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Sexta-feira, 19 de Julho de 2019






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Índice da construção civil sobe 0,20% em novembro, diz IBGE

Os resultados acumulados encerrados em novembro, segundo o IBGE, levam em conta a desoneração da folha de pagamento de empresas do setor da construção civil. Se isto for desconsiderado, o Sinapi no acumulado do ano teve alta de 5,58%, e nos 12 meses encerrados em novembro, alta de 6,53%.

O custo nacional da construção, por metro quadrado, fechou em R$ 907,43 em novembro — R$ 494,93 relativos a materiais, e R$ 412,50 relativo à mão de obra. A parcela dos materiais teve queda de 0,07%, para 0,46% em novembro. E a mão de obra subiu 0,52%.

Fonte: Valor

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Baixo crescimento, desonerações e mudanças no mercado de trabalho afetaram arrecadação

Mudanças estruturais na economia brasileira, como menor aumento da formalização do mercado de trabalho nos últimos anos e redução dos termos de troca, também reduziram a arrecadação, enquanto a despesa seguiu crescendo mais rápido do que o PIB.

Em 2011, com ajuste fiscal significativo, o superávit primário do setor público consolidado, que inclui Estados e municípios, alcançou 3,1% do PIB. Desde então, a economia para pagamento do serviço da dívida vem se reduzindo ano a ano: foi de 2,4% em 2012, 1,9% em 2013 e deve encerrar este ano muito próxima a zero.

Para Felipe Salto, economista da Tendências Consultoria, a redução do ritmo de crescimento da atividade explica mais a piora do superávit primário do que o aumento do gasto. Nos últimos anos, o aumento da despesa em termos reais se manteve mais ou menos estável, mas como proporção do PIB houve aumento de 2,3 pontos percentuais entre 2010 e 2014, bem mais do que a alta de 1,8 ponto percentual observada entre 2002 e 2010, no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Já a receita cresceu bem menos, o equivalente a 0,8 ponto percentual do PIB, com estagnação a partir de 2012.

“O PIB desacelerou muito, o que prejudica arrecadação. Ao mesmo tempo se quis perseguir agenda de bem estar social e de desenvolvimento econômico, com desonerações”, afirma. O resultado foi um resultado primário que deve ser negativo em 0,6% do PIB neste ano, se descontadas as receitas e despesas atípicas.

Para o especialista em contas públicas Mansueto Almeida, ainda que o baixo crescimento seja importante, decisões tomadas pelo governo agravaram a situação das contas públicas. A desoneração da folha, por exemplo, não produziu os resultados esperados, mas deve custar algo em torno de R$ 20 bilhões neste ano. Outra despesa criada no período recente foi com a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que tinha objetivo de reduzir as tarifas de energia e deve custar R$ 10 bilhões neste ano.

Além disso, o governo já não conta com fatores que contribuíram de forma importante para o aumento da arrecadação observada nos anos anteriores, diz Luka Barbosa, economista do Itaú. A formalização do mercado de trabalho perdeu força, enquanto tende-se a arrecadar menos com importações, com a economia fraca.

A despesa seguiu crescendo acima do PIB no período. O avanço médio, já descontada a inflação, foi de 5,5% ao ano, afirma Barbosa, do Itaú, enquanto o potencial de crescimento do Brasil estaria hoje entre 2% e 2,5%. Essa relação, diz, é insustentável. “Com ritmo menor de crescimento, um mesmo aumento da despesa pressiona mais as contas públicas”, afirma Barbosa.

Fonte: Valor

Governo revê para 0,8% alta do PIB em 2015

Enquanto a mudança da política econômica ainda está em fase de ensaio, o governo Dilma Rousseff ao menos já mostra uma guinada rumo a um realismo maior em suas previsões para o futuro.

Documento enviado nesta quinta-feira (4) ao Congresso reduziu a projeção oficial para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) no próximo ano, de 2% para 0,8%.

Pela primeira vez na gestão da presidente, trabalha-se com uma expectativa similar à dos analistas de mercado, hoje em torno de 0,77% e em tendência de queda.

A previsão mais realista faz parte da estratégia dos novos ministros Joaquim Levy (Fazenda) e Nelson Barbosa (Planejamento) de trabalhar com metas que sejam possíveis de cumprir para recuperar a credibilidade da política econômica do governo.

Segundo a Folha apurou, a Fazenda vai parar de apresentar previsões próprias de crescimento e passará a usar os números da pesquisa Focus, sondagem com base na opinião do mercado.

Nas palavras de um ministro, “acabou a era dos levantadores de PIB”. A decisão é vista pela nova equipe econômica como primeiro ges- to para reatar com o mercado financeiro.

A nova estimativa do PIB será utilizada no Orçamento de 2015, que será reformulado dentro dos novos parâmetros. O projeto original contava com uma expansão econômica muito otimista e desde o início vista como impossível de ser atingida, de 3%.

