Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

Filiado a FIESP

Sexta-feira, 19 de Julho de 2019






Associe-se!
Clique aqui e conheça as vantagens

Notícia Siscomex Exportação nº 69/2015
Instrui sobre a possibilidade de recebimento de pedidos de aditivo para complementação de Atos Concessórios em curso solicitados ou emitidos pelas agências do Banco do Brasil.
Informamos que as empresas que tiverem Atos Concessórios de Drawback Isenção solicitados ou emitidos pelo Banco do Brasil até 31/12/2014, nos termos do art.3º da Portaria SECEX nº.47/2014, poderão apresentar pleito de aditivo para incluir novos insumos em AC que estejam em vigor nas agências daquela instituição, o qual será submetido à análise com base nos critérios de concessão do regime.

Lembramos que um dos critérios é que as importações, compras no mercado interno e exportações tenham ocorrido antes do pedido original dos atos concessórios, conforme previsto no artigo 117 da Portaria Secex 23/11.

Departamento de Operações de Comércio Exterior

Fonte: Portal Siscomex

 

 

continue lendo:

 

 

Brasil atinge sua pior posição em ranking de competitividade

O Índice de Competitividade Mundial 2015 (World Competitiveness Yearbook – WCY), divulgado ontem pelo International Institute for Management Development (IMD) e pela Fundação Dom Cabral (FDC), apontou a perda de espaço do Brasil no cenário competitivo internacional, com a queda de posições pelo quinto ano consecutivo. O País ocupa agora a 56ª colocação no ranking geral, caindo duas posições em relação a 2014. Neste ano, o Brasil está à frente apenas da Mongólia, Croácia, Argentina, Ucrânia e Venezuela.  a pior posição do Brasil em toda a história do ranking.

Os EUA continuam no topo do ranking em 2015, resultado de sua força e eficiência nos negócios e no setor financeiro, capacidade de inovação e infraestrutura. Hong Kong (2º) e Cingapura (3º) superaram a Suíça, que cai para o quarto lugar. Canadá (5º), Noruega (7º), Dinamarca (8º), Suécia (9º) e Alemanha (10º) permanecem no top 10. Luxemburgo sobe (6º) e se aproxima das tradicionais economias mais competitivas do mundo. Entre os países latino-americanos, o Chile mantém-se na melhor posição, 35º lugar, seguido do México, 39º.

“A análise geral do ranking de 2015 mostra que os países mais fortes estão se voltando para o básico”, diz o professor Arturo Bris, diretor do Centro de Competitividade Mundial do IMD. “Produtividade e eficiência estão comandando a competitividade. As empresas desses países estão aumentando seus esforços para minimizar o impacto ambiental e fornecer uma estrutura organizacional forte para a força de trabalho prosperar.”

O World Competitiveness Yearbook, que será publicado no final de junho, trouxe algumas novidades para a edição de 2015. Este ano, o critério de competitividade foi modificado, eliminando o conceito de prosperidade e medindo como os países gerenciam todos os seus recursos e competências para facilitar a criação de valor no longo prazo. O anuário também se expandiu e adicionou a Mongólia entre os países avaliados. O ranking geral abrange 61 países, avaliados sob mais de 300 critérios, com base em dados estatísticos nacionais e internacionais e de uma ampla pesquisa de opinião realizada com 6 mil executivos. No Brasil, a instituição escolhida pelo IMD para realizar a pesquisa e a coleta de dados foi a Fundação Dom Cabral (FDC).

28/05/2015 | Diário do Comércio (MG)

continue lendo:

 

Dilma pede mais acordos para lidar com freio global

A presidente Dilma Rousseff afirmou ontem no México que o fim do ciclo das commodities impõe uma nova estratégia comercial ao Brasil. Segundo ela, o país terá de olhar além das matérias-primas que são tradicionalmente o carro-chefe das exportações nacionais e fechar novos acordos para promover investimentos e produtos manufaturados.

— O fim do superciclo das commodities faz com que nós tenhamos de fazer um esforço maior na área internacional, no sentido de buscar acordos fora do tradicional acordo de compra de commodities — afirmou a presidente.

Segundo Dilma, o baixo crescimento global é um dos fatores que levaram ao declínio dos preços das commodities e à desaceleração das próprias economias emergentes. Isso, afirmou, reforça o valor da cooperação entre países de amplo mercado consumidor interno, como Brasil e México, que, juntos, têm 320 milhões de habitantes.

