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Sexta-feira, 19 de Julho de 2019






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Fabricantes de automóveis, distribuidoras e administradoras de consórcios assinam acordo visando aumento de vendas

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac) assinaram nesta quinta-feira, 23, como antecipado nessa quarta-feira, 22, pelo Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, um termo de entendimento criando o chamado “Festival do Consorciado Contemplado”, para tentar estimular as vendas de veículos por meio de consórcios.

O festival vai acontecer de 1º de maio a 15 de junho. Até o momento, 11 marcas confirmaram participação: Audi, DAF, Fiat Crysler Automotive, Honda, Caoa, Iveco, General Motors, Man Latin America, Scania, Toyota e Volkswagen. Outras montadoras poderão entrar durante o festival. “A ideia é que as marcas possam oferecer condições melhores para o contemplado adquirir seu veículo nesse período “, explicou o presidente da Anfavea, Luiz Moan.

O executivo ressaltou que a participação das marcas é opcional e que cada uma delas fará ofertas de forma individual, sem interferência da Anfavea, Fenabrave ou da Abac. De acordo com ele, nenhuma meta de vendas foi estabelecida. Moan reconheceu que o festival é uma ação de marketing no curto prazo, mas ponderou que, em longo prazo, tem o objetivo de promover a valorização do sistema de consórcio.

O presidente da Abac, Paulo Roberto Rossi, explicou que o papel da entidade será comunicar às cerca de 130 administradoras de consórcios filiadas sobre o festival e motivá-las a notificar os consorciados contemplados. “Estamos muito animados. A expectativa é de que, mediante o oferecimento dessas vantagens, eles se dirijam e façam esses negócios nas concessionárias”, afirmou o executivo.

Rossi destacou que, atualmente, há cerca de 240 mil consorciados que foram contemplados e ainda não usaram o crédito, sendo 225 mil para aquisição de veículos leves e 15 mil para pesados. Segundo ele, essa média é cíclica e varia de acordo com as condições do setor automotivo. Ele lembrou que, quando o cliente é completado, o dinheiro é aplicado em uma conta, para preservar seu poder de compra, como prevê o Banco Central.

O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, explicou que a negociação se dará direto nas concessionárias. Segundo ele, aproximadamente 3 mil empresas filiadas à entidade deverão participar. Ele comentou que a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo) foi convidada a participar do festival, mas ainda não respondeu. “Esperamos que eles possam entrar rapidamente”, disse.

Os executivos afirmaram que outras ações promocionais deverão ser lançadas ao longo do ano para tentar aumentar as vendas de veículos, que acumulam queda de 19,7% em 2015 até a primeira quinzena de abril. No fim de outubro, a Fenabrave já tinha firmado acordo com a Caixa Econômica e com o Banco Pan para oferecer crédito com taxas de juros mais baixas do que a média do mercado até dezembro de 2014.

Fonte: O Estado de São Paulo

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Arcelor investe para aumentar receita com resíduos 

Em 2015, a ArcelorMittal Brasil vai investir R$2,8 milhões em pesquisa e desenvolvimento de novas aplicações para os resíduos siderúrgicos. A ação visa evitar o descarte no meio ambiente, economizar o uso dos recursos naturais e ainda gerar receitas.

Ao todo, serão 17 novas linhas de pesquisa, conduzidas em parceria com universidades federais, com o Núcleo de Pesquisas do grupo ArcelorMittal na Europa, com clientes, além de sinergia interna entre as usinas.

No ano passado, a filial brasileira reaproveitou cerca de 3,1 milhões de toneladas de resíduos industriais, dando novos usos às escórias, gases e outros coprodutos derivados do processo de produção do aço.

A venda desses mais de 30 tipos de coprodutos gerou uma receita extra de R$180 milhões à empresa. Os principais destinos dos materiais foram as indústrias de cimento e química.

Fonte: Usinagem-Brasil

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 Setor de ferramentas registra forte aumento de custos

(26/04/2015) – O setor de ferramentas de corte de metal duro importadas registrou forte aumento dos custos nesse início de ano. Segundo levantamento realizado pela WebSetorial Consultoria Econômica, encomendado pelo Sinafer e a ABFA (Associação Brasileira da Indústria de Ferramentas), nos meses de janeiro e fevereiro de 2015 houve crescimento de 20,21% nos custos de importação das ferramentas de metal duro.

De acordo com o estudo, no período, os valores das importações sofreram aumento de 28,05%, que somam ao aumento de 3,95% nos custos operacionais das empresas (energia, pedágios, embalagens e logística etc.) para a distribuição desses produtos no mercado brasileiro e do aumento de 6,62% nos custos da mão de obra – equipes técnica e de marketing, dedicadas à comercialização desses produtos.

