Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Sexta-feira, 19 de Julho de 2019






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Exportações de produtos siderúrgicos têm alta de 48,2% no semestre e somam US$ 3,9 bilhões

As exportações brasileiras de produtos siderúrgicos registraram uma significativa elevação de 49,2% entre os meses de janeiro a julho e geraram receita no valor de US$ 3,9 bilhões, “apesar das condições adversas do mercado internacional”, conforme sublinha o Instituto Aço Brasil. No mês de julho, as exportações de produtos siderúrgicos atingiram 1,5 milhão de toneladas, devido, principalmente, às operações intercompanies (entre companhias do mesmo grupo) de fornecimento de semiacabados para alimentar plantas na Europa e nos Estados Unidos.

Com esse resultado, as exportações até julho de 2015 totalizaram 7,2 milhões de toneladas e US$ 3,9 bilhões, um crescimento de 49,2% em volume sobre os primeiros sete meses do ano passado e de 10,3% em valor, na mesma base de comparação.

O Instituto Aço Brasil informou hoje (19) que no mês de julho o setor importou 270 mil toneladas (o equivalente a US$ 283 milhões), elevando o acumulado das importações de janeiro a julho para 2,3 milhões de toneladas de produtos siderúrgicos – queda de 2,2% em relação ao mesmo período do ano passado.

Em relação ao mercado interno, o Instituto Aço Brasil informou que as vendas de produtos siderúrgicos fecharam o mês de julho com queda de 22%, na comparação com julho do ano passado, atingindo 1,4 milhão de toneladas. Com o resultado, os números acumulados nos primeiros sete meses do ano indicam queda nas vendas de 14,3%, comparado ao mesmo período do ano passado, totalizando 11 milhões de toneladas.

Os dados divulgados hoje indicam que, em relação ao consumo aparente nacional (total da demanda siderúrgica no país, incluindo produtos nacionais e importados), o resultado das vendas de julho foi 1,7 milhão de toneladas de produtos siderúrgicos (queda de 24,4% sobre julho de 2014), enquanto o consumo aparente dos primeiros sete meses deste ano totalizou 13,4 milhões de toneladas (queda de 12,4% sobre o acumulado de janeiro a julho do ano passado).

Em sua totalidade, a produção brasileira de aço bruto alcançou em julho 2,9 milhões de toneladas, queda de 3,1% na comparação com julho de 2014. Em relação aos laminados, a produção mensal de 1,9 milhão de toneladas representa queda ainda maior: de 8,6% quando comparada a julho do ano anterior.

Com esses resultados, a produção acumulada nos sete primeiros meses de 2015 totalizou 20 milhões de toneladas de aço bruto e 13,9 milhões de toneladas de laminados, aumento de 1,2% e queda de 5,4%, respectivamente, sobre os mesmos períodos de 2014.

Fonte: Comex

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Produção global de aço cai 3,8% em julho, diz Worldsteel

A produção global de aço bruto caiu 3,8 por cento em julho ante o mesmo mês no ano passado, para 133 milhões de toneladas, segundo números da Associação Mundial de Aço (Worldsteel) divulgados nesta quinta-feira.

A produção de aço da China, país que mais produz e consome a liga no mundo, caiu para 65,8 milhões de toneladas, um recuo de 4,6 por cento ante julho de 2014.

Fonte: Reuters

 

 

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Traders de bonds rejeitam promessa de presidente da CSN e siderúrgica cambaleia

Juan Pablo Spinetto

A situação da Companhia Siderúrgica Nacional SA está ficando tão grave que o presidente Benjamin Steinbruch participou da primeira conferência com investidores em pelo menos cinco anos para oferecer garantias.

Ele prometeu reduzir dívidas e preservar caixa depois que a siderúrgica teve seu maior prejuízo em três anos e que sua alavancagem subiu ao nível mais alto em mais de uma década.

Infelizmente, os detentores de bonds não se impressionaram. Desde a conferência de quinta-feira, as notas da CSN da emissão de US$ 1,2 bilhão para 2020 afundaram 3,4 por cento, para mínimos históricos de 67,75 centavos de dólar.

