Sindicato Nacional da Indústria de
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Sexta-feira, 19 de Julho de 2019






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MAN se arma contra tempestade perfeita

Com opções de veículos menos equipados e foco em segmentos de alto volume, a MAN, líder no mercado de caminhões, lançou ontem sua nova linha de produtos como parte de um conjunto de “soluções anticrise” para superar a recessão que derruba em mais de 43% as vendas dessa indústria neste ano.

Se a escalada do dólar e da inflação encareceu o custo das peças, a solução foi acrescentar ao portfólio uma linha de caminhões mais espartanos, garantindo assim preços competitivos na briga por licitações públicas e vendas a transportadoras. Para defender a participação de mercado, a saída foi concentrar a atualização da linha nos segmentos de caminhões leves e semipesados, justamente as faixas que concentram os maiores volumes.

Por fim, um plano de leasing operacional foi lançado para apoiar as vendas do extrapesado TGX, cujo alto nível de conteúdo importado impede o acesso às condições mais vantajosas do Finame, a linha de financiamento a bens de capital do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Durante a apresentação das novidades à imprensa, o presidente da MAN, Roberto Cortes, disse ontem que a indústria de veículos comerciais atravessa uma “tempestade perfeita” e é um dos setores que mais sofrem com a recessão econômica. Apesar disso, projetou o início de uma reação a partir do ano que vem, quando, em suas contas, o mercado deve voltar a um patamar próximo de 100 mil caminhões, saindo de vendas estimadas em 75 mil unidades em 2015 – um tombo em relação às pouco mais de 137 mil unidades de 2014.

Para Cortes, a derrocada deste ano reflete um cenário de instabilidade política, baixa confiança das empresas e recessão econômica, combinado ao aumento no custo dos bens de capital e à paralisia de grandes obras. “Se o Brasil vive uma tempestade perfeita, nós vivemos uma tempestade perfeita ao quadrado”, disse.

O principal dirigente da MAN na região fez uma comparação da crise atual com outras 17 já enfrentadas por ele e julgou que o momento é o mais difícil. “Sempre achamos que a crise atual é a pior. E essa é a pior delas mesmo”, afirmou. Não obstante, a perspectiva de estabilização da inflação a “índices aceitáveis”, fim do ciclo das altas de juros e solução da crise política, “que não pode perdurar por mais tempo”, abre a possibilidade de reação das vendas a partir do segundo semestre do ano que vem, disse Cortes.

“A única certeza que temos é que as crises vêm e vão”, comentou. “Descemos onde tínhamos que descer e vamos começar a subir”, acrescentou o executivo.

Ainda distante do recorde de 2011, quando quase 173 mil caminhões foram emplacados no país, a retomada almejada por Cortes não deve ser suficiente para resolver a ociosidade na fábrica da empresa em Resende, no sul do Rio de Janeiro, onde 600 operários estão afastados da produção desde que o segundo turno de trabalho foi fechado, em junho. Por isso, a fabricante vem avaliando a adesão ao programa de proteção ao emprego, o PPE, a partir de janeiro, quando termina o acordo em vigor que permite à empresa reduzir jornadas e custos de trabalho em 10%.

Ontem, Cortes informou que já manifestou para representantes do sindicato dos metalúrgicos da região a necessidade de novas medidas para adequar custos e produção da montadora no ano que vem. “Tinha dito ao sindicato que iríamos atravessar um período-ponte. Agora, precisaremos de mais tijolos porque a ponte será maior”.

O acordo em curso na MAN foi fechado em dezembro do ano passado e, na prática, autoriza a companhia a parar a produção por dois dias a cada quatro semanas, sem remunerar os operários.

Anunciado em Brasília sete meses depois, o PPE abriu a possibilidade de maior economia nos custos trabalhistas ao incluir recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) para financiar metade do salário das horas não trabalhadas. No caso da MAN, que produz caminhões da marca homônima e da Volkswagen, a redução de 10% aceita pelos operários poderia, com o PPE, render uma economia de 20%, dada a cobertura do FAT.