Com a nova previsão para a economia, o governo deverá também promover um corte nas receitas esperadas.

Não por acaso, a meta de poupança para o abatimento da dívida pública, ou superavit primário, já foi reduzida de 2% para o equivalente a 1,2% do PIB –de R$ 114,7 bilhões para R$ 66,3 bilhões.

Só a partir de 2016 a meta de 2% do PIB será restabelecida para União, Estados, municípios e estatais.

As metas foram anunciadas na semana passada por Levy, que terá entre suas missões recuperar a credibilidade da política fiscal.

Ao encaminhar as mudanças ao Congresso, o governo admitiu que será possível reduzir a dívida pública bruta somente a partir de 2016, quando o superavit primário será elevado.

Nos novos cálculos oficiais, a dívida bruta, hoje de 62%, subirá no próximo ano para 64,1%, caindo nos dois anos seguintes para 63,3% (2016) e 62,5% (2017).

Até então, a referência para a política de controle de gastos era a dívida líquida, cuja apuração desconta valores que o governo tem a receber, como as reservas em dólar e o dinheiro injetado nos bancos públicos para a expansão do crédito.

Esse indicador, porém, perdeu credibilidade no mercado com a multiplicação de transações entre o Tesouro e seus bancos e a incerteza quanto ao acerto futuro de contas entre as partes.

Os novos dados indicam que 2015 será um ano de transição, diante do desequilíbrio fiscal deste ano, que pode terminar com deficit nas contas públicas. Apenas em 2016 começaria uma recuperação da economia brasileira, com crescimento de 2% do PIB.

Fonte: Folha SP.

Planejamento envia ao nova proposta de meta fiscal ao Congresso

O Ministério do Planejamento encaminhou nesta quinta-feira, 4, ao Congresso Nacional uma proposta de atualização da proposta de meta de resultado primário para 2015 e que informa os parâmetros macroeconômicos para 2016 e 2017. Conforme anunciado na semana passada pelo ministro indicado da Fazenda, Joaquim Levy, a meta de superávit primário foi reduzida de 2% para 1,2% no próximo ano, considerando a redução relativa ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Para os dois anos seguintes, o governo perseguirá uma economia de 2% do PIB.

“Essa atualização decorre da mudança do cenário macroeconômico ocorrida após o envio do PLDO, em abril deste ano, e das novas metas anunciadas para o período 2015 a 2017”, afirma o Planejamento.

A meta para o setor público consolidado é de R$ 66,3 bilhões para 2015, já descontados R$ 28,7 bilhões do PAC. Desse montante, R$ 55,3 bilhões correspondem à meta para o Governo Federal e R$ 11,0 bilhões são uma estimativa para Estados e Municípios. Caso os governos regionais não atinjam a meta estimada, o Governo Federal se compromete a compensar a eventual diferença.

“Assim, a meta de R$ 66,3 bilhões corresponde a 1,2% do PIB projetado para 2015 – R$ 5.523 bilhões – sendo 1% do Produto Interno Bruto (PIB) para o Governo Federal e 0,2% para Estados e Municípios”, informa o Planejamento.

Fonte: ESP.

‘Juros do Brasil fazem agiota americano sentir vergonha’, diz NYT

Os juros praticados no Brasil fariam um agiota americano sentir vergonha. Os cartões de crédito cobram mais de 240% ao ano. Empréstimos bancários ultrapassam os 100%. Para um número cada vez maior de consumidores que precisam de dinheiro, a loja de penhores é a melhor opção.

Quando a dona de casa ngela Pereira, de São Paulo, precisou de dinheiro extra para comprar o material escolar da filha, ela penhorou uma corrente de ouro para receber R$ 530. Ajustando para a alta inflação do país, ela pagará juros de apenas cerca de 19%, um pouco mais do que o americano comum costuma pagar no cartão de crédito. ”É acessível e barato”, disse ela.

O crescente sucesso das lojas de penhores é o mais recente sinal de que a orgia de endividamento dos consumidores do país pode estar chegando ao limite.

O inchaço da classe média brasileira – e dos seus hábitos de consumo – ajudou a alimentar a economia em geral durante anos. Mas o crescimento está desacelerando, e os consumidores lutam para pagar suas contas.

A economia enfraquecida foi um ponto inflamável na recente eleição, vencida por pequena margem pela atual presidente Dilma Rousseff no segundo turno.

O banco central elevou os juros novamente, na tentativa de combater a inflação.

Mas isso pode pesar no crescimento e complicar ainda mais o panorama do endividamento do consumidor.

