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Sexta-feira, 19 de Julho de 2019






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Mercado piora previsões para PIB e inflação em 2015 pela 2ª vez seguida

Economistas de instituições financeiras pioraram pela segunda semana seguida suas projeções para a inflação e o crescimento econômico neste ano, elevando também a perspectiva para a alta dos preços administrados.

De acordo com o Boletim Focus, realizado pelo Banco Central e divulgado nesta segunda-feira (12), a previsão para a alta do IPCA, índice oficial de inflação, de 2015 foi elevada a 6,60%, contra 6,56% anteriormente, mantendo-se acima do teto da meta do governo (6,5%).

Uma fonte de pressão são os preços administrados, cuja projeção para este ano subiu a 8%, contra 7,85%.

Para 2016, a projeção de inflação foi mantida em 5,70%, com a inflação dos preços administrados estimada em 6 por cento, contra 5,80% antes.

No ano passado o IPCA terminou muito próximo do limite máximo do objetivo,com avanço de 6,41%, o que mantém a pressão para o BC conter a alta dos preços.

CRESCIMENTO

Já a estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto neste ano caiu a 0,40%, 0,10 ponto percentual a menos do que no levantamento anterior. A expectativa para a 2016, entretanto, é melhor, com a projeção de crescimento sendo mantida em 1,80%.

Para a taxa básica de juros, a Selic, não houve alteração na expectativa de que a taxa, hoje em 11,75%, encerrará este ano a 12,50% e 2016 a 11,50%. A próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) acontecerá nos dias 20 e 21 de janeiro.

O BC vem ressaltando que fará o que for necessário para reduzir a inflação, mas reconhece que ela tende a mostrar resistência no curto prazo.

Uma fonte de pressão neste ano deve ser o dólar, cuja projeção no Focus em 2015 é de R$ 2,80 –sem alterações em relação à pesquisa anterior.

Fonte: Folha de São Paulo

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Balança tem déficit de US$ 983 milhões nas duas semanas de janeiro

SÃO PAULO  –  A balança comercial brasileira iniciou 2015 com um déficit de US$ 983 milhões nas duas primeiras semanas do ano, informou nesta segunda-feira o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic).

O resultado decorre de US$ 3,854 bilhões em exportações e US$ 4,837 bilhões em importações nas duas primeiras semanas do ano. Na primeira semana — na qual foi computado apenas o dia 2 de janeiro —, o déficit foi de US$ 122 milhões. Na segunda semana, o saldo negativo foi de US$ 861 milhões.

A média diária das exportações caiu 11,8% nas duas primeiras semanas de janeiro quando comparada com todo o mês de 2014, passando de US$ 728,5 milhões para US$ 642,3  milhões. Esse resultado se deve a uma queda na venda de produtos básicos e manufaturados.

Os produtos básicos tiveram queda de 2,5% na média diária no mesmo período, ao passar de US$ 313,3 milhões na média de janeiro de 2014 para US$ 305,3 milhões. Os principais retrocessos foram com minério de ferro, carne suína, arroz em grãos, fumo em folhas, carnes salgadas, carne bovina, carne de peru e soja em grão.

Os bens manufaturados, por sua vez, tiveram baixa de 33,2% na mesma comparação. A média diária das vendas desses produtos ao exterior passaram de US$ 277,1 milhões em janeiro de 2014 para US$ 185 milhões nas duas primeiras semanas deste mês. Esse resultado foi influenciado pelas menores vendas de tubos de ferro fundido, automóveis de passageiros, motores para veículos e partes, autopeças, motores e geradores elétricos, etanol, veículos de carga, calçados, aviões e óleos combustíveis.

Já os semimanufaturados tiveram alta de 12,4% ao passar de US$ 114,2 milhões em janeiro de 2014 para US$ 128,4 milhões na média diária do acumulado deste mês. Essa alta foi encabeçada por óleo de dendê em bruto, ouro em forma semimanufaturada, semimanufaturados de ferro ou aço, óleo de soja em bruto e ferro fundido.