Valor Econômico – 17/09/2015

 

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WEG compra da fabricante espanhola de painéis elétricos

SÃO PAULO  –  A fabricante de máquinas e equipamentos WEG anunciou a aquisição da Autrial, fabricante de painéis elétricos para equipamentos e instalações industriais com sede em Valência, na Espanha. O valor da operação não foi informado.

A Autrial ocupa área fabril de 10 mil metros quadrados e conta com cerca de 130 colaboradores. Em 2014, a fabricante atingiu receita de cerca 14 milhões de euros.

“A aquisição vai alavancar os negócios de produtos de automação da WEG na Europa e nos permitirá avançar em nosso projeto de internacionalização da unidade de negócio”, afirmou o diretor superintendente da WEG Automação, Manfred Peter Johann.

A WEG esclareceu que a aquisição não ensejará o direito de recesso aos acionistas. O valor pago na operação não representa investimento relevante, diz.

Valor Econômico – 17/09/2015

 

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Veículos freiam a queda, mas varejo mantém retração

O volume de vendas do varejo ampliado, que inclui automóveis e materiais de construção, interrompeu uma longa sequência de sete quedas e cresceu 0,6% entre junho e julho, feitos os ajustes sazonais. A alta foi uma surpresa positiva para os analistas, que estimavam recuo de 0,4% para o dado, segundo a estimativa média do Valor Data, mas não alterou perspectivas de que o desempenho do comércio e da atividade econômica em geral seguirão fracos nos próximos meses.

Divulgada ontem pelo IBGE, a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) mostrou que, excluindo veículos e material de construção, as vendas na média dos demais oito segmentos pesquisados caíram 1% na passagem de junho para julho. Este foi o pior resultado desde o início da PMC, em 2000, e o sexto recuo mensal consecutivo. Generalizada, a retração atingiu desde bens essenciais, como as vendas de supermercados, até ramos de atividade que dependem mais da confiança do consumidor e do crédito (ver quadro abaixo).

De acordo com economistas, o avanço de 5,5% nas vendas de veículos – único setor do varejo que avançou na passagem mensal – foi pontual e, olhando para frente, a piora do mercado de trabalho e a recente deterioração adicional do ambiente econômico indicam que as vendas devem continuar em declínio. Por isso, a expectativa é que o consumo se mantenha em trajetória negativa no terceiro trimestre.

Para Flávio Serrano, economista-sênior do Haitong, o aumento nas vendas de veículos, motos, partes e peças pode ser explicado pela baixa base de comparação e, também, pela maior volatilidade da série no período recente, devido às mudanças constantes no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). “Como os dois últimos meses foram de forte contração, uma pequena alta em julho teve impacto importante, mas em agosto boa parte dela deve ser devolvida”, diz Serrano.

Já nos demais segmentos do varejo, o economista avalia que a redução da renda e o avanço do desemprego são as maiores influências negativas – principalmente no varejo restrito, que começou a perder fôlego mais recentemente, após o desaquecimento do mercado de trabalho. Como o ajuste pelo lado do emprego não terminou e não há recuperação da confiança, o varejo deve seguir em queda nos próximos meses, diz Serrano, ainda que em ritmo mais moderado.

Na comparação com julho de 2014, o IBGE calculou que a massa salarial encolheu 3,5%, movimento que se refletiu em setores como supermercados e tecidos, vestuário e calçados. Além do menor poder de compra das famílias, a gerente da coordenação de serviços e comércio do órgão, Isabella Nunes, afirmou que o encarecimento do crédito teve impacto em segmentos como móveis e eletrodomésticos e veículos, que, apesar da alta em relação a junho, reduziu suas vendas em 13,3% no confronto com igual mês do ano passado.

