Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Sexta-feira, 19 de Julho de 2019






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China vai cortar 80 milhões de toneladas de aço até 2017

 Produção de aço: país tem enfrentado problemas para resolver o problema do excesso de capacidade do setor, que chega agora a 300 milhões de toneladas

A China planeja cortar até 80 milhões de capacidade excedente de produção de aço nos próximos três anos para lidar com um quadro de excesso de oferta que mergulhou o setor siderúrgico em uma crise, afirmou uma autoridade do governo chinês no sábado.

Falando durante um fórum do setor, Luo Teijun, do departamento de matérias-primas do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação afirmou que a China vai publicar até junho um novo plano para reestruturar sua indústria siderúrgica entre 2015 e 2017.

“O principal objetivo é fortalecer a posição de mercado de empresas e melhorar a competitividade geral do setor”, disse Luo.

Segundo o esboço do plano, a China vai reduzir o número de empresas siderúrgicas para “cerca de 300”, ante mais de 500 atualmente.

O país vai também se esforçar para conseguir crescimento zero no consumo de energia pelo setor, além de reduzir emissões de poluentes até 2017, disse Luo.

Na semana passada, em um plano separado de desenvolvimento para o setor, o ministério afirmou que tinha como meta colocar sob controle das 10 maiores siderúrgicas da China 60 por cento da capacidade de produção de aço do país até 2025, 10 anos depois do prazo original.

A China tem enfrentado problemas para resolver o problema do excesso de capacidade do setor, que chega agora a 300 milhões de toneladas, com governos locais obssessivos por crescimento encorajando empresas a expandir suas atividades o mais rápido possível.

Zhao Xizi, presidente da câmara de comércio para pequenas e médias empresas metalúrgicas da China, afirmou que os problemas enfrentados pelo setor são apenas o começo.

Ele afirmou que a relação entre a quantidade de aço consumida a cada 10 mil iuans de crescimento do Produto Interno Bruto da China caiu de 174 quilos em 2007 para 100 quilos em 2014, devendo cair em mais 70 quilos nos próximos anos conforme a estrutura da economia do país muda e a indústria siderúrgica atinge finalmente um pico de produção.

“Até cerca de 2019 a produção de aço terá passado do auge e vai começar a cair”, disse ele.

“A real crise para o setor, e o período em que o excesso de capacidade será realmente mais sério, vai vir depois de 2018”, acrescentou. (Reuters)

Fonte: Exame

 

 

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Alcoa suspende produção de alumínio primário no Brasil

 Alberto Alerigi Jr.

A Alcoa anunciou nesta segunda-feira a suspensão das atividades de sua usina de alumínio em São Luís, com corte de 74 mil toneladas de capacidade da Alumar, em uma decisão que a empresa afirmou estar alinhada com o plano de avaliar cortes na produção para otimizar seu portfólio

A companhia disse que espera que a parada na produção de alumínio primário na Alumar seja concluída até 15 de abril. Com a decisão, a empresa deixa de produzir alumínio primário no Brasil, uma atividade eletrointensiva que vem sofrendo com a forte elevação nos custos da energia no país.

A suspensão das 74 mil toneladas remanescentes se soma às 85 mil toneladas métricas de capacidade paralisadas na unidade em maio de 2014 e as 12 mil toneladas que já tinham sido cortadas em outubro do ano passado.

“Continuamos a tomar medidas decisivas para criar um negócio competitivo em nível global baseados em uma revisão da nossa capacidade nos negócios de produtos primários”, disse em comunicado à imprensa Bob Wilt, presidente global do grupo de produtos primários da Alcoa.

Segundo a companhia, a Alumar era um dos maiores complexos do mundo para produção de alumínio primário e alumina, tendo sido inaugurado em julho de 1984, em parceria com as multinacionais Rio Tinto Alcan e BHP Billiton.

A produção de alumínio primário no Brasil somou 962 mil toneladas em 2014, uma queda de 26 por cento sobre 2013. O alumínio primário é a forma bruta não laminada do metal usada pela indústria para obtenção de outros produtos.

No primeiro bimestre, a produção nacional do insumo somou 134,4 mil toneladas ante 197,4 mil toneladas no mesmo período de 2014, segundo dados da Associação Brasileira de Alumínio (Abal).

Com a decisão da Alcoa, os produtores de alumínio primário no Brasil se reduzem a Votorantim Metais e Albras Alumínio Brasileiro, controlada pela europeia Norsk Hydro, informou a entidade.

