais longos, de um ano. Eles permitem que as empresas façam hedge por mais tempo.

Levy afirmou ontem que, à medida que a economia iniciar uma recuperação, a volatilidade do dólar vai se esvair.

— As medidas que foram tomadas estão surtindo efeito, apenas que alguns resultados mais positivos estão represados por circunstâncias que trazem maior incerteza. Isso tem limitado a capacidade de investimento, a própria capacidade de arrecadação. Eu tenho convicção de que, vencidas essas incertezas, a capacidade de recuperação da economia será bem rápida — afirmou Levy. — Acredito que nós vamos ver maior estabilidade do dólar. É impossível fixar a taxa, mas tenho certeza de que essa volatilidade maior também vai se esvair à medida que algumas questões, como a votação dos vetos e o próprio Orçamento, forem equacionadas. O dólar até havia aberto ontem em queda, refletindo o fato do governo ter conseguido manter 26 de 32 vetos da presidente Dilma Rousseff a propostas que aumentam os gastos públicos. No entanto, vetos mais difíceis, como o que impede o aumento de salário de servidores do Poder Judiciário, ainda não foram votados. O presidente da Câmara, Eduardo Cunha ( PMDB), voltou a declarar- se contrário à criação de uma nova CPMF mesmo com a redução do número de ministérios pelo Executivo.

— Nem tudo foi ganho, e a situação ainda está complicada. E preocupa o fato de o Congresso, de um lado, não querer votar o aumento de impostos e, do outro, ameaçar aumentar despesas — disse Reginaldo Galhardo, gerente de câmbio da Treviso Corretora.

Além do ambiente político, que dificulta a aprovação das medidas de ajuste fiscal, os investidores estão de olho na decisão da Fitch, que em breve deverá divulgar a revisão da nota de crédito ( rating) do Brasil. Nessa agência, o país ainda está com duas notas acima do grau especulativo. Na Moody’s, a margem é de apenas uma nota. Pela Standard & Poor’s, o Brasil não é mais grau de investimento.

A turbulência no câmbio desencadeou nervosismo também no mercado de juros futuros, que reflete a expectativa dos investidores quanto à trajetória da taxa básica de juros, a Selic, daqui para frente. O contrato futuro de Depósitos Interfinanceiros ( DI) com vencimento em janeiro de 2021 saltou de 16,14% para 16,80%. Já o DI para janeiro de 2017 subiu de de 15,75% para 16,47%, na maior alta diária registrada desde outubro de 2008, auge da crise financeira global.

— São os juros futuros mais longos, como o que vence em 2021, que guiam o investimento. Hoje, ficou muito claro para o investidor que tanto faz se o BC está disposto ou não a subir juros: o mercado já subiu — disse Ricardo Bicudo, superintendente de vendas e distribuição do Banco Votorantim.

A Bolsa de Valores de São Paulo ( Bovespa) perdeu 2%, aos 45.340 pontos. Essa queda, somada À valorização do dólar, fez com que a Bovespa perdesse para o México o posto de maior Bolsa da América Latina, segundo a Economática.

O Globo – 24/09/2015

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Impacto sobre a dívida de empresas preocupa governo

A disparada do dólar pelo segundo dia consecutivo, mesmo com intervenção do BC, gerou tensão no governo por causa dos riscos de piora da crise econômica.

A avaliação é que o dólar deveria ficar abaixo de R$ 4 para reduzir pressões inflacionárias e impacto preocupantes nas dívidas de empresas, como a estatal Petrobras (leia mais na pág. A23).

Segundo assessores presidenciais, a saída passa pela rapidez na aprovação do ajuste fiscal, principalmente da recriação da CPMF.

A expectativa da equipe de Dilma era que o mercado estivesse mais calmo nesta quarta (23), depois de o governo ter conseguido manter vários vetos na sessão do Congresso.

SEM FUGA

Nesta quarta, o BC afirmou que a alta do dólar não está relacionada à fuga de capitais do país. O chefe da mesa de operações do BC, Alan Mendes, afirmou que, “apesar da volatilidade no mercado, não está havendo saída de moeda estrangeira do país”.

Dados até o último dia 18 mostram saída de US$ 593 milhões em operações financeiras em setembro, valor mais que compensado pela entrada de US$ 976 milhões por meio do comércio exterior.

