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Sexta-feira, 19 de Julho de 2019






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Copom elevará Selic para 13,75% ao ano na próxima semana, prevê Focus

Analistas do mercado financeiro acreditam que o Comitê de Política Monetária (Copom) elevará a taxa básica de juros, a Selic, em mais 0,50 ponto porcentual na semana que vem, para 13,75% ao ano. Depois disso, o colegiado deverá optar pela manutenção da taxa até o final do ano – a última reunião está prevista para novembro. Estas previsões foram retiradas das séries de estatísticas consolidadas, enviadas pelo mercado financeiro regularmente para a confecção do Relatório de Mercado Focus, divulgado nesta segunda-feira, 25, pelo Banco Central.

Pela pesquisa, a primeira medida da diretoria no ano que vem será a de reduzir a Selic, para 13,50% ao ano. Até a semana passada, o mercado financeiro acreditava que o BC voltaria a promover um novo corte da taxa na reunião seguinte, mas, pelos cálculos atuais dos analistas, a Selic deve permanecer nesse patamar também em fevereiro. Como o calendário das reuniões do Copom para 2016 ainda não foi divulgado, as estimativas são feitas para todos os meses do ano que vem.

Dessa forma, para os participantes da Focus, uma nova redução, para os atuais 13,25% ao ano, apenas será vista em março. Em abril, a taxa volta a cair, para 13,00% ao ano, e, em maio, para 12,50% aa, patamar em que deve ficar também em junho. Para julho, é aguardada uma nova queda – desta vez, para 12,25% aa. Em agosto, pelas estimativas, a taxa básica descerá para 12,00% ao ano e aí ficará congelada até o encerramento de 2016.

IPCA

Finalmente o BC conseguiu fazer com que as expectativas para o IPCA chegassem aos 4,5%, porcentual definido como o centro da meta para, pelo menos, este e o próximo ano. Essa diminuição das estimativas não deixa de ser uma vitória para a autoridade monetária, mas a questão é que o primeiro indicador a chegar no alvo foi o de 2019. Para prazos menores, a taxa prevista, na melhor das hipóteses, foi mantida.

De acordo com a série de expectativas do Relatório Focus, a mediana das previsões do mercado financeiro para 2016 ficou estacionada em 5,50%, como na semana passada. Também para 2017, a mediana das projeções ficou congelada em 5,00% como na edição anterior do documento. Para 2015, porém, houve elevação no mesmo período de 8,31% para 8,37%.

Já para 2018, a mediana das estimativas caiu substancialmente, de 4,90% para 4,70% – uma redução de 0,20 ponto porcentual em apenas uma semana. Já para 2019, o ponto central da pesquisa com os analistas se deslocou de 4,59% na semana passada para 4,50% agora.

Estas alterações foram feitas depois do endurecimento dos discursos do BC não só na ata do Copom como também por meio de seus porta-vozes. Amanhã, o presidente do BC, Alexandre Tombini, deve participar de audiência pública na Câmara dos Deputados, para onde se voltará toda a atenção do mercado financeiro. Lá, certamente Tombini enfatizará a convergência da inflação para patamares mais baixos, ainda que em prazos mais longos.

PIB

De acordo com o BC, a previsão do mercado financeiro para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2015 passou de retração de 1,20% para -1,24%. Para 2016, a previsão para o PIB segue em +1,00%.

Reporter Diário – 29/06/2015

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IPCA para 2015 sobe de 8,31% para 8,37%, projeta boletim Focus

Há quatro semanas estava em 6,00%Pela sexta semana consecutiva, os analistas ouvidos pelo Banco Central para o Relatório de Mercado Focus elevaram a previsão para o IPCA deste ano. A expectativa é que o índice oficial de inflação encerre 2015 em 8,37%, contra 8,31% da semana anterior. Há um mês, essa projeção estava em 8,25%.

As expectativas para a inflação suavizada 12 meses à frente também foram ampliadas após quatro semanas seguidas de redução e passaram de 5,93% para 6,02%. Há quatro semanas estava em 6,00%. Para maio, a mediana das previsões subiu para 0,54% e, para junho, para 0,38%, segundo o mercado – na semana passada, essas projeções eram de, respectivamente, 0,51% e 0,32% e, um mês antes estavam em 0,50% e 0,30%.

Já para o fim de 2016, a mediana das projeções para o IPCA ficou inalterada em 5,50% – quatro edições atrás estava em 5,60%. Estabilidade também foi a marca do Top 5 de médio prazo, grupo dos economistas que mais acertam as estimativas, para o mesmo índice no ano que vem. A mediana das previsões ficou paralisada em 6,00%. Um mês antes estava em 6,40%.

No caso das previsões para o IPCA deste ano, uma surpresa: a mediana ainda segue bem acima da banda superior de 6,5% da meta, mas recuou de 9,02% para 8,75%. Há um mês estava em 8,67%.

Repórter Diário – 29/06/2015
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Minério de ferro, batata e carne bovina pesam na alta do IPA de junho

Na passagem de maio para junho, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), apurado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), acelerou de 0,30% para 0,41%, com forte contribuição de Bens Finais. Esse grupo passou de uma variação de 0,50% para 0,60% na mesma base de comparação.