Steinbruch não conseguiu inspirar confiança nos investidores, que se acostumaram há tempos às promessas não cumpridas de redução da dívida feitas pela empresa. Eles também vêm se conscientizando cada vez mais sobre o estado precário da economia do Brasil, o maior mercado da CSN. Com os analistas prevendo a recessão mais longa desde 1931, a preocupação é que a demanda pelos aços planos usados na fabricação de carros seque e prejudique uma importante fonte de receita da CSN.

“O ambiente operacional será difícil”, disse John Haugh, estrategista da Mizuho Financial Group Inc. para a América Latina, de Nova York. “Sejam quais forem os objetivos, você precisa mostrar que está adotando medidas para cumprir esses objetivos e que os objetivos actuais estão sendo atingidos”.

A CSN preferiu não comentar o desempenho de seus bonds.

A dívida líquida da empresa com sede em São Paulo inchou para R$ 20,8 bilhões (US$ 6 bilhões) — mais de quatro vezes o valor de mercado da siderúrgica –. Suas obrigações agora são de 5,6 vezes os lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização, ou Ebitda.

‘Promessa’ da empresa

“Normalmente, vocês sabem que eu não participo dessas apresentações, mas eu fiz questão de estar nessa para que junto a meus colegas aqui de diretoria nos possamos demonstrar aquilo que nos pretendemos fazer no menor espaço de tempo possível”, disse Steinbruch, 62, na conferência. “Estamos focados, toda a diretoria, toda a empresa, no sentido de preservar caixa, reduzir endividamento, melhorar a margem de ebitda. Esse é nosso compromiso”.

Paulo Caffarelli, diretor-executivo corporativo da CSN, disse na mesma conferência que a empresa está negociando com credores para estender o prazo de parte de seus R$ 7,4 bilhões em dívidas com vencimento em 2016 e 2017.

Para o JPMorgan Chase Co., os indicadores de alavancagem da CSN provavelmente continuarão aumentando devido ao aprofundamento da crise no Brasil e à queda dos preços do aço. O consumo de aço no Brasil despencou 24 por cento em julho em relação a um ano atrás em um momento em que setores como os de fabricação de automóveis e construção encolheram. Os preços do minério de ferro despencaram 20 por cento neste ano.

“O pano de fundo da demanda doméstica pelo aço e os baixos preços do minério de ferro continuam colocando pressão sobre os resultados da empresa”, escreveram Rodolfo Angele e Julio Arantes, analistas do JPMorgan, em um relatório com data de segunda-feira.

O preço das notas da CSN para 2020 caiu 20 por cento neste trimestre, maior queda entre as empresas de materiais básicos classificadas como grau especulativo de mercados emergentes. Os yields das notas mais do que dobraram nos últimos 12 meses, para 16,28 por cento, segundo dados compilados pela Bloomberg.

“A preocupação existe”, disse Haugh, da Mizuho. “Os resultados pioraram consideravelmente”.

Fonte: Infomoney

 

 

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‘Há toneladas de oferta’, diz analista de minério de ferro

Preços do minério de ferro correm o risco de voltarem a cair porque a oferta mundial continua aumentando

Jasmine Ng

Os preços do minério de ferro correm o risco de voltarem a cair porque a oferta mundial continua aumentando e a desaceleração da Chinarestringe a demanda do maior usuário, segundo Erik Norland do CME Group Inc.

Uma recuperação para mais de US$ 50 por tonelada ocorrida neste mês provavelmente é temporária e há potencial para uma queda para abaixo de US$ 50 caso aeconomia da China se deteriore, disse Norland, economista sênior da maior bolsa de futuros do mundo.

Os preços do minério de ferro foram empurrados em ambas as direções neste ano, despencando para seu nível mais baixo em pelo menos seis anos no começo de julho antes de voltarem para um mercado altista com um rali. As maiores companhias mineradoras do mundo, dentre elas a Rio Tinto Group da Austrália e a Vale SA do Brasil, estão tentando aumentar a produção para impulsionar as vendas e cortar custos, apesar de o crescimento da demanda na China estar estancado. Os preços poderiam recuar 30 por cento nos próximos 18 meses, segundo o Goldman Sachs Group Inc.