De acordo com o BC, a alta do dólar reflete a demanda no mercado futuro, ou seja, por contratos de câmbio, usados como proteção.

Pela manhã, o ministro Joaquim Levy (Fazenda) afirmou que o dólar deve se estabilizar quando algumas questões fiscais, como a votação de vetos e o próprio Orçamento, forem “devidamente equacionadas”.

No final da manhã, o BC anunciou um leilão de empréstimos de dólares das reservas internacionais no valor de US$ 2 bilhões e uma oferta de contratos de câmbio (swap) de US$ 1 bilhão, na qual foram vendidos US$ 211,4 milhões.

A instituição também anunciou o leilão de mais US$ 1 bilhão em contratos de câmbio para esta quinta-feira.

Folha de S.Paulo – 24/09/2015

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Juros batem recorde pressionados por inadimplência, Selic e economia

Segundo especialistas, a taxa Selic não é o único fator influente na piora das condições de crédito. O atual ambiente político-econômico, somado aos prazos e créditos reduzidos e aos altos indicadores de inadimplência e juros, favorece o risco do crédito.

Ontem, o chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Tulio Maciel, apresentou uma série de novos recordes de taxas de juros em agosto, já ultrapassando os patamares já altos observados no mês anterior.

“Isso é para ilustrar que estamos num nível relativamente elevado de juros e o ciclo de alta da Selic é o principal determinante desse movimento”, resumiu.

Para Clemens Vinícius de Azevedo Nunes, professor de Economia da Escola de Economia de São Paulo da Faculdade Getulio Vargas (EESP/FGV), apesar de a Selic ser um dos fatores que colaboram na alta dos juros, ela não é o elemento principal.

“Selic mais alta, significa menos PIB [Produto Interno Bruto], menos crescimento econômico e mais desemprego, ou seja, maior inadimplência. O fato é que os bancos já estão se antecipando para não receber e, hoje, já cobram mais caro. É um conjunto. Inadimplência, aumento de encargos fiscais e a incerteza do cenário econômico”, avalia o professor.

Oferta

Já a oferta de crédito pelo BNDES mostrou um crescimento “bem mais modesto” por causa das concessões, que caíram 26% no ano, segundo o técnico. E o BC manteve praticamente inalteradas suas projeções para expansão do crédito em 2015, mantendo, no crédito total, a expectativa de 9% de alta.

A única mudança foi na perspectiva para o crédito nos bancos privados nacionais, que passou de 4% para 3%. A previsão para o crédito livre foi mantida em 5%; para o direcionado, em 14%; para os bancos públicos, em 13%, e para os bancos privados estrangeiros também mantida em 7%.

Segundo Miguel Oliveira, diretor executivo de estudos e pesquisas econômicas da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), a situação dos bancos, tanto como os públicos e privados como até mesmo os estrangeiros, já se mostram mais restritivos diante desse cenário.

“Todos eles vão ficar mais restritivos e com retração de crédito, preocupados com a própria dificuldade de conseguir conceder recursos. Até mesmo porque o risco de crédito também acaba afetando-os”, analisa o especialista.

Tulio Maciel destacou ser “natural e salutar” para o próprio sistema que o crescimento do mercado de crédito seja menor, mas sustentável.

“Tivemos um avanço importante nesse período em termos de base de crédito. Atingido esse patamar, é natural que tenhamos crescimentos menores”, salientou o técnico.

De acordo com os dados de agosto do BC, as instituições públicas voltaram a puxar o aumento do estoque de crédito em agosto ante julho.

Houve avanço de 1%, para R$ 1,737 trilhão. No acumulado do ano, a alta está em 7% e, em 12 meses, de 14,3%.

As instituições financeiras estrangeiras apresentaram o segundo maior crescimento na margem em agosto, de 0,5%.

O estoque desse grupo está em R$ 451,420 bilhões. No ano, a alta é de 2,3% e, em 12 meses, de 7,4%. Já os bancos privados nacionais registraram um incremento de 0,2% do estoque na comparação mensal, para um total de R$ 943,693 bilhões. No ano, há queda de 1% e, em 12 meses, alta de 2,9%.

Segundo Nunes, “boa parte da situação de crédito foi puxada pela expansão dos bancos públicos” que, agora, já atingiram um patamar “restrito pelos ajustes do governo”.