No estágio final da produção, os principais responsáveis pela aceleração foram o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa de variação passou de -2,62% para 1,80%. Excluindo-se os subgrupos alimentos in natura e combustíveis, o índice de Bens Finais (ex) registrou variação de 0,51%. Em maio, a taxa foi de 0,95%.

O índice referente a Bens Intermediários dentro do IPA apresentou desaceleração, ao sair de 0,81% em maio para 0,36% em junho. O principal responsável pelo movimento foi o subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa de variação passou de 0,92% para 0,30%. Vale destacar que o índice de Bens Intermediários (ex), calculado após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, variou 0,39%, ante 0,79%, em maio.

No estágio inicial da produção, o índice do grupo Matérias-Primas Brutas variou 0,24%, em junho. Em maio, o índice registrou variação de -0,60%. Os itens que mais contribuíram para este movimento foram: soja (em grão) (-4,07% para -0,44%), aves (-3,60% para 0,98%) e suínos (-6,18% para 6,98%). Em sentido oposto, destacam-se: cana-de-açúcar (1,10% para -0,72%), bovinos (0,87% para -0,26%) e algodão (em caroço) (11,53% para 1,95%).

Principais influências

De acordo com a FGV, entre as maiores influências de alta no IPA de junho estão minério de ferro (de 4,16% para 5,90%), batata-inglesa (de 10,46% para 20,72%), carne bovina (de 3,21% para 2,58%), ovos (de -11,04% para 4,58%) e adubos e fertilizantes (-2,83% para 3,93%).

Já na lista de maiores influências negativas estão tomate (de 11,23% para -17,10%), milho em grão (de -7,46% para -4,21%), farelo de soja (de -7,64% para -3,78%), mandioca (aipim) (de -5,26% para -6,28%) e arroz em casca (de -0,96% para -3,67%).

Repórter Diário – 29/06/2015
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Despesas diversas puxam alta do IPC em junho no âmbito do IGP-M

A principal contribuição para a aceleração registrada no Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de maio para junho apurado para composição do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) veio do grupo Despesas Diversas (0,87% para 5,47%). Nesta classe de despesa vale citar o comportamento do item jogo lotérico, cuja taxa passou de 2,76% para 49,37%.

Segundo a FGV, também foi registrado acréscimo nas taxas de variação de outras quatro classes de despesa entre as oito pesquisadas. O grupo Alimentação (0,67% para 0,98%) acelerou especialmente pelo aumento nos preços das frutas (-5,24% para -2,31%); o grupo Transportes (0,14% para 0,28%) avançou principalmente com gasolina (-0,61% para 0,30%); o grupo Educação, Leitura e Recreação (0,44% para 0,82%) teve a influência da variação dos preços nas passagens aéreas (-2,47% para 12,67%), e o grupo Comunicação (-0,04% para 0,25%), que refletiu a menor deflação no preço da tarifa de telefone residencial (-0,86% para -0,04%). Por outro lado, três classes de despesas apresentaram decréscimo nas taxas de variação. O grupo Saúde e Cuidados Pessoais (1,48% para 0,79%) refletiu a queda na variação dos medicamentos em geral (3,35% para 0,42%); o grupo Vestuário (1,17% para 0,37%) absorveu a desaceleração na alta de preços das roupas (1,29% para 0,41%), e Habitação (0,75% para 0,70%), que teve como principal influência a desaceleração na inflação da tarifa de eletricidade residencial (1,78% para 0,49%).

As maiores influências de alta para o IPC na passagem de maio para junho foram jogo lotérico (de 2,76% para 49,37%), cebola (de 19,06% para 36,33%), taxa de água e esgoto residencial (0,54% para 3,31%), condomínio residencial (de 0,74% para 1,32%) e refeições em bares e restaurantes (de 1,04% para 0,45%).

A lista de maiores pressões negativas, por sua vez, é composta por Tangerina (mexerica) (-25,03% para -26,95%), Laranja-pêra (-4,33% para -6,61%), Tomate (17,02% para -2,49%), Etanol (-0,52% para -0,97%), Cenoura (17,33% para -6,17%).

Construção

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) acelerou de 0,45% em maio para 1,87% em junho. O grupo relativo a Mão de Obra teve variação de 3,16%, ante 0,24% em maio. Já Materiais, Equipamentos e Serviços foi para 0,47% ante 0,67% no mês anterior.

Entre as maiores pressões de alta do INCC-M na passagem de maio para junho estão ajudante especializado (0,30% para 2,88%), Servente (0,25% para 3,30%), carpinteiro (fôrma, esquadria e telhado) (0,12% para 3,38%), pedreiro (0,29% para 3,13%) e engenheiro (0,09% para 3,41%).

Os itens que mais influenciaram o índice de forma negativa foram aluguel de máquinas e equipamentos (0,14% para -0,16%), Tábua de 3a (1,67% para -0,77%); pias, cubas e louças sanitárias (1,17% para -0,24%); aduela e alizar de madeira (0,42% para -0,24%) e portas e janelas de madeira (0,91% para -0,07%).

Repórter Diário – 29/06/2015

 

Redação On junho - 29 - 2015
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