Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

Filiado a FIESP

Sexta-feira, 19 de Julho de 2019






Associe-se!
Clique aqui e conheça as vantagens

Metais operam pressionados por vendas de especuladores, mas podem se recuperar

Marcelo Villela

Os metais básicos operam pressionados por vendas feitas por especuladores que estão desfazendo posições. No entanto, o enfraquecimento do dólar diante do euro e a perspectiva de melhora na economia dos EUA – que é um grande consumidor de metais – alimentam expectativas de recuperação dos preços adiante.

Na London Metal Exchange (LME), o cobre para três meses caía 0,5%, para US$ 5.993,50 por tonelada, por volta de 8h (de Brasília). Na Comex, o cobre para julho operava com leve alta de 0,13%, a US$ 2,7235 por libra-peso, às 8h20.

“Especuladores e investidores financeiros continuam saindo do mercado e, assim, estão pressionando os preços”, comentou Daniel Briesemann, analista de commodities do Commerzbank. Por outro lado, “a economia dos EUA, no geral, parece estar a caminho de se recuperar depois de um fraco primeiro trimestre”, acrescentou. Como isso pode se refletir em aumento da demanda por metais, os preços provavelmente subirão em breve, disse.

Entre os outros metais básicos negociados na LME, o alumínio caía 0,9%, para US$ 1.745,50 por tonelada; o zinco recuava 0,7%, para US$ 2.139,50 por tonelada; o níquel perdia 1,1%, para US$ 12.835 por tonelada; e o chumbo declinava 0,3%, para US$ 1.927,50 por tonelada. Já o estanho subia 0,3%, para US$ 15.415 por tonelada. ( Dow Jones Newswires)

Fonte: Mining.com

continue lendo:

Nióbio, o metal que só o Brasil fornece ao mundo está no Amazonas
Marcelo Villela

A reserva mineral de nióbio localizada na região denominada Cabeça de Cachorro, no município de São Gabriel da Cachoeira (AM), na fronteira com a Venezuela e a Colômbia, classificada entre as maiores do mundo, apesar da alta viabilidade comercial, não pode ser explorada comercialmente porque está localizada em território indígena e dentro das áreas de proteção ambiental Parque Nacional do Pico da Neblina e da Reserva Biológica Estadual do Morro dos Seis Lagos. O total de minério estimado na reserva é de cerca de 2,9 bilhões de toneladas de nióbio.

O nióbio é um raro e estratégico minério utilizado na industrialização de produtos que suportem altas e baixas temperaturas como aviões e foguetes. Indispensável nas indústrias espacial e nuclear, várias ligas de nióbio são desenvolvidas por sua leveza e por sua supercondutividade, muito superior a de outros minerais. Seus principais derivados entram na composição de aços diversos, como nos aços de alta resistência, usados na fabricação de tubulações para transmissão de gás sob alta pressão, petróleo e água, por ser um poderoso agente anticorrosivo, resistente aos ácidos mais agressivos.

O secretário da SEMGRH (Secretaria Estadual de Mineração, Geodiversidade e Recursos Hídricos), Daniel Nava, afirma que na década de 70 o CPRM (Serviço Geológico do Brasil) realizou levantamentos que definiram as localizações das reservas de nióbio em Seis Lagos. Ele destaca a alta capacidade de mineração da área e explica que a produção e comercialização da reserva esbarra em questões legais que passam pela aprovação se encontram nos Estados de Minas Gerais (75% do total), Amazonas (21%) e em Goiás (3%).

Áreas indígenas

Mas mesmo dentro de uma possibilidade do governo estadual encampar a ideia de exploração do nióbio de Seis Lagos, a empreitada esbarraria na legislação federal, haja vista que a reserva está também dentro de territórios indígenas. De acordo com o gerente de Geologia e Recursos Minerais do CPRM-AM, Marcelo Almeida, até mesmo a realização de pesquisas em territórios indígenas precisam ser autorizadas.

Ele relata que os próprios indígenas garimpam as reservas no Amazonas, apesar de a prática ser considerada ilegal. “A garimpagem ocorre e em algumas situações os indígenas estão envolvidos mas nem sempre eles têm conhecimento sobre a extração mineral”, afirma. Segundo Almeida, nos últimos 20 anos a garimpagem no Estado (nome atribuído à prática da mineração ilegal – conforme o gerente) ocorre na região Oeste de Roraima, em algumas regiões do alto rio Negro, no Sul do Amazonas e em Rondônia.