“Os bancos públicos já estão numa situação que não tem mais capital suficiente pra expandir os créditos. Eles precisam de capitalização, que precisa vir do governo, que não tem recursos. Em um cenário como esse é melhor ter seu capital rendendo Selic do que você emprestar e correr o risco de não receber de volta”, afirmou Nunes.

Questionado sobre se a projeção do BC de expansão de 9% para o mercado este ano é o novo ritmo do setor para o Brasil, Tulio Maciel disse que não se atreveria a dizer qual é o percentual a ser considerado como o mais adequado.

“Depende de condições diversas, mas é razoável supor que venha a prevalecer à frente [essa taxa]”, afirmou.

Para os especialistas ouvidos pelo DCI, a melhora do cenário ainda depende do processo de estabilização da economia.

De acordo com Fabiano Lima, pesquisador do Instituto Assaf, a situação só verá mudanças quando os indicadores econômicos do País começarem a melhorar. “Agora deve estabilizar, já não houve mais aumento da taxa de juros. A partir do momento que a inflação começar a ceder, a taxa já pode começar a cair. Mas isso não deve ser logo”, conclui.

DCI – 24/09/2015

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Risco país dobra em 9 meses e vai a 475 pontos

A piora da percepção de risco dos investidores com a economia brasileira se acentuou desde o início da semana. O Credit Default Swap (CDS) de 5 anos – espécie de seguro contra o risco de calote do Brasil – ultrapassou o patamar de 400 pontos. Fechou em 428 pontos na segunda-feira. Na terça-feira, subiu para 465 pontos, e ontem chegou a 475 pontos.

“O CDS dispara e puxa o dólar”, afirma Silvio Campos Neto, economista da Tendências Consultoria Integrada. “Há uma deterioração muito forte.”

O humor com a economia brasileira também piorou após o governo decidir enviar um Orçamento com déficit para o Congresso Nacional no fim de agosto. Desde então, a economia brasileira perdeu o grau de investimento concedido pela Standard & Poor’s (S&P) e o CDS do País saiu dos 350 pontos para o patamar atual. No início do ano, quando as incertezas políticas e econômicas eram menores, o CDS estava em 200 pontos.

“Os mercados enxergam um impasse. Há uma crise política aguda e um cenário fiscal crítico em termos de contas públicas: não há espaço nem para aumentar imposto nem para corte de gastos”, afirma Campos Neto.

O patamar do CDS do Brasil está distante do de países com características similares. Na média, o CDS das economias que integram a Aliança do Pacífico (Chile, Peru, Colômbia e México), por exemplo, é de 173 pontos. O da China é de 119 pontos, o da Índia está em 180 pontos, e o da Rússia é de 376 pontos.

Na avaliação do economista da Tendências, por ora, o CDS brasileiro não deve recuar para um patamar muito inferior ao atual. “Nesse momento, não há nada que mostra uma chance de o País voltar para o patamar anterior.”

O Estado de S.Paulo – 24/09/2015

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Gás de botijão, energia e batata elevam preços

A aceleração do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) entre a segunda e a terceira leitura do mês, de 0,28% para 0,35%, praticamente foi influenciada por três itens: gás de botijão, tarifa de energia residencial e batata-inglesa.

A avaliação foi feita ontem pelo coordenador do IPC-S, Paulo Picchetti, da Fundação Getulio Vargas (FGV). Segundo ele, a tendência é que esses produtos continuem impulsionando o IPC-S até o fim do mês. Por isso, o economista alterou sua projeção para o índice fechado de setembro de uma alta de 0,30% para 0,42%.

“Esses itens vão continuar pressionando e ainda há outros que vão deixar a inflação mais elevada, como carne bovina, passagem aérea e pão francês. Só esses produtos são suficientes para a revisão na previsão de 0,30% para 0,42%”, argumentou.

DCI – 24/09/2015

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Vetos evitam mais impostos, afirma levy

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse nesta quarta (23) que os vetos presidenciais mantidos pelo Congresso ajudam o governo a diminuir os gastos e evitar mais impostos. “O risco da queda de cada um daqueles [vetos] era de amanhã ter que entrar no bolso do contribuinte.”

Folha de S.Paulo – 24/09/2015

Redação On setembro - 24 - 2015
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