Como sinal de que a reação mensal das vendas de veículos foi temporária, Rodrigo Baggi, da Tendências Consultoria, menciona que as vendas de automóveis e comerciais leves diminuíram 0,5% de julho para agosto, segundo dados da Fenabrave, que reúne as concessionárias do país, dessazonalizados por ele. “Não há nenhum condicionante que permita uma reversão no curto prazo”, diz Baggi, citando a confiança dos consumidores em baixa e o aperto no crédito.

Além dos fatores já conhecidos que vêm prejudicando o comércio, a crise política também deve afetar negativamente o consumo por meio do canal da confiança e das expectativas, afirma Baggi. Por isso, a hipótese anterior da Tendências de que haveria um estancamento da queda das vendas no terceiro trimestre foi abandonada. Agora, o economista prevê que o desempenho do comércio no período pode ser tão ruim quanto o observado no segundo trimestre. De abril a junho, o varejo restrito recuou 2,2% sobre os primeiros três meses do ano, enquanto as vendas ampliadas diminuíram 3,5%.

Depois de divulgados os resultados de julho, a Confederação Nacional do Comércio (CNC) revisou para baixo sua estimativa para a variação das vendas em 2015. A previsão de recuo para o comércio restrito, que não inclui automóveis e material de construção, passou de queda de 2,4% no ano para retração de 2,9%. A estimativa para o varejo ampliado também foi revista para pior, de -6,5% para -6,7%.

Valor Econômico – 17/09/2015

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Campanha Salarial: Tensão marca 4ª rodada de negociação com Grupo 3

Bancada patronal não apresentou proposta de índice e pouco avançou na pauta social
A 4ª rodada de negociação da Campanha Salarial com a bancada patronal do Grupo 3 (que reúne os setores de autopeças, forjaria e parafusos) realizada na quarta-feira (16) na sede da FEM-CUT/SP, em São Bernardo, foi considerada “ruim” na avaliação da bancada dos trabalhadores.

O presidente da FEM, Luiz Carlos da Silva Dias, o Luizão, disse que a reunião também foi tensa, dura e o tempo todo a Federação teve que “endurecer” nas negociações. “A bancada patronal não apresentou nenhum número, como proposta de reajuste, e avançou muito pouco no debate da nossa pauta social”, avalia.

Membros do Grupo 3 informaram à FEM-CUT/SP que realizarão na sexta-feira (18) uma assembleia com todas as empresas e que na segunda-feira (21) entrarão em contato com a Federação para agendar uma nova rodada.

Andamento
Até agora, a bancada patronal do G2 (máquinas e eletrônicos) concluiu a fase de debates da pauta social e apresentou proposta de reajuste de 7%, dividida em duas vezes, considerada “muito longe” do que a categoria metalúrgica cutista reivindica, que é a reposição integral da inflação no período da data-base, 1º de setembro (9,88%), e mais aumento real, que é negociado em mesa.

A bancada do G8 também está na fase de conclusão das reivindicações sociais e uma nova rodada acontecerá na sexta-feira (18), na qual há uma expectativa de apresentação de índice econômico.

Ainda faltam concluir os debates da pauta social, os grupos 3, 10, Fundição e Estamparia. Após a conclusão, a Federação iniciará a discussão sobre o reajuste salarial.

Fem-Cut 17/09/2015

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Em crise, indústria prevê fechamento de mais de 610 mil vagas neste ano

Em meio a uma crise classificada como uma das piores da história, seis grandes setores da indústria nacional preveem que mais de 610 mil vagas de emprego serão fechadas neste ano. O número é puxado pelos trabalhadores da construção civil, segmento que deve eliminar 500 mil postos de trabalho. No ano passado, esses seis setores – construção, máquinas, siderurgia, automóveis, química e eletroeletrônicos – demitiram 200 mil pessoas.