Ele destaca os locais onde se concentram os minérios mais valiosos, que são: o Oeste de Roraima, onde pode ser extraído ouro e diamante; no Alto Rio Negro, que apresenta ouro e tantalita; no Sul do Amazonas, no igarapé Preto existe a cassiterita. “Eventualmente a área da reserva localizada no igarapé Preto é retomada por garimpeiros.

Essa área foi explorada por uma empresa e logo após virou uma reserva. A mina ficou abandonada. É a região habitada pelos índios tenharins”, comenta. Almeida explica que para que a mineração seja considerada como um processo legal é necessário a apresentação dos relatórios de impacto ambiental; das licenças ambientais e de pesquisa, assim como de exploração mineral, entre outros documentos; sem esquecer do pagamento dos tributos. Para ele, a legalização da extração mineral em terras indígenas ainda não ocorreu devido a diversidade de opiniões. “Os interesses são diversos. Dentro de um mesmo grupo alguns defendem a prática, enquanto outros são contra. A falta de uniformidade de pensamento acaba chegando ao Congresso Nacional, o que reflete essa heterogeneidade”, avalia.

O gerente declara ser a favor de uma negociação que viabilize a exploração mineral. Ele afirma que a instituição de empresas organizadas pode ser a saída contra a proliferação do garimpo ilegal. “A partir do momento em que o índio é aculturado e precisa utilizar recursos financeiros para custear suas despesas surge a necessidade de um meio em que ele possa extrair esse dinheiro. É melhor ter uma mineração que seja controlada, que terá geração de empregos e fará recolhimento de impostos. Além de ser cobrada por danos ambientais que forem causados”, defende.

Criação de cooperativa no AM

O advogado David Nogueira conta que teve a oportunidade de contribuir com a criação de uma cooperativa indígena no município de São Gabriel da Cachoeira. Na cooperativa, os trabalhadores poderão desenvolver atividades voltadas à extração mineral e à agricultura. A esse tipo de trabalho conjunto, ele denomina comomisto. Podem fazer parte de um trabalho misto: psicultura, artesanato, entre outros.

Nogueira explica que a proibição quanto à exploração mineral é específica aos territórios indígenas. Portanto, uma cooperativa que pretende ter como base a extração mineral em qualquer área que não seja indígena, tem liberdade para atuar, desde que esteja em conformidade com a lei. “É necessário um estatuto, um regimento, os registros nos devidos órgãos públicos competentes, assim como a questão cartorária, entre outros. Quando o índio cria a cooperativa não quer dizer que ele vai minerar em terra indígena”.

Uso do nióbio

Várias ligas de nióbio são desenvolvidas por sua leveza e por sua supercondutividade, muito superior à de outros minerais. Seus principais derivados entram na composição de aços diversos, como nos aços de alta resistência usados na fabricação de tubulações para transmissão de gás sob alta pressão, petróleo e água, por ser um poderoso agente anticorrosivo, resistente aos ácidos mais agressivos.

Fonte: Portal Amazônia

continue lendo:

Lumar quer tornar-se transnacional

Fabricante de equipamentos para siderurgia planeja iniciar produção nos EUA e Índia em 2018

Eric Gonçalves

Enquanto muitas indústrias decidem colocar o pé no freio e engavetar projetos devido ao atual cenário de desaceleração da economia brasileira e mundial, a empresa mineira Lumar Metals, de Santana do Paraíso (Vale do Aço), prepara um plano ambicioso: tornar-se uma indústria transnacional. Com escritórios de representação nos Estados Unidos e índia e 11 patentes, a fabricante de equipamentos e fornecedora de tecnologia para o setor siderúrgico pretende iniciar a produção nesses dois países em 2018.

De acordo com o presidente da empresa, Marcelo Silva Duarte, este é o principal objetivo da Lumar, embora o investimento não esteja definido. “A internacionalização é a forma que identificamos para driblar a falta de dinamismo do mercado interno”, explicou. Hoje, as vendas domésticas representam 85%, enquanto as externas, 15%. “Nossa ideia é diminuir a dependência do mercado brasileiro, com a expansão dos negócios internacionais, sobretudo com o dólar neste patamar”, ressaltou.

Duarte ponderou que não busca apenas a parte comercial nestes dois mercados, mas a produção de baixo custo. Segundo ele, ser eficaz e eficiente sem ser econômico não permitirá dar continuidade à comercialização dos produtos na velocidade necessária. “Estamos concorrendo com grandes players. Essas empresas têm mais recursos e investimentos. Precisamos nos adequar a essa condição. Desta forma, vamos operar onde temos resultados”, pontuou.

