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Sexta-feira, 19 de Julho de 2019






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Empresas brasileiras exportam US$ 3,677 bilhões em março

As empresas brasileiras exportaram US$ 3,677 bilhões na terceira semana de março com desempenho médio diário dos embarques brasileiros de US$ 735,4 milhões, valor 2,6% menor que o registrado no acumulado até a segunda semana do mês.

Nessa comparação, foi observada diminuição das exportações de semimanufaturados (-5,7%) e manufaturados (-4,6%). Já as exportações de produtos básicos cresceram 2,1%, puxadas por soja em grão, farelo de soja, carne de frango e suína, e algodão em bruto.

As importações brasileiras na terceira semana de março somaram US$ 3,876 bilhões, com média diária de US$ 775,2 milhões. Na mesma comparação feita com as exportações, foi registrado crescimento de 1,6% das importações, principalmente, pelo aumento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, aparelhos eletroeletrônicos e veículos automóveis e partes. O saldo comercial na terceira semana de março ficou negativo em US$ 199 milhões. No ano, as exportações totalizam US$ 37,027 bilhões e as importações, US$ 43,315 bilhões, com saldo negativo de US$ 6,288 bilhões.

Fonte:  Conexão Marítima

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EUA têm aposta de longo prazo no Brasil, diz ex-embaixador americano

WASHINGTON  –  Os Estados Unidos têm uma aposta de longo prazo no Brasil, disse nesta sexta-feira o conselheiro do Departamento de Estado americano, Thomas Shannon, ao traçar um quadro positivo sobre as relações entre os dois países e sobre as perspectivas brasileiras.

“Nós acreditamos que o Brasil é não apenas o país do futuro, mas do presente, que será um grande ator no século XXI”, afirmou Shannon, ex-embaixador dos EUA em Brasília, ao falar do significado das recentes viagens do vice-presidente Joe Biden ao Brasil, para conversar com a presidente Dilma Rousseff, assim como da dedicação do governo americano em “superar” os problemas causados pelas revelações feitas por Edward Snowden – uma referência às denúncias de que Dilma foi espionada pela Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês), que levaram a presidente a adiar uma visita de Estado a Washington marcada para outubro de 2013. O episódio esfriou as relações entre os países, que melhoraram gradualmente no ano passado. A expectativa é que Dilma visite os EUA neste ano.

Em evento promovido pela Brazil Initiative na Universidade George Washington, o diplomata criticou quem tem uma visão de curto prazo sobre o país. Citou como exemplo a revista “The Economist”, que, depois de fazer uma capa em novembro de 2009 mostrando a decolagem do Cristo Redentor, fez outra em setembro de 2013 com a estátua em voo desgovernado para o chão. “Tom Jobim disse que o Brasil não é para amadores. Eu tenho um adendo para essa frase. O Brasil não é para quem visão de curto prazo.”

Shannon destacou, então, o que afirmou no Brasil há alguns meses pelo presidente da General Electric (GE), Jeffrey Immelt, no lançamento de um centro de pesquisa e desenvolvimento no Rio de Janeiro, mostrando o compromisso com a economia brsaileira. “Se alguma empresa americana estiver saindo do Brasil, eu compro o que eles tiverem no país.” Para Shannon, essa é a abordagem correta.

O diplomata americano disse ainda que, para prosperar, o relacionamento não pode ser moldado apenas pelos dois governos, sendo necessário encontrar caminhos para que as sociedades das duas nações possam ajudar a defini-las. “Se alguém perguntar para o meu bom amigo Mauro Vieira [o chanceler brasileiro] o que o Brasil quer dos EUA, ele dirá que é o apoio americano à candidatura brasileira a um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. Mas, se você perguntar para o brasileiro das ruas, ele dirá: isenção de visto, para poder viajar aos EUA quando quiser e sem ter que pagar US$ 160 para obter o visto”, exemplificou Shannon, observando que donos de restaurantes e hotéis da Flórida também querem o fim da exigência de visto para brasileiros.