O setor de máquinas, que depende fundamentalmente das obras da construção civil, já acusou o golpe. Mais de 25 mil vagas foram fechadas no 1º semestre e outros 25 mil cortes estão a caminho até dezembro, carimbando 2015 como o pior ano na história para as empresas do segmento.

Sem obras ou máquinas, não há o que fazer na siderurgia, que já adiou US$ 2,1 bilhões em investimentos neste ano e desativou 20 unidades produtivas País afora. O resultado foi a demissão de 11,2 mil funcionários, 10% de toda a força de trabalho do setor. Outros 4 mil postos de emprego devem ser fechados até o fim do ano.

Com a paralisação da indústria e as demissões em massa, cresce a pressão sobre as vendas minguadas das montadoras, que já cortaram mais de 11 mil empregos até agosto e, para evitar novos cortes em massa, têm hoje 27 mil funcionários em férias coletivas ou em suspensão temporária do contrato, o chamado “lay off”.

O consumidor, que tem adiado a troca do carro, também decidiu postergar a compra de bens mais acessíveis, como telefone celular e computador, que viram suas vendas caírem 17% e 20%, respectivamente, no 1º semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2014.

A indústria de eletrônicos reagiu imediatamente. As demissões, que em 2014 atingiram 15 mil trabalhadores, reduzindo de 310 mil para 295 mil o número de empregados no setor, aceleraram o processo de deterioração neste ano.

A cada mês, 3 mil pessoas que trabalham para a indústria eletroeletrônica perdem o emprego. Em 2015, serão mais de 30 mil demitidos.

Problemas

“Começamos o ano com 3 milhões de empregados e fecharemos com 2,5 milhões. É realmente inacreditável o que estamos vivendo hoje, e o governo continua sem atacar os problemas reais, que são os gastos públicos”, diz disse José Carlos Martins, presidente Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic).

Luiz Moan, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), diz que, em termos de número de trabalhadores, as montadoras recuaram para 2010, com 134 mil funcionários. “Quanto à produção, retornamos ao nível de 2006. Hoje, nosso empenho está em buscar alternativas para evitar mais demissões.”

Até mesmo setores menos expostos às oscilações do varejo, como a indústria química, têm sentido o peso da paralisação da economia. O segmento conseguiu fechar 2014 com os mesmos 400 mil funcionários com os quais começou, mas neste ano as coisas se complicaram. Entre janeiro e julho, cerca de 6 mil pessoas já foram demitidas.

Os estragos na indústria e, consequentemente, no mercado de trabalho, estão refletidos nos números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. Nos últimos 12 meses, a crise na economia já acabou com mais de 850 mil vagas no País, o pior desempenho da série desde a sua criação, em 1996. As previsões mais atuais indicam que o número poderá superar 1 milhão de cortes neste ano.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Vestuário e calçados lideram corte de vagas em São Paulo

Só na cidade de São Paulo, o comércio varejista fechou 14,2 mil vagas nos primeiros sete meses de 2015.

Trata-se do pior resultado para o período, segundo pesquisa da FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo), que considera dados do Ministério do Trabalho desde 2007.

O setor mais afetado foi o de vestuário, tecido e calçados, responsável por 48% dos cortes no período, apesar de responder por apenas 15,4% das vagas.

O saldo negativo do comércio como um todo, até julho, é quase o dobro das 7.049 vagas fechadas no mesmo período de 2014 e representa uma queda de 2,1% no estoque de vagas da capital desde o início do ano.

Com o resultado em julho, o comércio contabiliza 666.074 trabalhadores na capital paulista.

“Em um momento em que a inflação chega a quase 10% [9,56% em 12 meses até julho, segundo o IPCA] e de alta dos juros, o consumidor deixa de investir em itens de desejo, como calçados, e se concentra em bens essenciais”, diz Jaime Vasconcellos, assessor econômico da FecomercioSP.