O presidente da Lumar explicou que o apoio brasileiro na importação de equipamentos de alta tecnologia para empresas exportadoras se dá por meio de zonas de processamento de exportação (ZPEs). No entanto, não está nos planos da empresa investir em uma ZPE para se beneficiar da legislação brasileira.  por isso que a empresa busca competitividade no mercado externo.

Para Duarte, o Brasil precisa enxergar melhor essas questões. A própria ZPE, que estará presente em 25 municípios, não tem nada de inovador nos principais mercados. “Este modelo foi a mola propulsora do desenvolvimento chinês, por exemplo”, observou.

No ano passado, a Lumar faturou R$ 40 milhões. Com a revisão das estimativas do setor siderúrgico brasileiro, Duarte afirmou que qualquer impacto no segmento afeta os negócios da empresa. “De 2009, no ápice da crise, para 2010, nosso faturamento passou de R$ 19 milhões para R$ 13 milhões. Retomamos no próximo exercício e alcançamos R$ 25 milhões”, explicou.

Neste ano, o consumo de aço no Brasil deverá encolher 7,8% na comparação com 2014, retornando aos patamares de 2007, conforme projeções divulgadas pelo Instituto Aço Brasil (IABr). Ainda dentro da revisão do IABr, as vendas no mercado interno deverão somar 19,073 milhões de toneladas neste ano, volume 8% inferior ao verificado em 2014, quando somou 20,738 milhões de toneladas.

Rodas – Capitaneado pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), a Lumar finaliza a etapa da pesquisa do projeto de produção de rodas ferroviárias. Levantamento realizado pela empresa identificou que apenas o mercado de reposição representa um universo de 15 mil unidades por ano.

Segundo Duarte, a proposta da empresa não se assemelha ao processo convencional existente.  um processo inovador e que pode revolucionar o mercado. Entre os ganhos existentes está o de escala. “Quem conhece o projeto afirma que a Lumar pode estar no caminho de reinventar a roda”, brincou.

Fonte: Diário do Comércio

 

continue lendo:

 

Tubo Quadrado de aço: aumento nas vendas para o comércio exterior

A produção industrial brasileira no primeiro quadrimestre de 2015 obteve um grande crescimento no segmento de tubos flexíveis de ferro e aço, que contou com um aumento de 101%, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, da Indústria e do Comércio Exterior. É um resultado positivo, obtido mediante um maior estímulo às vendas externas, com queda no volume de importações.

Tipos de aplicabilidade

Segundo o Instituto Aço Brasil, mais de 34 milhões de toneladas de aço bruto foram produzidas no Brasil no ano passado, o que torna o país o sexto maior exportador de aço do mundo. Uma das razões desse aumento das exportações é a alta na procura de tubos de aço quadrados. Esse produto possui ampla aplicabilidade em vários setores industriais.

Também chamados de metalon, os tubos quadrados de aço podem ser utilizados na indústria em muitos segmentos, como o de estruturas metálicas, na indústria de máquinas em geral, na indústria de fundações entre outras áreas. O metalon apresenta alta resistência a esforços mecânicos pois é produzido em aço carbono. O aço também é usado em hidrelétricas, termelétricas e na energia nuclear, como também em torres de transmissão, transformadores e cabos elétricos. No ramo do petróleo, o aço está presente em plataformas, equipamentos de prospecção e extração de petróleo, além de compor a estrutura de perfuratrizes, esteiras e caçambas das minas de carvão. É, portanto, imprescindível para a produção e distribuição de energia pelo país.

Os tubos quadrados podem ser fabricados com ou sem costura, pretos ou galvanizados. Sua alta tenacidade permite uma maior resistência a rupturas e deformações, e por isso são bastante procurados para a utilização em estruturas de máquinas e na construção civil. Os tubos quadrados também são muito utilizados em máquinas agrícolas e implementos rodoviários. Seu uso doméstico está presente nos móveis de aço e brinquedos de playgrounds.

O aço na construção civil

Especialmente no ramo da construção civil, os tubos de aço ajudam a reduzir custos gerais da obra, com garantia em qualidade e segurança. O aço é um material dotado de força e resistência, tendo um desempenho melhor do que outros materiais tradicionais no suporte a cargas mais pesadas. Além disso, é um material leve, o que facilita seu transporte, é mais barato e sustentável, pois é totalmente reciclável. A evolução de novas técnicas da arquitetura e engenharia permite o uso do aço pode em partes das obras ou figurando como material principal. O aço possui um sistema construtivo que dá mais liberdade ao projeto arquitetônico, garantindo uma maior área útil, além de mais flexibilidade e compatibilidade com outros materiais, oferecendo maior precisão construtiva.