“Há toneladas de oferta, estoques enormes e especialmente uma demanda em desaceleração, sobretudo, na China”, disse Norland em uma entrevista em Cingapura na terça-feira, sem dar uma previsão específica de preços. “Há potencial para que talvez o minério de ferro, depois de se consolidar durante um período, baixe”.

O minério com 62 por cento de conteúdo enviado para Qingdao caiu 0,9 por cento, para US$ 56,41 por tonelada seca na quarta-feira, segundo a Metal Bulletin Ltd. Embora os preços tenham aumentado 28 por cento desde que tocaram seu menor valor com US$ 44,59 em 8 de julho, um recorde em dados que remontam a maio de 2009, eles ainda estão 21 por cento mais baixos neste ano.

A produção de aço da China, a maior produtora do mundo, diminuiu 1,8 por cento, para 476 milhões de toneladas nos primeiros sete meses de 2015 em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados do governo. O país desvalorizou o yuan na semana passada, medida que, segundo o Goldman, forneceu mais uma prova do desaquecimento.

“A economia da China está de fato desacelerando mais” disse Norland, cuja análise não necessariamente reflete as opiniões da CME Group. “Há motivos para estar preocupado”.

Fonte: Infomoney

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Incerteza na China leva cobre a pior cotação em seis anos

O cobre caiu para menos de US$ 5.000 a tonelada, sua maior baixa dos últimos seis anos. O recuo ocorre num momento em que as bolsas chinesas acirram as preocupações em torno das perspectivas do país, o maior importador mundial de commodities.

O preço do metal baixou para US$ 4.989 a tonelada no pregão da Bolsa de Metais de Londres (LME, nas iniciais em inglês), seu patamar mais baixo desde o terceiro trimestre de 2009.

O cobre e outros metais enfrentam problemas em decorrência da desaceleração da economia chinesa e da guinada do crescimento rumo a setores que exigem menos commodities importadas.

O mercado interpretou a desvalorização do yuan como mais um sinal de desaquecimento da expansão chinesa. A China responde por mais de 40% do consumo mundial de cobre. Ontem o Índice Composto da Bolsa de Xangai fechou em queda de 6,1%, seu maior recuo diário desde julho de 27.

Embora as condições de financiamento de projetos de infraestrutura tenham começado a melhorar, há poucos sinais de que a demanda pelo metal tenha se aquecido, segundo analistas do banco Standard Chartered.

“As evidências sugerem que, sem medidas significativas de política [econômica], as condições da demanda continuarão a se deteriorar até o fim do terceiro trimestre”, escreveram os analistas nesta semana.

A queda dos preços das commodities está pressionando as grandes mineradoras mundiais. As ações da Glencore perderam neste ano 39% de seu valor. Na semana passada a empresa informou ter vendido participações acionárias em três minas por US$ 290 milhões.

No entanto, as mineradoras de cobre estão se beneficiando, ao mesmo tempo, da queda das moedas dos mercados emergentes, fator que lhes permitiu reduzir os custos e manter a produção.

No Chile, o maior produtor mundial de cobre, o peso alcançou, nos últimos dias, sua maior baixa dos últimos 12 anos no câmbio com o dólar.

Para a China um yuan desvalorizado poderá contribuir para impulsionar a produção de metais, como o alumínio, e de outras commodities, como o carvão, para exportação a mercados já atingidos pela superoferta. Os preços do alumínio caíram ontem para sua baixa recorde dos últimos seis anos, de US$ 1.549 a tonelada.

No caso do cobre, no entanto, a China responde por só 8% da produção mundial, aproximadamente. Portanto, a desvalorização de sua moeda não deverá ter impacto direto sobre o total da oferta.

Ao contrário, pode haver novos cortes na produção mineral. Cerca de 17% do setor de cobre está deficitário aos preços atuais, segundo análise do banco Macquarie, que inclui estimativas de minas de menor porte, já que as cotações de hoje não cobrem os custos de produção.

“Não deveria constituir surpresa, portanto, vermos os dados oficiais chineses mostrarem retração da produção das minas… ou sermos informados sobre os planos de mineradoras renomadas de fechar ou reduzir a produção devido aos preços baixos”, escreveram os analistas.

Fonte: LME

Redação On agosto - 20 - 2015
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