No setor de supermercados, por exemplo, o corte atingiu 0,5% (1.024) de seu estoque de vagas neste ano até julho, enquanto o setor de vestuário, tecido e calçados teve redução de 6,3% (6.924).

Segundo Vasconcellos, os cortes mais radicais no consumo vêm das classes média e baixa, que destinam uma proporção maior de sua renda às compras.

Claudia Urias, diretora da Univinco (União dos Lojistas da Rua 25 de Março e Adjacências), conta que a região da 25 de Março teve queda de cerca de 30% no faturamento neste ano. O saldo foi 18 lojas fechadas no período.

“Esse pessoal já estava trabalhando no vermelho desde o ano passado, mas agora a situação piorou”, diz ela, que afirma que nenhuma loja havia sido fechada no mesmo período de 2014.

Único a apresentar saldo positivo na capital, o setor de farmácias e perfumarias contratou 1.161 pessoas (alta de 2,1%) até julho.

Folha de S.Paulo – 17/09/2015

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Grupo terá parque industrial de R$ 300 mi em MG

Mesmo com a retração da indústria e as incertezas sobre a retomada do setor, a mineira Concreto Empreendimentos, da área imobiliária, vai construir um condomínio para fábricas em Betim (MG).

Será o primeiro projeto industrial da empresa, que atua com incorporação residencial e no segmento hoteleiro –ela é sócia do hotel que o grupo Fasano deverá inaugurar em Belo Horizonte em 2016.

O complexo receberá cerca de R$ 300 milhões em investimentos, incluindo a infraestrutura e os galpões que serão erguidos para locação.

“O mercado passa por um momento ruim, mas a demanda por áreas industriais, que existia antes da crise, vai se ampliar quando essa fase for superada”, diz Miguel Safar, fundador e presidente do conselho da Concreto.

O terreno que receberá o condomínio será parcelado em 24 áreas com 20 mil metros quadrados cada uma.

O primeiro galpão deverá ser entregue em 2016. A empresa vai operar no modelo de “built-to-suit”, em que os prédios são construídos sob medida para contratos de aluguel de longo prazo.

“A área está bem perto da planta [de veículos] da Fiat e de importantes polos industriais, como o de Contagem. Apostamos na atração de fornecedores para fábricas que já estão na região.”

No segmento de imóveis residenciais e corporativos de alto padrão, carro-chefe da companhia, a crise causou redução no número de novos projetos, segundo Safar.

“Seguramos as obras e estamos em compasso de espera, como praticamente todos os grupos que trabalham nessa área”, diz o empresário.


CARTÃO ON-LINE

A Stelo –companhia do Bradesco, do Banco do Brasil e da Cielo de soluções para pagamentos on-line– começou a atender usuários de cartões de crédito dos principais bancos do país.

Desde seu lançamento, em 2014, até hoje, a plataforma era disponível apenas para clientes das duas instituições financeiras acionistas da empresa.

Com a ampliação do público, a Stelo planeja realizar transações para 1.500 lojas on-line até o fim de 2016. Atualmente, são 80 estabelecimentos.

“Antes da Black Friday, em novembro, já deveremos estar com 250”, afirma o presidente da empresa, Ronaldo Varela.

“Para nós, é como se a operação da companhia estivesse começando agora”, acrescenta o executivo.

Hoje, 50 mil usuários do Bradesco e do Banco do Brasil estão cadastrados no sistema. A meta é atingir 2 milhões de consumidores no próximo ano.

Varela, no entanto, afirma que a desaceleração do varejo poderá impactar na velocidade de adesão de novos clientes.

“O ritmo poderá ser menor que o projetado inicialmente, mas o comércio eletrônico está em expansão, o que é favorável para nós.”

