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Sexta-feira, 19 de Julho de 2019






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‘Inflação do aluguel’ avança e tem variação de 1,17% em abril, diz FGV

No mês anterior, índice havia subido menos, 0,98%.

Em 12 meses, o IGP-M registrou alta de 3,55%.

O Índice Geral de Preços Mercado (IGP-M), conhecido como a “inflação do aluguel”, porque é usado para reajustar a maioria dos contratos imobiliários, registrou variação de 1,17% em abril, acima da taxa de 0,98% no mês anterior. No mesmo mês do ano passado, o indicador havia subido 0,78%.

Em 12 meses, o IGP-M registrou alta de 3,55%. Os números foram divulgados nesta quarta-feira (29) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que integra o cálculo do IGP-M e mede os preços no atacado, variou 1,41%, contra 0,92% no mês anterior.

Também usado no cálculo do indicador, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), conhecido como a inflação do atacado, registrou variação de 0,75% em abril, ante 1,42%, em março.

A maioria das classes de despesa componentes do índice registraram taxas menores de variação, com destaque para os preços relativos à habitação (de 2,93% para 1,42%).

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que também entra no cálculo, mas com peso menor que dos outros indicadores, variou de 0,36% para 0,65%.

Do G1, em São Paulo

 

 

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Levy diz que ajuste fiscal não prejudicará PIB e que é preciso rever desonerações

O ajuste fiscal posto em prática para organizar as contas públicas não prejudicará a economia, disse nesta quarta-feira (29) o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, defendendo as medidas adotadas pelo governo para fazer o país voltar a registrar superávit primário e defendendo arduamente a reversão parcial de desonerações tributárias.

“O ajuste não vai atrapalhar o crescimento”, afirmou ele em apresentação na audiência conjunta na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira, acrescentando que é preciso fazer o ajuste para que a economia volte a crescer.

Levy disse que o risco fiscal é o maior de todos os riscos e que o setor público precisa voltar a registrar poupança para estimular investimentos.

Defendendo ações que revertam parcialmente as desonerações, o ministro informou que o total da renúncia tributária já atinge R$ 113 bilhões e que isso está afetando fortemente a arrecadação de impostos e contribuições deste ano.

“Isso é mais de sete vezes o Minha Casa Minha Vida”, disse, argumentando que se esse impacto não for revertido o equilíbrio fiscal não será alcançado.

Mesmo com o duro ajuste fiscal adotado pelo governo, as contas públicas seguem deterioradas. O superávit primário feito pelo governo central ficou em R$ 1,464 bilhões em março, acumulando no ano economia fiscal de apenas R$ 4,485 bilhões.

A meta de superávit primário do setor público consolidado deste ano é de R$ 66,3 bilhões, equivalente a 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB). Desse total, R$ 55,3 bilhões é o objetivo traçado para o governo central.

Levy voltou a dizer que o Brasil não pode perder o grau de investimento, uma vez que o selo das agências de classificação de risco ajuda o Brasil a atrair investimento estrangeiro.

Segundo ele, essa probabilidade diminuiu recentemente, após nova orientação para a política fiscal dada pela presidente Dilma Rousseff.

“Esse risco é menor do que quando eu cheguei ao governo.”

Sobre o comportamento dos preços, Levy disse que a convergência da inflação para meta ajudará a reduzir a curva de juros de longo prazo e que os juros reais cairão no país, também, com o ajuste fiscal.

(Reportagem de Luciana Otoni)

Reuters – 29/04/2015

 

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Entrada de dólares no País supera saída em US$10 bilhões no ano até 24 de abril

O fluxo cambial acumulado do ano até o último dia 24 está positivo em US$ 10,260 bilhões, de acordo com dados do Banco Central divulgados nesta quarta­feira, 29. Em igual período de 2014, as entradas de dólares superavam as saídas em US$ 3,641 bilhões.

O saldo acumulado de 2015 até agora é resultado de entradas líquidas de US$ 9,363 bilhões da área financeira, que reúne os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações. Neste segmento foram registradas chegadas de US$ 185,648 bilhões e envios de US$ 176,321 bilhões no período.

No comércio exterior, o saldo anual até 24 de abril ficou positivo em US$ 897 milhões, com importações de US$ 53,981 bilhões e exportações de US$ 54,878 bilhões. Nas exportações, estão incluídos US$ 10,807 bilhões em Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC), US$ 11,843 bilhões em Pagamento Antecipado (PA) e US$ 32,227 bilhões em outras operações.

Abril
No acumulado de abril até o dia 24, o fluxo também é positivo em US$ 5,496 bilhões. Esse volume já é melhor que
o resultado inteiro do mês anterior, que registrou ingresso líquido de US$ 2,003 bilhões ­ também o maior para
qualquer mês do ano.

As operações financeiras lideraram os ingressos de recursos. Somaram US$ 4,881 bilhões, já descontados os envios. Chegaram ao País por esse canal no período US$ 35,506 bilhões, enquanto US$ 30,626 bilhões deixaram o território nacional.

Já no comércio exterior, o saldo ficou positivo em US$ 615 milhões neste mês até o dia 24, com importações de US$ 11,883 bilhões e exportações de US$ 12,498 bilhões. Nas exportações, estão contabilizados US$ 2,459 bilhões em Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC), US$ 3,389 bilhões em Pagamento Antecipado (PA) e US$ 6,651 bilhões em outras operações.

Semana
Na quarta semana de abril, entre 20 e 24 de abril, a entrada de dólares no País foi US$ 1,086 bilhão maior que a
saída. Na semana anterior, o fluxo tinha sido positivo em US$ 3,441 bilhões. Os ingressos líquidos de operações
financeiras somaram US$ 1,459 bilhão. Aportaram por aqui, via canal financeiro, US$ 9,444 bilhões, enquanto
US$ 7,984 bilhões deixaram o território nacional no período.

Já no comércio exterior, o saldo ficou negativo em US$ 374 milhões, com importações de US$ 3,164 bilhões e exportações de US$ 2,791 bilhões. Nas exportações, estão contabilizados US$ 599 milhões em Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC), US$ 555 bilhão em Pagamento Antecipado (PA) e US$1,638 bilhão em outras operações.

Fonte: Infomoney – 29/04/2015

Redação On abril - 29 - 2015
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