As importações, por sua vez, caíram 11,7% na mesma comparação ao sair de US$ 806,2 milhões para US$ 913,4  milhões. Nesse comparativo, caíram principalmente os gastos com combustíveis e lubrificantes (-51,8%), adubos e fertilizantes (-28,4%), veículos automóveis e partes (-23,7%), equipamentos mecânicos (-20,3%), produtos farmacêuticos (-19,4%), borracha e obras (-16,1%) e equipamentos elétricos/eletrônicos (-14,2%).

Fonte: Valor

Consumidor pagou em dezembro os maiores juros em quase três anos

A taxa média de juros nas operações de crédito para pessoa física alcançou em dezembro o maior nível desde março de 2012, ao passar de 6,14% ao mês em novembro para 6,30%, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (12) pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Com o aumento, os juros médios ao consumidor passaram de 104,43% ao ano para 108,16% ao ano. Em março de 2012, a taxa média mensal era de 6,33% e a anual, de 108,87%.

Todas as linhas de crédito para pessoa física apresentaram elevação no mês de dezembro. A maior variação foi registrada no cheque especial, que passou de 8,56% ao mês (167,94% ao ano) em novembro para 8,92% ao mês (178,80% ao ano). A taxa é a maior desde setembro de 2003, quando os juros do cheque especial eram de 9,03% ao mês e 182,20% ao ano.

O cartão de crédito continua sendo a modalidade mais cara e no fim de 2014 registrou a maior taxa desde julho de 1999. Na passagem de novembro para dezembro houve alta de 10,90% ao mês (246,08% ao ano) para 11,22% ao mês (258,26% ao ano). Há 15 anos, a taxa era de 11,74% ao mês e 278,88% ao ano.

Para o coordenador da pesquisa e diretor executivo da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira, o aumento das taxas está relacionado à alta dos juros básicos (Selic) promovida pelo Banco Central. “Outro fator é o atual cenário econômico nacional, que sofre consequências das altas inflacionárias e da aplicação de juros maiores que implicam, diretamente, redução da renda familiar e aumento da inadimplência.”

Pessoa Jurídica. Assim como para pessoas físicas, a pesquisa da Anefac mostra que as três linhas de crédito pesquisadas para pessoas jurídicas também apresentaram crescimento no mês de dezembro. A média geral das taxas de juros para pessoa jurídica passou de 3,49% ao mês (50,93% ao ano) em novembro para 3,54% ao mês (51,81% ao ano) em dezembro. Essa é a maior taxa desde junho de 2012.

Fonte: O Estado de São Paulo

Levy sinaliza mudança de IR para prestador de serviço

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou nesta terça-feira (13) que haverá ajustes de impostos, sem ser específico. Ele negou que esses ajustes estejam dentro de um “saco de maldades”, como questionou a imprensa, e que haverá um “pacote” dessas medidas.

Dentro do esforço do governo de aumentar suas receitas para reequilibrar as contas, Levy sinalizou que poderá haver mudanças na cobrança de imposto de renda para prestadores de serviços que recebem como pessoa jurídica.

O ministro afirmou que deve analisar a situação de “pessoas que têm renda através de pequena empresa, que pagam 4%, 5% de imposto em vez de 27,5%”, e que isso deve ser prioridade dentro de possíveis mudanças na cobrança do IR. “Primeiro teria que tratar desse egrégio.”

Levy disse ainda que deve rever a isenção do IR sobre investimentos em Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs), dentro da estratégia de “melhorar a composição de investimentos”.

O ministro afirmou que a mudança não deve ser “imediata”, tendo que passar ainda por consulta. Ele sinalizou ainda que pode haver ajuste nos instrumentos de poupança, sem dar detalhes.

Segundo o titular da Fazenda, o aumento de impostos será “compatível” com o objetivo de aumentar a poupança pública.

SETOR ELÉTRICO

Levy indicou que não haverá aportes do Tesouro Nacional para o setor elétrico e que o custo para sanar a crise das distribuidoras será bancado pelos consumidores, nas contas de luz.