A Alcoa disse que “as condições desafiadoras do mercado global e os elevados custos operacionais tornaram a produção de metal inviável”, mas não informou quantos funcionários a Alumar emprega na atividade e qual será o destino deles.

Segundo a companhia norte-americana, a unidade de produção de alumina da Alumar não será afetada e “continuará operando normalmente”.

Com o ajuste na linha de produção de São Luís, a Alcoa deixará de produzir aproximadamente 740 mil toneladas métricas anuais, o equivalente a 21 por cento de sua capacidade de produção de metal. (Reuters)

Fonte: Reuters

 

 

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Maiores siderúrgicas da China tiveram perdas de US$507mi em janeiro e fevereiro

Médias e grandes siderúrgicas da China tiveram prejuízo de 3,15 bilhões de iuanes (507,1 milhões de dólares) no primeiro bimestre, disse nesta quinta-feira o vice-chairman da Associação de Ferro e Aço da China (Cisa), Wang Liqun, com o excesso de oferta e aumento mais lento da demanda pressionando preços.

 O consumo aparente de aço bruto na China, o maior produtor e consumidor do material de construção, caiu 7,5 por cento em janeiro e fevereiro, disse Wang numa conferência do setor.

 As siderúrgicas chinesas têm enfrentado dificuldades com excesso crônico de capacidade, crescimento mais lento da demanda e custos ambientais cada vez maiores. Uma queda de 28 por cento nos preços do aço no ano passado forçou muitas usinas não competitivas a fecharem.

 O consumo de aço na China caiu 4 por cento, a 740 milhões de toneladas em 2014 e a produção de aço bruto subiu 0,9 por cento, a 820 milhões de toneladas, menor taxa em mais de três décadas.

 As siderúrgicas chinesas têm recorrido às exportações, que subiram a um recorde de 93,78 milhões de toneladas no ano passado, mas Wang alertou que crescentes atritos comerciais colocarão pressão sobre as exportações de aço chinesas.

Fonte: Reuters

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Unidade de turbos mantém liderança em 2014 

A Cummins Turbo Technologies (CTT) promove uma série de ações voltadas à segurança e melhoria de seu processo produtivo com foco em redução de custos, qualidade e tecnologia na fabricação de turbos Holset. Mesmo com a retração econômica, a fabricante se manteve no ano passado líder no segmento de motores Diesel com 48,2% de participação. Também registrou crescimento no mercado de reposição de 8%.

“Nosso principal crescimento foi no mercado de reposição com ampliação da remanufatura de turbos, na qual registramos aumento de vendas em relação a 2013”, diz Rosemeire de Bem Silva, gerente geral da CTT. Lançada em 2013, a linha de Turbos Holset Reman é opção ambientalmente sustentável para o consumidor que necessita de reposição, além de ser uma alternativa que propicia redução de custo do produto a seus clientes.

Em 2014, a CTT investiu na modernização de seus equipamentos e processos produtivos, bem como os escritórios, atendendo ao mesmo padrão corporativo utilizado na matriz e em outros países. Como resultado, as operações estão mais eficientes e mais seguras aos seus funcionários.

A fabricante desenvolveu novos produtos e aplicações voltadas principalmente ao mercado da América do Sul. O principal objetivo foi acompanhar a tendência de “downsizing”, que consiste na aplicação de motores menores, mais potentes, econômicos e leves, substituindo motores maiores e mais antigos.

Por este motivo, os fabricantes de motores precisavam de turbocompressores mais eficazes, modernos e compactos. E foi justamente neste contexto que a CTT apresentou a família HE200 e HE250. A HE200, já aplicada nos motores Cummins ISF 3.8 e ISF 2.8, atende a uma faixa de motores de 2.8 a 5.0 litros, com maior durabilidade e eficiência. Isso resulta em melhores respostas e melhor consumo de combustível para o usuário final.

Entre as vantagens da HE250, destaque para as novas dimensões: 30% menor e 40% mais leve quando comparado com a atual HE300. Além disso, o novo turbo da CTT traz materiais mais resistentes, eleva a durabilidade do produto e reduz o atrito interno. Trata-se de produto tecnologicamente mais avançado capaz de permitir ao motor trabalhar com temperaturas menores, prolongando sua vida útil. Como consequência oferece melhor resposta de aceleração e redução nos custos de manutenção por trazer menos intervenções.