O aumento afeta diretamente a margem de lucro das empresas, já prejudicada pelo longo período de queda do mercado brasileiro de ferramentas – após registrar índice negativo em 2014, o setor fechou o primeiro trimestre de 2015 com baixa de 15%. Porém, diante do atual quadro econômico do País, as empresas tem enfrentado grande dificuldade para repassar os custos aos clientes finais.

Insumos – O estudo também fez um levantamento da variação do preço das commodities utilizadas nas ferramentas de metal duro, como tungstênio e cobalto. A variação desses custos foi positiva em 24,38% no acumulado de janeiro-fevereiro de 2015, em relação ao mesmo período de 2014.

(*) A WebSetorial explica que o levantamento foi desenvolvido a partir de dados secundários obtidos juntos ao MDIC-SECEX, IBGE, Datafolha e FGV. O índice consiste numa média ponderada de três componentes: o preço médio da ferramenta de metal duro importada, com peso de 65%; o custo da mão de obra local, com peso de 15%; e o terceiro, com peso de 20%, são os custos operacionais, como energia, pedágios, embalagens e logística, entre outros, para o qual se utiliza o índice geral de preços da Fundação Getúlio Vargas (IGP-M) por conta da ampla gama de itens coletados.

Fonte: Usinagem Brasil

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WEG adquire fábrica de transformadores na África do Sul

(26/04/2015) – A WEG adquiriu a unidade de fabricação de transformadores de alta tensão, minissubestações, disjuntores moldados e serviços correlatos, pertencentes à TSS Transformers, fabricante com sede em Heidelberg, na África do Sul.

A TSS surgiu em 1994, inicialmente como empresa de prestação de serviços de manutenção e reforma em transformadores, evoluindo depois para a fabricação de transformadores de força até 40 MVA – 145 kV, minissubestações e disjuntores moldados. Os ativos da companhia estão localizados nas proximidades de Johanesburgo, em uma área de 45 mil m².

Essa é a segunda aquisição no mercado de transformadores realizada pela WEG na África do Sul. Em 2013 a WEG já havia adquirido o negócio de fabricação de transformadores e minissubestações pertencentes à Hawker Siddeley Electric Africa, formando a subsidiária WEG Transformers Africa (Pty) Ltd.

Fonte: Usinagem brasil

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Preço do minério de ferro sobe na China por compras de siderúrgicas

Os contratos futuros do minério de ferro na China subiram pela quarta sessão consecutiva, atingindo uma máxima de um mês nesta segunda-feira, com siderúrgicas no maior consumidor global retomando compras da matéria-prima.

O contrato setembro na bolsa de Dalian DCIOcv1 marcou a máxima da sessão de 436,5 iuanes (70 dólares) a tonelada, seu mais alto patamar desde 26 de março. O vencimento avançou 5,2 por cento, fechando a 434 iuanes.

As siderúrgicas chinesas intensificaram recomposição de estoques desde a semana passada, atraídas pela melhora das margens na produção de aço após recuos acentuados no valor da matéria-prima, disseram fontes da indústria.

O preço do minério no mercado à vista .IO62-CNI=SI caiu para 46,7 dólares a tonelada em 2 de abril, o seu mais baixo nível desde que o The Steel Index (TSI) começou a compilar os preços, ao final de 2008.

Nesta segunda-feira, o minério no mercado físico avançou quase 3 por cento, para 58,70 dólares, segundo o TSI, depois de ter saltado aproximadamente 6 por cento na sexta-feira.

A produção média diária de grandes siderúrgicas da China subiu 5,1 por cento, para 1,695 milhão de toneladas entre 1 e 10 de abril, ante 21 e 31 de março, mostraram dados do setor.

Fonte: Reuters

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Seis indústrias anunciam investimentos em Sorocaba

Em meio à onda de notícias negativas na área político-econômica, a prefeitura de Sorocaba, no Interior de São Paulo, organizou evento visando criar um fato positivo. Promoveu coletiva de imprensa com seis indústrias que estão investindo em novas fábricas na cidade (Exco Technologies, Mettalica Caldeiraria, Grupo VMF e Carmar Oil e Gás) ou ampliando as unidades que já mantêm no município (Toyota e Pepsico). O total dos investimentos se aproxima de R$ 200 milhões.