R$ 1 bilhão
é o volume de transações que a empresa pretende realizar no próximo ano

R$ 35,8 bilhões
foi o total movimentado pelo comércio eletrônico no país no ano passado

2 milhões
é o número de clientes cadastrados que a companhia planeja ter em 2016; hoje são 50 mil


Editoras perdem mais de R$ 1,5 bi com a pirataria pela internet

Nos últimos 12 meses, mais de 60 mil arquivos de livros que estavam disponibilizados ilegalmente na web foram retirados do ar a pedido da ABDR (Associação Brasileira de Direitos Reprográficos).

Livrarias, editoras e autores deixaram de ganhar mais de R$ 1,5 bilhão por causa da pirataria. A cifra é resultado de uma conta que considera que cada título disponibilizado ilegalmente na web foi baixado 500 vezes.

Best-sellers são os mais pirateados, diz Dalton Morato, advogado da ABDR.

O maior prejudicado com a pirataria de todos os tempos é “Fundamentos de Matemática Elementar”, de Gelson Iezzi, que saiu pela Atual, do grupo Saraiva. Nas livrarias, custa R$ 95, mas 180 mil pessoas o baixaram de graça.

Uma iniciativa para frear a pirataria é uma união entre as editoras Grupo A, Manole, Atlas e Saraiva, reunidas em uma plataforma chamada Minha Biblioteca.

Elas disponibilizam digitalmente livros e também capítulos soltos. A ideia é atender universitários, diz o diretor executivo do serviço, Richardt Feller. “Zerar a pirataria é impossível, mas já servimos um milhão de alunos.”


Pizza… A rede de fast-food Pizza Hut lançará um novo modelo de restaurantes no Brasil. As lojas terão bufê de pizzas, além do menu fixo.

…ampliada A primeira unidade com o formato, que terá a bandeira Super Delco, será aberta em Cuiabá. Hoje, o grupo tem 95 pontos no país.

Folha de S.Paulo – Mercado Aberto – 17/09/2015

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Após acordo com sindicato, Volks deve aderir ao PPE em São Bernardo do Campo

A Volkswagen deverá ser a terceira grande montadora no Brasil a aderir ao Programa de Proteção ao Emprego (PPE), lançado pelo governo federal em julho e que prevê redução de até 30% da jornada de trabalho com corte proporcional de salário. Após quase 15 dias de negociações, empresa e Sindicato dos Metalúrgicos do ABC chegaram a um entendimento para adesão ao plano na fábrica de São Bernardo do Campo (SP). A proposta será votada pelos trabalhadores durante assembleia na tarde desta quinta-feira.

“Conseguimos chegar a uma proposta que acreditamos ser positiva para os trabalhadores e que dará conta de fazer o enfrentamento desse cenário de crise”, avaliou o secretário-geral do sindicato, Wagner Santana, em nota. A expectativa do sindicato é de que os trabalhadores aceitem a proposta. Sindicato e montadora preferiram não adiantar detalhes antes da assembleia de amanhã.

Assim como a Volks deve fazer, já aderiram ao PPE a Mercedes-Benz, em São Bernardo do Campo, e a fabricante de máquinas agrícolas Caterpillar, em Piracicaba (SP). Na Mercedes, o acordo entre sindicato e empresa prevê a redução de 20% da jornada de trabalho durante nove meses, com redução de 10% dos salários para os cerca de 10 mil trabalhadores da fábrica. Outros 10% dos salários serão financiados pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), como prevê a legislação do PPE.

Fabricante de caminhões e ônibus da Volks no Brasil, a MAN Latin América também está estudando aderir ao PPE em Resende (RJ). Segundo o presidente da montadora, Roberto Cortes, a alternativa já foi apresentada ao sindicato da região, mas ainda não foi debatida. A ideia é aderir ao plano a partir de janeiro, quando acaba o acordo entre a empresa e os funcionários firmado em dezembro de 2014, antes do lançamento do PPE, que prevê redução de 10% da carga horária e igual porcentual dos salários durante todo o ano de 2015.

O Estado de S.Paulo – 17/09/2015

Redação On setembro - 17 - 2015
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