Embora ainda representem uma parcela relativamente pequena do setor de crédito, as lojas de penhores têm prosperado, mesmo num momento em que outros tipos de empréstimo parecem pouco atrativos. Alguns brasileiros, mesmo aqueles firmemente instalados na classe média, estão usando as lojas de penhores para quitar as dívidas do cartão de crédito, cobrir despesas inesperadas ou simplesmente acessar uma linha de crédito mais barata.

Getúlio. Diferentemente do que ocorre nos Estados Unidos, as lojas de penhores brasileiras são regulamentadas no nível nacional. Em vez de atuarem independentemente e definirem seus próprios juros e regras, as lojas de penhores são operadas pela Caixa Econômica Federal, de propriedade do governo.

A rigorosa supervisão é legado da presidência de Getúlio Vargas, que tomou o poder nos anos 1930 durante um golpe militar e demonstrava simpatia pelo fascismo europeu. Mas ele também apresentou reformas progressistas, incluindo a jornada de trabalho de 8 horas diárias. Como parte de sua tentativa de baixar os juros, ele aboliu as lojas de penhores particulares em 1934, conferindo o monopólio do setor à Caixa.

Como ocorre com qualquer outro banco, as agências da Caixa têm fileiras de caixas eletrônicos; atendentes para a abertura de contas, solicitações de crédito e hipotecas; e caixas que recebem depósitos e fazem saques. Mas, em 463 das agências da Caixa, há uma fileira de caixas com balanças e ferramentas de joalheiro para pesar e testar metais preciosos, joias e relógios de luxo.

Após a inspeção, o caixa oferece um empréstimo imediatamente, em geral com valor equivalente a 85% do item penhorado. O caixa não faz perguntas sobre o emprego, a renda ou o histórico de crédito do solicitante – basta nome, endereço e cadastro de pessoa física.

O superintendente nacional da Caixa para finanças do consumidor, João Régis Magalhães, disse ser apenas lógico que as lojas de penhores oferecessem juros mais baixos do que outros tipos de crédito: “a operação é simples, incorrendo em poucos custos, e o risco é muito baixo, porque temos uma garantia de retorno do dinheiro”.

O crescimento do crédito oferecido pelas lojas de penhores segue em certos aspectos o boom geral no endividamento dos lares. De junho de 2004 a junho de 2014, o crédito ao consumidor brasileiro aumentou 658%, chegando a US$ 297 bilhões, de acordo com a Associação Nacional de Executivos das Finanças, Administração e Contabilidade. O portfólio de empréstimos oferecidos por penhoras pela Caixa mais do que dobrou nos quatro anos mais recentes, chegando a US$ 670 milhões, com 1,3 milhão de empréstimos em aberto.

As consequências negativas da orgia de crédito foram mais dolorosas em outros tipos de empréstimo. O Banco Central informa que 6,7% dos empréstimos bancários pessoais e 26,3% das contas de cartão de crédito estão em situação de inadimplência. Em comparação, a Caixa disse que apenas 0,6% dos clientes que penhoraram seus bens deixaram de pagar em dia.

Enquanto outras formas de crédito tiveram desaceleração, os empréstimos por penhora continuam a crescer rapidamente. A Caixa planeja dobrar o número de agências que oferecem esse tipo de empréstimo até o final de 2015.

Marianne Hanson, economista da Confederação Nacional do Comércio, disse que muitos lares de baixa renda para os quais o crédito era uma novidade anos atrás “estão agora aprendendo como funcionam os juros e, com isso, procuram a alternativa mais barata”.

O crédito que exige alguma forma de garantia colateral, como a penhora, se encaixa nessa descrição, disse ela. E até os lares de classe média estão procurando as lojas de penhores para romper o ciclo do endividamento.
No início da década, a coordenadora de eventos Arianna França, que trabalha para o judiciário do Estado de São Paulo, enfrentou uma emergência médica. O seguro de saúde do pai não cobriu todos os procedimentos necessários para tratar do câncer dele.

Como servidora civil, Arianna tinha a opção de recorrer ao chamado crédito consignado. Nos empréstimos desse tipo, o empregador do devedor desconta automaticamente do salário a quantia devida a cada mês, e os juros são semelhante aos de uma penhora.

Mas, como muitos outros servidores civis e pensionistas, Arianne já estava gastando mais de 30% da renda no pagamento de empréstimos consignados – o limite permitido pela lei.

“Há tanto crédito disponível que a pessoa simplesmente compra mais e mais. Isso pode se tornar um problema”, disse ela.

Seus cartões de crédito também chegaram rapidamente ao limite. Com frequência, o pagamento mínimo mensal exigido para os cartões de crédito no Brasil não basta para impedir que a dívida aumente.

Assim, dois anos atrás, ela penhorou as joias e conseguiu R$ 40 mil para pagar os cartões de crédito. Os juros são baixos o bastante para que ela possa pagar o principal da dívida, e as joias devem voltar ao seu poder no ano que vem.

