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Sexta-feira, 19 de Julho de 2019






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Focus mantém previsão de alta de 0,50 ponto da Selic neste mês

Na semana em que o Banco Central definirá o rumo da taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 11,75% ao ano, analistas do mercado financeiro que participam do Relatório Focus acreditam em uma alta de 0,50 ponto porcentual na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). Ao longo de 2015, a expectativa de economistas que participam do pesquisa Focus não se alterou: a taxa registrará um aumento de 0,75 ponto porcentual este ano e cair um pouco até o fim do ano que vem.

De acordo com o boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira, 19, manhã, a mediana das previsões para a taxa básica de juros deste ano seguiu em 12,50% ao ano pela sexta semana consecutiva. Já a Selic média de 2015 permaneceu em 12,47% ao ano pela quinta vez seguida, valor bem próximo da taxa efetiva esperada para o fim deste ano. Para o encerramento de 2016, a mediana das projeções foi mantida em 11,50% de uma semana para outra – quatro semanas atrás estava em 11,38% ao ano. A Selic média do ano que vem passou de 11,70% para 11,73% – um mês atrás estava em 11,69%.

Fonte: DCI

Atividade econômica recuou 0,2% em novembro, informa Serasa

A atividade econômica, medida pelo Indicador Serasa Experian, registrou queda de 0,2% em novembro de 2014 em relação ao mês anterior, feitos os ajustes de sazonalidade. Em relação ao mesmo mês de 2013, o recuo foi de 0,8%. O resultado mostra que o quadro de estagnação econômica demonstra persistência e materializa um crescimento de apenas 0,1% na economia brasileira entre janeiro e novembro do ano passado.

Pelo lado da oferta, os economistas observaram um recuo de 0,8% na atividade industrial e a estagnação do setor de serviços. Somente o setor agropecuário emitiu sinal positivo no mês de novembro, avançando 0,2% em relação a outubro. Na comparação anual, a indústria é que exibe o pior resultado, com uma queda de 4,3%.

Do ponto de vista da demanda agregada, o consumo das famílias teve em novembro uma leve retração de 0,1% na comparação com outubro. As importações cresceram 6,2%. Ou seja, o país importou mais em vez de incrementar a produção interna. O mês também contou com crescimento zero dos investimentos e de apenas 0,6% no consumo do governo. Do lado da demanda agregada, apenas as exportações, com crescimento de 2,2%, mostraram algum dinamismo mais significativo em novembro.

Na avaliação dos economistas da Serasa Experian, a elevação da taxa básica de juros, a depreciação do real e os baixos patamares dos índices de confiança dos consumidores e dos empresários “impactaram negativamente a atividade econômica no penúltimo mês do ano passado”.

Fonte: DCI

IGP-M tem alta de 0,55% na segunda prévia de janeiro, aponta FGV

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) subiu 0,55% na segunda prévia de janeiro, contra alta de 0,65% no mesmo período de dezembro, favorecido pela desaceleração da alta dos preços no atacado que compensou o avanço no varejo.

Segundo dados informados nesta segunda-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a variação dos preços no atacado e responde por 60% do índice geral, registrou alta de 0,37% na segunda prévia de janeiro, após avanço de 0,71 por cento em igual etapa de dezembro.

Já o Índice de Preços ao Consumidor, com peso de 30% no IGP-M, subiu 1,06% na segunda prévia deste mês, contra alta de 0,66% no mesmo período de dezembro.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), por sua vez, subiu 0,46% em janeiro, após avanço de 0,28% na segunda prévia do mês anterior.

O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de energia elétrica e aluguel de imóveis.

Fonte: Brasil Econômico

Balança tem déficit de US$ 479 milhões na terceira semana de janeiro

BRASÍLIA  –  A balança comercial brasileira teve um déficit de US$ 479 milhões na terceira semana de janeiro, informou hoje o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic).

Foram US$ 3,661 bilhões em exportações e US$ 4,140 bilhões em importações. No mês, o déficit acumulado é de US$ 1,462 bilhão.