As empresas americanas, por sua vez, desejam do Brasil mais acesso a mercados, de acordo com ele. “Nós estamos chegando a um momento em que as  nosssas sociedades vão definir o que os governos precisam fazer para melhorar a relação entre os dois países.”

Embaixador americano no Brasil entre dezembro de 2009 e setembro de 2013, Shannon disse que, mesmo com os desafios enfrentados pelos dois governos depois das denúncias feitas por Snowden, as conexões entre a sociedade brasileira e a sociedade americana continuaram. Ele lembrou que, na sua época no Brasil, a administração americana emitia cerca de 1,4 milhão de vistos por ano, com mais de 2 milhões de brasileiros visitando os EUA anualmente.

As ligações às vezes são inusitadas, afirmou ele, dando como exemplo as conexões entre as igrejas evangélicas dos dois países. Shannon também ressaltou os laços formados pela educação, citando o programa Ciências sem Fronteiras, pelo qual estudantes brasileiros ganham bolsas para estudar em universidades no exterior, com muitos deles indo para os EUA. “Isso cria relações entre os dois países que são fortes, duradouras e importantes”, disse o conselheiro do Departamento de Estado.

Shannon afirmou ainda que o Brasil é o tipo de ator global que os EUA querem. Não é um país que quer ganhar espaço no cenário internacional com armas nucleares — como seria o caso do Irã. “Nós queremos parceiros que respeitem a lei internacional e as organizações internacionais e estejam comprometidos em reformas essas organizações para refletir o século XXI”, afirmou ele.

O diplomata observou que o Brasil não projeta o seu poder pela força, mas pela persuasão e pelo exemplo. Para isso, é fundamental que o país seja bem sucedido internamente. Ao analisar a situação atual, Shannon disse que o Brasil enfrenta desafios importantes em quatro áreas – infraestrutura, recursos humanos, estrutura regulatória e energia. A boa notícia, segundo ele, é que os brasileiros sabem dos problemas e têm capacidade para resolvê-los sozinhos.

“O Brasil não pecisar esperar, pedir permissão ou financiamento para ninguém. O país tem a capacidade de fazer isso sozinho”, afirmou ele. “Essa é a glória e a frustração do Brasil. Há muitos poucos países que estão no lugar do Brasil, mas quando o Brasil vai devagar, ele vai devagar por causa de si mesmo, por causa das decisões que não está tomando.”

Shannon também analisou os protestos realizados pelos brasileiros em junho de 2013 e neste mês. Na sua visão, o que ocorre agora é uma democracia tentando se modernizar. “Isso é um evento profundamento positivo”, avaliou ele, afirmando estar confiante de que a estrutura política brasileira vai encontrar um modo de acomodar essas demandas.

Ele lembrou que, depois que as manifestações de 2013 foram finalmente digeridas e entendidas, a resposta de Dilma foi oferecer um referendo sobre a reforma política, sugerindo que os brasileiros precisavam ter uma voz sobre o assunto. “Essa iniciativa morreu no Congresso, morta por partidos que não tinham nenhum interesse na reforma política”, disse Shannon. Para ele, porém, esse esforço para bloquear e limitar a reforma é temporário. “É evidente, pelo que vemos na paisagem eleitoral e nas ruas, que os brasileiros estão determinados a redesenhar o seu sistema político e a democracia, para serem bem sucedidos no século XXI e ter representação mais ampla.”

O conselheiro do Departamento de Estado também falou rapidamente sobre a Cúpula das Américas, que ocorrerá em 10 e 11 de abril na Cidade do Panamá. Shannon classificou o evento como histórico, porque, pela primeira vez em décadas, contará com a presença de todos os países do continente – Cuba estará presente, num momento em que há uma reaproximação com os EUA. Além da participação do país comandado por Raúl Castro, a participação de líderes empresariais e da sociedade civil também será importante no encontro dos países de toda as Américas, disse ele.

