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Apex-Brasil levará 55 empresas nacionais ao maior evento sobre o tema

Em tempos de baixo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que deve fechar 2015 estagnado ou com ligeira alta em relação a 2014, os negócios que têm nas ideias o seu principal insumo para a geração de valor ganham importância no país. Trata-se da chamada economia criativa, uma das apostas dos governos para driblar os efeitos da desaceleração do consumo em todos os continentes. De olho nas oportunidades que o segmento traz, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) vai levar 55 empresas nacionais ao maior evento mundial sobre o tema, o South by Southwest, que neste ano será realizado em Austin, no Texas (EUA), de 13 a 21 de março.

A maioria dessas organizações é formada por startups, sendo duas mineiras – a Beved, especializada em cursos online, e a Qranio, dona de um aplicativo em que o usuário que acerta perguntas ganha bônus para ser trocados por prêmios. Um dos objetivos da delegação é buscar investidores. A Apex acredita que os empreendedores brasileiros poderão captar em torno de US$ 25 milhões. Outra aposta é aumentar o volume de negócios no megaevento de tecnologia, cinema e música para US$ 7 milhões – US$ 2 milhões a mais que o registrado na edição do ano passado. A importância do evento pode ser medida como o cenário em que o twitter foi lançado.

O presidente do Conselho Regional de Economia de Minas Gerais (Corecon-MG), Antônio de Pádua Ubirajara e Silva, destaca que a feira é uma ferramenta importante para estimular a economia criativa. No estado, o segmento carrega uma grande expectativa, em razão de boa parte da economia estar concentrada na produção de commodities a exemplo do minério de ferro, cujo preço caiu nos últimos anos, e do café.

“A diversidade industrial mineira foi sendo lapidada em função do crescimento das commodities internacionais, como o minério e a agroindústria. Isso empobreceu nossa capacidade de enfrentar crises internacionais. Agora, com o preço delas em queda, estamos numa situação de grande dificuldade. Temos de encontrar alternativas. Claro que a diversidade industrial é uma busca permanente do governo,mas temos de surfar na onda da economia criativa”, afirma. Ele observa que a economia criativa consiste numa nova percepção sobre a atividade econômica, a qual engloba quatro setores: consumo, cultura, mídias e tecnologia. São segmentos que trabalham com inteligência e criatividade, demandam, de fato, que as pessoas estejam permanentemente inovando.

Pádua cita um levantamento da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) sobre a economia criativa. O estudo concluiu que a massa salarial das empresas que seguem o novo conceito movimenta cerca de R$ 110 bilhões por ano. O volume corresponde a 2,7% do PIB, o que coloca o Brasil na quinta posição do ranking mundial, atrás dos Estados Unidos (R$ 1.011 trilhão), Reino Unido (R$ 286 bilhões), França (R$ 191 bilhões) e Alemanha (R$ 181 bilhões).

A Beved, que tem como carro-chefe uma ferramenta de e-learning criada há três anos pelo publicitário Matheus Montenegro e sócios, vai participar da feira em Austin. “Esperamos conhecer tendências, fazer network, respirar o ambiente de inovação. Queremos, também, estender nosso relacionamento e ficar mais perto de comunidades de startups. Vamos conversar com investidores e buscar relacionamentos mais próximos”, disse Matheus.

DADOS A pesquisa da Firjan apurou que “o mercado formal de trabalho do núcleo criativo é composto por 810 mil profissionais, o que representa 1,7% do total de trabalhadores brasileiros”. Ainda de acordo com o estudo, o ramo de arquitetura e engenharia lidera o ranking, com cerca de 230 mil colaboradores. Na sequência, estão os segmentos de publicidade e design, que empregam mais de 100 mil pessoas cada. Juntos, esses três setores concentram metade dos trabalhadores brasileiros da economia criativa.

Fonte: em.com.br

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Exportações japonesas crescem 17% ao ano em janeiro, acima do previsto

Por TÓQUIO ­

Atualizada à 0h49 ­

As exportações do Japão continuaram a se recuperar em janeiro, enquanto as importações novamente encolheram, dentro de uma combinação de queda acentuada do iene com a poderosa indústria de transformação do país.

As exportações no mês cresceram 17% em relação a janeiro de 2014, maior salto mensal em um ano, de acordo com dados divulgados nesta quinta­feira pelo Ministério das Finanças. As importações recuaram 9%, com a queda acentuada nos valores de entrada do petróleo no país, em linha com a perda de valor global do barril.

O saldo comercial atingiu um déficit de 1,18 trilhão de ienes, marcando o 31º mês seguido de recuo no valor, que ficou 58% abaixo do déficit comercial do país registrado em janeiro de 2014. Os economistas esperavam para janeiro deste ano um déficit bem maior, de 1,70 trilhão de ienes.

Tradicionalmente, o Japão tende a registrar déficits comerciais maiores em janeiro, quando os exportadores costumam ficar fora do mercado.

Embora o dado de exportação tenha sido positivo, não há garantia de que continue a subir nesse ritmo. “A economia mundial enfrenta a perspectiva de crescimento abaixo da média, apesar de um impulso a partir da recente queda dos preços do petróleo”, disse Naoyuki Shinohara, diretor­adjunto do Fundo Monetário Internacional (FMI), em Tóquio, nesta quarta­feira.

Os exportadores japoneses têm sido ajudados por um iene acentuadamente mais fraco em relação ao dólar e pela forte demanda por componentes eletrônicos a partir dos fabricantes chineses de smartphones, um mercado de crescimento rápido.

Outro fator positivo para as exportações japonesas é o aumento de demanda pelos Estados Unidos, cuja economia vem crescendo a um ritmo mais rápido do que o esperado nos últimos trimestres. (Dow Jones Newswires)

Fonte: Valor

Redação On fevereiro - 19 - 2015
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