“Essa despesa pode, pela previsão legal, ser passada para o contribuinte ou para o consumidor. É menos eficiente que seja suportada pelo contribuinte”, afirmou o ministro, durante café da manhã com sua equipe de secretários e jornalistas.

Para Levy, esse custo é muito pesado dentro do atual contexto de aperto fiscal. Quando o Tesouro banca essa conta, sustentado pelo contribuinte, perde-se o controle do preço desse subsídio, defendeu. “Queremos levar essa despesa para o ambiente que lhe é natural”, disse.

Levy falou da necessidade de medidas estruturais e estruturantes, uma estratégia de governo para lidar com esses problemas, mas disse que a fórmula vai depender da ação da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) nas próximas semanas.

PETROBRAS

É tradição que o ministro da Fazenda seja presidente do Conselho de Administração da Petrobras, mas Levy não cravou que assumirá a função.

Mesmo assim, defendeu que a decisão de preços dos combustíveis deve seguir uma “avaliação empresarial”, deixando implícita uma orientação de menor interferência política nesse processo.

DÍVIDA

Levy afirmou que reduzir a dívida bruta brasileira para abaixo de 50% do PIB é um dos objetivos de sua gestão. A dívida bruta está em 63% do PIB, conforme dados de novembro.

Segundo ele, vai depender da política fiscal e do crescimento da economia para essa meta ser atingida, o que não tem prazo para acontecer. Ele espera estabilizar a dívida este ano e iniciar trajetória de queda em 2016.

A dívida bruta será um dos principais parâmetros usados por Levy para medir a solidez e estabilidade da economia. “Temos que ter ambição de chegar a um ‘rating’ de A”, disse. “Não há razão para o Brasil não estar entre os melhores”.

DAVOS

Levy disse que deve ir ao Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, que começa em 22 de janeiro, e levará a mensagem de que o Brasil é uma economia com grandes recursos, que sabe fazer mudanças na condução da sua política macroeconômica, mantendo benefícios sociais.

Levy quer levar a imagem de um “Brasil dinâmico, ágil, atento às demandas dos jovens”, e com o desafio de melhorar a qualidade dos gastos públicos.

Sobre a inflação, que se mantém perto do limite máximo e terá em janeiro um resultado fortemente pressionado pela alta de tarifas, ele afirmou que um “mix de política fiscal e monetária” será conduzido.

Com redução de gastos, não ficará tão pesado para o Banco Central o controle da inflação, defendeu.

Fonte: Folha de São Paulo

Consumidor terá reajuste extra de energia

O governo Dilma Rousseff decidiu nesta segunda (12) que o Tesouro não fará mais injeções de recursos no setor elétrico em 2015. Os gastos serão custeados principalmente pelo consumidor, na forma de aumento da conta de luz.

Esses custos poderão ser repassados por meio de um reajuste extra ou se somar ao aumento anual de tarifa da distribuidora.

Foi autorizada ainda a negociação de um último empréstimo bancário para as distribuidoras, que terão de pagar dívida de R$ 2,5 bilhões, referente a 2014, nos próximos dois meses –conforme antecipado pela Folha.

Em reunião com Dilma, os ministros Joaquim Levy (Fazenda) e Eduardo Braga (Minas e Energia) chegaram a uma solução consensual.

Em 2014, até novembro, o fundo do setor elétrico gastou R$ 12,1 bilhões. Desse montante, R$ 9 bilhões vieram do Tesouro. A previsão orçamentária de 2015 incluía outros R$ 9 bilhões.

Esse fundo, a CDE (Conta de Desenvolvimento Energético), é responsável por pagar, por exemplo, programas como o Luz para Todos, a subvenção a consumidores de baixa renda e incentivos para fontes alternativas de energia.

Para tentar reduzir o valor que vai para a conta de luz, o governo vai dar início a uma revisão das despesas programadas. A ideia é enxugar a CDE, eliminando alguns dos subsídios bancados por ela.