O Globo – 28/05/2015

continue lendo:

Acordo entre Brasil e México indica uma nova fase comercial

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, disse que a visita de Dilma Rousseff ao México permitirá “nova fase na relação comercial entre os países”. Para o ministro, “é importante reconhecer que temos o desafio de ampliar os fluxos de investimentos e de comércio”. Durante a visita ao presidente Henrique Penã Nieto foi feito acordo de comércio expandido, com inclusão do e-commerce, serviços e outros setores.

DCI – 28/05/2015

continue lendo:

Rainha anuncia referendo sobre UE

Em uma cerimônia anual repleta de pompa para marcar a abertura oficial do parlamento, a rainha Elizabeth II confirmou ontem a criação de uma legislação para regulamentar o referendo sobre a permanência do Reino Unido na União Europeia (UE). Diante do primeiro-ministro conservador, David Cameron, e de 649 parlamentares, a monarca de 89 anos divulgou 26 projetos de lei, os quais abordam a redução da carga tributária, uma maior autonomia para a Escócia, um reforço no controle migratório e medidas de combate ao extremismo islâmico. “Serão apresentadas leis para convocar um referendo (…) até o fim de 2017”, declarou Elizabeth II.

Cameron condiciona o apoio à manutenção do status quo — o Reino Unido como membro da UE — à devolução de poderes cedidos pelo governo britânico ao organismo sediado em Bruxelas. “O governo renegociará a relação com a UE e buscará a reforma do bloco. (…) Meu governo buscará reformas da União Europeia para o benefício de todos os Estados membros”, acrescentou a rainha, que ostentava uma coroa com 2.868 diamantes. A consulta popular era uma das principais promessas de campanha do premiê, reeleito no último dia 7 com maioria absoluto dos votos.

O texto que rege sobre o referendo será publicado hoje e começará a ser debatido em julho. A expectativa é de que uma votação ocorra a partir de 2016. Ainda hoje, Cameron deve iniciar por Copenhague um tour por cinco cidades europeias — Copenhague, Haia, Paris, Varsóvia e Berlim —, durante o qual ele pretende debater as condições para a permanência do Reino Unido na UE.

Soberania

“Nós apenas esperamos que Cameron seja capaz de negociar os termos que serão mais aceitáveis para o Reino Unido, especialmente nos temas da soberania e dos poderes legais. Ainda é cedo para antecipar o resultado do referendo. Certos setores da indústria creem que abandonar a UE seria um grave erro, enquanto outros veem isso como benéfico”, explicou ao Correio o historiador britânico Christopher Warwick, biógrafo real e autor de uma biografia autorizada da princesa Margaret, a falecida irmã caçula de Elizabeth II. Ele explicou que o discurso lido pela rainha foi redigido pelo próprio Cameron. “Considero importante o aparente compromisso do premiê em manter a modernização do Serviço Nacional de Saúde e a promessa de não aumentar os impostos”, destacou.

O pronunciamento de 1.008 palavras da rainha teve por objeto beneficiar a população economicamente ativa. “Nossa prioridade é ajudar os trabalhadores”, disse Cameron, no debate posterior ao discurso da soberana. O primeiro-ministro aposta que o pacote de 26 projetos de lei vai impulsionar a geração de empregos e contribuir com a coesão do país. O chefe de governo lembrou que o triunfo nas eleições lhe concedeu um “claro mandato” do povo. “Não desperdiçaremos um único momento”, avisou o político, no primeiro comunicado ao novo parlamento.

Tradição de 479 anos

A tradição do discurso da rainha remonta a 1536 e está cercada de grande protocolo. O emissário da rainha, o qual tem como tarefa buscar os deputados para o discurso, tem a porta fechada diante de seu rosto para simbolizar a determinação dos parlamentares em manter a independência. Além disso, durante o pronunciamento, um deputado permanece refém no Palácio de Buckingham, para garantir que a soberana, de 89 anos, volte sã e salva. Elizabeth II percorre a distância entre o parlamento e o Palácio de Buckingham em uma carruagem dourada e pronuncia o discurso no trono da Câmara dos Lordes, ao lado de seu marido, Philip de Edimburgo (foto). O discurso conclui como manda a tradição, com uma invocação divina: “Rezo para que a bênção de Deus todo-poderoso presida suas deliberações”.

Correio Braziliense – 28/05/2015

Redação On maio - 28 - 2015
  • Central de atendimento
  • Telefone: (11) 3285-3522 / e-mail: sicetel@sicetel.com.br
Associe-se!
        Clique aqui
Cadastre seu e-mail e receba periodicamente notícias do SICETEL.