“Graças a nossa diversidade industrial temos um ponto positivo. Se um setor não vai bem, outros setores que estão em alta acabam equilibrando e ajudando a cidade a manter os postos de trabalho”, destacou o prefeito Antonio Carlos Pannunzio, durante coletiva de imprensa.

Fabricante de ferramentas de extrusão, a Exco Technologies, do Canadá, inaugurou sua fábrica na cidade no mês passado. Com investimento de R$ 30 milhões, irá produzir ferramentas e acessórios para extrusão de alumínio voltados aos setores de transporte, de construção civil, petróleo e gás, aeroespacial, móveis, entre outros.

Em operação a cerca de dois meses, a Carmar Oil e Gás se transferiu de Guarulhos para Sorocaba. Com investimento de R$ 16 milhões, a nova unidade atuará nos segmentos de caldeiraria leve e usinagem para atender aos fabricantes de equipamentos para o setor de óleo e gás. Hoje com 85 empregados, a empresa anunciou no evento que planeja contratar outros 25 funcionários.

Empresa que atua no segmento de caldeiraria pesada, a Mettalica também acaba de se transferir para Sorocaba, vinda do ABC. Com investimento de R$ 15 milhões (com previsão de outros R$ 20 milhões no médio prazo), fabrica equipamentos especiais sob encomenda para empresas que atuam nos setores de óleo, gás, mineração, indústrias químicas e petroquímicas. Atualmente com 60 funcionários, tem previsão de chegar ao final de 2015 com 100 contratados.

Composto por três empresas que atuam nas áreas de manutenção de helicópteros, de turbinas e de aviões, o Grupo VMF se instalou em dois hangares no aeroporto de Sorocaba, no mês de janeiro. A empresa já investiu R$ 10 milhões e existe a intenção de investir outros R$ 10 milhões na aquisição de equipamentos.

Presente ao evento, a Toyota reafirmou o anuncio feito em janeiro último de investir R$ 100 milhões na ampliação da fábrica com a geração de trezentos novos empregos diretos. Com os novos recursos, a capacidade de produção do Etios saltará, no início de 2016, de 74 para 108 mil unidades por ano. Já a Pepsico, sem revelar valores e planos, afirmou que deverá gerar um bom volume de empregos na cidade nos próximos meses.

Fonte: Usinagem-Brasil

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Efeito da crise, demissões crescem 26% em metalúrgicas de Piracicaba 

De janeiro a abril de 2015, mais de 1,8 mil trabalhadores perderam o emprego. Setor sucroalcooleiro é o que mais sofre, segundo o sindicato da categoria.

O número de de trabalhadores demitidos do setor de metalurgia de Piracicaba (SP) é 26,6% maior nos primeiros 4 meses de 2015, se comparado ao mesmo período de 2014. De acordo com balanço do sindicato da categoria, atualmente há 22 mil funcionários empregados, ante 30 mil na mesma época do ano passado. A entidade associa o momento desfavorável à crise financeira do país.

Dezenas de empregados demitidos aguardavam para fazer a homologação no Sindicato dos Metalúrgicos em Piracicaba (SP) nesta sexta-feira (24). A média tem sido de 50 homologações por dia, com agenda cheia até o fim do mês, segundo o presidente José Florence da Silva. “Nunca vi algo como esta crise”, disse.

Em todo ano de 2014 foram 5,8 mil desligamentos. De janeiro a abril de 2015, foram registradas 1.843 demissões. Praticamente 50% dos demitidos trabalhavam em indústrias que dão suporte e manutenção para as usinas de álcool e açúcar. O sindicato chegou a contratar funcionários para dar conta da demanda.

Wilson Godoy Pedro é um dos que perderam emprego. Ele foi dispensado da empresa em que trabalhava há quatro anos como moldador. “Ele (patrão) me procurou e disse que não tinha muito serviço e, por isso, não teria como me pagar”, disse.

A crise atinge também as pequenas fábricas e os fornecedores. Irineu Muniz Júnior sentiu no bolso. Sem pedidos, as duas máquinas de sua empresa de estão paradas há 60 dias.

O número de funcionários também diminuiu. Para não ter mais prejuízos, a saída foi investir em outras áreas, como a mineração.

A empresa de Irineu trabalha com corte de chapas, soldas e usinagem e não vê perspectivas de melhoras no setor. Um dos maiores problemas enfrentados é a dificuldade em receber pelo serviço prestado.

A categoria dos metalúrgicos está dividida em três setores, o de máquinas, o automotivo e o sucroalcooleiro, que é o que mais sofre os efeitos da crise, segundo o presidente do sindicato.

Fonte: G1

Redação On abril - 27 - 2015
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