Cobertura – A expansão do canal de distribuição da Cummins Turbo Technologies na América do Sul é um importante elemento na estratégia de crescimento, que conta atualmente com 32 distribuidores independentes Holset e 16 distribuidores Cummins. A rede de cobertura no pós-venda atinge 100% dos países da América do Sul. “Hoje ampliamos o foco e sinergia de vendas entre a Cummins Turbo Technologies e a Cummins Filtration com o objetivo de aprimoramento dos mercados em especial da Colômbia, Peru, Chile, Argentina, Bolívia e Uruguai”, comenta a gerente.

Prioridades – O desenvolvimento na competitividade de custos, expansão de mercado e portfólio por meio da redução de seus custos operacionais é prioridade para a CTT que não mede esforços para conquistar clientes no segmento, em especial com a chegada de novos entrantes no País e outras montadoras que já são clientes Cummins em seus países origem.

De acordo com a gerente geral, a CTT também está ampliando seu foco para aplicações diversas com outros fabricantes de motores além da Cummins e em aplicações do segmento de caminhões pesados e extrapesados, com possível nacionalização de componentes.

Fonte: Guia Oil & Gas

 

 

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Com maior receita, ArcelorMittal Brasil quase triplica lucro em 2014

Na mesma base de comparação, a receita líquida da companhia, controlada pela maior siderúrgica do mundo em volume, cresceu 8,2% e totalizou R$ 17,99 bilhões. A empresa vendeu 8,9 milhões de toneladas de aço em 2014, aumento de 10%, sendo 71,5% ao mercado doméstico.

O relatório da administração, que acompanha as demonstrações financeiras, aponta ainda expansão de 21% na produção de aço plano, para 5,36 milhões de toneladas — 32% entregue a Calvert, usina que o grupo controla com a Nippon Steel & Sumitomo Metal e que pertencia à alemã ThyssenKrupp. No segmento de longos, foi observado recuo de 7%, para 3,3 milhões de toneladas.

Além disso, o controle de gastos ajudou a conter os custos no ano e essa linha do balanço avançou 6,3%, em ritmo bem menor do que o faturamento. Os custos chegaram a R$ 14,18 bilhões. As despesas com vendas, contudo, saltaram 53,3% e chegaram a R$ 610,3 milhões, e as gerais e administrativas aumentaram em 15,8%, para R$ 442,1 milhões.

A Arcelor brasileira se beneficiou no período da comercialização de sucata e escória resultantes de sua produção, o que elevou o ganho com essa atividade em 65%, para R$ 448 milhões. Também reforçou o resultado a alienação da laminadora Huatian em 2014, que deixou a linha de venda de ativos em R$ 281,8 milhões.

Apesar da melhora operacional registrada, a companhia aproveitou para criticar o cenário atual da economia brasileira no relatório da administração. “O país precisa urgente de uma política governamental clara para defender a indústria doméstica contra a importação predatória de aço”, pediu o grupo.

A controlada da siderúrgica de Luxemburgo também lembrou que os desafios são grandes para 2015. Há um excedente de oferta do aço no mundo, que leva ao que a Arcelor chamou de “distúrbios no fluxo de comércio internacional”. Esse é o principal problema da competição com o produto importado, analisou a empresa.

“A situação atual dá sinais de que passaremos por um período macroeconômico de muita dificuldade em 2015”, lembrou a administração. “A pressão inflacionária, as ameaças de desabastecimento de água e de racionamento de energia, o aumento de custos e a instabilidade cambial são ameaças adicionais aos negócios.”

A última linha do balanço contou também com uma base de comparação mais fraca na linha de tributos sobre o resultado, já que unidades haviam aderido ao programa de refinanciamento de tributos do governo federal em 2013. Assim, e com o imposto diferido de R$ 518,3 milhões no total, a empresa teve crédito fiscal líquido de R$ 418,3 milhões.

Fonte: Valor Econômico/Renato Rostás

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Minério de ferro cai a US$52,90/t, nova mínima histórica

Ruby Lian

O minério de ferro com entrega imediata na China bateu nova mínima histórica nesta segunda-feira com uma demanda fraca no país e com a crescente oferta das grandes mineradoras.

O minério com 62 por cento de teor de ferro caiu 2,2 por cento, para 52,90 dólares por tonelada, segundo dados do The Steel Index. É o menor preço desde que os dados começaram a ser compilados no fim de 2008.

“Mineradoras globais continuarão a elevar a produção este ano, enquanto a demanda não melhorou muito. Os estoques nos portos subiram mais na semana passada, mostrando que o interesse de compra permanece fraco”, disse Hu Xiaodong, analista da Nanhua Futures, em Hangzhou. (Reuters)

Fonte: Reuters

Redação On março - 30 - 2015
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