A média diária das exportações caiu 6,2% nas três primeiras semanas de janeiro quando comparada com todo o mês de 2014, passando de US$ 728,5 milhões para US$ 683,2 milhões. Esse resultado se deve a uma queda na venda manufaturados.

Os bens manufaturados tiveram baixa de 23,3% nas três primeiras semanas do mês. A média diária das vendas desses produtos ao exterior passou de US$ 277,1 milhões em janeiro de 2014 para US$ 212,6 milhões. Esse resultado foi influenciado pelas menores vendas de aviões, automóveis de passageiros, laminados planos de ferro ou aço, óleos combustíveis, motores e geradores elétricos, hidrocarbonetos e derivados, papel e cartão para escrita e impressão, tubos de ferro fundido, autopeças e motores para veículos e partes.

Os produtos básicos tiveram uma alta de 4% na média diária nas três primeiras semanas de janeiro quando comparada com todo o último mês de 2014, ao passar de US$ 313,3  milhões para US$ 326 milhões. Os principais aumentos foram nas vendas de petróleo em bruto, trigo em grãos, caulim e outras argilas, soja em grão, café em grão, algodão em bruto, fumo em folhas, arroz em grãos e pimenta em grão.

Já os semimanufaturados tiveram alta de 8,5% ao passar de US$ 114,2 milhões em janeiro de 2014 para US$ 124 milhões na média diária do acumulado deste mês. Essa alta foi encabeçada por óleo de dendê em bruto, ferro fundido, borracha sintética e artificial, ferro-ligas, açúcar em bruto e madeira serrada.

As importações, por sua vez, caíram 10,6% na mesma comparação ao sair de US$ 913,4 milhões para US$ 816,1 milhões. Nesse comparativo, caíram os gastos principalmente os combustíveis e lubrificantes (-36,5%), cereais (-30,4%), veículos automóveis e partes (-20,9%), equipamentos mecânicos (-17,8%), borracha e obras (-14,8%) e equipamentos elétricos e eletrônicos (-12,7%).

Fonte: Valor

 

Por ajuste, Dilma desmonta pilares do 1º mandato

O segundo governo de Dilma Rousseff ainda não tem 20 dias, mas já registra recuos sobre pilares que sustentaram a política econômica até 2014: a defasagem do preço dos combustíveis, a redução artificial das tarifas de energia elétrica, a política de “campeões nacionais” do BNDES e os programas sociais de apoio aos trabalhadores. Na última sexta-feira, houve outro sinal importante: a Volkswagen reverteu a demissão de 800 funcionários, sem qualquer tipo de ajuda governamental, como era comum no passado recente.

O personagem mais identificado com essas mudanças é o ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Ele afirmou, por exemplo, que os preços dos combustíveis são decisão da Petrobrás, em contraste com a clara subordinação empresarial ao governo existente até o fim do ano passado.

O recado era, no caso, que a empresa não será forçada a reduzir o preço dos combustíveis por causa da queda na cotação do barril de petróleo.

Levy também fechou a torneira do Tesouro Nacional para o setor elétrico depois de haver defendido, em diversas ocasiões, o “realismo tarifário” para um preço que ficou artificialmente contido nos últimos dois anos.

Seu discurso de posse, centrado no ataque ao “patrimonialismo”, mirou bilionários subsídios que o BNDES concedia a empresas “amigas”, a conhecida política de “campeões nacionais”. Ainda em 2014, o governo elevou o juro dos empréstimos concedidos pelo banco de desenvolvimento, o que trará alívio ao caixa do Tesouro mais adiante.

E, contra a promessa da presidente de não mexer em direitos dos trabalhadores “nem que a vaca tussa”, Levy participou da elaboração final das medidas que restringiram a concessão de abono salarial, seguro-desemprego e um conjunto de benefícios previdenciários. Tudo isso sem precisar voltar atrás.

Guinada. Mas ainda é cedo para concluir que Dilma se converteu às leis de mercado. A avaliação de integrantes do governo e de analistas externos é de que essas guinadas são explicadas pelo comprometimento da presidente com o ajuste fiscal.