Shannon afirmou ainda que os EUA tentarão o diálogo com a Venezuela, num momento em que os países enfrentam tensões. Neste mês, o presidente Barack Obama declarou a Venezuela uma ameaça à segurança nacional e à política externa dos EUA e determinou o congelamento de bens de sete autoridades venezuelanas acusadas de terem violado direitos humanos.

Fonte: Valor Econômico – 27.03.2015

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PIB dos Estados Unidos cresce 2,4% em 2014

O Departamento do Comércio dos Estados Unidos informou que o Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano cresceu a uma taxa de 2,4% em 2014, em comparação com uma expansão de 2,2% em 2013. Na estimativa anterior, a alta do PIB em 2014 havia sido de 2,3%. O PIB reflete o valor de todos os bens e serviços produzidos nos EUA.

Os lucros das empresas norte-americanos ajustados antes de impostos recuaram em 2014 pela primeira vez desde 2008. Os ganhos ajustados caíram 0,8% para US$ 2,09 trilhões.

A última vez que os lucros caíram foi em 2008, quando a recessão estava em pleno andamento. Os bancos e outras companhias financeiras apresentaram ganhos mais baixos, enquanto as empresas não financeiras aumentaram modestamente lucros.

Números de lucro são ajustados para a depreciação e o valor dos estoques.

Trimestre. No quatro trimestre de 2014, o PIB dos Estados Unidos teve crescimento a uma taxa anual ajustada sazonalmente de 2,2% no quarto trimestre de 2014, de acordo com a terceira e última leitura do indicador. O resultado se manteve inalterado frente ao registrado na segunda estimativa, mas abaixo das expectativas dos economistas consultados pelo Wall Street Journal, de expansão de 2,4%.

De acordo com o relatório, a economia dos Estados Unidos desacelerou nos últimos meses de 2014 e os lucros das empresas caíram.

O PIB do quarto trimestre cresceu 2,4% na comparação anual, ante alta de 2,7% no terceiro trimestre.

De acordo com o Departamento do Comércio, os lucros corporativos depois de impostos, sem avaliação de estoques e ajustes do consumo de capital, recuaram 3% na comparação trimestral. Esta foi a maior queda trimestral dos lucros desde o primeiro trimestre de 2011.

Na comparação com o ano anterior, os lucros subiram 2,9% no quarto trimestre, com desaceleração ante a alta de 5,1% observada no terceiro trimestre.
Em geral, a visão do quarto trimestre foi mista, com os gastos dos consumidores no ritmo mais rápido desde 2006, mas com desaceleração do investimento empresarial e redução dos gastos do governo.

E muitos economistas esperam que o atual trimestre permaneça em ritmo lento. Nesta semana, várias previsões foram reduzidas para o PIB deste começo de ano, após dados decepcionantes sobre gastos de empresas e investimentos.

O Morgan Stanley reduziu a estimativa para uma taxa anualizada de alta de 0,9%, frente um ganho de 1,2% na projeção anterior, e o JP Morgan Chase colocou sua estimativa em expansão de 1,5%, ante expectativa de crescimento de 2%. O Departamento do Comércio publica a primeira estimativa do PIB dos três meses iniciais de 2015 em 29 de abril.

Apesar do crescimento desigual, a economia dos EUA vem avançando em um ritmo rápido o suficiente para gerar postos de trabalho e para levar alguns trabalhadores marginalizados de volta para o mercado de trabalho.

Mas um dólar fortalecido e uma fraca demanda global estão pesando nas exportações e na inflação do país, ao mesmo tempo em que prejudicam os lucros das empresas norte-americanas que fazem negócios no exterior.

As exportações cresceram a uma taxa de 4,5% no quarto trimestre, contra uma estimativa anterior de expansão de 3,2% e em linha com o ritmo do terceiro trimestre. A revisão para cima refletiu principalmente mais gastos em viagens e outros serviços. As importações também aumentaram fortemente. Assim, o comércio exterior foi um fardo líquido sobre o crescimento no quarto trimestre.