Segundo Braga, o governo manterá os principais programas, como subsídio à baixa renda e ao carvão mineral –importante para o Sul– e o Luz para Todos. Os demais estarão sob análise. “Não haverá pressão sobre o Tesouro.”

Também participou da reunião com a presidente Dilma, no Planalto, o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, encarregado de definir a reestruturação da CDE e o percentual de aumento sobre as tarifas. Todas essas definições serão apresentadas no dia 20.

INTERVENÇÕES

Dilma foi a principal defensora da lei que, em 2012, alterou regras para tornar possível uma redução média de 20% nas tarifas de energia.

Desde então, a conta vem sofrendo aumentos regulares via reajustes aprovados pela Aneel, que levam em consideração não só a inflação mas outros custos, como pagamento elevado com térmicas, ligadas por causa da seca que prejudicou os reservatórios.

“Não vi aborrecimento [na presidente Dilma]”, disse Rufino. “O que o Tesouro e a Fazenda têm sinalizado é a busca pelo realismo tarifário”, afirmou. “Não agrada a ninguém ter que aumentar tarifa. Mas não adianta viver em um mundo de ilusão”, disse o diretor-geral da agência.

Os empréstimos ao setor têm como objetivo ajudar as distribuidoras a pagar suas dívidas com as geradoras.

Só em 2014, foram emprestados R$ 17,8 bilhões para pagar essa conta. Outros R$ 700 milhões saíram do caixa das empresas. Faltou quitar as despesas dos últimos dois meses do ano, que vencem em janeiro e fevereiro.

Neste ano, há ainda outra novidade, que é o sistema de bandeiras tarifárias. Por meio dele, a tarifa é corrigida mensalmente aplicando aumentos caso o uso das térmicas esteja muito acentuado.

Fonte: Folha de São Paulo

Inflação para famílias de baixa renda fica abaixo do IPCA em 2014

A inflação percebida pelas famílias de baixa renda registrou alta de 0,70% em dezembro, ante alta de 0,56% em novembro, de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) divulgado nesta segunda-feira, 12, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O indicador é usado para mensurar o impacto da movimentação de preços entre famílias com renda mensal entre um e 2,5 salários mínimos. Com o resultado, o IPC-C1 acumulou alta de 6,29% em 2014, abaixo dos 6,41% registrados pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no mesmo período.

Das oito classes de despesa pesquisadas, seis apresentaram alta, com destaque para alimentos e transportes. Por item, o ritmo de aumento de preços acelerou em Alimentação (de 0,76% em novembro para 1,05% em dezembro), Transportes (de 0,08% para 0,72%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,22% para 0,40%), Vestuário (de 0,41% para 0,59%), Comunicação (de 0,27% para 0,56%) e Despesas Diversas (de 0,20% para 0,24%).

Os destaques foram os itens arroz e feijão (de -0,82% em novembro para 3,26% em dezembro), tarifa de ônibus urbano (de -0,48% para 0,59%), artigos de higiene e cuidado pessoal (de -0,19% para 0,36%), roupas (de 0,22% para 0,81%), tarifa de telefone móvel (de 0,59% para 1,28%) e clínica veterinária (de 0,04% para 2,30%).

Houve desaceleração nos aumentos das despesas com Habitação (de 0,76% para 0,55%) e Educação, Leitura e Recreação (de 1,00% para 0,43%), sob influência dos itens tarifa de eletricidade residencial (de 2,81% para 1,14%) e hotel (de 1,74% para -0,99%).

O IPC-C1 registrou alta de 0,70% no mês passado, resultado inferior à inflação média apurada entre as famílias com renda mensal entre um e 33 salários mínimos.

O Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-Br) mostrou alta de 0,75% em dezembro. Ambos são calculados pela FGV. No ano de 2014, o IPC-C1 ficou em 6,29%, patamar também menor que o do IPC-BR, que avançou 6,87% em igual período.

Fonte: Folha de São Paulo

Redação On janeiro - 13 - 2015
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