Não há revisão de posição, e sim uma janela que se abriu para medidas de redução da intervenção estatal na economia provocada pelo seu custo.
Integrantes da equipe econômica querem aproveitar ao máximo esse momento favorável ao ajuste, já que não sabem quanto tempo durará. A rotina tem sido submeter as propostas à presidente e, havendo sinal verde, correr para colocá-las em prática.

Foi assim, por exemplo, na decisão de deixar as tarifas de energia elétrica serem fixadas conforme seu custo. Estima-se que os preços da eletricidade subirão 30% ao longo deste ano, depois de passar os anos de 2013 e 2014 rebaixados artificialmente, à custa de recursos do Tesouro Nacional.

Outro caso é o das medidas trabalhistas. Contrariando o que Dilma havia acertado com as centrais sindicais, elas foram divulgadas sem uma negociação prévia com os trabalhadores. Por duas razões: era preciso editar as Medidas Provisórias ainda em 2014 para a vigência em 2015, e porque havia temor de um recuo da presidente.

“Isso tudo é impressionante, mas eu estaria mais feliz se metade do que o Joaquim Levy diz tivesse saído da boca da presidente”, diz o economista Mansueto Almeida, que participou da elaboração do programa de governo do candidato do PSDB à presidência, senador Aécio Neves. Sem estarem associadas à imagem da presidente, avalia, essas medidas ficam fora do contexto político.

Idas. Menos impressionado está o economista-chefe do Banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves. “Existe uma tendência, que atravessa governos, de liberalização em combustíveis, energia e concessões”, diz. “Mas há idas e vindas.”

No fim do primeiro governo Dilma, por exemplo, a balança pesou mais para o uso desses preços como instrumento de combate à inflação. “Mas essa é uma característica das empresas que têm o governo como acionista.”

De toda forma, o analista avalia que esse é um dado importante, assim como ocorreu no caso das tarifas de energia. “Neste primeiro semestre, são importantes os sinais de que a política fiscal vai acontecer”, afirma. “Não sou ingênuo de achar que está tudo resolvido, mas o sinal existe.”

Um teste importante para as medidas impopulares deste início do governo de Dilma ocorrerá nesta segunda-feira.

As restrições ao abono, seguro-desemprego e benefícios previdenciários serão discutidas entre governo e centrais sindicais, em São Paulo. Participarão os ministros da Secretaria Geral, Miguel Rossetto; do Planejamento, Nelson Barbosa; e do Trabalho, Manoel Dias.

Não será tarefa fácil, já que os sindicalistas pretendem se organizar para pressionar contra essas medidas no Congresso Nacional, onde o pacote será votado a partir de fevereiro.

Fonte: O Estado SP

PIB de 2015 encolhe na pesquisa Focus do Banco Central

O mercado financeiro segue com uma posição mais dura em relação ao crescimento do País. Para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, de acordo com o Relatório de Mercado Focus divulgado nesta segunda-feira, 19, pelo Banco Central, a estimativa é de expansão de 0,38% ante taxa de 0,40% apontada no levantamento anterior – há quatro semanas, a aposta era de uma alta este ano de 0,55%.

Já para 2016, a expectativa é mais otimista, de crescimento de 1,80%, projeção que foi apresentada no mesmo documento na semana anterior e mantida agora. Quatro semanas atrás, a mediana das projeções de crescimento do PIB no ano que vem era de 1,90%.

A produção industrial segue como setor vital para a confecção das previsões para o PIB em 2015 e 2016. No boletim Focus, a mediana das estimativas do mercado para o setor manufatureiro revela uma expectativa de alta de 0,71% para este ano ante 1,02% prevista na semana passada e também quatro semanas atrás. Para 2016, as apostas de expansão para a indústria foi mantida em 2,65% como na semana passada – quatro semanas antes, estava em 2,50%.

Os economistas também ajustaram suas estimativas para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB. Para 2015, a mediana das previsões saiu de 37,25% para 37,00%. Quatro semanas antes estava em 36,90%. No caso de 2016, as expectativas passaram de 37,80% para 37,40% – no boletim divulgado há um mês a taxa era de 37,70%.

Fonte: DCI

Redação On janeiro - 19 - 2015
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