Embora possam proporcionar recursos muito necessários, as penhoras também trazem riscos.

Vício. Faz anos que a terapeuta holística Valéria Ferraz, de São Paulo, penhora as joias para ajudar a pagar as contas quando os negócios vão mal, recuperando-as quando os clientes retornam.

“A dinâmica se torna viciante”, disse ela. “É tão fácil obter dinheiro extra que às vezes faço isso mesmo sem precisar de verdade.” Valéria admitiu ter perdido um anel de ouro com diamantes certa vez por não ter pago em dia os juros da penhora.

Quando um cliente se torna inadimplente, a Caixa exibe o item penhorado em sua página da internet. Os interessados podem dar lances usando os caixas eletrônicos do banco. Se o valor captado no leilão for superior à dívida do cliente, este recebe a diferença.

Mas, como a Caixa avalia as joias apenas com base na matéria prima, sem levar em consideração o trabalho de ourivesaria, o preço de leilão raramente reflete o verdadeiro valor das peças.

O presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros, Reinaldo Domingos, disse que as lojas de penhoras podem ser menos caras que outras opções, mas não são baratas.

“Para muitos, a bola de neve não para de crescer”, disse ele. Mas, para aqueles que mantêm sob controle os empréstimos e dívidas, as penhoras podem substituir o cartão de crédito e seus altos juros.

A assistente administrativa Carmelita Valente, de São Paulo, hoje aposentada, penhorou anéis, colares, um pingente e brincos para ajudar a pagar as despesas do lar após a morte do marido, em 1992. Desde então, Carmelita nunca se tornou inadimplente. Mas não conseguiu recuperar os bens penhorados. Em vez disso, faz 22 anos que ela usa a penhora como linha de crédito.

Com base no valor de seus itens, a Caixa permite que ela tome emprestados até R$ 4 mil, mas raramente ela precisa de tanto. ”Juntei algum dinheiro meses atrás e quitei R$ 1.200. Mas, no mês passado, tomei emprestados R$ 600 para pagar por consertos na casa. Tudo depende de minhas necessidades do mês”, disse Carmelita. Atualmente, ela deve R$ 2.300,00.

A aposentada sabe que o melhor seria não tomar empréstimo nenhum. ”Minha filha sempre diz que estou apenas sustentando o banco”, conta ela. Mas, com a renda mensal, ela não consegue poupar para arcar com despesas inesperadas.

Fonte: ESP.

Dilma faz ‘liquidação’ de medidas do velho modelo

Na transição entre duas políticas econômicas diferentes, o governo vem adotando medidas que às vezes apontam para direções opostas. Em contraste com o discurso de austeridade adotado pelo futuro ministro da Fazenda, Joaquim Levy, o Planalto segue produzindo endividamento e manobras contábeis. Mas nada disso provoca crise porque é jogo combinado, segundo se comenta nos bastidores. É uma espécie de “limpeza de estoque” da era de Guido Mantega à frente da Fazenda.

Além do aporte de R$ 30 bilhões no BNDES e da autorização para usar o saldo financeiro de outros anos para pagar despesas obrigatórias de 2014, constantes de uma Medida Provisória editada na quarta-feira, o governo se prepara também para corrigir a tabela progressiva do Imposto de Renda da Pessoa Física em 4,5% para 2015, uma medida que reduzirá a estimativa de arrecadação em cerca de R$ 5 bilhões.

Também está a caminho uma reformulação de tabelas do Simples que só não causará impactos negativos no caixa se o faturamento das empresas inscritas aumentar em 4,2%.

Dessa lista, o item que mais chamou a atenção pela contradição com o discurso de Levy foi o aporte ao BNDES. Na única manifestação que fez desde sua indicação, ele disse que seu objetivo imediato é reduzir o volume da dívida bruta como proporção do Produto Interno Bruto (PIB) e que, para isso, não deveria haver “ampliação do estoque de transferências do Tesouro para as instituições financeiras públicas”.

Foi exatamente isso que a medida provisória fez.

“É o inverso do que disse o ministro Levy”, admitiu o senador Romero Jucá (PMDB-RR). “Mas ele ainda não assumiu.”

Sem surpresa. Um interlocutor da presidente Dilma disse que Levy não foi surpreendido pelo aporte, que servirá para atender a contratos assinados pelo banco. Já se sabia, há alguns meses, que o BNDES precisaria de mais recursos para honrar os contratos deste ano.

Nos bastidores, o entendimento é que essa injeção de recursos não altera a diretriz de, a partir de 2015, mudar a forma de atuação do BNDES. As grandes empresas, largamente beneficiadas na atual fase, serão estimuladas a buscar recursos no mercado para investir. A estratégia é aquela descrita por Levy em seu discurso: estimular o desenvolvimento do mercado de capitais.

Fonte: ESP.

Redação On dezembro - 5 - 2014
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