Vantagens do aço:

Dentre as vantagens do aço estão:

– Resistência a variações climáticas, tanto baixas quanto altas temperaturas
– Possui superfície que evita o acúmulo de resíduos,
– Sua composição química impede que o aço sofra desgastes ou descasque
– Possui longa durabilidade
– Oferece baixo custo de manutenção.

Fonte: Assessoria de Imprensa

continue lendo:

Gerdau lança aplicativos para acesso remoto ao seu catálogo de produtos
Marcelo Villela

A Gerdau trabalha continuamente para antecipar-se às tendências de mercado, buscando desenvolver produtos e serviços inovadores. Nesse sentido, lançou esta semana, com exclusividade para o mercado brasileiro, dois novos aplicativos: Gerdau Catálogo de Produtos e Gerdau Catálogo de Cercas. Os dois aplicativos já estão disponíveis, gratuitamente, para plataformas Android e iOS e poderão ser usados em tablets e smartphones.

Por meio do Gerdau Catálogo de Produtos, o consumidor poderá acessar remotamente a linha completa de produtos oferecidos pela Companhia para os segmentos da construção civil, indústria e o agronegócio. A ferramenta também permite consultar especificações e aplicações, tabelas técnicas com pesos e medidas e manuais com instruções de uso. O objetivo é auxiliar de forma mais prática na definição do produto em aço mais adequado a ser utilizado.

Já o Gerdau Cálculo de Cercas indica a quantidade exata de produtos da marca que o cliente precisará para montar sua cerca, com base na metragem e nas características do terreno. O aplicativo apresenta ainda as opções entre os diferentes produtos e soluções da Empresa voltados exclusivamente para a construção e manutenção de cercas, como arame ovalado, arame farpado, grampos, balancins, arame para arremete, alambrados, mourões de aço e outros componentes. (Assessoria de Imprensa)

Fonte: Mining.com

continue lendo:

Tupy aposta em alta demanda de CGI no médio prazo

Ferro fundido vermicular é uma das ferramentas na estratégia de crescimento

A Tupy, empresa brasileira de fundição, espera aumentar significativamente o fornecimento de componentes de ferro fundido vermicular (do inglês Compacted Graphite Iron) para o setor automotivo nos próximos quatro anos, principalmente para Audi, DAF e especialmente a Ford.

O otimismo parte do próprio presidente da Tupy, Luiz Tarquínio Ferro, que comentou a tendência de aumento da demanda por este tipo de insumo durante uma conferência com acionistas da SinterCast, empresa de origem sueca e também especialista em fundição de CGI, da qual a Tupy utiliza tecnologia de controle e processo de produção para o ferro fundido vermicular. O executivo observou que o CGI se tornou uma ferramenta cada vez mais importante na estratégia de crescimento da empresa.

Segundo ele, nos últimos anos, o ferro fundido vermicular tem conquistado um crescente espaço na indústria automobilística, destinando-se principalmente para cabeçotes e bloco de motores. Sua maior resistência mecânica em relação ao ferro fundido cinzento possibilita a produção de motores com maiores pressões na câmara de combustão, tornando-os mais eficientes e menos poluentes. A tecnologia possibilita também a produção de motores mais leves em função das menores espessuras das paredes necessárias ao bloco.

Com vários componentes CGI já em produção em série, Ferro confirmou que já fechou compromissos de fornecimento adicionais aos atuais, capazes de superar a participação de 13% do CGI no volume de vendas para o setor automotivo verificada no primeiro trimestre. No mesmo período do ano passado, esta fatia era de 10%.

Com sua capacidade atual de produção de CGI a partir de suas quatro fábricas – duas no Brasil e duas no México – a Tupy tem o potencial de fornecer um volume de componentes equivalentes a mais de 2,5 milhões de motores. Segundo Ferro, a Ford está entre os maiores clientes, em especial por causa do motor a gasolina EcoBoost turbo 2.7, o mais recente da marca a entrar em produção na fábrica de Ohio, nos Estados Unidos, e que equipa o modelo F-150. O motor de 6.7 diesel V8, usinado e montado na unidade da Ford no México também já utiliza partes em CGI.