O total das exportações como proporção do PIB se elevou ao longo das últimas décadas. E uma estagnação dos embarques para outros países poderia prejudicar o crescimento.

Dirigentes do Federal Reserve estão analisando de perto os efeitos de dólar forte, enquanto cogitam o momento de começar a elevar as taxas de juros. A presidente do Fed, Janet Yellen, disse neste mês que o dólar fortalecido provavelmente é uma das razões para o fraco crescimento das exportações, mas também reflete a melhora da economia dos EUA.

“Nós vemos considerável força subjacente na economia norte-americana e, apesar do que parece ser um primeiro trimestre mais fraco, estamos projetando um bom desempenho para a economia”, disse Yellen, em uma entrevista coletiva feita logo após a última reunião de política monetária do Fed.

No quarto trimestre, segundo o relatório publicado nesta sexta-feira, os gastos dos consumidores subiram a uma taxa anual ajustada sazonalmente de 4,4%, ante uma estimativa anterior de ganho de 4,2%.

Mas uma revisão para baixo de estoques privados compensaram, em grande parte, as revisões para cima de exportações e de gastos dos consumidores.

O investimento das empresas – que reflete os gastos com software, pesquisa e desenvolvimento, equipamentos e estruturas – cresceu a uma taxa de 4,7%, ante estimativa anterior de 4,8% e do ritmo de 8,9% no terceiro trimestre.

Os gastos do governo contraíram a um ritmo de 1,9%, refletindo uma forte queda nos gastos federais com Defesa.

O mercado imobiliário teve uma expansão de ritmo modesto. O investimento residencial cresceu a uma taxa de 3,8% no quarto trimestre, um aumento frente os 3,2% no terceiro trimestre.

As medidas de demanda subjacente na economia também mostraram sinais de fraqueza no último trimestre. Vendas finais reais de produtos domésticos, uma medida que exclui mudanças de estoques, cresceram a um ritmo de 2,3%, face a taxa do terceiro trimestre de 5,0%.

Fonte: O Estado de São Paulo

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Brasil perdeu liderança nos debates, diz ambientalista

“O Brasil está em uma encruzilhada”, diz Jennifer Morgan, do World Resources Institute (WRI). “O país sempre teve um papel muito importante nas negociações climáticas internacionais. Mas agora não está claro o que vai fazer.”

Ela lembra que o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) – instrumento previsto no Protocolo de Kyoto pelo qual empresas de países ricos que não conseguem cumprir sua meta de redução de emissões em casa podem fazê-lo investindo em projetos de tecnologia limpa em países em desenvolvimento – foi ideia brasileira. “O presidente Lula, em Copenhague, fez um discurso inesquecível e deu até recursos para o fundo de adaptação”, continua. “O Brasil sempre esteve na liderança. Mas agora não se sabe bem o que o país irá fazer.”

O governo brasileiro tem uma escolha à sua frente, na visão dela. “O Brasil tem um setor elétrico de base hídrica e baixa emissão e fez um bom trabalho em reduzir o desmatamento. Com a queda dos preços das energias renováveis, como solar e eólica, pode fazer uma escolha inteligente e seguir por este caminho. É a chance de reemergir na liderança sem cometer os erros que outros fizeram e tentam, agora, corrigir.”

Ela cita a China, que busca “sair do carvão o mais rápido possível”, em função da poluição do ar nas grandes cidades.

Morgan diz que as grandes economias apresentarão seus planos de redução de emissão e adaptação nos próximos meses (chamados INDCs) e que, espera-se, o Brasil faça o mesmo. O bloco europeu e a Suíça apresentaram seus compromissos há poucos dias, o México foi o primeiro país em desenvolvimento a seguir esse passo e os EUA devem anunciar seu plano nesta semana. A África do Sul, o Chile e alguns africanos prometeram os seus até junho. Índia e China, também. “É importante conhecer esses planos logo porque isso constrói uma atmosfera de confiança entre os países”, avalia.

Fonte: Valor Econômico

Redação On março - 30 - 2015
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