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 Gerdau confirma aumento de 7% a 9% nos aços longos

Gerdau confirma aumento de 7% a 9% nos aços longos para janeiro, a informação foi confirmada por uma fonte do setor siderúrgico, que prefere não ser revelada.

Mesmo com a demanda ainda em baixa, o reajuste se justifica pela alta do dólar, que hoje está sendo negociado em torno R$ 2,70.

Procurada pela redação, a Gerdau não confirma nenhum dado sobre preço.

Fonte: Infomet

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Fraco desempenho nas vendas faz Gerdau parar produção em 5 unidades

A Gerdau, uma das maiores e mais tradicionais siderúrgicas brasileiras, fechou cinco unidades nos últimos seis meses. A empresa foi obrigada a reduzir custos por conta do fraco desempenho das vendas de aço no mercado brasileiro.

Foram paralisadas as atividades nas usinas de Araucária (PR) e Simões Filho (BA) e nas unidades laminadoras de Curitiba (PR), Sorocaba (SP) e Água Funda (SP).

Essas usinas tem condições de produzir 1 milhão de toneladas de aço por ano, mas estavam operando com 60% de capacidade ociosa. Cerca de 400 trabalhadores foram demitidos, conforme os sindicatos locais.

“A redução de postos de trabalho foi o último recurso da empresa, após a tomada de uma série de medidas”, informou a Gerdau em comunicado enviado à Folha.

Segundo a empresa, os clientes não serão afetados, porque passarão a ser atendidos por outras unidades do grupo. No Brasil, a Gerdau possui outras 12 usinas de produção de aço, além de unidades laminadoras e de beneficiamento.

No segundo trimestre, as vendas físicas do grupo Gerdau caíram 2,4% para 4,5 milhões de toneladas. O lucro líquido também recuou 2% para R$ 393 milhões.

As vendas estão em queda no Brasil e na América Latina, mas outros mercados ajudaram a minimizar a perda, caso dos Estados Unidos, cuja economia está se recuperando após a crise. A Gerdau atua em 14 países.

CRISE NA SIDERURGIA

A reorganização produtiva da Gerdau no Brasil é resultado da turbulência que atravessa a siderurgia local, particularmente os fabricantes de aços longos, que são utilizados na construção civil.

O fraco crescimento do PIB e a crise na Petrobras paralisaram os investimentos e as obras de infraestrutura no país. O aço é diretamente afetado, por ser um insumo importante.

De janeiro a novembro, as vendas de aço no mercado doméstico totalizaram 19,3 milhões de toneladas, uma queda de 9% em relação ao mesmo período em 2013, segundo o Instituto Aço Brasil.

Outra razão para a paralisação da fábricas da Gerdau é o aumento das importações. A América Latina é a segunda região com maior entrada de aço laminado da China. perdendo só para a Coreia.

De janeiro a novembro, 3,8 milhões de toneladas de produtos siderúrgicos foram importadas, alta de 8,1%.

A Gerdau acredita que a paralisação das usinas é temporária e pretende retomar as atividades quando a demanda por aço no mercado brasileiro se recuperar.

A estrutura produtiva da empresa, que opera com pequenas unidades a base de sucata, propicia essa retomada rápida da produção. Em usinas com grandes alto fornos, esse tipo de planejamento é praticamente inviável.

Os trabalhadores, no entanto, estão preocupados. “O mercado está cada vez mais concorrido. Temos receio de em dois anos não ter mais emprego no setor por aqui”, diz Robson Rosa, do sindicato dos trabalhadores metalúrgicos de Simões Filho (BA).

Fonte: Folha SP.

Redação On dezembro - 19 - 2014
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