“A Tupy está empenhada em liderar a tendência mundial de CGI para tecnologias de elevada performance, eficientes e de motores mais ecológicos”, afirma Ferro, que acrescentou: “Acredito que cada vez mais o CGI irá substituir o alumínio para certos componentes do motor”.

Cerca de 90% dos negócios da Tupy relacionados ao CGI é para o setor automotivo, com veículos comerciais respondendo por 43% e outros 24% para veículos leves de passeio, enquanto 28% demandam de veículos fora de estrada. Do total de componentes em CGI, 52% do negócio tem origem na região do Nafta (Canadá, Estados Unidos e México) e 25% vêm da Europa. América Latina responde por 29%, deixando 4% para outras regiões. A empresa verificou participação importante da América do Norte na formação de sua receita para o primeiro trimestre, em parte, pelo aumento das vendas de CGI para a região.

Fonte: Automotive Business

continue lendo:

Novas ligas anti-corrosão

Belo Horizonte vai ganhar uma planta-piloto destinada a projeto de pesquisa e desenvolvimento de ligas de zinco avançadas para a indústria de galvanização – processo industrial voltado para proteção de estruturas metálicas contra a corrosão causada pelos efeitos naturais do tempo e do meio ambiente.

O empreendimento conta com orçamento de R,2 milhão, a ser aplicado na construção do projeto, que deverá estar pronto em dezembro, e para os trabalhos de P&D a serem realizados ao longo deste ano.

Do aporte total, a Votorantim Metais investiu R0 mil e o restante foi dividido entre o serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai/Departamento nacional), com parcela de R0 mil, e o Senai de Minas Gerais, R3 mil.

A planta será instalada no Centro de Inovação e Tecnologia Senai Fiemg – Câmpus Cetec.

A galvanização é usada para aumentar a resistência e durabilidade de vigas de aço usadas em equipamentos pesados da indústria e em grandes obras de infraestrutura, em setores como o de construção civil, de energia elétrica, telecomunicação, transportes e exploração de óleo e gás.

Fonte: Estado de Minas

continue lendo:

Cobre opera sem direção única após dados sobre o setor industrial da China

Marcelo Villela

Os contratos futuros de cobre operam sem direção única, depois da publicação de dados sobre o setor industrial da China, o principal consumidor do metal básico. Apesar de terem melhorado em maio, os indicadores ainda apontam fraqueza na segunda maior economia do mundo.

O índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) oficial do setor industrial da China subiu para 50,2 em maio, de 50,1 em abril, mas ficou abaixo da previsão de 50,3. O PMI industrial do país medido pelo HSBC, por sua vez, aumentou para 49,2 em maio, de 48,9 em abril, mas permaneceu abaixo de 50 – o que indica contração da atividade – pelo terceiro mês seguido.

Para alguns analistas, os dados sugerem que o governo chinês pode adotar mais medidas de estímulo para a economia, o que seria positivo para os metais básicos. “Graças aos numerosos estímulos anunciados – e alguns já implementados – pelo governo e o banco central recentemente, a economia chinesa deverá ganhar força novamente nos próximos meses”, comentaram analistas do Commerzbank.

No entanto, alguns agentes do mercado continuam prevendo uma queda nos preços dos metais adiante. “Por enquanto, sentimos que os mercados estão bem abastecidos, então não seria uma surpresa ver os preços operarem de lado, com inclinação negativa”, afirmou William Adams, diretor de pesquisa da Fastmarkets.

Na London Metal Exchange (LME), o cobre para três meses subia 0,02%, para US$ 6.016 por tonelada, pouco antes das 8h (de Brasília). Na Comex, o cobre para julho caía 0,29%, para US$ 2,7200 por libra-peso, às 8h18.

Entre outros metais básicos negociados na LME, o alumínio caía 0,2%, para US$ 1.736 por tonelada; o zinco recuava 1,5%, para US$ 2.154,50 por tonelada; o níquel perdia 0,6%, para US$ 12.550 por tonelada; o chumbo declinava 1,1%, para US$ 1.928,50 por tonelada; e o estanho tinha queda de 0,6%, para US$ 15.505 por tonelada.

Fonte: Yahoo Notícias

Fonte: O Povo

Redação On junho - 2 - 2015
  • Central de atendimento
  • Telefone: (11) 3285-3522 / e-mail: sicetel@sicetel.com.br
Associe-se!
        Clique aqui
Cadastre seu e-mail e receba periodicamente notícias do SICETEL.